Valor FIPE Atual
R$ 14.060,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 001003-0
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 14.060,00
Dez/25R$ 13.922,00
Nov/25R$ 13.785,00
Out/25R$ 14.018,00
Set/25R$ 13.744,00
Ago/25R$ 13.608,00
Jul/25R$ 13.759,00
Jun/25R$ 13.985,00
Mai/25R$ 14.271,00
Abr/25R$ 13.992,00
Mar/25R$ 13.854,00
Fev/25R$ 14.137,00

Entenda a Tabela FIPE para a Fiorino Pick-Up Trekking 1.5 MPI de 1996 e como ela orienta avaliações de seguro

Contexto histórico da Fiat no segmento de utilitários leves e a família Fiorino

A Fiat consolidou no Brasil, ao longo das décadas, uma posição sólida no segmento de utilitários leves, com foco em veículos práticos, simples de manter e com boa relação entre custo e benefício. A Fiorino, apresentada no final da década de 1980, nasceu para suprir a demanda de quem precisava transportar cargas leves com um veículo compacto, mantendo economia de combustível e manutenção relativamente acessível. Ao longo dos anos, a linha se manteve adaptável, oferecendo versões dedicadas a trabalho, comércio local e até uso urbano com uma traseira mais utilitária. A variação Trekking, em especial, buscou combinar robustez com uma estética que transmitia maior capacidade de uso em diferentes tipos de terreno, algo valorizado por pequenas empresas, profissionais autônomos e entusiastas de veículos com perfil utilitário. Em 1996, quando o Fiorino já era conhecido por sua praticidade, surgiam opções com motores mais modernos para a época, como o 1.5 MPI, que promovia uma resposta de condução mais ágil sem comprometer o consumo. Em meio a esse cenário, a Tabela FIPE funciona como referência para estimar valores de mercado, o que é crucial para quem contrata seguro e precisa checar o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro. Entender esse contexto ajuda o corretor de seguros e o proprietário a alinhar expectativas sobre cobertura e necessidade de proteção, considerando a idade, o estado de conservação e o histórico de uso do veículo.

O que é a Tabela FIPE e como ela orienta as avaliações de seguro

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é um conjunto de dados que consolida valores médios de mercado para veículos usados, com base em pesquisas periódicas que levam em conta modelo, versão, ano de fabricação e outras características relevantes. No Brasil, esse índice é amplamente utilizado por seguradoras para estabelecer o “valor de referência” que embasa as coberturas de seguro, especialmente na indenização em caso de perda total ou na fixação de limites de cobertura para danos. A FIPE não determina o preço de venda de um veículo; trata-se, sim, de uma referência de mercado que reflete o que pesquisam compradores e vendedores em condições normais. Esse mecanismo é importante para a corretora, pois ajuda a precificar prêmios de forma mais alinhada com a realidade do parque circulante, levando em consideração a idade e o desgaste natural de modelos antigos. Quando se trata de um Fiat Fiorino Pick-Up Trekking 1.5 MPI de 1996, a situação é ainda mais sensível: o veículo é de um período em que as tecnologias eram menos sofisticadas, as peças de reposição eram mais simples de encontrar e o histórico de uso pode variar bastante entre unidades. Por isso, entender a aplicação da tabela FIPE envolve considerar o estado de conservação, o histórico de sinistros, a quilometragem e o tipo de uso (comercial, familiar, transmissão de carga, etc.). Assim, a seguradora pode propor coberturas que reflitam melhor o risco de cada veículo específico, evitando vieses que ocorram apenas pela idade do carro.

Tabela FIPE Fiat Fiorino Pick-Up Trekking 1.5 mpi / i.e. 1996

Ficha técnica da Fiorino Pick-Up Trekking 1.5 MPI (1996)

  • Motor: 1.5 L MPI (gasolina); potência estimada entre 70–75 cv; torque entre 11–13 kgf·m
  • Transmissão: manual de 5 marchas; tração dianteira
  • Dimensões e peso: comprimento próximo de 3,9 m; entre-eixos próximo de 2,2–2,4 m; peso em ordem de marcha entre 900–1.000 kg
  • Capacidade e tanque: tanque de combustível por volta de 40 L

Desempenho, confiabilidade e manutenção ao longo dos anos

Veículos da geração Fiorino com motor 1.5 MPI, presentes na década de 1990, combinavam simplicidade mecânica com uma resposta de aceleração adequada para uso urbano e leve transporte de cargas. A injeção multiponto (MPI) contribuía para uma condução mais estável, com melhor desempenho em alta e menor consumo relativo quando comparado a sistemas mais simples de carburador, embora o combustível exigisse manutenção regular, como qualquer motor antigo. A confiabilidade, no entanto, depende fortemente do histórico de manutenção: trocas de óleo em intervalos adequados, filtros periódicos, verificação do sistema de alimentação, velas e bobinas, bem como a revisão do sistema de arrefecimento para evitar superaquecimento em climas quentes. A idade também impõe cuidados com a carroceria: a ferrugem em determinados pontos é comum em carros com mais de duas décadas, especialmente em picapes de uso frequente em áreas com vias não tão impecáveis. A suspensão, por sua vez, pode apresentar desgaste em componentes como amortecedores, buchas e molas, o que impacta diretamente o conforto de condução e a capacidade de carga. Manter o câmbio em bom estado é fundamental, já que peças de reposição ainda disponíveis ajudam na manutenção, apesar de a disponibilidade variar conforme a região. Em resumo, para manter um Fiorino Trekking 1996 em circulação de forma confiável, o proprietário precisa investir em manutenção preventiva, usar peças originais ou compatíveis de boa qualidade e acompanhar os sinais de desgaste antes que se tornem problemas caros.

É relevante destacar que, por se tratar de um veículo antigo, o custo de manutenção pode apresentar picos eventuais, especialmente se o carro for usado de modo intenso em rotas urbanas com carga. Ainda assim, no geral, a Fiorino Trekking é lembrada por sua robustez, pelo espaço de carga relativamente plausível para o porte e pela facilidade de encontrar oficinas com familiaridade com motores de época Fiat. A disponibilidade de peças de reposição, reforçada por uma comunidade de entusiastas e por redes de peças de substituição, costuma suavizar o custo de manutenção, desde que o proprietário tenha cuidado com a procedência das peças e prefira fornecedores confiáveis. Em seguros, esse histórico de confiabilidade é ponderado junto com o estado atual do veículo para definir o valor segurado e as coberturas mais indicadas.

Uso prático hoje e a relação com a avaliação FIPE

Para quem utiliza a Fiorino Trekking 1.5 MPI hoje, o cenário varia entre uso comercial leve e uso particular com a necessidade de espaço para transportar ferramentas, mercadorias ou materiais. A idade implica que o veículo pode exigir atenção extra em componentes como freios, sistema elétrico, rolamentos de roda e itens de segurança. Em termos de avaliações pela FIPE, o calculo leva em conta o modelo e a versão, mas não substitui a avaliação prática de condição atual do automóvel. Por isso, ao avaliar o valor de seguro, a seguradora pode solicitar fotos, histórico de manutenção e informações sobre o estado de itens como a carroceria, o interior, o motor e a configuração elétrica. Além disso, o FIPE pode variar conforme a referência regional e a disponibilidade de dados para esse modelo específico. O ponto central é que a FIPE oferece uma base confiável para o ajuste do prêmio, mas a seguradora pode considerar ajustes com base no estado de conservação do veículo, na quilometragem e no uso a que ele se destina. Se o Fiorino Trekking de 1996 opera com regularidade, manter-se atualizado com a documentação, o laudo de inspeção veicular (quando exigido) e o registro de manutenção ajuda a sustentar um prêmio mais justo, alinhado ao valor de mercado real e à condição do carro.

Recomendações de cobertura para modelos clássicos e utilitários antigos

Ao planejar a proteção do Fiorino Trekking 1.5 MPI, é fundamental considerar coberturas que reconheçam a natureza de veículo antigo e utilitário. Em linhas gerais, as opções recomendadas para este tipo de veículo costumam incluir:

– Cobertura contra roubo e furto, especialmente para uma pickup que pode ficar estacionada em pontos com maior exposição a riscos. A Vale fica em função da idade do veículo, do local de uso e da segurança do ambiente.
– Cobertura de danos a terceiros (responsabilidade civil), para assegurar proteção em caso de acidente que cause danos a outros motoristas, pedestres ou propriedades.
– Cobertura de incêndio e desastres naturais, visando amparar situações envolvendo fogo, raio, granizo ou alagamentos, situações que podem afetar a estrutura ou o motor.
– Opção de valor de reconstrução ou de indenização com base no valor de FIPE, conforme a política da seguradora, para assegurar uma reposição razoável no cenário de sinistro.

Observação: em veículos clássicos, pode haver limitações de idade para determinados tipos de cobertura ou exigências adicionais, como laudos técnicos, inspeções periódicas ou quilometragens que se mantenham dentro de limites razoáveis para o uso pretendido. Em alguns casos, as seguradoras oferecem pacotes específicos para veículos com mais de 20 anos, com condições mais flexíveis, mas com ajuste de valor segurado para refletir o desgaste natural. O corretor deve orientar o proprietário sobre o equilíbrio entre custo do seguro e a proteção desejada, levando em conta a finalidade de uso do Fiorino Trekking e as particularidades do veículo.

Além disso, vale considerar a inclusão de serviços de assistência 24 horas, proteção de acessórios originais ou instalados, e a verificação de cláusulas específicas sobre peças de desgaste, que podem ter substituição mais frequente em modelos mais velhos. A ideia é montar uma proteção que contemple não apenas o custo do veículo, mas também as possibilidades de ocorrências típicas de uso em uma picape antiga, sem transformar o seguro em um custo desnecessário. Nesse sentido, o histórico de manutenção, a documentação organizada e a clareza sobre o uso do veículo ajudam a construir uma base de prêmio que faça sentido para o proprietário, para quem utiliza o Fiorino no dia a dia e para a corretora que assessora o seguro.

Para quem avalia opções de proteção adicionais, vale considerar uma avaliação em conjunto com a FIPE como referência, acompanhada de uma verificação de classificação de risco pela seguradora. Em situações de leve uso comercial com foco em entregas locais, por exemplo, o prêmio pode se manter acessível desde que o veículo tenha manutenção regular, pneus em bom estado, freios funcionais e um histórico de sinistros sem grandes ocorrências. Já para uso mais intenso ou com maior exposição a situações de roubo, pode ser prudente investir em coberturas extras ou em limites de indenização mais conservadores, sempre com o suporte de um corretor experiente que entenda as particularidades dos modelos antigos. Em resumo, a combinação entre a avaliação FI