Valor FIPE Atual
R$ 137.760,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 506076-1
Ano: 2010-3
MêsPreço
Jan/26R$ 137.760,00
Dez/25R$ 138.453,00
Nov/25R$ 138.661,00
Out/25R$ 138.995,00
Set/25R$ 139.694,00
Ago/25R$ 139.988,00
Jul/25R$ 140.692,00
Jun/25R$ 141.399,00
Mai/25R$ 142.110,00
Abr/25R$ 142.938,00
Mar/25R$ 146.604,00
Fev/25R$ 146.604,00

Entendendo a Tabela FIPE para o IVECO TECTOR 240E25 S 6×2 2p (diesel) 2010 e o impacto no seguro

A Tabela FIPE funciona como uma referência de valores de mercado para veículos usados no Brasil. Quando uma seguradora avalia um veículo corporativo como o IVECO TECTOR 240E25 S 6×2 2p (diesel) 2010, o preço de referência da FIPE costuma influenciar o cálculo do valor segurado, o prêmio do seguro e as coberturas disponíveis. Embora o valor de reposição ou de indenização possa variar conforme a apólice, a idade do veículo, o estado de conservação e a utilização (distribuição, transporte de cargas, serviço pesado, entre outros), entender como a FIPE trabalha ajuda o segurado a conversar com a corretora de seguros com mais clareza. Este artigo explora o que significa a Tabela FIPE para esse modelo específico, aborda a ficha técnica do veículo, a importância da marca Iveco no cenário de caminhões, além de dicas para você manter o seguro alinhado ao valor de mercado.

Por que a FIPE é relevante para seguros de veículos pesados

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é amplamente utilizada no Brasil como referência de preço para veículos usados. As seguradoras utilizam esse patamar para estabelecer o valor base de indenização em caso de sinistro, bem como para orientar limites de cobertura, franquias e, em alguns casos, o valor de prêmio. Em caminhões como o IVECO TECTOR 240E25 S 6×2 2p, a análise não se restringe apenas ao preço do veículo adquirido, mas também ao custo de reposição em caso de perda total ou roubo, bem como ao valor de mercado para reposições de peças e manutenção ao longo da vida útil do ativo da frota. Além disso, a FIPE ajuda na avaliação de depreciação, o que impacta diretamente na renovação de apólices, na extensão de garantias e no planejamento de contingência orçamentária da empresa. Ao entender onde o veículo se encaixa dentro da faixa FIPE para seu ano/modelo, o gestor de frotas ganha embasamento para negociações com a corretora e para a escolha de coberturas adequadas sem pagar valores desnecessários.

Tabela FIPE IVECO TECTOR 240E25 S 6×2 2p (diesel) 2010

Ficha técnica do IVECO TECTOR 240E25 S 6×2 2p (diesel) 2010

Abaixo, apresento uma visão consolidada das características técnicas associadas a esse modelo específico, com foco na configuração 6×2 2p e motor a diesel. Vale lembrar que pequenas variações podem ocorrer conforme a montagem regional, a configuração de carroceria e o fabricante da unidade.

  • Motorização e desempenho: motor diesel de 6 cilindros em linha, com injeção direta. Potência nominal em torno de 240 cv, com torque elevado para sustentar o desempenho em operação de distribuição pesada e trechos rodoviários com carga. A linha 240E25 é conhecida por entregar boa robustez para trabalho urbano e rodoviário, mantendo desempenho estável em longas jornadas.
  • Transmissão e configuração de tração: câmbio manual de múltiplas velocidades (tipicamente na faixa de 9 marchas), com configuração 6×2, que utiliza dois eixos traseiros (um deles podendo atuar como eixo de tração adicional em situações de carga alta). Essa disposição favorece a capacidade de carga útil e a manobrabilidade em área urbana, além de oferecer suporte a caminhões com caçambas ou carrocerias de distribuição pesada.
  • Dimensões, capacidade e Peso: a família Tector costuma operar com peso bruto total (PBT) na faixa típica de caminhões pesados para distribuição, com capacidade de carga útil adequada para operações de frota. O comprimento, a largura e a altura variam conforme a carroceria instalada (caçamba, baú frigorífico, betoneira, entre outros), mas o layout 6×2 favorece a distribuição estática de peso e a estabilidade em curvas. O tanque de combustível é dimensionado para longas jornadas, reduzindo a necessidade de paradas frequentes para reabastecimento, o que é valorizado em contratos de logística que exigem tempo de operação mínimo.
  • Suspensão, freios e segurança: suspensão robusta para suportar o peso de carga, com sistemas de freios adequados a veículos de grande porte (freios a tambor ou ABS moderno, conforme especificação de fábrica e ano de fabricação). Em configurações de frota, podem vir com opcionais de segurança e assistentes de condução voltados para caminhões, proporcionando maior controle sob diferentes condições de via e clima.

Essa ficha técnica resume os componentes centrais que costumam impactar a avaliação da FIPE, a depreciação ao longo do tempo e, por consequência, o custo do seguro. É comum que a seguradora peça informações adicionais para confirmar o estado da máquina, como histórico de manutenção, registro de inspeções e conformidade com normas de transporte de carga, o que ajuda a evitar surpresas durante uma eventual indenização. No caso de veículos pesados usados em operações de frota, a atualização periódica do estado de conservação, a regularidade de revisões e a comprovante de substituição de peças críticas tendem a influenciar positivamente as condições de seguro, inclusive facilitando a adesão a coberturas adicionais, como proteção de valores de reposição ou de frete contratado.

A marca Iveco e seu papel no mercado de caminhões

A Iveco é uma marca reconhecida globalmente pela sua linha de veículos comerciais leves, médios e pesados. Com tradição na Europa e presença expressiva na América Latina, a Iveco consolidou-se como uma fabricante que une robustez, tecnologia de motores diesel e rede de assistência técnica ampla. O portfólio Iveco, que inclui a linha Tector, foi desenhado para atender necessidades de distribuição, construção, logística e aplicações industriais que exigem confiabilidade de longo prazo, desempenho estável e disponibilidade de peças e serviço técnico. No Brasil, a Iveco tem investido na formação de uma rede de concessões e oficinas autorizadas, com peças originais e programas de manutenção programada, aspectos que ganham peso na avaliação de seguradoras ao analisar o risco de sinistro e a facilidade de reparo. Além disso, o histórico de manutenção do modelo 240E25 S, especialmente quando integrado a uma frota com contratos de longo prazo, pode contribuir para a redução de custos totais de operação, cenário que também influencia positivamente as condições de seguro ao longo do tempo.

Como o FIPE impacta o seguro do IVECO TECTOR 240E25 S 6×2 2p (diesel) 2010

A relação entre a FIPE e o seguro de caminhões não é apenas sobre o valor de venda do veículo. Ela envolve, principalmente, o equilíbrio entre o custo atual de reposição, o valor de indenização, a proteção de ativos da frota e a gestão de riscos da empresa. Aqui estão pontos importantes para entender esse mecanismo no dia a dia da corretora e do gestor de frota:

  • Valor de reposição versus valor de mercado: em apólices de seguro, o valor de reposição pode exigir uma soma maior do que o valor de mercado indicado pela FIPE, especialmente se a gestão de frota pede reposição com itens novos ou com atualizações técnicas. A FIPE oferece uma referência de mercado que ajuda a calibrar esse equilíbrio, evitando tanto subseguro quanto supercobertura.
  • Impacto na franquia e nas coberturas: o patamar da FIPE pode influenciar a escolha entre coberturas de valor agregado, como indenização integral baseada no valor de reposição ou indenização de acordo com o valor de mercado, com eventual aplicação de depreciação conforme a idade do veículo. Caminhões com maior idade tendem a ter depreciação mais acentuada, o que pode justificar a adoção de coberturas que protejam melhor o valor de reposição.
  • Influência da idade e da condição operacional: veículos na faixa de 2010, mesmo com manutenção adequada, já entram em um espectro de avaliação sujeito à depreciação natural. A FIPE ajuda a manter um parâmetro padronizado para o seguro, mas as regras da apólice, o histórico de sinistros e a regularidade de revisões também pesam na apuração de prêmios.
  • Gestão de riscos da frota: para frotas com múltiplos caminhões, a homogeneidade da configuração (mesmo modelo, mesmas especificações) facilita a cotação de seguros, o que pode resultar em condições mais atraentes, pacotes integrados e gestão de risco mais eficiente. Em operações com Tector 6×2, a consistência da frota reduz variáveis na hora de simular sinistros, custo de peças e tempo de inatividade.

Nesse contexto, a FIPE não é apenas uma referência de preço; é uma ferramenta de gestão de risco para empresas que dependem de um parque de caminhões confiáveis. Conversar com a corretora de seguros sobre as informações da FIPE, o estado de conservação atual do IVECO TECTOR 240E25 S, o histórico de manutenção e as necessidades específicas da operação ajuda a estruturar uma apólice mais adequada, com coberturas compatíveis com a realidade da frota e com as exigências de contratos de serviço.

Boas práticas para manter o valor da tabela FIPE e a cobertura de seguro alinhadas

Ter uma gestão proativa do veículo não apenas protege a operação, mas também pode trazer benefícios diretos no custo do seguro. Abaixo, listo práticas de fácil implementação para quem opera um IVECO TECTOR 240E25 S 6×2 2p (diesel) 2010 e deseja manter a sinergia entre FIPE e seguro:

  • Manutenção em dia: segurar a quilometragem de cada caminhão com um programa de revisões regulares ajuda a manter o estado de conservação e evita surpresas durante uma vistoria de seguradora. Peças originais e serviço autorizado costumam ser valorizados pela FIPE e pelas seguradoras.
  • Documentação organizada: manter prontas as notas fiscais de aquisição de peças, comprovantes de serviço e registros de inspeção facilita a comprovação de uso adequado da frota e reduz atritos na hora da avaliação de sinistro ou renovação de apólice.
  • Atualização de dados com a corretora: sempre que houver alteração relevante na frota (substituição de veículo, mudança de configuração, atualização de carroceria), comunique a corretora para que a FIPE e as coberturas refletiam a nova realidade da frota.
  • Gestão de sinistros e histórico de manutenção: manter um registro claro de qualquer sinistro, reparo e manutenção ajuda a demonstrar o nível de cuidado com o ativo, o que pode influenciar positivamente renegociações de seguro, franquias e pacotes de benefícios.

Para gestores que desejam reduzir custos sem abrir mão da proteção, vale considerar pacotes de seguro que integrem responsabilidade civil, danos a carga, colisão, incêndio e roubo com franquias adequadas ao risco operacional. O equilíbrio entre o valor FIPE, a depreciação natural pela idade do veículo e as necessidades de proteção da frota é a chave para uma gestão de seguros eficiente.

Conclusão: o que a Tabela FIPE significa para o IVECO TECTOR 240E25 S 6×2 2p (diesel) 2010

Ao trabalhar com o IVECO TECTOR 240E25 S, modelo 6×2 2p movido a diesel, a Tabela FIPE funciona como um referencial relevante para a tomada de decisão sobre seguros, reposição e valor contábil. Entender que a FIPE oferece um panorama de mercado ajuda a alinhar expectativas entre a frota, a corretora e a seguradora, sem perder de vista as especificidades da operação: o peso da carga, a frequência de uso, a necessidade de disponibilidade de veículo, o estado de conservação e o histórico de manutenção. A marca Iveco, com sua tradição na indústria de caminhões, traz consigo componentes de confiabilidade, rede de assistência e disponibilidade de peças que também influenciam positivamente, ao longo do tempo, as negociações de seguro, já que a manutenção adequada reduz o risco de sinistro e facilita o reparo em caso de acidente ou falha mecânica. Em última análise, a relação entre FIPE, ficha técnica, marca e gestão de risco se traduz em uma proteção mais inteligente para o seu patrimônio e para a sua operação logística.

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