Valor FIPE Atual
R$ 135.430,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513135-9
Ano: 2002-3
MêsPreço
Jan/26R$ 135.430,00
Dez/25R$ 136.111,00
Nov/25R$ 136.316,00
Out/25R$ 139.363,00
Set/25R$ 139.812,00
Ago/25R$ 140.107,00
Jul/25R$ 136.269,00
Jun/25R$ 136.406,00
Mai/25R$ 136.680,00
Abr/25R$ 137.367,00
Mar/25R$ 137.574,00
Fev/25R$ 137.657,00

Guia completo sobre a Tabela FIPE para o SCANIA R-124 GA 420 6×2 NZ/4×2 3-Eixos 2p (die) 2002

Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE e o veículo SCANIA R-124 GA 420, com configuração 6×2 NZ/4×2, 3 eixos e 2 portas (die), ano de fabricação 2002. O foco é oferecer uma leitura educativa sobre como a FIPE funciona para caminhões desse porte, o que a marca representa e como as informações da ficha técnica influenciam questões de seguro. Importante: não apresentamos valores de mercado ou preços neste espaço; os dados de preço do veículo serão inseridos automaticamente no topo do post pela plataforma de conteúdo.

Ficha técnica do SCANIA R-124 GA 420 (2002): características essenciais para entender o veículo

O SCANIA R-124 GA 420 é uma expressão da linha de caminhões pesados da marca sueca, reconhecida pela robustez, durabilidade e capacidade de operar em trajetos longos com cargas expressivas. Em 2002, a Scania consolidou sua presença no segmento de longas distâncias e serviços de transporte de carga, oferecendo motores potentes, sistemas de freio avançados e uma arquitetura de eixos que favorece estabilidade e desempenho em diversas vias. A seguir, apresentam-se itens-chave que compõem a ficha técnica deste modelo específico; eles ajudam a entender não apenas o veículo, mas também a forma como o valor é avaliado na FIPE e como isso se traduz em questões de seguro.

Tabela FIPE SCANIA R-124 GA 420 6×2 NZ/4×2 3-Eixos 2p (die) 2002
  • Potência do motor: 420 cv
  • Motor: diesel de 12,7 litros, 6 cilindros em linha
  • Transmissão: manual de 12 a 16 velocidades (dependendo da configuração de fábrica e do mercado)
  • Configuração de eixos: 6×2 NZ/4×2, 3 eixos

Além desses itens, a ficha técnica abrange parâmetros que costumam variar conforme a configuração original, a área de uso e a evolução do conjunto ao longo de sua vida útil. Para o R-124 GA 420, é comum encontrar faixas de peso bruto total (PBT) que refletem a capacidade de carga típica de um veículo com três eixos, bem como dimensões que influenciam a aceitação em determinados trechos de estrada, em áreas urbanas com restrições de peso e em operações de transporte de cargas superiores a determinadas tonagens. Em termos práticos, o PBT deste tipo de veículo costuma ficar entre faixas aproximadas de 28.000 kg a 32.000 kg, dependendo da carroceria, da configuração de eixos e de ajustes de fábrica. Já o comprimento total pode variar entre cerca de 12,0 metros e 13,5 metros, com largura próxima a 2,50 metros e altura em torno de 4,0 metros, valores que ajudam as transportadoras a planejar rotas, pátios e manobras com maior previsibilidade.

Outra característica relevante é a capacidade de combustível, que para caminhões de alta performance costuma situar-se entre 600 e 900 litros, dependendo do tanque instalado pela fábrica ou pela concessionária autorizada. Esse fator impacta não apenas a autonomia logística, mas também o cálculo de custos operacionais e de seguro, já que a persistente necessidade de reabastecimento está ligada a riscos operacionais, como paradas em áreas remotas ou em trechos com indisponibilidade de pontos de abastecimento. Além disso, a suspensão, as opções de freios e o sistema de controle de dinâmica do veículo ajudam a moldar o comportamento em estrada, influenciando consumos, desgaste de componentes e, por consequência, a avaliação de risco pela seguradora.

Para fins de gestão de sinistros e avaliação de perdas parciais, algumas informações de ficha técnica complementam o entendimento: itens como cabines, tipo de eixo de tração, especificações de chassis, e características de cabine (por exemplo, versão GA — que envolve configurações de conforto e ergonomia para motoristas) podem afetar a reparabilidade e o tempo de imobilização do veículo. Em termos práticos, quanto mais clara a ficha técnica estiver disponível para a seguradora, maior a precisão na hora de estabelecer o valor segurado, a indenização prevista e as condições de cobertura para recaptura de danos ou roubo. Assim, a ficha técnica não é apenas um conjunto de números; é também um mapa de como o caminhão opera no dia a dia, o que facilita a tomada de decisão quando o tema é seguro.

A marca Scania: tradição, inovação e foco em desempenho e suporte

Fundada na Suécia, a Scania tem, ao longo de décadas, construído uma reputação sólida no segmento de caminhões pesados, ônibus e motores industriais. A marca é associada a três pilares que costumam aparecer com destaque: durabilidade, tecnologia e rede global de serviços. A durabilidade é percebida no design de componentes que resistem a jornadas longas, com estruturas de chassis reforçadas, materiais de qualidade e processos de fabricação com alto grau de controle. A tecnologia, por sua vez, aparece em soluções de motor e transmissão que visam maior eficiência, menor consumo e menor emissões para o período em que o veículo foi fabricado, bem como em sistemas de telemática, que ajudam transportadoras no monitoramento de frota, manutenção preditiva e planejamento logístico. A rede de serviços da Scania, com oficinas autorizadas, peças originais e suporte técnico, é frequentemente citada como um diferencial competitivo, principalmente para frotas que dependem de alta disponibilidade de veículos e de reposição rápida de peças.

Para quem busca entender o impacto da marca na avaliação de seguros, vale destacar que o histórico da Scania influencia a percepção de confiabilidade, disponibilidade de serviços e facilidade de reposição de peças. Caminhões dessa marca costumam manter valor de revenda estável ao longo do tempo, especialmente quando mantidos com planejamento de manutenção, revisões periódicas e contato regular com a rede de assistência. Esta percepção de confiabilidade não apenas facilita o processo de cotação, mas também costuma ter reflexos positivos no prêmio de seguro, especialmente quando há histórico de sinistros relativamente baixo, boa manutenção e registros completos. Em conjunto com a ficha técnica do veículo, a reputação da marca é um elemento que as seguradoras consideram ao estimar o risco de roubo, de avarias e de custos de reparo, o que se traduz, muitas vezes, em condições de apólice mais estáveis para frotas que operam regularmente com modelos como o R-124 GA 420.

Como a Tabela FIPE é utilizada no seguro de caminhões pesados

A Tabela FIPE representa uma referência de mercado amplamente utilizada para avaliar veículos usados no Brasil. No caso de caminhões pesados como o SCANIA R-124 GA 420, a FIPE serve como base para estimar o valor de reposição ou o valor de mercado, quando a apólice de seguro prevê indenização em caso de colisão, roubo ou sinistros semelhantes. A ideia central é oferecer uma linha de referência que ajude as seguradoras a estabelecer o valor segurado, a determinação de prêmios e as cláusulas de cobertura que melhor se adequem à realidade do veículo e da operação da frota. Em termos práticos, o valor FIPE funciona como um piso de referência para o preço de reposição em caso de perda total, bem como para as avaliações de indenização em cenários de danos parciais, substituição de componentes e remuneração de peças originais ou equivalentes aos componentes originais da marca.

É importante compreender que o valor FIPE não é estático. Ele é atualizado mensalmente com base em dados de compra e venda de veículos semelhantes e em observações de mercado. Isso significa que, para o seguro, o valor segurado pode acompanhar a atualização da FIPE para evitar defasagens que comprometam a cobertura. Além disso, as seguradoras costumam considerar fatores adicionais ao complementar o valor da apólice: o histórico de manutenção do veículo, o estado de conservação da cabine e do chassi, a idade do veículo, o tipo de uso (transporte de carga geral, cargas perigosas, frete rodoviário interestadual, entre outros), a região de operação e o perfil da empresa. Tudo isso, combinado com a ficha técnica detalhada e com a reputação da marca, produz um quadro mais completo para a tomada de decisão sobre prêmios, coberturas e franquias.

Para quem administra frotas com SCANIA R-124 GA 420 ou modelos similares, ficar atento à periodicidade de atualização da FIPE e manter a documentação atualizada (ficha técnica, dados de motor, histórico de manutenção e de sinistros) ajuda a manter o seguro alinhado com o valor de mercado real do veículo. Em muitos casos, a própria seguradora solicita informações adicionais, como comprovantes de manutenção, notas fiscais de peças originais e relatórios de inspeção, para confirmar que o estado do veículo corresponde ao nível de proteção contratado. Assim, a harmonia entre a ficha técnica, o histórico da marca e o valor FIPE se traduz em condições mais estáveis de seguro, com prêmios mais justos e cobertura adequada à realidade operacional.

Considerações finais sobre a relação entre FIPE, SCANIA e seguro

O conjunto SCANIA R-124 GA 420, com suas especificações de 6×2 NZ/4×2, 3 eixos e a referência de 2002, representa um caso típico de como as informações técnicas, a reputação da marca e a avaliação de mercado pela FIPE se conectam ao universo de seguros de caminhões. Ao planejar a renovação de apólices, revisões de cobertura ou a inclusão de novas operações logísticas, é fundamental considerar a ficha técnica como base de referência para entender o comportamento do veículo sob cargas específicas, bem como as exigências de reposição e reparo que possam surgir. A TI (tecnologia da informação) envolvida na gestão de frota e na gestão de sinistros pode usar dados da FIPE para ajustar o valor segurado, as franquias e as condições de cobertura, de modo a refletir com precisão o custo atual de reposição ou reparo do caminhão no mercado.

Além disso, compreender a história da marca Scania, o suporte de rede global e as características técnicas do veículo ajuda o gestor de riscos a tomar decisões mais informadas sobre políticas de seguro, gestão de ativos e estratégias de manutenção. A combinação de uma ficha técnica clara, a reputação da marca e a referência de mercado da FIPE cria uma base sólida para assegurar que a proteção oferecida pela apólice esteja alinhada aos objetivos da empresa, aos riscos da operação e às exigências de conformidade regulatória que envolvem o transporte de cargas no Brasil.

Se você está preparando uma cobertura para um veículo SCANIA R-124 GA 420 ou para uma frota com configuração semelhante, vale considerar a private cobertura que a FIPE oferece como referência, juntamente com as particularidades da sua operação. A abordagem educativa ajuda a entender o porquê de cada item da ficha técnica ser relevante no momento de falar com seguradoras, permitindo uma negociação mais consciente e fundamentada.

Para facilitar o processo de cotação e adaptar a proposta às necessidades da sua empresa, avalie a possibilidade de solicitar uma cotação com a GT Seguros.