| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 83.699,00 |
| Dez/25 | R$ 85.717,00 |
| Nov/25 | R$ 85.846,00 |
| Out/25 | R$ 86.054,00 |
| Set/25 | R$ 87.298,00 |
| Ago/25 | R$ 87.483,00 |
| Jul/25 | R$ 87.624,00 |
| Jun/25 | R$ 87.713,00 |
| Mai/25 | R$ 87.890,00 |
| Abr/25 | R$ 87.970,00 |
| Mar/25 | R$ 88.103,00 |
| Fev/25 | R$ 88.157,00 |
Guia completo da Tabela FIPE para o Volvo VM-17 210 4×2/ VM 210 2p diesel 2007 e seu papel na gestão de seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado de seguros para determinar o valor de reposição e o prêmio de diversas categorias de veículos usados. Quando falamos de caminhões como o Volvo VM-17 210, 4×2 ou VM 210 2p (diesel) de 2007, é comum que empresas de corretagem e seguradoras usem o código FIPE correspondente para estabelecer parâmetros de risco, cobertura e indenização. Este artigo traz uma visão educativa sobre como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, a importância da ficha técnica e como esses elementos influenciam a contratação de seguros. Tudo isso com foco em orientar proprietários, frotistas e profissionais de gestão de seguros a tomarem decisões mais fundamentadas.
Entendendo a relação entre a Tabela FIPE, o veículo e a apólice de seguros
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) elabora periodicamente valores médios de veículos usados, considerando diferentes versões, configurações e anos de fabricação. No caso de um Volvo VM-17 210 4×2 ou VM 210 2p diesel de 2007, o código FIPE correspondente agrega informações sobre o tipo de caminhão, a motorização, o sistema de tração e a cabine, além do ano de referência. Essas informações ajudam as seguradoras a estimar a depreciação, o custo de reposição em caso de perda total e o risco associado à linha de produção a que o veículo pertence. Assim, quanto mais alinhada a configuração do veículo com o código FIPE, mais precisa tende a ser a avaliação de risco e, consequentemente, a precificação da apólice.

Para quem atua na gestão de frotas, entender esses pontos facilita a tomada de decisões sobre manutenção, atualizações e aquisição de novos ativos. A tabela também serve como referência para revisões periódicas de seguro, pois veículos com o mesmo ano e o mesmo código FIPE costumam apresentar padrões de sinistralidade semelhantes, desde que as condições de uso (urbano, rodoviário, carga transportada, etc.) sejam comparáveis. Em termos práticos, isso significa menos surpresas na hora de acionar a seguradora e mais transparência nas negociações de prêmio e franquias.
Ficha técnica resumida do Volvo VM-17 210 4×2/ VM 210 2p (diesel) 2007
- Fabricante e linha: Volvo Trucks, VM — caminhão de médio a pesado com foco em uso comercial e frota.
- Tração e configuração: 4×2, boa adaptação para distribuição urbana e rodoviária, com eixo dianteiro flexível para manobrabilidade;
- Motorização: motor diesel de configuração típica para a linha VM, com potência ao redor de 210 cavalos (valor indicado pelo código da versão); o sistema é turboalimentado para melhorar desempenho e torque em diferentes regimes de operação;
- Transmissão e cabine: caixa de câmbio manual com múltiplas marchas e cabine funcional, adequada a operações de transporte de carga, entregas e serviços de frete leve a médio, com espaço para motorista e possível acomodação de equipe conforme configuração.
A marca Volvo e o segmento VM: pontos de confiança para o segurado
A Volvo é reconhecida globalmente pela robustez de seus caminhões, aliado a uma filosofia de engenharia centrada em segurança e durabilidade. No segmento VM, a marca posiciona veículos que atendem a demandas de frota com rápida rotatividade de entregas, distribuição urbana e operações em rodovias. Um dos pilares da reputação da Volvo é o compromisso com a segurança ativa e passiva, o que se reflete em estruturas de cabine pensadas para absorção de impactos, sistemas de frenagem confiáveis e interfaces de condução que priorizam o controle do veículo mesmo sob condições adversas. Mesmo em modelos mais antigos, como o VM-17 210, essa herança de qualidade costuma se manifestar em baixa taxa de desgaste de componentes críticos, menor necessidade de intervenções emergenciais e maior previsibilidade de desempenho, fatores que influenciam positivamente a percepção de risco por parte das seguradoras.
Essa confiabilidade também se traduz em redes de assistência técnica, disponibilidade de peças e facilidade de reposição, especialmente para frotas que operam com veículos de marca premium. Profissionais de seguros costumam levar em conta a capilaridade da rede de atendimento da marca na hora de avaliar o custo de sinistros, tempo de reparo e disponibilidade de peças, elementos que impactam diretamente a indenização e a continuidade operacional da frota. Além disso, o Volvo VM costuma apresentar soluções de ergonomia e conforto para a cabine, o que pode influenciar a segurança do motorista em jornadas extensas e reduzir a probabilidade de acidentes causados por fadiga.
O que a FIPE representa para seguros e gestão de risco
Para seguradoras, a FIPE funciona como uma referência de valor de mercado que alimenta a estimativa de valor de reposição ou de indenização. Quando o código FIPE do Volvo VM-17 210 4×2/VM 210 2p diesel de 2007 é consultado, a seguradora obtém uma faixa de valores que facilita o cálculo do prêmio. Além disso, a FIPE ajuda na validação de informações como idade do veículo, configuração da cabine, tipo de tração e ano de fabricação, que são dados utilizados para classificar o risco de cada veículo na carteira de seguros.
Para o proprietário ou gestor de frota, entender como o valor FIPE se traduz em prêmios permite comparar propostas de diferentes seguradoras com maior assertividade. Um valor FIPE mais elevado pode refletir menor depreciação prevista e, em geral, prêmios que considerem menor risco de retenção de valor. Por outro lado, veículos com menor vigência FIPE costumam ter maior volatilidade de preço, o que pode impactar o custo da cobertura, especialmente em cenários de sinistralidade elevada ou de uso intensivo. Em ambos os casos, a combinação de FIPE com a ficha técnica e histórico de manutenção do veículo fornece uma base sólida para negociações com a corretora.
Dicas práticas para quem está contratando seguro para o Volvo VM-17 210 4×2/ VM 210 2p (diesel) 2007
Ao negociar a apólice, leve em consideração alguns aspectos que costumam fazer diferença no atendimento de frotas com caminhões de porte similar ao VM-17 210. Primeiro, a documentação da manutenção em dia pode influenciar positivamente o prêmio, pois demonstra menor probabilidade de falhas mecânicas repentinas. Segundo, a quilometragem média anual, o perfil de uso (distribuição urbana, rodoviário, mix de atividades) e a regularidade de inspeções técnicas devem ser informados com transparência à corretora. Terceiro, a decisão sobre coberturas básicas versus adicionais (colisão, incêndio, terceiros, carga, assistência 24h e guincho) deve considerar o tipo de operação da frota: se a empresa depende de entregas com prazos curtos, coberturas que garantam continuidade de serviço podem justificar custo adicional. Por fim, a disponibilidade de dispositivos de segurança — alarmes, rastreadores, imobilizadores e sistemas de telemetria — pode reduzir o risco de roubo ou uso indevido, influenciando o custo final da apólice.
Outra prática recomendada é avaliar opções de franquia. Franquias mais altas costumam reduzir o prêmio, porém aumentam o custo de reparo em caso de sinistro. Em frotas com múltiplos veículos Volvo VM, a negociação de pacotes para a frota, com descontos por volume, pode trazer vantagens adicionais e simplificar o gerenciamento de seguros. A volatilidade de valores na FIPE entre anos pode requerer revisões periódicas da apólice para manter a cobertura alinhada ao valor de mercado do veículo. Por isso, manter o cadastro atualizado com a corretora, incluindo novas versões do veículo, atualizações de motorização e mudanças de configuração, é crucial para manter a correspondência entre o valor FIPE e o prêmio pago.
É importante também considerar as particularidades de cada uso do VM-17 210. Caminhões destinados a distribuição urbana frequentemente enfrentam tráfego intenso, paradas frequentes e constantes operações de carga e descarga, o que eleva o risco de danos em componentes de suspensão, freios e carroceria. Já veículos empregados em rodovias podem ter exposição diferente a desgaste de motor, transmissão e sistema de freios, exigindo uma combinação de coberturas que contemple manutenção, assistência em estrada e cobertura de danos a terceiros. Em ambos os casos, uma apólice bem estruturada com limites adequados de indenização, franquias compatíveis com o orçamento da frota e cláusulas específicas de responsabilidade civil é essencial para manter a operação sustentável.
Para facilitar a escolha de coberturas, faça uma cotação com a GT Seguros.
