| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 39.043,00 |
| Dez/25 | R$ 39.358,00 |
| Nov/25 | R$ 39.785,00 |
| Out/25 | R$ 40.160,00 |
| Set/25 | R$ 40.143,00 |
| Ago/25 | R$ 39.852,00 |
| Jul/25 | R$ 39.024,00 |
| Jun/25 | R$ 39.269,00 |
| Mai/25 | R$ 39.581,00 |
| Abr/25 | R$ 38.963,00 |
| Mar/25 | R$ 38.694,00 |
| Fev/25 | R$ 38.853,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para a Suzuki GSR 750 2016: leitura, impactos no seguro e trajetória da marca
Este artigo approacha a Tabela FIPE no contexto da Suzuki GSR 750 2016, com foco em como interpretar seus números, como eles se conectam ao seguro do veículo e por que a história da marca e a própria linha GSR influenciam a percepção de valor. Embora o tema seja específico, a ideia é tornar claro como a FIPE funciona como referência confiável para quem compra, vende ou assegura uma moto. A Suzuki, com uma trajetória marcada por inovação, desempenho e confiabilidade, oferece uma linha que costuma interessar tanto ao motociclista urbano quanto ao entusiasta de estrada. Entender a Tabela FIPE ajuda a planejar melhor os custos com seguro, depreciação e reposição, sem abrir mão da clareza sobre as particularidades do modelo.
Como funciona a Tabela FIPE e por que ela importa para motos como a GSR 750 2016
A Tabela FIPE é um levantamento mensal, elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), que agrega valores médios de mercado de veículos usados no Brasil. Embora tenha origem em automóveis, o sistema também abrange motocicletas, incluindo modelos de alto desempenho como a Suzuki GSR 750 2016. O objetivo principal da FIPE é oferecer uma referência padronizada que permita às seguradoras, aos concessionários, aos bancos e aos compradores estabelecerem uma base de comparação para preços de reposição, depreciação e recompra. Vale notar que cada região pode apresentar variações de preço decorrentes de disponibilidade, demanda local, estado de conservação e histórico de manutenção. Por isso, a TIPE serve como referência, não como preço específico aplicado em todas as situações.

Quando a FIPE atualiza os valores mensais, esse ajuste reflete, por exemplo, alterações no mercado de usados, tendências de disponibilidade de peças, mudanças na demanda por modelos específicos e, em alguns casos, o dinamismo do mercado de motos de alto desempenho. Para quem tem a GSR 750 2016 ou planeja adquirir esse modelo, entender a variação mensais do FIPE ajuda a perceber como a depreciação pode evoluir ao longo do tempo, o que, por sua vez, impacta o custo do seguro. Em termos práticos, seguradoras costumam usar dados de reposição e depreciação baseados em índices como o FIPE para estimar o valor segurado da moto e, consequentemente, o prêmio. No caso de alterações de uso, modificações no veículo ou situações especiais (ex.: motocicletas com histórico de sinistros), a avaliação pode divergir da média, reforçando a importância de manter o histórico do veículo bem documentado.
Para o leitor que busca usar a Tabela FIPE de forma estratégica, vale considerar alguns pontos essenciais: a FIPE representa uma média de mercado, não uma garantia de preço de venda; veículos bem conservados, com manutenção em dia e sem alterações estruturais tendem a permanecer próximos à faixa estimada; por outro lado, modelos com kilometraje elevado, danos prévios ou modificações significativas podem ter valor de reposição diferente do registrado na tabela. Na prática, o FIPE funciona como uma referência institucional que facilita negociações, avaliações de seguro e decisões de compra, especialmente em modelos com histórico de desempenho comprovado, como a GSR 750 2016.
Ficha Técnica da Suzuki GSR 750 2016 (visão geral)
- Motor: 749 cm³, linha em-4, DOHC, 16 válvulas, injeção eletrônica. Design voltado a entrega equilibrada entre desempenho e uso urbano, com resposta rápida em rota de estrada.
- Potência e torque (aproximados): em torno de 106 cv a cerca de 11.000 rpm; torque de aproximadamente 83 Nm a ~9.000 rpm. Valores variam conforme especificação de mercado e condições de fábrica, mas mantêm a proposta de naked esportiva com boa resposta em médios e altos regimes.
- Transmissão e chassis: câmbio de 6 velocidades; alimentação por corrente; estrutura voltada para agressividade moderada com conforto de uso diário. Freios dianteiros com discos duplos e ABS disponível conforme o mercado; a traseira utiliza disco único, com sistema de freio auxiliar típico de naked de média a alta cilindrada.
- Dimensões, peso e tanque: capacidade do tanque de gasolina próxima aos 14 litros; altura do assento em torno de 810 mm; peso seco aproximadamente entre 210 e 215 kg, com entre-eixos próximo a 1.480 mm. Essas medidas ajudam a entender a ergonomia e o comportamento da moto em manobras e curvas.
A Suzuki e seu papel no universo das motocicletas
A Suzuki é uma das marcas globais mais antigas e respeitadas no setor de motos, com origem que remonta a décadas de inovação tecnológica, participação em competições e investimento contínuo em desempenho. Ao longo dos anos, a Suzuki consolidou uma reputação associada a motores confiáveis, entrega de potência controlada e foco em usabilidade para diferentes perfis de piloto. No segmento de naked sport, a linha GSR representa a estratégia de aproximar a espinha dorsal das motos esportivas da GSX-R aos usos diários: torque disponível para urbanidade, resposta rápida quando o piloto exige aceleração e uma ergonomia que favorece o conforto em trajetos longos sem abandonar o DNA esportivo.
Para além da performance, a marca também tem investido em tecnologia para segurança e controle de condução. Mesmo em modelos de entrada média, a Suzuki busca oferecer itens que aumentem a confiabilidade, a facilidade de manutenção e a disponibilidade de peças de reposição. O resultado é um conjunto que costuma agradar motoristas que valorizam a combinação entre prazer de pilotagem, custo de propriedade e facilidade de revenda. A GSR 750, em particular, beneficia desse histórico ao oferecer uma linha de produção que equilibra a performance de um motor potente com uma condução que não é excessivamente agressiva, o que pode ser relevante para quem utiliza a moto tanto no dia a dia quanto em fins de semana de lazer na estrada.
É importante destacar que, no mercado brasileiro, a Suzuki mantém uma rede de assistência técnica sólida e estoque de peças relativamente estável, o que pode influenciar a percepção de valor da motocicleta ao longo do tempo. Embora a motorização de 750 cm³ coloque a GSR 750 entre as naked de referência, a percepção de valor está sempre sujeita a fatores de mercado, histórico de manutenção, condições da peça e o tipo de uso que a moto recebeu nos seus anos de vida. Assim, quem consulta a Tabela FIPE para esse modelo não está apenas olhando números; está avaliando uma peça de um ecossistema maior de seguros, manutenção e circulação veicular.
Interpretação da Tabela FIPE para a GSR 750 2016 e impactos no seguro
Quando as seguradoras avaliam o prêmio de seguro para a Suzuki GSR 750 2016, a Tabela FIPE é uma referência-chave para estimar o valor de reposição ou o valor segurado. Isso não significa que o valor final do prêmio será exatamente o registrado na FIPE, mas o índice base costuma influenciar o cálculo do seguro, especialmente nos componentes de valor de mercadoria e de depreciação. Um valor de reposição mais alto tende a refletir um prêmio maior, enquanto um valor menor tende a reduzir o custo do seguro. Além disso, o FIPE ajuda a calibrar a franquia, as coberturas disponíveis (roubo/furto, danos a terceiros, cobertura para acessórios) e a definir limites de indenização que façam sentido para o modelo em questão.
É comum observar variações de preço ao longo do tempo. Modelos de alta demanda ou com baixa disponibilidade de peças tendem a manter ou até aumentar o valor de reposição, afetando o custo do seguro. Em contrapartida, alterações na percepção de risco, histórico de sinistros e a presença de itens adicionais (como alargadores, escapamento esportivo ou modificações mecânicas) podem alterar a avaliação de valor pela seguradora, ainda que a Tabela FIPE permaneça como referência. Por isso, manter um registro de manutenções, notas de serviço, bem como fotos atualizadas do estado da moto, é uma prática recomendada para quem busca uma cotação de seguro mais precisa e justa.
Para entender melhor como a FIPE influencia o seguro da GSR 750 2016, considere estes aspectos práticos: a FIPE dá uma referência de preço de reposição em caso de sinistro total; seguradoras podem aplicar depreciação conforme a idade e o uso; modificações autorizadas podem exigir avaliações adicionais para honorários de peças originais ou equivalentes; e uma documentação clara de histórico de manutenções pode evitar surpresas no momento de uma indenização. Em resumo, a Tabela FIPE funciona como uma bússola: aponta uma direção, mas cada cenário de sinistro precisa ser analisado com base no tipo de cobertura contratada, nas cláusulas do contrato e no estado real da motocicleta.
Se o objetivo é comparar cotações de seguro de forma prática, procure entender se a seguradora utiliza o valor FIPE como referência principal, se há itens adicionais que podem alterar o preço (extensão de garantia de componentes, cobertura para acessórios originais, assistência 24h, entre outros) e como o histórico de uso influencia a avaliação de preço. Ao alinhar a Tabela FIPE com as condições reais da moto, você obtém uma visão mais realista do custo de proteção e de como manter esse custo sob controle ao longo dos anos.
Para conhecer opções de proteção sob medida para a Suzuki GSR 750 2016, peça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode considerar o seu histórico, o modo de uso da moto e suas necessidades específicas de cobertura, oferecendo condições competitivas e adequadas ao seu perfil.
