| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 2.782,00 |
| Dez/25 | R$ 2.788,00 |
| Nov/25 | R$ 2.793,00 |
| Out/25 | R$ 2.790,00 |
| Set/25 | R$ 2.799,00 |
| Ago/25 | R$ 2.799,00 |
| Jul/25 | R$ 2.804,00 |
| Jun/25 | R$ 2.807,00 |
| Mai/25 | R$ 2.813,00 |
| Abr/25 | R$ 2.817,00 |
| Mar/25 | R$ 2.823,00 |
| Fev/25 | R$ 2.826,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguros para o Agrale Elefantre 30.0 ES 190cc de 1994
A Tabela FIPE é amplamente conhecida no Brasil como referência para estimativas de valores de veículos usados em diferentes momentos da vida útil de um automóvel ou veículo de uso misto. Embora muitos clientes associem FIPE apenas a cotações rápidas, o seu papel vai muito além disso: ela funciona como uma referência padronizada que ajuda seguradoras a alinhar critérios de indenização, vigência de apólices e parâmetros de cobertura para veículos com histórico de uso, idade e condições variadas. Quando o tema envolve modelos clássicos, raros ou com características específicas — como o Agrale Elefantre 30.0 ES com motor de 190 cm³ fabricado em 1994 — a FIPE contribui para a consistência das avaliações, mas não substitui a necessidade de uma análise detalhada de cada veículo e do uso que ele recebe no dia a dia.
O objetivo deste texto é apresentar, de forma educativa, como os dados da Tabela FIPE podem impactar a contratação de seguro para esse modelo específico, explorando a ficha técnica, o histórico da marca e os aspectos práticos de proteção veicular. Importante: aqui não entram valores monetários nem cotações de compra — o foco é compreender o funcionamento da tabela e como ela se relaciona com as decisões de seguro. A partir dessa compreensão, o leitor poderá dialogar com o corretor para estruturar uma apólice que reflita fielmente as características do veículo e o seu uso real.

Sobre a marca Agrale
Agrale é uma fábrica brasileira com trajetória marcada pela atuação em mobilidade prática para uso agrícola, industrial e urbano. Fundada no Rio Grande do Sul, com destaque para a cidade de Caxias do Sul, a empresa nasceu com a missão de oferecer soluções de transporte e maquinaria que agem onde há necessidade de versatilidade, robustez e eficiência. Ao longo das décadas, a Agrale consolidou-se como referência em tratores de pequeno e médio porte, caminhões e ônibus, além de desenvolver veículos utilitários com foco em durabilidade em condições desafiadoras, como estradas de terra, áreas rurais e pequenos ambientes urbanos com restrições de espaço e infraestrutura. Essa herança de engenharia brasileira se traduz na escolha de modelos que costumam combinar simplicidade mecânica com confiabilidade, características apreciadas por pequenos produtores, oficinas e frotistas que demandam facilidade de manutenção e disponibilidade de peças.
Ao falar de um modelo específico como o Elefantre 30.0 ES 190cc de 1994, vale considerar o espírito da marca: soluções enxutas que enfatizam a utilidade prática, com foco em custo-benefício para atividades que exigem baixo consumo de combustível, resistência ao uso contínuo e facilidade de reparo. Em termos de seguro, isso costuma se traduzir em uma avaliação que valoriza o histórico de uso, o estado de conservação, a eventual presença de acessórios originais e a documentação de manutenção. Com esses elementos em mãos, o corretor pode propor coberturas que protejam o veículo não apenas contra danos, mas também contra eventuais extravios de itens estáticos ou móveis que possam ocorrer durante a atividade de trabalho ou transporte de insumos, ferramentas e cargas leves.
Ficha Técnica do Agrale Elefantre 30.0 ES 190cc (1994)
A seguir, apresentamos uma síntese da ficha técnica do Elefantre 30.0 ES, modelo 1994, com o foco em dados que costumam ser usados pelas seguradoras para entender o comportamento, o uso e o potencial de depreciação de um veículo com essas características. Este quadro técnico serve como referência para conversar com o corretor sobre o tipo de cobertura mais adequado, bem como para entender o que a Tabela FIPE pode implicar no processo de avaliação de risco.
- Motor: monocilíndrico de 190 cm³, 4 tempos, arrefecimento a ar; potência estimada próxima de 8 cv (a rpm compatíveis com o modelo da época).
- Transmissão e tração: caixa manual de 4 marchas com marcha à ré; tração traseira, típica de utilitários leves da linha Agrale da época.
- Peso, carga útil e combustível: peso em ordem de marcha cerca de 420 kg; capacidade de carga útil em torno de 350 kg; tanque de combustível com volume próximo de 10 litros.
- Dimensões e performance: comprimento aproximado de 2,25 m, largura de 1,08 m e altura de 1,60 m; velocidade máxima estimada em torno de 60 km/h, adequada para uso em áreas rurais ou vias locais sem exigir altas velocidades.
Observações técnicas devem ser consideradas com base em documentação de época e em conferência com oficinas e especialistas de reposição de peças para veículos agrícolas e utilitários de baixa cilindrada. A ficha acima sintetiza os pontos-chave que costumam influenciar a forma como o veículo é classificado e protegido pelo seguro, principalmente quando se trata de equipamentos com uso misto – trabalho e deslocamento de pessoas ou pequenas cargas. Em seguros, itens como motor, transmissão, freios, sistema de iluminação e estado geral de conservação são cruciais para a definição de custo de cobertura, franquias e limites de indenização, bem como para a determinação de coberturas complementares, como proteção contra roubo, furto qualificado, incêndio e danos a acessórios instalados pelo proprietário.
Como a FIPE orienta o seguro de modelos históricos ou com características especiais
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que, para veículos com histórico de produção anterior aos anos atuais, ajuda as seguradoras a estabelecer parâmetros de avaliação de danos, reposição e depreciação. No caso de modelos como o Agrale Elefantre 30.0 ES 190cc, o uso da FIPE costuma ter impactos práticos em cinco frentes essenciais da contratação de seguro:
Primeiro, a FIPE oferece uma base para estimar o que as seguradoras chamam de indenização em caso de perda total. Embora não haja um preço único, a referência FIPE orienta a fixação de limites que reflitam o valor de reposição ou de indenização em condições de uso compatíveis com o estado do veículo. Segundo, a tabela também auxilia na avaliação de risco ao comparar o estado de conservação, a idade do veículo e o histórico de uso com itens que costumam sofrer maior depreciação ao longo do tempo. Em terceira ordem, a FIPE contribui para ajustes de coberturas específicas, como a inclusão de proteções contra danos a componentes mecânicos sensíveis ou equipamentos extras que possam estar instalados no veículo (por exemplo, implementos agrícolas, acessórios de proteção ou modificações de uso). Quarto, para veículos históricos ou de nicho, o corretor pode indicar a adoção de coberturas adicionais de assistência 24h, guincho e transporte, que ajudam a reduzir impactos de imobilização por qualquer motivo que não envolva acidente diretamente com terceiros. Por fim, a FIPE serve como referência para verificação de coerência entre o que o proprietário declara sobre o veículo e o que a documentação física e o histórico mostram, o que é essencial para evitar divergências que possam comprometer a validade da apólice no momento de uma eventual necessidade de indenização.
É importante entender que a FIPE não dita sozinha a cobertura: ela funciona como mapa para entender o que é razoável e compatível com o estado do carro, o uso que ele recebe e o perfil de risco apresentado pelo proprietário. Em particular, veículos como o Elefantre 30.0 ES costumam exigir uma avaliação module de seguro que considere não apenas o valor de reposição, mas também a relação entre a depreciação natural de um modelo antigo e a disponibilidade de peças de reposição, o que pode influenciar a escolha de coberturas voltadas para danos mecânicos e à carroceria. Por isso, a conversa com o corretor precisa ir além de números: é essencial descrever com clareza a situação real do veículo, incluindo se há itens originais, se houve recondicionamento de motor, mudanças na suspensão, estado dos pneus e conservação da estrutura. A partir dessas informações, a seguradora consegue propor uma apólice que condense proteção, custo-benefício e tranquilidade para o proprietário.
Para quem acompanha o mercado de veículos de uso misto ou histórico, vale ainda reforçar que o objetivo da FIPE é padronizar, não ser definitivo. Em alguns casos, a seguradora pode, com base em avaliação técnica, considerar um valor específico que difere da referência FIPE, especialmente se houver divergências significativas entre a condição atual do veículo e as informações disponíveis na base de dados da FIPE. Assim, manter documentação completa, fotos atuais, registros de manutenção e histórico de propriedade facilita o alinhamento entre o que a FIPE inicia como referência e o que a seguradora efetivamente oferece como cobertura e indenização.
Dicas para melhorar a cobertura deste tipo de veículo
Para quem possui um Agrale Elefantre 30.0 ES 190cc ou veículos com características similares, algumas ações simples podem tornar a apólice mais adequada às necessidades diárias sem aumentar desnecessariamente o custo da proteção. Abaixo seguem orientações práticas que costumam ser úteis no diálogo com o corretor:
- Descreva com fidelidade o uso do veículo, incluindo zonas de circulação, frequência de uso e tipo de carga transportada, para que a seguradora selecione coberturas compatíveis com o risco real.
- Mantenha o registro de manutenção em dia e guarde notas de serviços, substituições de peças críticas e inspeções periódicas, pois isso ajuda a comprovar o estado de conservação durante a vigência da apólice.
- Verifique a necessidade de coberturas adicionais, como proteção contra roubo/furto, danos a componentes mecânicos essenciais e cobertura de acessórios instalados pelo proprietário que não sejam de série, especialmente se houver implementos agrícolas ou itens de proteção ambiental instalados.
- Considere a inclusão de assistência 24h, guincho especializado em veículos de uso misto e modalidade de cobertura para despesas de transporte ou reposição temporária em caso de imobilização, para manter a continuidade de atividades em casos de sinistro.
A escolha de cada componente da apólice deve refletir não apenas o que está no manual de fábrica, mas também a realidade de uso: trajetos, condições de estrada, frequência de manutenção e disponibilidade de peças de reposição. Com a FIPE atuando como norte, o objetivo é construir uma proteção que minimize interrupções, reduzindo impactos operacionais em situações adversas. A avaliação cuidadosa, aliada a uma documentação organizada, facilita que o seguro responda de forma proporcional e eficiente quando for necessário utilizar a cobertura.
Se você chegou até aqui e quer entender melhor o que essa combinação de FIPE, ficha técnica e uso real do seu Agrale pode significar para a sua proteção, a GT Seguros está pronta para ajudar. Faça uma cotação com a GT Seguros e receba orientação especializada para adaptar a apólice às particularidades do seu veículo e da sua operação.
