| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 82.189,00 |
| Dez/25 | R$ 82.346,00 |
| Nov/25 | R$ 82.470,00 |
| Out/25 | R$ 82.669,00 |
| Set/25 | R$ 82.935,00 |
| Ago/25 | R$ 83.110,00 |
| Jul/25 | R$ 83.244,00 |
| Jun/25 | R$ 83.328,00 |
| Mai/25 | R$ 83.495,00 |
| Abr/25 | R$ 83.571,00 |
| Mar/25 | R$ 83.697,00 |
| Fev/25 | R$ 83.748,00 |
Visão consolidada da Tabela FIPE para o Scania P-230 B 4×2 2p (diesel) 2009
A Tabela FIPE funciona como uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Quando pensamos em seguros, o valor de referência servido pela FIPE ajuda as seguradoras a estabelecer limites de indenização, coberturas e a base de cálculo de prêmios. Para caminhões como o Scania P-230 B 4×2 2p (diesel) 2009, a FIPE oferece um referencial que contempla o conjunto veículo, levando em conta fatores como ano de fabricação/modelo, tipo de motor, configuração de tração, entre outros. Este artigo apresenta, de forma educativa, como a tabela é estruturada, quais aspectos ela considera relevantes para a apólice de seguro e como isso se traduz em escolhas mais conscientes na contratação de proteção para o seu caminhão.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de caminhões
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém uma base de dados com valores médios de mercado de veículos usados no Brasil. Esses valores servem de referência para diversas situações, incluindo seguro, financiamento e venda. No caso de caminhões, como o Scania P-230 B 4×2 2p (diesel) 2009, o valor indicado pela FIPE funciona como um ponto de partida para a definição da indenização em caso de perda total ou para estabelecer limites de cobertura em apólices à casco, responsabilidade civil e proteção financeira de frota. É comum que as seguradoras utilizem esse valor como referência para a indenização, ajustando-o conforme as particularidades do veículo segurado no contrato.

É crucial entender que o valor FIPE não representa o preço de venda atual no mercado, nem o custo de reposição de peças ou de substituição exata de uma unidade específica. Ele é um marco estatístico, derivado de observações de transações de compra e venda de veículos em condições consideradas normais de circulação. Por isso, ao fazer a cotação ou firmar uma apólice, é comum que a seguradora solicite informações adicionais: estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, uso do veículo (entrega, fretamento, apoio logístico), localização geográfica e possíveis sinistros. Essas variáveis podem provocar ajustes do valor referencial para cima ou para baixo, mantendo a proteção adequada às particularidades do seu Scania.
Para quem atua com frotas ou com caminhões de aplicação específica, vale destacar que a FIPE também pode ser complementada por avaliações de mercado de reposição ou de indenização integral, dependendo da linha contratada. Em geral, quanto maior a sinergia entre o valor FIPE e as características reais do veículo e da operação, mais precisa tende a ser a definição do prêmio, limites de cobertura e franquias. A relação entre o valor de referência e o custo do seguro é um dos pilares da educação financeira na gestão de frotas, pois impacta diretamente na proteção do ativo e no custo total de propriedade.
Ficha técnica do Scania P-230 B 4×2 2p (diesel) 2009
- Motorização: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado, com injeção eletrônica
- Potência nominal: 230 cv
- Configuração: 4×2, cabine com 2 portas (2p), adequado para uso rodoviário e urbano de distribuição/entrega
- Transmissão: manual, com o conjunto de marchas apropriado à linha P-230 B, compatível com operação de carga e tomada de torque em aclives
Essa ficha técnica resume características-chave que costumam influenciar a avaliação de risco e o prêmio do seguro. Vale lembrar que, dentro da linha Scania P-230 B, existem variações de configuração conforme o body (caçamba, baú, plataforma) e o estado de conservação. Por isso, além dos itens acima, a seguradora pode considerar aspectos como o tipo de carroceria, o peso bruto total (PBT) da unidade segurada, o histórico de manutenção, a idade útil da frota e o perfil de uso diário, semanais ou mensais do veículo.
Sobre a marca Scania: reputação, rede de serviço e impacto no seguro
A Scania é uma fabricante sueca consolidada no segmento de caminhões e ônibus há décadas, reconhecida por engenharia robusta, desempenho consistente e foco em durabilidade. A marca investe fortemente em tecnologia de motorizações eficientes, sistemas de segurança ativos e passivos, bem como em uma rede de serviço técnico global que facilita a manutenção e a reposição de peças originais. Ao avaliar um seguro para um Scania P-230 B, as seguradoras costumam considerar fatores comme Scania: rede de assistência técnica, disponibilidade de peças originais, histórico de confiabilidade e valor de revenda. Tudo isso pode influenciar positivamente na percepção de risco, em particular para garantias de proteção de frota e programas de manutenção preventiva (como planos de serviço da fabricante). Além disso, a reputação da marca pode contribuir para uma taxa de depreciação mais estável, o que, em determinadas situações, favorece condições de cobertura mais estáveis ao longo do tempo. Por outro lado, peças de reposição originais e custos de manutenção típicos de caminhões de média/alta capacidade devem ser considerados no cálculo de prêmio, especialmente para veículos com alta quilometragem ou uso intensivo.
Como a FIPE se aplica à cotação de seguro para o P-230 B 2009
Ao pedir uma cotação de seguro para o Scania P-230 B 4×2 2p (diesel) 2009, a seguradora utiliza o valor FIPE como referência para fixar o patamar de indenização em caso de sinistro. Esse referencial faz parte do cálculo do prêmio (valor pago pelo segurado pela cobertura) e da configuração da cobertura de colisão, incêndio, furto e roubo, entre outras, além do valor de reposição ou do valor de mercado na indenização. Em termos práticos, quanto maior for o valor FIPE atribuído ao veículo, maior tende a ser o custo da proteção, pois o ativo a ser assegurado é considerado mais valioso. No entanto, como já destacado, o valor FIPE é apenas um dos elementos; outros fatores como o estado de conservação, a idade, a quilometragem, o histórico de sinistros, o tipo de uso da frota (entrega urbana, longas viagens, transporte de cargas especiais), a região de operação e as cláusulas contratuais (franquias, coberturas adicionais, assistência 24h, etc.) também pesam na composição do prêmio final.
Para caminhões de uso comercial, pode haver diferenças relevantes entre coberturas de indenização total versus indenização por valor de reposição. Em muitos contratos, as apólices oferecem a opção de reposição à valor de mercado, reposição a valor de custo ou indenização pela FIPE ajustada. A escolha depende da estratégia financeira da empresa, da importância de manter a operação sem interrupção e da disponibilidade de substitutos imediatos. O papel da FIPE, nesse contexto, é facilitar uma base justa e padronizada de referência, para que todas as partes tenham um chão comum durante a negociação.
Fatores adicionais que influenciam a cotação de seguros para o P-230 B 2009
Além do valor FIPE, as seguradoras consideram uma série de fatores operacionais e de risco. Abaixo, descrevo itens relevantes que costumam impactar a cotação, sem entrar em números específicos:
– Uso e operação do caminhão: se o veículo fica em operação contínua, com entregas urbanas, zonas portuárias ou trechos rodoviários de longa distância, o nível de exposição a riscos pode variar. Caminhões em serviços de frete e logística podem ter prazos de pagamento mais previsíveis, mas também maior frequência de manutenção e melhor gestão de sinistros, o que é avaliado pela seguradora.
– Quilometragem e idade do veículo: veículos mais velhos, com maior quilometragem, costumam ter prazos de vida útil diferentes para os componentes críticos (motor, transmissão, eixo e sistema de freio). A obsolescência tecnológica também pode impactar a percepção de risco e o custo de reposição.
– Histórico de manutenção: registros de manutenção em dia, com peças originais e serviços realizados na rede autorizada, costumam ser vistos com melhores olhos pela seguradora, pois indicam menor probabilidade de falhas inesperadas.
– Estado de conservação: a condição física da cabine, carroceria, chassis e componentes de segurança influencia o grau de risco. Danos estruturais não reparados, ferrugem ou presença de modificações não autorizadas tendem a aumentar o prêmio ou dificultar a obtenção de coberturas específicas.
– Região de atuação: condições de infraestrutura, clima e disponibilidade de serviços de apoio variam conforme o estado ou município. Áreas com maior incidência de riscos climáticos ou de roubo podem gerar ajustes no prêmio.
– Coberturas e franquias escolhidas: a seleção de coberturas adicionais (proteção para guinchos, incêndio acidental, responsabilidade civil adicional, assistência 24h, carro reserva, etc.) e o valor de franquia afetam diretamente o custo da apólice.
