Valor FIPE Atual
R$ 108.453,00
↑ 0,1% vs mês anterior
FIPE: 513069-7
Ano: 1995-3
MêsPreço
Jan/26R$ 108.453,00
Dez/25R$ 108.354,00
Nov/25R$ 109.545,00
Out/25R$ 110.117,00
Set/25R$ 108.222,00
Ago/25R$ 108.787,00
Jul/25R$ 107.711,00
Jun/25R$ 107.509,00
Mai/25R$ 109.704,00
Abr/25R$ 111.943,00
Mar/25R$ 110.835,00
Fev/25R$ 111.392,00

Entenda a referência FIPE para o Scania T-113 H 360, 4×2, 2p (diesel) de 1995

Ficha técnica do Scania T-113 H 360 (1995)

Quando se fala em tabela FIPE, é comum a curiosidade sobre como esse índice de mercado se relaciona aos caminhões usados. No caso do Scania T-113 H 360, fabricado em 1995, a configuração 4×2 com cabine H (alta) traz características técnicas que influenciam diretamente na avaliação de seguro, na depreciação prevista e na idade do bem. Embora o foco do artigo seja a interpretação da tabela e o impacto para seguros, é útil conhecer a base técnica do veículo para entender por que determinados cenários de risco surgem na apólice.

Ficha técnica resumida

  • Motor: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado com intercooler
  • Potência: 360 cv
  • Tração: 4×2
  • Cabine: H (alta), duas portas

Além desses itens, a configuração de fábrica do T-113 H 360 pode trazer particularidades como o deslocamento do motor, o torque disponível e a transmissão, que variam conforme a linha de produção e as opções de cabines de cada ano. Em contextos de seguradora, pequenos desvios nessas especificações podem impactar, por exemplo, na faixa de peso bruto total (PBT) e na dimensão do conjunto. A ficha técnica completa costuma incluir dados como o deslocamento, o torque máximo, o tipo de transmissão (manual ou automatizada), a relação de marchas, o peso próprio, o PBT, entre outros. No universo de seguros, tais informações ajudam a calibrar o risco de operação, a previsibilidade de manutenção e a probabilidade de falhas críticas em diferentes rotas e cargas. Entretanto, para fins de leitura rápida, a ficha técnica resumida acima já oferece o essencial da configuração mais comum associada a este modelo de 1995.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 360 4×2 2p (diesel) 1995

A marca Scania e a sua reputação no transporte de cargas

A Scania é uma das referências globais em veículos pesados, com foco histórico em caminhões e ônibus de alto desempenho. Originária da Suécia, a marca consolidou-se ao longo de décadas por meio de engenharia robusta, soluções voltadas para a eficiência de combustível, durabilidade em condições adversas de uso e uma ampla rede de assistência técnica que facilita a manutenção de frotas de grande porte. Em termos de seguro, a reputação da Scania influencia a percepção de confiabilidade do veículo, o que pode se refletir em termos de sinistralidade menor quando comparada a modelos de menor ocorrência de falha ou com tecnologia de ponta menos difundida no mercado. Ainda que o Scania T-113 H 360 seja um modelo antigo, sua história de atuação em setores como transporte de carga geral, logística de distribuidoras e operações de frete regional o posiciona como uma opção reconhecida por capitais de frota, tempo de ciclo de vias de grande tráfego e rotas de longo percurso.

Entre os aspectos que merecem destaque, a construção de cabines e a ergonomia voltadas ao motorista costumam ser levadas em conta nas avaliações de seguro. Cabines de tipo H, que priorizam espaço interno e conforto para o motorista em jornadas prolongadas, podem influenciar positivamente a experiência de operação, desde que mantidas dentro das condições de uso previstas pelo fabricante. A reputação da marca, aliada a uma rede de assistência técnica que facilita a disponibilidade de peças originais, também impacta a vida útil de componentes críticos como motor, sistema de transmissão e eixo cardan. Em termos de seguro, isso tende a refletir em parâmetros de reclamabilidade de sinistros e na previsibilidade de custos de reparo ao longo da vida útil do veículo.

Contexto de uso e fatores de risco para veículos de 1995

Veículos com idade próxima de três décadas exigem atenção especial à gestão de riscos na operação diária. O Scania T-113 H 360 4×2, ano 1995, tende a operar em escopos de transporte de carga com rotas estáveis, uso moderado de estradas asfaltadas e trechos urbanos com boa infraestrutura. Contudo, a idade do conjunto impõe desafios como desgaste de componentes, disponibilidade de peças originais e atualização de sistemas auxiliares de segurança. Em termos de seguro, alguns pontos costumam receber maior peso de avaliação:

  • Histórico de manutenção: caminhões com registros consistentes de revisões desde a origem tendem a apresentar sinistralidade menor, especialmente quando as trocas de fluídos, filtros, freios e sistemas de suspensão são executadas dentro das especificações do fabricante.
  • Rotas e condições de operação: trechos com obras, áreas de tráfego intenso ou condições de piso ruim podem acelerar o desgaste de componentes da suspensão, direção e freios, elevando o risco de danos e, consequentemente, o custo de sinistro.
  • Capacidade de carga e distribuição de peso: estruturas sujeitas a sobrecarga podem sofrer danos estruturais ao longo do tempo, o que pode influenciar a avaliação de seguro e o custo de cobertura.
  • Condições de uso e tempo de inatividade: frotas que mantêm operações contínuas podem justificar coberturas específicas para contingência de indisponibilidade, enquanto caminhões menos usados podem exigir reequipamentos ou ajustes de prêmio conforme o perfil de uso.

Além desses elementos, a idade do veículo também influencia a avaliação de riscos para seguro de casco (independente de terceiros). Em modelos com mais de 20-25 anos, muitas seguradoras adotam termos de cobertura diferenciados, com atenção redobrada a peças de desgaste, qualidade de manutenção e disponibilidade de substituição de componentes originais. Por outro lado, o uso em frota corporativa, com monitoramento por telemetria e contratos de manutenção, pode mitigar parte dos riscos, uma vez que as paradas para revisão se tornam previsíveis e programadas.

Como a tabela FIPE impacta o seguro deste modelo

A Tabela FIPE serve como referência de valor de mercado para veículos usados. No contexto de seguros, esse índice é utilizado para calibrar a base de cálculo de valores de cobertura, especialmente em modalidades de proteção de casco, valor de garantia estendida e reposição. Para caminhões pesados como o Scania T-113 H 360, a FIPE oferece um norte sobre o “valor de mercado” daquele veículo específico, o que ajuda a seguradora a determinar a quantia segurada em casos de sinistro total ou parcial. Vale destacar que a FIPE não define o preço exato de compra ou venda em cada operação, tampouco representa o custo de substituição em peças originais; ela mostra uma referência de mercado que pode servir como parâmetro na hora de negociar uma apólice.

Um ponto relevante é a diferença entre o valor de reparo e o valor de reposição. Em muitos casos, especialmente com caminhões de idade avançada, pode aparecer a necessidade de substituição de componentes ou de uma reavaliação de valor de reposição com base em disponibilidade de peças ou em propostas de retrofit. A FIPE colabora com o seguro ao oferecer uma linha de referência que evita subavaliação do ativo pela operadora e, ao mesmo tempo, impede a supervalorização que poderia gerar prêmios excessivos. Em suma, a FIPE funciona como um componente objetivo entre o proprietário, a corretora de seguros e a seguradora, servindo de referência para a precificação de parte do contrato, especialmente em contratos de casco total e em cláusulas de valor residual.

Principais fatores que afetam o seguro do Scania T-113 H 360 4×2

Para quem administra uma frota com este modelo, alguns fatores-chave costumam ter impacto direto no custo do seguro. Abaixo, apresentam-se quatro pontos centrais que costumam orientar a cotação e a gestão de risco:

  • Condições de uso real: a natureza da operação – urbano, rodoviário, mistura de ambos – influencia desgaste, probabilidade de sinistros e custos de manutenção.
  • Histórico de sinistros e histórico de manutenção: uma trajetória com menos ocorrências e histórico bem documentado de manutenções tende a reduzir prêmios, desde que reconhecido pela seguradora.
  • Velocidade de reposição de peças: disponibilidade de peças originais para um Scania T-113 H 360 pode afetar o tempo de reparo, o que, por sua vez, incide em custos de indisponibilidade.
  • Perfil do motorista e políticas de prevenção: qualificação do operador, uso de dispositivos de telemetria, treinamentos de condução econômica e planos de prevenção de acidentes costumam refletir em prêmios mais estáveis.

Gestão de riscos e custos operacionais relacionados à idade do veículo

Modelos fabricados em 1995 têm histórico de desgaste natural de componentes estruturais, sistemas de freio, suspensão, direção e componentes elétricos. Para a gestão de riscos no seguro, é essencial manter um cronograma de inspeção técnica, atualizações recomendadas pelo fabricante (quando disponíveis) e um registro claro de manutenção preventiva. Em termos de seguros, fornecedores costumam apreciar a previsibilidade que emerge de revisões regulares, substituição de peças críticas por peças originais e a adoção de soluções de melhoria de segurança, como freios ABS em sistemas atualizados, cabos de operação bem conservados, itens de iluminação em conformidade com as normas vigentes e a adoção de itens de proteção de carga para reduzir danos em caso de colisões ou tombamentos. Além disso, a gestão de combustível e o monitoramento de consumo podem influenciar o custo operacional, o que, por consequência, costuma ser levado em conta na avaliação de risco por parte das seguradoras.

Interpretando a FIPE na prática de seguradoras

A FIPE funciona como uma referência para o prêmio em seguros de veículos usados, servindo como base para a avaliação do valor a ser assegurado. No caso de caminhões pesados, esse índice pode ser combinado com a avaliação de risco de frota, anotações de manutenção e histórico de sinistros para a determinação de coberturas ideais. Além disso, vale observar que a FIPE pode não refletir variações específicas de encargos, como custos de remanufatura de motor, mudanças regulatórias de emissão, ou evoluções de tecnologia de segurança adotadas em modelos subsequentes. Por isso, muitas apólices utilizam a FIPE como uma linha de referência, enquanto a cobertura efetiva considera o histórico, o estado atual do veículo e o histórico de sinistros. Em termos de sinistralidade, veículos com registros consistentes de manutenção costumam entregar previsibilidade e menores variações de prêmio ao longo do tempo, desde que os dados sejam comprováveis com documentos.

Resumo técnico para quem atua com seguros e avaliações

Para proprietários, corretores e equipes de risco, entender a combinação entre a ficha técnica, a reputação da marca Scania, o uso real da frota e a referência FIPE é essencial para precificar corretamente a apólice e planejar estratégias de proteção. No Scania T-113 H 360, as características de potência, torque, tipo de motor, tração 4×2 e a cabine H criam um cenário de valor de reposição que precisa ser alinhado com as garantias ofertadas pela seguradora. A idade do veículo reforça a importância da documentação de manutenção e da transparência no histórico de uso para evitar surpresas no momento da indenização ou da reposição. Em suma, o equilíbrio entre a precificação baseada na FIPE, a avaliação de risco real no terreno e as medidas de prevenção adotadas pela frota é o caminho para contratos de seguros mais estáveis e adequados às necessidades de quem opera o Scania T-113 H 360.

Se você busca proteção adequada para o seu Scania T-113 H 360, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação sob medida pode trazer opções alinhadas ao uso, à idade do veículo e ao perfil da sua operação.