Valor FIPE Atual
R$ 5.812,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 025001-5
Ano: 1994-1
MêsPreço
Jan/26R$ 5.812,00
Dez/25R$ 5.824,00
Nov/25R$ 5.833,00
Out/25R$ 5.848,00
Set/25R$ 5.867,00
Ago/25R$ 5.880,00
Jul/25R$ 5.890,00
Jun/25R$ 5.896,00
Mai/25R$ 5.908,00
Abr/25R$ 5.938,00
Mar/25R$ 5.880,00
Fev/25R$ 5.884,00

Entenda como a Tabela FIPE influencia o seguro do Renault 19 16S/ RT 16V do ano 1994

A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado utilizada por seguradoras para orientar a indenização, a reposição e a avaliação de veículos usados. No universo dos seguros de automóveis, o Renault 19 aparece com versões distintas na década de 1990, entre elas as configurações 16S e RT 16V. Compreender o que a FIPE considera, em termos de perfil do veículo, facilita decisões informadas na hora de contratar ou renovar apólices, além de contribuir para uma conversa mais clara com o corretor de seguros. Este artigo mergulha na ficha técnica, no legado da marca Renault e no papel da tabela FIPE na prática de seguros, sempre com o objetivo educativo e informativo para quem está avaliando o Renault 19 16S/RT 16V 1994.

Ficha técnica do Renault 19 16S/ RT 16V 1994

A Renault manteve no Renault 19 uma linha voltada a mobilidade urbana com uma dose de sofisticação para o período. Abaixo, apresentamos uma ficha técnica resumida, com parâmetros típicos dessas versões, lembrando que pequenas variações existem conforme o país, o lote de fabricação e a configuração específica de cada veículo.

Tabela FIPE Renault 19 16S/ RT 16V 1994
  • Motorização: opções de motorização 1.6 com variação de cabeçote; em versões 16V, o conjunto é projetado para aspiração natural, com a chamada de cabeça de 16 válvulas proporcionando melhor desempenho em rotações elevadas.
  • Potência aproximada: faixas que podem variar conforme versão e mercado, com aproximação de desempenho entre o patamar de 90 a 110 cavalos de potência, dependendo da calibração e de equipamentos adicionais da variante escolhida.
  • Transmissão: caixa manual de 5 velocidades era uma configuração comum para esses modelos; alguns mercados também ofereceram opções com câmbio automático em determinadas versões, ainda que menos frequentes.
  • Dimensões e peso: carro de porte compacto, com comprimento em torno de 4,0 metros, largura próximo de 1,7 metro e altura próximo a 1,4 metro; peso bruto e seco variando com a lista de equipamentos, o que costuma balizar o desempenho e a eficiência de combustível, bem como o comportamento de condução.

Estas informações servem de referência para entender o comportamento geral do Renault 19 16S/ RT 16V 1994, mas é importante lembrar que, na prática, cada exemplar pode exibir pequenas diferenças devido a alterações de ano-modelo, itens de conforto instalados e o mercado para o qual foi fabricado. Em termos de seguro, as seguradoras costumam considerar a versão (16S ou RT 16V), o estado de conservação, a quilometragem e a eventual originalidade de componentes ao avaliar o risco e, por consequência, as condições da cobertura oferecida.

Um pouco sobre a marca Renault: tradição, confiabilidade e presença global

A Renault é uma marca com presença marcante no cenário automotivo global, reconhecida pela combinação de design, inovação tecnológica e acessibilidade em muitos de seus modelos. No Brasil, a Renault consolidou-se com propostas que mesclam economia, conforto e facilidade de manutenção, especialmente no segmento de hatchbacks e sedãs compactos. O Renault 19, em várias de suas gerações, foi visto como uma evolução do conceito de carro urbano com propostas de conforto, dirigibilidade estável e uma linha de acabamento que atraía famílias e jovens motoristas.

Essa herança da marca – de oferecer produtos que conciliam praticidade com uma dose de estilo — é relevante para quem faz seguro automotivo. A reputação da fabricante, a disponibilidade de peças de reposição e a rede de assistência técnica são elementos que figuram nas avaliações de risco da seguradora. Em termos práticos, ter um veículo com histórico de qualidade de montagem, durabilidade de componentes mecânicos e robustez de chassis pode favorecer a percepção de menor risco de sinistro, especialmente quando aliado a manutenção regular e a um uso consciente. Por outro lado, versões com especificações mais esportivas, como as variantes 16V, tendem a exigir atenção especial a itens de desgaste, consumo e atenção a componentes de desempenho.]

Como a FIPE funciona na prática para o Renault 19 16S/RT 16V 1994

Para entendermos o que acontece na prática, é útil pensar na FIPE como uma referência de mercado que as seguradoras consultam para orientar decisões de indenização e reposição. Em vez de prever números, vamos situar o funcionamento em termos de conceitos úteis para o dia a dia da contratação de seguro:

A FIPE observa um conjunto de dados de referência de veículos usados, capturando tendências de idade, disponibilidade de modelos na circulação, condições de mercado e extratos de venda para cada versão. Quando uma seguradora utiliza essa referência para vigência de apólices, a ideia é alinhar a cobertura com uma estimativa de reposição compatível com o que o mercado, de fato, pode oferecer para cada configuração do Renault 19. Em veículos com versões mais recentes ou mais raras — como é o caso entre 16S e RT 16V —, a divergência de disponibilidade de peças, como por exemplo componentes de motor, peças de carroceria e itens de acabamento, também pode influenciar a leitura de risco, já que a reposição pode exigir peças originais ou equivalentes, com implicações para a cobertura de danos e para a franquia aplicável.

Ao planejar a cobertura, a FIPE ajuda a estruturar um patamar de imóvel seguro para o veículo, levando em conta a diferença entre as versões, o histórico de uso e as condições de conservação. Em termos práticos, o que isso significa para o segurado do Renault 19? Significa ter clareza de que a seguradora considera não apenas o ano de fabricação, mas também a versão — 16S ou RT 16V —, a condição de conservação, a quilometragem e o comportamento de uso. Essa visão integrada ajuda a definir coberturas como danos a terceiros, colisão, incêndio, roubo e uma eventual reposição em caso de sinistro, sempre buscando equilibrar proteção adequada com um custo de seguro compatível com o perfil de uso do veículo.

Boas práticas para quem possui um Renault 19 16S/RT 16V e pensa em seguro via FIPE

Se você participa de um seguro com base na FIPE para o Renault 19, algumas atitudes simples podem favorecer a negociação com o corretor e a gestão de riscos ao longo da vigência da apólice. Começar pela organização da documentação do veículo, mantendo as informações atualizadas sobre o estado geral — desde itens de escapamento, freios e suspensão até o funcionamento elétrico — facilita a verificação de risco pelas seguradoras. Além disso, discutir com o corretor a escolha entre coberturas básicas, adicionais de proteção e regimes de franquia compatíveis com o seu uso cotidiano ajuda a calibrar a apólice com o objetivo de evitar surpresas em caso de sinistro. A seguir, pontos práticos, apresentados sem depender de números específicos:

Primeiro, é essencial manter o veículo em bom estado de conservação. Itens como freios, pneus, iluminação, cinto de segurança e sistemas de retenção devem estar em conformidade com as normas de segurança. Um veículo bem cuidado tende a ter menor probabilidade de falhas mecânicas, o que contribui para a estabilidade do prêmio, especialmente em modelos com especificações esportivas, onde o desempenho depende da confiabilidade de componentes de motor, transmissão e suspensão.

Segundo, a documentação deve estar organizada. Certificados de manutenção, notas de serviço, histórico de revisões e comprovantes de substituição de peças ajudam a demonstrar a boa manutenção do Renault 19, o que pode influenciar positivamente a avaliação de risco pela seguradora. A regularidade de revisões, em especial em itens críticos como sistema de freios, suspensões e sistema elétrico, é observada com atenção no cálculo de prêmios e franquias.

Terceiro, a personalização do veículo pode ter impactos indiretos no seguro. Enquanto muitos itens estéticos ou de conforto não costumam afetar diretamente o prêmio, alterações que alterem o peso, a aerodinâmica ou o desempenho (como mudanças no sistema de escapamento, roda, ou suspensão) podem influenciar a percepção de risco e, por consequência, a cobertura contratada. Para quem utiliza uma configuração RT 16V com foco em desempenho, é recomendável discutir de forma aberta com o corretor a finalidade do veículo, o uso cotidiano e eventuais situações de uso esportivo permanente, para que as coberturas reflitam esse contexto.

Quarto, vale a pena comparar a cobertura de forma estratégica. A FIPE age como referência de mercado, mas o seguro também envolve franquias, carências, coberturas adicionais e cláusulas de assistência. Em veículos como o Renault 19 16S/RT 16V, com valor de reposição que pode variar conforme a disponibilidade de peças e a demanda por modelos da época, vale a pena explorar combinações que ofereçam reposição por peça original ou equivalente de qualidade, proteção adicional para roubo, e opções de cobertura para acessórios originais que possam influenciar o custo de reconstrução em caso de sinistro.

Por fim, cultivar um diálogo aberto com o corretor de seguros é a melhor prática. Explique com clareza como você utiliza o Renault 19, se é veículo de uso diário, de lazer ou de colecionismo, e quais são as expectativas em relação à proteção. O corretor, com base na leitura da FIPE e na avaliação de risco, pode indicar o conjunto de coberturas mais adequado para o seu perfil, sempre com uma leitura realista do que a mesa de seguro pode oferecer para as versões 16S e RT 16V do Renault 19, do ano 1994.

Observação sobre o contexto de mercado: a relação entre FIPE, seguro e uso diário depende de fatores regionais, disponibilidade de peças, histórico de manutenção e o histórico de sinistros do condutor. Por isso, manter-se atualizado com as informações que o mercado disponibiliza por meio de corretores e seguradoras é uma prática que se alinha a uma gestão responsável de seguros, com foco na proteção adequada do veículo e do seu patrimônio.

Conclusão: Renault 19 16S/RT 16V 1994 e o papel da FIPE no seguro automotivo

O Renault 19, especialmente nas versões 16S e RT 16V, representa uma fase de transição entre design clássico e tecnologia de propulsão mais atual para a época. Do ponto de vista da seguradora e, por consequência, da gestão de riscos, entender a diferenciação entre essas versões ajuda a calibrar melhores soluções de proteção. A FIPE, ao funcionar como referência de mercado para fins de reposição e indenização, oferece um norte para a construção de apólices alinhadas com a realidade de circulação do veículo. Ao combinar a ficha técnica, o legado da marca Renault e a leitura prática da FIPE, o segurado ganha clareza sobre quais opções de coberturas são mais adequadas ao perfil do seu Renault 19, evitando surpresas futuras e contribuindo para uma proteção mais eficiente e consciente.

Para quem está avaliando o custo de proteção para o Renault 19 16S/RT 16V, vale buscar orientação de um corretor especializado, que poderá traduzir as particularidades da FIPE para o seu cenário específico, incluindo o histórico de manutenção, o uso do veículo e as coberturas desejadas. Assim, você garante uma base sólida para a decisão de seguro, mantendo o equilíbrio entre proteção, custo e tranquilidade no dia a dia.

Para entender como esse cenário pode impactar o seu seguro, faça uma cotação com a GT Seguros e descubra as opções mais adequadas ao Renault 19 16S/RT 16V 1994, com a tranquilidade de ter o apoio de uma corretora que prioriza a educação do cliente e a transparência no processo.