| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 56.789,00 |
| Dez/25 | R$ 56.898,00 |
| Nov/25 | R$ 56.984,00 |
| Out/25 | R$ 57.122,00 |
| Set/25 | R$ 57.306,00 |
| Ago/25 | R$ 57.427,00 |
| Jul/25 | R$ 57.520,00 |
| Jun/25 | R$ 57.578,00 |
| Mai/25 | R$ 57.694,00 |
| Abr/25 | R$ 57.746,00 |
| Mar/25 | R$ 57.833,00 |
| Fev/25 | R$ 57.868,00 |
Panorama técnico e histórico do SCANIA T-113 E 310 6×4 2p a diesel de 1992 dentro da Tabela FIPE
Neste artigo, exploramos a Tabela FIPE associada ao modelo SCANIA T-113 E 310, na configuração 6×4 com 2 portas, movido a diesel, fabricado por volta de 1992. O objetivo é apresentar uma visão educacional e informativa sobre a ficha técnica, as particularidades da marca e as implicações para o seguro de caminhões usados. A ideia central é entender como a FIPE classifica e situa esse veículo no mercado de usados, as características técnicas que influenciam a manutenção e o custo de conservação, bem como os aspectos de segurança que devem ser considerados no momento de contratação de apólice. O tema exato do artigo — “Tabela FIPE SCANIA T-113 E 310 6×4 2p (diesel) 1992” — serve como referência para orientar a leitura, sem perder o foco nos elementos que interessam aos leitores que atuam no setor de seguros, corretores e gestores de frotas.
Contexto da marca Scania no segmento de caminhões pesados
A Scania é reconhecida globalmente por combinar robustez, tecnologia de motorização e soluções de telemetria que atendem às demandas do transporte de cargas pesadas. Fundada na Suécia, a marca construiu, ao longo de décadas, uma reputação baseada em confiabilidade e disponibilidade de peças, fatores cruciais para frotas que operam em longo curso. Em mercados emergentes, incluindo o Brasil, o cabrunho de caminhões pesados como o T-113 E 310 costuma se refletir no custo total de posse (TCO), que envolve aquisição, manutenção, consumo de combustível, reparos e seguro. A ascensão de modelos com tração 6×4, como o T-113 E 310, responde à necessidade de transitar com maior estabilidade de carga em diferentes terrenos, pendentes e regiões com infraestrutura viária variando de acordo com a região. A engenharia da Scania prioriza motores de grande deslocamento, sistemas de injeção modernos para aquela época e cabines que equilibram conforto do motorista com eficiência de manutenção. Essa combinação é um dos pilares que faz com que veículos dessa era ainda despertem interesse de frotistas que buscam reposição de frota ou renovação de opções no mercado de usados.

Ficha Técnica resumida do SCANIA T-113 E 310 6×4 2p (diesel) 1992
- Motor/Propulsor: diesel, 6 cilindros em linha, ampla capacidade de torção para vencer trechos íngremes.
- Potência: 310 cv (aproximadamente 230 kW) — desempenho adequado para transporte de cargas pesadas em rota urbana e rodoviária.
- Tração/Chassi: 6×4, configuração de eixo dianteiro simples com 2 eixos traseiros impulsionados, adequado para operações de carga elevada.
- Ano/Versão: fabricado em 1992, versão T-113 E 310 6×4 2p, diesel.
Especificações adicionais costumam variar conforme o histórico de uso, a configuração de cabine e as opções de transmissão. A ficha técnica detalhada de um veículo de 1992 pode incluir informações como peso bruto total (PBT), comprimento total, entre-eixos, altura, tipo de transmissão (manual ou automática), capacidade de reboque, tipo de freios (hidráulico, compressor e freios a ar), tipo de cabine (2 portas, com sleeper opcional, dependendo da configuração), além de dados de suspensão e rodas. Em termos de seguro, alguns elementos, como a idade do veículo, o histórico de sinistros, o tipo de motor e a configuração de tração, costumam influenciar as margens de prêmio. Para leitores do setor, compreender essa ficha técnica resumida abre caminho para uma avaliação mais clara do risco envolvido na apólice.
Conjunto técnico: o que observar na prática
Quando se analisa um SCANIA T-113 E 310 6×4 2p de 1992, há diversos aspectos que se destacam para quem atua em seguros e gestão de frotas. A potência de 310 cv, associada a um torque robusto, sugere capacidade de transporte de cargas volumosas, mas também exige atenção à manutenção de componentes críticos, como o sistema de injeção, o turbocompressor e o sistema de arrefecimento. A configuração 6×4, por sua vez, implica maior complexidade de manutenção nas derivações de tração, nos diferenciais e na suspensão, o que, por consequência, pode impactar o custo de peças de reposição e mão de obra. A idade do veículo, aliada ao desgaste de componentes e ao histórico de operações (padrões de uso, trechos urbanos versus rodoviários, condições de peso carregado), é um fator determinante na avaliação de risco para seguradoras. Além disso, a disponibilidade de peças originais Scania e a rede de assistência técnica influenciam a capacidade de manter o veículo em operação com downtime reduzido, o que é valorizado na avaliação de sinistralidade de frotas.
História e ciclo de vida do modelo T-113 E 310
O modelo T-113 E 310 foi lançado durante um período em que a indústria de caminhões pesados passou por avanços relevantes em eficiência de motorização, qualidade de construção e ergonomia da cabina. Em 1992, a Scania já oferecia opções de motorização com alta confiabilidade, projetadas para rodar por longas milhas com manutenção programada. O T-113 E 310 representava uma configuração versátil para operações de transporte de carga em estradas com trechos desafiadores, aliando capacidade de tracionar paces pesados com conforto do motorista o suficiente para jornadas extensas. Ao longo dos anos, a disponibilidade de peças de reposição da marca e o suporte técnico mantiveram o modelo viável dentro de frotas que valorizam robustez e disponibilidade operacional. O legado da linha T da Scania, incluindo o T-113, está associado à identidade da marca em oferecer soluções que combinam desempenho com confiabilidade, algo que é considerado ao se planejar reposições, manutenção e seguros para veículos com mais de duas décadas de uso.
Como a Tabela FIPE se relaciona com caminhões Scania de 1992
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência para o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões pesados. Embora o foco principal seja, em muitos casos, automóveis de passeio, a FIPE também mantém categorias para caminhões e utilitários, especialmente para veículos históricos ou com circulação de frotas onde a análise de depreciação é relevante para seguros, financiamentos e planejamento contábil. No caso do SCANIA T-113 E 310 6×4 2p diesel de 1992, o valor na FIPE tende a refletir a idade, o estado de conservação, o km rodado, a necessidade de reparos e a disponibilidade de peças. Como regra geral, caminhões dessa idade que mantêm boa manutenção, histórico de sinistros baixo e disponibilidade de peças tendem a apresentar melhor posicionamento dentro da faixa de valores da FIPE. Por outro lado, veículos com sinais de desgaste acelerado, vazamentos, problemas de freio ou de motor podem apresentar degradação de valor. Para corretores e gestores de frotas, entender a dinâmica da FIPE ajuda a estruturar estratégias de seguro que considerem o investimento histórico, o custo de reposição e a priorização de proteções contra riscos específicos, como incêndio, roubo ou colisões.
Impacto da ficha técnica na avaliação de seguro
Ao avaliar o seguro de um caminhão SCANIA T-113 E 310 6×4 2p de 1992, as seguradoras costumam levar em conta elementos da ficha técnica para precificar o risco. Itens como a linha de motor (diesel), a potência, o torque e a configuração de tração influenciam diretamente a avaliação de severidade de sinistros, especialmente em cenários de capotamento, tombamento ou colisões com carretas de grande porte. Além disso, dados sobre o estado da cabine, freios, suspensão, sistema de iluminação, sistema de escape e proteção contra incêndio são considerados para confirmar a viabilidade de risco aceito pela seguradora. A idade do veículo é outro fator relevante, pois unidades com mais tempo de uso costumam ter maior probabilidade de falhas mecânicas, o que impacta o prêmio e as condições da apólice, como franquias, rede credenciada e cláusulas de manutenção preventiva. Por fim, a avaliação de histórico de uso, como a distância média percorrida por ano e os tipos de rotas, ajuda a calibrar o risco de sinistro em relação à frota como um todo.
Cuidados com a manutenção: como manter o veículo seguro e econômico
Para donos de frota e motoristas, manter um SCANIA T-113 E 310 6×4 2p em bom estado é essencial para reduzir riscos e manter custos sob controle. A manutenção preventiva, de acordo com o manual do fabricante, deve abranger inspeções periódicas no motor, no sistema de injeção, na transmissão e na linha de arrefecimento. Trocas de óleo com especificação correta, filtros em dia e verificação de vazamentos são medidas simples que ajudam a manter a performance estável. Além disso, a checagem regular do sistema de freios, incluindo tambores, pastilhas ou discos, cilindros e membranas, é crucial, especialmente em caminhões com tração 6×4, onde a frenagem em situações de carga pesada exige maior confiabilidade. A suspensão deve receber atenção para evitar desgaste prematuro dos componentes, o que pode impactar o conforto do motorista e a estabilidade do veículo. Em termos de seguro, manter um cronograma de manutenção documentado facilita a comprovação de boa gestão do ativo, o que muitas seguradoras veem de forma positiva e pode influenciar positivamente as condições da apólice, como prazos de renovação ou condições de franquia reduzida.
Conselhos para rastrear o valor de mercado e a proteção da frota
Para quem monitora o valor de mercado na FIPE e busca proteção adequada, algumas estratégias ajudam a manter a consistência entre o que é segurado e o valor real do bem. Primeiro, mantenha atualizados os registros de manutenção e histórico de conservação. Em segundo lugar, utilize a referência da FIPE para orientar as renovações de valor de seguro, evitando sub ou superavaliação. Em terceiro lugar, avalie opções de coberturas que se ajustem ao perfil de risco da frota, incluindo proteções contra roubo de carga, danos a terceiros e incêndio, que são riscos relevantes para caminhões de grande porte. Por fim, conte com o apoio de profissionais de seguros para revisar anualmente as coberturas, levando em conta mudanças na operação, no layout de rota, no peso transportado e na condição geral dos veículos.
Guia rápido para corretores: aspectos-chave da Tabela FIPE e do SCANIA T-113 E 310
Para corretores de seguros que trabalham com frotas, é útil ter um guia prático em mente ao lidar com caminhões da linha T-113 E 310. Primeiro, considere a idade do veículo como um fator de risco que eleva a necessidade de coberturas mais completas ou de franquias diferenciadas. Segundo, leve em conta a configuração 6×4 e a demanda de manutenção das peças de eixo, freios e suspensão, que podem aumentar o custo com reparos. Terceiro, analise o histórico de sinistros da frota; veículos com horários de uso em áreas com infraestrutura viária desafiadora podem exigir avaliações adicionais, como proteção contra tombamento ou danos por colisões com veículos de grande porte. Por fim, utilize a FIPE como referência para entender o valor de reposição relativo ao veículo usado e integre essa visão na construção de pacotes de seguro que combinem custo-benefício com proteção de ativos. O objetivo é oferecer ao cliente uma cobertura sob medida para caminhões clássicos ou usados que ainda operam com eficiência, sem perder de vista o custo total da propriedade.
Este conteúdo buscou apresentar uma visão educativa sobre a Tabela FIPE SCANIA T-113 E 310 6×4 2p (diesel) 1992, com foco na ficha técnica, no papel da marca e nas implicações para seguro. Mantemos o compromisso de oferecer informações úteis para profissionais de seguros, gestores de frotas e entusiastas do tema, destacando como a combinação entre o histórico do veículo, a tecnologia da época e as diretrizes da FIPE influencia decisões de proteção patrimonial.
Se estiver buscando uma orientação mais específica para seus casos, leve em consideração uma avaliação personalizada. Faça já sua cotação com a GT Seguros para explorar opções de proteção que se ajustem às particularidades do SCANIA T-113 E 310 6×4 2p e de sua operação de frota.
