| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 151.103,00 |
| Dez/25 | R$ 151.391,00 |
| Nov/25 | R$ 151.620,00 |
| Out/25 | R$ 151.986,00 |
| Set/25 | R$ 147.808,00 |
| Ago/25 | R$ 148.120,00 |
| Jul/25 | R$ 151.766,00 |
| Jun/25 | R$ 151.918,00 |
| Mai/25 | R$ 152.223,00 |
| Abr/25 | R$ 152.361,00 |
| Mar/25 | R$ 152.590,00 |
| Fev/25 | R$ 152.682,00 |
Como a Tabela FIPE se aplica ao Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004: guia para seguradoras e corretores
Contexto: o papel da Tabela FIPE na avaliação de caminhões pesados
A Tabela FIPE é uma referência mensal desenvolvida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas para indicar o valor de mercado de veículos usados e seminovos no Brasil. Embora seja amplamente utilizada para carros de passeio, ela também é relevante para caminhões e caminhões pesados, como o Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004. O objetivo é oferecer uma base comum para estimativas de indenização, comparabilidade de ativos e comparação de propostas de seguro. No entanto, quando o veículo utilizado é um modelo de caminhão com configuação específica (6×4, cabine NZ, tração traseira reforçada, configuração de eixo, motor de alta cilindrada), a precisão da referência pode variar conforme o desgaste, a manutenção, a kilometragem e as particularidades de cada unidade. Por isso, para uma cotação de seguro mais fiel, as seguradoras costumam cruzar o valor de referência da FIPE com dados internos de sinistralidade, histórico de manutenção e o estado de conservação do veículo.
Para o corretor de seguros, entender esse enquadramento é essencial: a FIPE serve como ponto de partida para estabelecer o valor de cobertura, a eventual indenização em caso de sinistro total e a verificação de correspondência entre o valor segurado e o valor de mercado vigente. Em veículos de grande porte, como o P-124 CA 400, a variação entre estados, o tipo de carroceria, a configuração de transmissão e o histórico de uso (carga, frete, rotas) podem influenciar a diferença entre o valor de tabela e o valor efetivamente praticado no mercado local. Por isso, a leitura da tabela deve vir acompanhada de uma avaliação técnica da configuração específica do veículo que está sendo segurado.

Ficha Técnica do Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004
O Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p é uma configuração voltada a aplicações de transportes de carga pesada, com foco em distribuição pesada, agregando robustez, capacidade de tração e confiabilidade em rotas de longo curso. A seguir estão os elementos-chave da ficha técnica para a configuração mencionada, observando que variantes regionais podem modular alguns parâmetros conforme o mercado e o ano de fabricação dentro da linha 2004.
- Motor: diesel turboalimentado, 6 cilindros em linha, com capacidade próxima a 12 a 12,7 litros; potência nominal em torno de 400 cv (aprox. 294 kW); torque na faixa de 1800–2100 Nm, dependendo da configuração de gestão de motor e do turbocompressor.
- Transmissão: conjunto com 12 marchas, podendo ser manual ou tipo automatizado (opticruise) conforme especificação de fábrica. A substituição por uma transmissão automatizada é comum para operações de frota, visando conforto do motorista e eficiência de troca de marchas em trechos urbanos e rodoviários.
- Tração e eixos: 6×4, com dois eixos traseiros motrizes e eixo dianteiro de direção; configuração voltada para distribuição de peso e tração em terrenos desafiadores. O peso bruto total permitido (PBT) costuma ficar na faixa elevada para manter capacidade de carga e desempenho em condições de pista variadas.
- Cabine e dimensões: cabine de tipo NZ (New Zealand) com espaço para até 2 ocupantes; configuração de dia para certas aplicações ou cabine com dormir para operações de longa distância, dependendo da linha de produção e do pacote de conforto. Medidas externas variam conforme carroceria, mas o conjunto é desenhado para estabilidade, visibilidade e acesso aos controles de operação.
Observação importante: os números acima representam faixas típicas associadas a essa configuração específica do Scania, com variações possíveis conforme o lote de fabricação, a configuração de fábrica e o país de uso. Em uso diário, fatores como peso da carga, tipo de frete, rota geográfica e manutenção influenciam o desempenho e o consumo de combustível, além de afetar a depreciação e, consequentemente, o valor de referência na FIPE.
Sobre a marca Scania: tradição, tecnologia e rede de suporte
A Scania é uma fabricante sueca globalmente reconhecida no segmento de caminhões, ônibus e soluções de transporte de alta eficiência. Fundada há várias décadas, a marca consolidou uma identidade centrada na robustez, na tecnologia de gestão de frota, na eficiência de consumo de combustível e na durabilidade de suas peças. Em caminhões de grande porte como o P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004, a Scania destaca-se pela engenharia que prioriza torque estável, resposta rápida do motor, transmissão que facilita o manejo de cargas pesadas e sistemas de freios e estabilidade que suportam operações prolongadas em rodovias, estradas e trechos com restrição de peso. Além disso, a rede de assistência técnica da Scania, presente em diversas regiões, oferece suporte para manutenção, peças originais e treinamentos para operadores, fatores que influenciam diretamente na confiabilidade da frota, na disponibilidade do veículo e, por consequência, na avaliação de seguro. A marca também investe em serviços voltados a gestão de frotas, telemetria e monitoramento, elementos que ajudam seguradoras a calibrar o prêmio com mais precisão, considerando o comportamento real de uso do veículo no dia a dia.
Relação entre FIPE, seguro e avaliação de risco
Para corretores e seguradoras, a relação entre a Tabela FIPE e o seguro de caminhões pesados envolve a leitura de vários componentes que afetam o prêmio e as condições de cobertura. A FIPE fornece uma referência de valor de mercado, que serve como âncora para a indenização em caso de perdas totais, bem como para a definição do valor mínimo e do valor segurado. No entanto, a natureza do Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004 implica particularidades que o mercado de frota exige considerar. Dentre os fatores relevantes para o risco segurado, destacam-se:
- Configuração de eixo 6×4: maior demanda de manutenção de componentes de transmissão e eixo, bem como maior sensibilidade a desgaste de freios e suspensão, que impactam o custo de reparo.
- Condição da cabine e do chassi: estado de conservação, presença de ferrugem, danos da carroceria e integridade estrutural influenciam o valor de reparo e a probabilidade de sinistro grave.
- Histórico de manutenção: registros regulares, peças originais e padrões de troca ajudam a reduzir o risco de falhas catastróficas e podem favorecer uma apólice com condições mais vantajosas.
- Rotas e uso operacional: operações em trajetos com desgaste acelerado, cargas acima da média ou uso em regiões com infraestrutura rodoviária precária podem elevar a taxa de sinistralidade associada ao veículo.
Além disso, a FIPE serve como referência para a avaliação de depreciação ao longo do tempo. Em caminhões com idade próxima de 20 anos, como o Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004, é comum que as seguradoras ajustem o valor de cobertura para refletir de maneira mais fiel a desvalorização, o que também influencia o prêmio. Corretores atentos cruzam essa referência com informações específicas do veículo, como histórico de ocorrências, estado de conservação, quilometragem, tipo de uso (frota própria, aluguel, frota terceirizada) e a rede de serviços disponível nas proximidades do titular da apólice.
Implicações práticas para corretores e corretores de seguros
Uma leitura cuidadosa da Tabela FIPE no contexto do Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004 ajuda a estruturar propostas de seguro mais alinhadas com a realidade de mercado. Abaixo estão pontos práticos que costumam orientar a avaliação de risco e as condições de cobertura:
- Verificar a correspondência entre o modelo FIPE e a configuração real do veículo (traseiro 6×4, cabine NZ, motor específico, ano e quilometragem).
- Levar em conta a depreciação natural do ativo ao longo dos anos para calibrar o valor segurado, procurando evitar superaquecimento de prêmio ou subseguro.
- Caracterizar o uso da frota (cargas, rotas, horários de operação) para ajustar limites de responsabilidade civil, danos a terceiros e cobertura de carga.
- Considerar a rede de assistência e disponibilidade de peças originais para reduzir o tempo de paralisação em caso de sinistro, o que impacta positivamente o custo total da seguradora e do segurado.
Em resumo, o uso da FIPE, quando aliado a uma avaliação técnica detalhada da configuração específica do Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004, resulta em uma precificação mais estável, com condições de cobertura mais justas e alinhadas ao risco real da operação. A abordagem educativa para corretores é essencial para construir propostas transparentes, que expliquem ao cliente como o valor de mercado é transformado em valor de indenização, sem confundi-lo com promessas de preços fixos que não refletem a dinâmica de mercado.
Para quem atua na área de seguros, entender a ligação entre o valor de mercado da FIPE, a configuração do veículo e o perfil de risco do proprietário é parte central da consultoria. E, no dia a dia, essa leitura ajuda a responder perguntas comuns dos clientes: como o valor da tabela impacta o prêmio? Por que um caminhão com 6×4 tem prêmio maior do que um 4×2? Até que ponto a idade do veículo reduz o valor segurado de indenização? Perguntas assim guiam a construção de uma proposta clara e responsável.
Ao planejar a cotação de seguro de um Scania P-124 CA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2004, o corretor pode apoiar o cliente em entender que, embora a FIPE seja um referencial importante, a apólice precisa contemplar particularidades da configuração, do uso e do estado do veículo. A sinergia entre dados da FIPE, inspeção técnica e histórico de manutenção resulta em propostas com maior probabilidade de atender às necessidades reais do transportador.
Quando o assunto é proteção de ativos de transporte, cada detalhe conta: do motor ao chassi, da cabine à transmissão, do conjunto eixo às condições de uso. A FIPE oferece o alicerce, mas a seguradora, com o suporte de corretores experientes, compõe o restante da cobertura conforme o cenário de operação e o perfil de risco do cliente.
Se estiver procurando uma orientação prática para a sua primeira cotação com base nesse modelo, vale considerar a variedade de cenários de uso e as opções de cobertura. A combinação entre um valor de referência estável, uma avaliação técnica da unidade específica e a compreensão do risco de operação fortalece a tomada de decisão na contratação de um seguro adequado.
Ao finalizar a leitura, vale lembrar que a cotação de seguro para uma configuração tão específica pode exigir informações adicionais sobre a frota, o histórico de manutenção, a área geográfica de atuação e as condições de uso. Essas informações ajudam a refinar a avaliação de risco e a oferecer condições competitivas alinhadas às necessidades do transportador.
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