| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 69.276,00 |
| Dez/25 | R$ 69.408,00 |
| Nov/25 | R$ 69.513,00 |
| Out/25 | R$ 69.681,00 |
| Set/25 | R$ 69.905,00 |
| Ago/25 | R$ 70.053,00 |
| Jul/25 | R$ 70.166,00 |
| Jun/25 | R$ 70.237,00 |
| Mai/25 | R$ 70.378,00 |
| Abr/25 | R$ 70.442,00 |
| Mar/25 | R$ 70.548,00 |
| Fev/25 | R$ 70.591,00 |
Guia prático para entender a Tabela FIPE do Neobus Thunder diesel 2006 com LOT/ESC/SPTRANS
A Tabela FIPE é a referência central para estimar o valor de reposição ou de mercado de veículos usados no Brasil. Quando falamos de frotas urbanas, como ônibus que atendem às operadoras de transportes públicos, a FIPE serve como base para cálculos de prêmio, de cobrança de depreciação e de indenização em casos de sinistros. No universo dos ônibus, sobretudo modelos utilizados pela SPTrans e outros consórcios municipais, as variações entre LOT, ESC e SPTRANS podem influenciar a avaliação de valor, por isso é fundamental entender como essa tabela se aplica ao Neobus Thunder com motor diesel do ano de 2006. Este artigo explora esse cenário com foco educativo, orientando corretores de seguros, frotistas e interessados em entender melhor as nuances da FIPE para esse modelo específico.
Contexto da Tabela FIPE e seu papel no seguro de frotas
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) disponibiliza periodicamente valores médios de referência para veículos usados, segmentados por fabricante, modelo, ano/modelo, tipo de veículo e configuração. Em seguros de frota, esses valores servem para calibrar prêmios, definir limites de indenização e orientar o valor em caso de sinistro total. Para uma linha de ônibus como o Neobus Thunder diesel de 2006, o valor na FIPE pode variar conforme a configuração de lote, portas, acessibilidade, entre outros diferenciais que costumam aparecer nos contratos de frotas públicas. O ponto-chave é entender que o FIPE reflete uma média de mercado, e não um preço de venda específico de uma unidade particular. Por isso, a comparação entre diferentes categorias dentro da mesma base FIPE — como versões LOT, ESC ou SPTRANS — é essencial para uma precificação mais precisa no seguro.

Sobre a marca Neobus
Neobus é uma fabricante brasileira de carrocerias de ônibus que se consolidou ao longo das últimas décadas como uma das referências no mercado de transporte público. Com foco em soluções para frotas urbanas e rodoviárias, a empresa se destacou pela versatilidade de seus modelos, pela capacidade de adaptar o layout interno às necessidades de cada cidade e pela disponibilidade de configurações de portas, elevadores e acessibilidade. O Neobus Thunder, em particular, aparece em operações municipais e empresas de transporte que demandam robustez, confiabilidade e facilidade de manutenção para um serviço que funciona 24 horas por dia. A presença de Thunder em frotas como a SPTrans também reforça a importância de entender as especificidades de cada lote, pois a configuração de veículos para atendimento de diferentes bairros, terminais e corredores pode impactar a depreciação, o custo de manutenção e, consequentemente, o valor hoje refletido na FIPE. Em resumo, conhecer a marca e o histórico de uso das frotas que operam o Thunder ajuda a interpretar melhor os dados da tabela na prática de seguro.
Ficha técnica do Neobus Thunder (diesel, 2006)
- Fabricante: Neobus
- Modelo: Thunder
- Ano/versão: 2006
- Tipo de carroceria: ônibus urbano, com configuração voltada a operações municipais
Observação: a ficha acima resume os elementos centrais. Detalhes como motor, transmissão, número de portas, configuração de portas de embarque, sistema de ar-condicionado, peso bruto, entre outros aspectos podem variar conforme o lote, a adaptação para LOT/ESC/SPTRANS e as exigências da frota. Em linhas gerais, o Thunder diesel de 2006 era aplicado como solução de transporte urbano com foco em durabilidade, capacidade de ocupantes e suporte à rotina de manutenção. Para fins de seguro, é comum considerar o motor a diesel, a capacidade de passagem de pedestres (acessibilidade) e as especificações de carroceria ao compor o perfil de risco do veículo.
Impacto de LOT/ESC/SPTRANS na avaliação FIPE
As variantes LOT, ESC e SPTRANS referem-se a diferentes configurações e usos do veículo dentro de frotas públicas. Essas alterações costumam refletir no valor de reposição ou de mercado na FIPE porque each lote pode apresentar características distintas, como número de portas, altura do piso, presença de elevadores, sistemas de ar-condicionado, recursos de acessibilidade, tipos de motor e componentes de transmissão, bem como histórico de manutenção. Em termos práticos, é comum observar que:
- Adaptações de portas e acessibilidade podem aumentar ou reduzir o valor de mercado, dependendo da demanda por esse tipo de configuração em determinada cidade.
- Sistemas adicionais (ar-condicionado, elevadores, equipamentos de informação ao usuário) impactam o custo de reposição em caso de sinistro e, por consequência, o valor FIPE correspondente à configuração específica.
- Configurações de eixo, peso bruto e dimensões podem influenciar a depreciação, especialmente se a frota tem exigências particulares de manuseio ou de operação em vias urbanas com restrições.
- Histórico de frota — quilometragem média, idade do veículo na frota e frequência de manutenção — é um fator que pode diferenciar o valor da FIPE entre unidades da mesma série.
Como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo
Para um Neobus Thunder diesel de 2006, a leitura da FIPE envolve alguns passos práticos que ajudam na tomada de decisão de seguro:
- Verifique o código FIPE correspondente ao Thunder 2006 com a configuração LOT/ESC/SPTRANS para identificar a linha correta na tabela.
- Considere a condição da frota: unidades com manutenção regular, histórico de sinistros limitado e menor quilometragem tendem a ter avaliações FIPE mais próximas do valor de reposição de uma unidade equivalente nova, mesmo em modelos antigos.
- Compare as diferentes variantes da frota (por exemplo, versão com ou sem itens adicionais de conforto) para entender como cada configuração impacta o valor de referência na FIPE.
- Consulte o histórico de sinistros e o estado atual da frota ao discutir a cobertura: elementos adicionais, como acessibilidade e ar-condicionado, podem alterar a percepção de risco e, consequentemente, o prêmio.
Conselhos práticos para seguradoras e frotistas
Tratar de seguros para ônibus de 2006 requer uma abordagem voltada à operação cotidiana, à manutenção preventiva e ao alinhamento com as especificações de frotas públicas. Abaixo estão recomendações úteis:
- Manter documentação atualizada da frota, incluindo laudos de manutenção, histórico de trocas de componentes-chave e registros de inspeção.
- Realizar vistorias periódicas para confirmar o estado de conservação, especialmente nos itens de segurança, rodas, freios e sistema de fogo.
- Padronizar configurações de acordo com o que é comum em cada município atendido, facilitando a avaliação de risco e o cálculo de prêmios com base na FIPE.
- Avaliar a relação custo-benefício entre diferentes perfis de cobertura — responsabilidade civil, casco total, acidentes de passageiros — sempre integrando as informações da FIPE para estabelecer limites de indenização compatíveis com a realidade da frota.
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