Valor FIPE Atual
R$ 60.570,00
↓ 0,4% vs mês anterior
FIPE: 504039-6
Ano: 1997-3
MêsPreço
Jan/26R$ 60.570,00
Dez/25R$ 60.800,00
Nov/25R$ 60.892,00
Out/25R$ 61.039,00
Set/25R$ 61.235,00
Ago/25R$ 61.364,00
Jul/25R$ 61.464,00
Jun/25R$ 61.526,00
Mai/25R$ 61.651,00
Abr/25R$ 61.708,00
Mar/25R$ 61.801,00
Fev/25R$ 61.839,00

Guia técnico da Tabela FIPE aplicada ao Ford Cargo 1622 T 3-Eixos 2p (diesel) 1997

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado para indicar valores médios de veículos usados no Brasil. Quando falamos de caminhões pesados como o Ford Cargo 1622 T, com 3 eixos e configuração de duas portas no ano de 1997, o valor apontado pela FIPE serve como base para seguros, negociações entre partes, avaliações de fluxo de frota e planejamento financeiro. Contudo, é importante compreender que o valor de referência não substitui a avaliação específica do veículo, que pode variar conforme o estado de conservação, histórico de uso, quilometragem, acessórios, kit de cabines e condições de manutenção. Este artigo explora a relação entre a tabela FIPE, a ficha técnica do modelo e as implicações para quem atua no seguro de veículos pesados.

Sobre a marca Ford e a linha Cargo

Fundada em 1903, a Ford é uma das marcas mais antigas da indústria automobilística mundial. No Brasil, a Ford Motors Company teve atuação relevante no segmento de veículos comerciais, especialmente com a linha Cargo, voltada para operações pesadas de carga e distribuição. O Ford Cargo consolidou-se como uma opção robusta para frete rodoviário, obras de construção e operações logísticas que exigem confiabilidade, capacidade de carga e durabilidade em condições desafiadoras. Caminhões dessa geração tornaram-se comuns em frotas de transportadoras e em operações de terceiros, contribuindo para a eficiência de serviços de entrega de grande porte, bem como para atividades que demandam longos percursos com cargas potencialmente pesadas.

Tabela FIPE FORD CARGO 1622 T 3-Eixos 2p (diesel) 1997

Entre os pontos fortes da marca no setor de caminhões, destaca-se o conjunto de rede de assistência técnica, disponibilidade de peças de reposição e a percepção de robustez necessária para trabalhos contínuos. A história da Ford no Brasil com a linha Cargo reforça a ideia de que, para veículos de trabalho pesado de décadas passadas, a manutenção adequada, o atendimento técnico qualificado e o acompanhamento de peças originais são fatores-chave para manter a performance, a segurança e o valor de mercado demonstrados pela FIPE ao longo do tempo. Essas características ajudam a compreender por que muitos gestores de frota consideram a referência FIPE como base, mas avaliam com cuidado as particularidades de cada unidade antes de fazer qualquer sinistro ou negociação de seguro.

Ficha técnica do Ford Cargo 1622 T 3-Eixos 2p (diesel) 1997

Abaixo está um retrato técnico que resume as características típicas associadas ao modelo Ford Cargo 1622 T com 3 eixos, configuração de duas portas, motor a diesel e ano de 1997. Observação importante: as especificações podem variar conforme a linha de produção, a configuração de cabine, módulos de eixo e itens adicionais adotados pela frota ou pelo proprietário. Este conjunto de dados oferece uma visão prática para fins educativos e de avaliação de seguros, sem se prender a números fixos que possam destoar de uma unidade específica.

  • Motor e desempenho: diesel de seis cilindros em linha, com deslocamento estimado entre 6,6 e 7,0 litros. Potência na faixa de aproximadamente 140 a 180 cavalos-vapor, com torque típico entre 550 e 650 Nm, variando conforme a calibração e o mercado de peças da época. A injeção direta era comum, com gerenciamento mecânico ou eletrônico conforme o conjunto de motores disponíveis naquela geração.
  • Transmissão e eixo: caixa de câmbio manual, com várias marchas à frente (tipicamente entre 9 e 10 velocidades em versões específicas), acompanhado por uma configuração de três eixos (6×2 ou 6×4, com eixo auxiliar) para suportar a capacidade de carga. Freios a ar, com sistema de assistência conforme o equipamento de fábrica, eram componentes centrais para a segurança em operações de carga elevada.
  • Capacidade de carga e dimensões: peso bruto total (PBT) na faixa de 16.000 kg, com carga útil estimada entre 9.000 e 12.000 kg, dependendo do conjunto de eixos, cabine e configuração de carroceria. Comprimento típico em torno de 7,5 a 9,0 metros, largura próxima a 2,4 a 2,5 metros e altura que varia conforme a carroceria e o tipo de cabine. A largura de plataforma e o entre-eixos influenciam diretamente na manobrabilidade e no desempenho em via urbana versus rodovia.
  • Cabine, conforto e segurança: cabine de duas portas, projetada para operação de longo curso com ergonomia básica para motoristas, painel simples e espaço para noções de layout de controle. Suspensão dianteira com feixes de lâminas ou molas, suspensão traseira com feixes extensos, assistências de direção mecânicas ou assistidas conforme a época. Sistema de iluminação, ventilação e controles de uso diário refletiam o padrão de caminhões pesados daquela década, com opções de apetrechos suplementares para clima extremo ou uso em canteiros de obras.

Embora a ficha técnica acima apresente um retrato consolidado, é fundamental confirmar as especificações de cada unidade, especialmente quando se trata de veículos com histórico de uso variado. Esse cuidado é essencial para entender a capacidade de carga real, o desempenho em trajetos específicos e as exigências de seguro associadas ao veículo. Ao avaliar o estado de conservação, itens de segurança instalados, histórico de manutenções e condições do motor, o segurador tem uma base mais precisa para estabelecer cobertura, franquias e parcelas de prêmio compatíveis com o risco assumido.

Como a FIPE influencia o seguro de caminhões pesados

A Tabela FIPE funciona como um referencial de mercado para o valor venal de veículos usados no Brasil. No caso de caminhões, incluindo modelos como o Ford Cargo 1622 T, a FIPE serve como referência para o cálculo de cobertura de seguro, especialmente quando se utiliza a modalidade de valor de mercado ou de reposição simples. As seguradoras costumam considerar o valor FIPE como ponto de partida para estimar o quanto a soma segurada deve refletir o preço de compra ou de reposição em caso de sinistro. Além disso, a FIPE ajuda a calibrar o patrimônio da frota para fins de capitalização e planejamento orçamentário.

É importante entender que o valor FIPE não é imutável: ele é atualizado mensalmente com base em pesquisas de mercado, levando em conta fatores como idade do veículo, estado de conservação, número de quilômetros rodados, histórico de sinistros, uso operacional (frota própria, aluguel, terceirização), bem como configurações específicas da cabine, carroceria e equipamentos. Em caminhões de 1997, a desvalorização pode ser mais acentuada se houver sinais de desgaste significativo, corrosão estrutural ou falta de itens de segurança originais. Assim, ao comparar propostas de seguro, peça à seguradora que explique como o valor FIPE é aplicado e como o histórico do veículo pode modular o prêmio final. Dessa forma, o proprietário de frota ou o empreendedor autônomo terá uma visão clara do impacto da fiabilidade da base de avaliação no custo do seguro.

Para quem negocia com uma corretora de seguros, compreender a diferença entre o valor de tabela e o valor de mercado real pode evitar surpresas na hora de acionar a cobertura. Em veículos históricos ou de uso específico, muitas vezes é recomendado explorar modalidades de seguro com assistência de valor de reposição ou com cláusulas de depreciação diferenciadas para evitar lacunas entre o que se paga de prêmio e o que é efetivamente reembolsado em caso de sinistro. Em resumo, a FIPE é uma referência útil, mas a proteção ideal depende de uma avaliação holística que leve em conta o veículo, a operação e o histórico de cada unidade da frota.

Boas práticas para uso, manutenção e avaliação de risco

Para manter o Ford Cargo 1622 T em condição de operação segura e com valor de reposição coerente com a realidade de mercado, algumas ações simples e consistentes ajudam a reduzir riscos e a manter prêmios de seguro mais estáveis ao longo do tempo. Abaixo estão práticas recomendadas que costumam fazer diferença na prática de gestão de frotas:

  • Manutenção preventiva regular: siga o cronograma recomendado pelo fabricante, com foco especial em motor diesel, sistema de freios, suspensão e componentes de transmissão. Trocar óleo, filtros e componentes críticos na periodicidade adequada é essencial para evitar falhas dispendiosas.
  • Documentação atualizada: mantenha em dia o registro de manutenções, peças substituídas, histórico de acidentes e inspeções periódicas. A documentação facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode favorecer condições contratuais mais favoráveis.
  • Condições de uso e treinamento de motorista: promova treinamentos sobre condução econômica e segura, especialmente em trechos com cargas consideráveis. A prática reduz desgaste, melhora a eficiência de combustível e diminui a probabilidade de sinistros.
  • Verificação de itens de segurança: assegure a presença de itens obrigatórios e recomendados para caminhões pesados, como extintores, triângulos, iluminação funcional, cintos de retenção e sistemas de freio em bom estado. Em unidades com cabine dupla ou versões com acessório de proteção, confirme a conformidade com as normas locais.

Se a sua operação envolve uma frota de caminhões usados, vale explorar a proteção de seguro com atenção a cláusulas de valor de reposição diferenciadas. Em muitos casos, a cobertura que considera o valor real do veículo, com base em avaliação técnica, pode evitar discrepâncias entre o custo do seguro e a indenização no momento de um sinistro. E, para quem busca tranquilidade adicional, a contratação de serviços complementares, como carro reserva, assistência 24 horas e cobertura de cargas, pode ampliar a proteção geral da frota.

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Para quem está pensando em otimizar a cobertura, a Tabela FIPE continua sendo uma bússola útil, principalmente quando acompanhada de uma avaliação técnica detalhada do veículo individual. Combinando o valor indicado pela FIPE com o estado real de cada unidade — incluindo o nível de desgaste, a quilometragem e os acessórios —, você obtém uma visão mais fiel do risco agregado da sua frota. Assim, o seguro deixa de ser apenas uma despesa mensal, tornando-se uma ferramenta estratégica de gestão de ativos e de proteção do negócio.

Concluindo, o Ford Cargo 1622 T 3-Eixos 2p diesel de 1997 é um exemplo clássico de truck de trabalho pesado cuja representaçao na FIPE oferece uma referência valiosa para avaliações de mercado e para o planejamento de seguros. Embora o preço não seja o foco deste texto, compreender as nuances da ficha técnica, a relação com a FIPE e as melhores práticas de manutenção ajuda a construir uma estratégia de proteção mais robusta, alinhada às necessidades da operação e ao orçamento disponível.

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