Valor FIPE Atual
R$ 93.207,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 501035-7
Ano: 2014-3
MêsPreço
Jan/26R$ 93.207,00
Dez/25R$ 91.740,00
Nov/25R$ 91.878,00
Out/25R$ 92.101,00
Set/25R$ 92.398,00
Ago/25R$ 92.593,00
Jul/25R$ 92.742,00
Jun/25R$ 92.836,00
Mai/25R$ 93.023,00
Abr/25R$ 93.108,00
Mar/25R$ 93.249,00
Fev/25R$ 93.306,00

Guia detalhado sobre a referência FIPE para a Agrale Marruá AM 300 2.8 CS TDI Diesel (E5) 2014

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela serve como base de cálculo para seguros, financiamentos, compra e venda entre particulares e avaliações institucionais. Quando pensamos na Agrale Marruá AM 300 na versão 2.8 CS TDI Diesel (E5) de 2014, entender como a tabela FIPE atua ajuda não apenas na precificação, mas também na tomada de decisões responsáveis sobre aquisição, manutenção e proteção do bem. Este artigo apresenta a tabela FIPE aplicada a esse modelo específico, destacando a ficha técnica da versão citada, a história da marca e recomendações práticas para seguro, aquisição e proteção do veículo.

Ficha técnica da Marruá AM 300 2.8 CS TDI Diesel (E5) 2014

A Marruá AM 300 é uma picape de uso predominantemente utilitário, desenvolvida pela fabricante brasileira Agrale para atender demandas de mobilidade, trabalho em terrenos desafiadores e uso institucional. A versão 2.8 CS TDI Diesel (E5) de 2014 representa uma configuração com cabine simples (CS), motor turbodiesel de 2,8 litros e tração adequada a atividades off-road e de serviço leve. Abaixo, uma visão sintética das características técnicas mais relevantes, organizadas para facilitar o entendimento de quem avalia veículos usados para seguro, compra ou venda:

Tabela FIPE AGRALE MARRUÁ AM 300 2.8 CS TDI Diesel (E5) 2014
  • Motor: diesel 2.8 litros, turbo, 4 cilindros, alimentação direta com injeção comum (TDI); configuração voltada para torque útil em trabalho pesado e melhor desempenho fora de asfalto.
  • Transmissão: manual de 5 velocidades, com interface simples e robusta, adequada a aplicações utilitárias onde confiabilidade é prioritária.
  • Tração: 4×4 com opção de reduzida, favorecendo deslocamentos em terrenos acidentados, lama, areia ou pavimento irregular.
  • Sistema de freios e segurança: conjunto básico com freios ACS/ABS conforme disponibilidade da linha, associado a estruturas reforçadas para uso utilitário.
  • Capacidade de carga e veículo: cabine simples (CS) com caçamba de tamanho compacto para transportar cargas modestas, típico de utilitários leves, com limitações definidas pela configuração de fábrica.
  • Emissões e combustível: motor diesel com classificação E5 (Euro 5), compatível com padrões de emissão vigentes na época de fabricação, oferecendo economia de combustível comparada a motores a gasolina de potência equivalente.
  • Dimensões e peso: veículo compacto dentro da linha de picapes utilitárias, com dimensões pensadas para circulação em vias urbanas e acesso a áreas de serviço, mantendo margem de manobra para manobras em locais restritos.
  • Equipamentos e acabamento: foco funcional, com interior resistente a uso intenso, sem exageros em itens de conforto, priorizando durabilidade e facilidade de manutenção.

É importante notar que a ficha técnica pode apresentar pequenas variações conforme o lote de fabricação, o país ou a configuração específica vendida no mercado de origem. Em termos práticos, os números exatos de potência, torque, peso e capacidade de carga podem oscilar entre unidades, por isso, ao consultar a FIPE para esse veículo, confirme a versão exata (CS, 2.8 TDI, E5) e o ano-modelo (2014) para obter a referência mais fiel possível. A ideia é compreender o perfil do carro dentro do conjunto de utilitários leve da marca, com ênfase em robustez, tração e autonomia em uso misto, características que costumam influenciar diretamente no valor de mercado reportado pela FIPE.

Sobre a marca Agrale

Agrale é uma fabricante brasileira reconhecida por sua atuação em veículos utilitários, comerciais leves e, especialmente, por soluções voltadas a terrenos desafiadores. Com foco histórico em caminhões, chassis agrícolas e caminhonetes com tração 4×4, a empresa desenvolve modelos que combinam robustez, desempenho fora de estrada e custo de manutenção compatível com usos profissionais. A Marruá, em especial, ganhou espaço ao oferecer um veículo de porte compacto, capaz de transitar com eficácia em áreas de difícil acesso, o que a tornou popular entre equipes de campo, agricultores, órgãos públicos e empresas que operam em regiões rurais ou de terreno acidentado. Ao longo dos anos, a marca consolidou um portfólio que privilegia durabilidade e facilidade de reparo com peças disponíveis, o que costuma reduzir o custo de propriedade ao longo do tempo. Essa reputação de confiabilidade é um fator relevante ao considerar a contratação de seguro, já que seguradoras costumam levar em conta a disponibilidade de peças, histórico de assistência e o custo de reposição de componentes para veículos da linha Agrale.

Entendendo a Tabela FIPE e seu impacto no seguro

A Tabela FIPE funciona como uma referência de valores de mercado para veículos usados, atualizada periodicamente para refletir as oscilações de preço observadas ao longo do tempo. Ela não representa necessariamente o preço cobrado em uma transação entre particulares, nem o custo de reposição original pelo fabricante, mas serve como base para cálculos relevantes no dia a dia de seguros, financiamentos e avaliações de indenização. No caso da Marruá AM 300 2.8 CS TDI Diesel (E5) de 2014, o valor FIPE ajuda as seguradoras a estimar o montante necessário para cobrir danos totais, perdas parciais ou reposições de componentes, levando em consideração a demanda de mercado por utilitários com características similares, bem como a disponibilidade de peças. Quando o veículo entra na carteira de seguros, o corretor utiliza o valor FIPE como referência inicial para o prêmio, ajustando-o com base no histórico de sinistros, uso (pessoal, rural, serviço) e perfil do proprietário. Além disso, a FIPE serve como referência para avaliações de valor de reposição ou indenização total em casos de sinistro, o que pode influenciar o equilíbrio entre cobertura desejada e custo do seguro.

Para o proprietário ou comprador, entender a relação entre FIPE e o veículo é essencial para decisões equilibradas. Em termos práticos, a Amar 300 2.8 CS TDI Diesel (E5) de 2014, por ser um utilitário com características específicas (cabine simples, motorização diesel, tração 4×4 e uso principalmente de trabalho), costuma apresentar valores FIPE que refletem não apenas a idade, mas a demanda por esse tipo de utilitário no mercado de usados. Por isso, ao planejar a aquisição, vale comparar a referência FIPE com o preço de mercado praticado por anunciantes e com o custo de manutenção previsto, de forma a estabelecer uma estratégia de seguro compatível com o valor efetivo do bem.

Como a FIPE influencia na proteção e na gestão de seguros

Ao considerar a proteção de uma Marruá AM 300 2.8 CS TDI Diesel (E5) 2014, a FIPE impacta diretamente em três frentes principais: o valor segurado, o prêmio anual e as regras de proteção contra terceiros. Primeiro, o valor segurado costuma ser alinhado à referência FIPE para evitar subseguro, que ocorre quando o valor contratado é inferior ao real valor de mercado. Em segundo lugar, o prêmio de seguro é calculado com base nesse valor, ajustado por fatores como idade do veículo, uso, local de circulação e histórico de sinistros. Terceiro, a política de indenização em caso de perda total pode seguir o valor FIPE como referência de reposição, especialmente em seguros com opções de indenização por valor de mercado ou valor de reposição com base na tabela de referência. Em resumo, a FIPE funciona como pilar institucional para a precificação justa, desde que o contrato de seguro seja adequado às características do modelo, da versão e do uso do veículo.

Cuidados práticos na aquisição, uso e seguro da Marruá AM 300

Para quem está avaliando adquirir ou renovar o seguro de uma Marruá AM 300 2.8 CS TDI Diesel (E5) 2014, algumas orientações simples ajudam a manter o valor protegido e evitar surpresas na hora de acionar o seguro. Abaixo estão sugestões práticas, sempre com foco educativo e preventivo:

  • Verifique a versão exata e o estado da cabine simples (CS) da picape, bem como o histórico de manutenção, incluindo trocas de componentes do motor, sistema de embreagem, freios e suspensão. Peças originais ou compatíveis de boa qualidade influenciam o custo de seguro e a disponibilidade de assistência.
  • Documente o histórico de sinistros e de conservação do veículo, pois isso impacta o prêmio anual do seguro. Anotações sobre substituições de componentes, colisões ou danos estruturais ajudam a manter o valor de mercado coerente com a FIPE.
  • Considere a finalidade do uso (trabalho rural, urbano, transporte de cargas) para que a seguradora ajuste coberturas como proteção contra roubo, colisão, danos a terceiros e assistência 24 horas de forma adequada ao risco.
  • Compare cotações de seguro com foco não apenas no preço, mas na abrangência de cobertura, franquias e serviços adicionais. Opções como carro reserva, assistência a guincho e cobertura contra muitos tipos de danos podem fazer diferença no custo total ao longo do tempo.

Ao final, manter a cobertura adequada para a Marruá AM 300 envolve alinhar o valor segurado com a FIPE, entender as especificidades da cabine simples, a motorização diesel e o uso pretendido. Dessa forma, o contrato de seguro reflete com mais fidelidade o risco associado ao veículo, ajudando a evitar surpresas financeiras ao acionar a seguradora.

Se quiser simplificar esse processo, uma opção prática é consultar a GT Seguros para uma cotação que leve em conta a versão específica da Marruá, o uso, o perfil do motorista e as coberturas que realmente importam para o seu caso. Uma cotação bem ajustada pode significar proteção adequada sem pagar por aquilo que não é essencial.