Valor FIPE Atual
R$ 142.703,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513127-8
Ano: 2006-3
MêsPreço
Jan/26R$ 142.703,00
Dez/25R$ 142.976,00
Nov/25R$ 143.191,00
Out/25R$ 143.537,00
Set/25R$ 143.999,00
Ago/25R$ 144.303,00
Jul/25R$ 144.535,00
Jun/25R$ 144.680,00
Mai/25R$ 144.971,00
Abr/25R$ 145.103,00
Mar/25R$ 145.321,00
Fev/25R$ 145.410,00

Entenda a Tabela FIPE para o Scania T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006 e como isso impacta seguros

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para avaliação de veículos usados no Brasil, incluindo caminhões pesados. Quando falamos do modelo Scania T-124 GA 400, com configuração 6×4 NZ 2p e motor diesel, fabricado em 2006, essa referência ajuda a entender o valor de troca, a depreciação prevista pela indústria e, indiretamente, aspectos relevantes para a contratação de seguros. Este artigo foca no tema exato da Tabela FIPE aplicado a esse conjunto de características, apresentando uma ficha técnica enxuta, explicações sobre a marca e considerações importantes para quem utiliza ou administra uma frota com esse tipo de veículo. A ideia é oferecer clareza para quem precisa planejar custos de aquisição, manutenção e proteção por meio de um seguro adequado ao perfil do Scania T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006.

Ficha técnica essencial

A seguir estão dados técnicos resumidos do Scania T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006 que costumam compor a base de referência na FIPE, quando consideramos essa combinação específica de motor, tração e cabine. Lembre-se de que a FIPE trabalha com faixas e médias; variações reais podem ocorrer conforme estado de conservação, origem da unidade, modificações feitas e histórico de manutenção.

Tabela FIPE SCANIA T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006
  • Potência: 400 cv (DIN)
  • Motor: GA, 6 cilindros em linha, aproximadamente 12,7 litros de deslocamento
  • Configuração de eixos: 6×4 com tração traseira dupla
  • Peso Bruto Total (PBT): em torno de 32.000 kg

Observação: além dos quatro itens acima, fatores como tipo de cabine (NZ 2p, entre outros layouts), transmissão empregada (geralmente caixa de velocidades com várias marchas, podendo incluir retarder), estado de conservação e histórico de manutenção influenciam na valoração de mercado que a FIPE reflete. A cabine e o conjunto de equipamentos podem também impactar a disponibilidade de peças e o custo de reparo, componentes relevantes para seguradoras na hora de definir coberturas e limites de indenização.

Sobre a marca Scania

A Scania é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de caminhões pesados, com uma trajetória de várias décadas dedicada à engenharia de alto desempenho, durabilidade e soluções de gestão de frota. No Brasil, a rede de assistência técnica, peças originais e serviços de manutenção programada contribui para maior disponibilidade operacional de caminhões da linha Scania, incluindo modelos como o T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006. A reputação da marca costuma influenciar a percepção de valor de mercado de veículos usados, o que, por sua vez, é considerado pela FIPE e pelas seguradoras na determinação de cotações de seguro e contratos de cobertura.

Além da robustez mecânica, a Scania investe em tecnologia embarcada para gestão de frota, telemetria e diagnóstico remoto. Tais recursos ajudam as empresas a monitorar consumo de combustível, padrões de condução e a realizar manutenções preventivas, o que pode impactar positivamente no cálculo de risco de sinistros. Em termos de valor de mercado, caminhões Scania bem preservados, com histórico de manutenção regular e poucas intervenções, tendem a manter uma trajetória de depreciação mais estável ao longo dos anos, o que também aparece nas referências da FIPE para o modelo em questão.

Como a FIPE se aplica a esse modelo na prática

A Tabela FIPE reflete, de modo agregado, o valor de referência para veículos usados, levando em conta parâmetros como marca, modelo, ano de fabricação, versão e configuração de uso. Quando se analisa o Scania T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006, a FIPE considera a combinação específica de motor GA, a configuração de tração 6×4, o tipo de cabine NZ 2p e o estado típico de conservação de uma unidade com cerca de uma década de operação. Esses elementos influenciam a faixa de valores de referência apresentadas pela tabela e servem como baliza para avaliações de mercado, para fins de seguro ou para negociações de venda entre partes.

Para seguradoras, o valor indicado pela FIPE funciona como base de referência para diversas situações: cotações de apólice, avaliação de danos e perdas totais, além de guiar decisões sobre coberturas adicionais que o cliente pode precisar. É comum que a FIPE seja cruzada com avaliações independentes quando há condições especiais, como modificações estruturais, histórico de colisões ou modificações na configuração de cabine. Em casos de seguro de frota, esse valor de referência ajuda a calibrar prêmios de forma alinhada ao risco de roubo, incêndio e perda total, mantendo o equilíbrio entre proteção oferecida e custo do seguro.

Impactos para seguros e gestão de risco

Para quem administra um caminhão como o Scania T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006, entender a relação entre a Tabela FIPE e o seguro é fundamental para planejar custos e coberturas. O valor de referência da FIPE impacta diretamente o cálculo de indenização em caso de sinistro e, por consequência, o prêmio pago pela apólice. Em termos práticos, veja pontos-chave sobre esse vínculo:

1) Indenização e reposição: em caso de perda total, o valor de indenização costuma ser influenciado pela referência FIPE para o modelo específico. Um valor de mercado estável, obtido por meio da FIPE, ajuda a evitar subavaliação ou supervalorização do veículo. Empresas de seguro costumam também considerar o estado de conservação, histórico de manutenção e quilometragem ao estabelecer a indenização final, complementando a base FIPE com avaliações técnicas.

2) Depreciação e renegociação de contratos: a depreciação é um fator recorrente nas apólices de caminhões. Caminhões bem mantidos, com revisões periódicas, peças em bom estado e poucas intervenções significativas tendem a depreciar de forma mais gradual, o que pode favorecer condições de seguro mais atrativas ao longo dos anos. A FIPE, ao oferecer um referencial, serve como ponto de partida para renegociações de contrato de seguro quando o veículo recebe upgrades, troca de motor ou alterações relevantes na configuração.

3) Peças e manutenção: a disponibilidade de peças originais Scania para o modelo T-124 GA 400 6×4 NZ 2p impacta não apenas o custo de reparo, mas também o tempo de retorno à operação após um sinistro. Seguradoras costumam considerar a facilidade de reposição de peças (ou a existência de rede de assistência próxima), o que pode refletir em prêmios e coberturas adicionais, como assistência 24h, carro reserva e extensão de garantia de peças.

4) Risco de roubo e incêndio: veículos de maior valor de mercado, como caminhões com motor potente e aplicação em rotas rodoviárias de longo alcance, podem apresentar maior atratividade para roubo ou danos por incêndio. Por isso, além do valor FIPE, as apólices costumam incluir proteções específicas para furtos, danos elétricos, bem como cobertura de carga transportada, quando pertinente. O entendimento do valor de referência ajuda a calibrar franquias, limites de indenização e a necessidade de coberturas adicionais para o conjunto de ativos da frota.

Cuidados com a aquisição e proteção da frota

Para quem utiliza ou pretende adquirir um Scania T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006, algumas atitudes simples podem fazer a diferença na gestão de custo com seguro e na operação diária. Abaixo estão diretrizes úteis, apresentadas de forma prática, sem entrar em hierarquias complexas:

1) Manutenção documentada: manter um histórico de manutenção completo, com registros de revisões, trocas de filtros, óleo, freios e pneus, ajuda a manter o veículo mais próximo do estado desejável pela placa FIPE. A documentação facilita a comprovação de boas condições e pode influenciar positivamente o prêmio do seguro.

2) Quilometragem e uso: o perfil de uso (cargas, rotas, tempo de operação diário) impacta o risco de desgaste e de sinistros. Informações precisas ajudam as seguradoras a ajustarem coberturas e franquias de forma adequada, evitando excessos ou lacunas na proteção.

3) Local de operação: áreas com maior incidência de furto ou de condições adversas podem exigir coberturas adicionais, como proteção contra roubo específico de caminhões ou responsabilidade civil ampliada para atividades de transporte de carga especial. O ajuste dessas coberturas deve considerar o contexto logístico da empresa.

4) Tecnologia de gestão de frota: soluções de telemetria, monitoramento de desempenho e alertas de manutenção ajudam a reduzir o risco de falhas e sinistros. Além disso, dados de condução prática podem embasar decisões de renovação de frotas e de renegociações contratuais com seguradoras, buscando condições mais vantajosas ao longo do tempo.

5) Avaliação anual com base na FIPE: mesmo com o tempo, revisar periodicamente o valor de referência da FIPE para o Scania T-124 GA 400 6×4 NZ 2p ajuda a manter o seguro atual correto ao valor de mercado. Em períodos de alta volatilidade de mercado, realizar reavaliações pode evitar surpresas na indenização e no custo do prêmio.

Conclusão e orientação prática

O uso da Tabela FIPE para o Scania T-124 GA 400 6×4 NZ 2p (diesel) 2006, aliado a uma ficha técnica clara e ao entendimento da marca, oferece uma base sólida para decisões de seguro e de gestão de risco. Ao considerar esse modelo específico, é possível alinhar expectativa de cobertura com o valor de mercado real, levando em conta a depreciação, a disponibilidade de peças originais, o histórico de manutenção e o tipo de operação da frota. O resultado é uma apólice mais adequada, com cobertura ajustada às necessidades reais da operação, sem comprometer a segurança financeira da empresa ou do proprietário do veículo.

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