| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 7.806,00 |
| Dez/25 | R$ 8.090,00 |
| Nov/25 | R$ 8.384,00 |
| Out/25 | R$ 8.291,00 |
| Set/25 | R$ 8.295,00 |
| Ago/25 | R$ 8.047,00 |
| Jul/25 | R$ 7.775,00 |
| Jun/25 | R$ 7.513,00 |
| Mai/25 | R$ 7.259,00 |
| Abr/25 | R$ 7.266,00 |
| Mar/25 | R$ 7.021,00 |
| Fev/25 | R$ 7.196,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para a FYM FY250 250cc (2007) e seus reflexos no seguro
Contexto: a FYM e o modelo FY250 de 2007
A Toyota do mercado de motocicletas? Não exatamente. A FYM, marca brasileira dedicada a utilitários urbanos e motos de baixa a média cilindrada, ganhou espaço entre quem busca uma opção prática, com boa relação entre desempenho e custo. O FY250, lançado como uma opção de 250 centímetros cúbicos, representa uma proposta de uso diário com foco em simplicidade, robustez e facilidade de serviço. Em 2007, esse tipo de veículo encontrava demanda entre motoqueiros que transitavam pela cidade, trajetos curtos e curtas viagens aos fins de semana, com a expectativa de manutenção relativamente simples e disponibilidade de peças em lojas especializadas. Com a evolução do mercado de seguros, o FY250 tornou-se objeto de avaliação não apenas pela performance, mas também pela forma como o produto se encaixa nas tabelas de referência de preços, especialmente a Tabela FIPE, que é amplamente utilizada por seguradoras para estimar o valor de reposição ou de referência de um veículo usado.
Neste contexto, é essencial compreender que o valor informado pela FIPE não é apenas um número estático. Ele funciona como uma referência que as seguradoras usam para precificação, para avaliar a indenização em caso de sinistro, e para orientar o processo de avaliação de danos. Embora o objetivo seja padronizar a avaliação entre diferentes veículos, fatores como idade, quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção e disponibilidade de peças podem influenciar o quanto a seguradora considera adequado como base de indenização. Por isso, entender a relação entre a Tabela FIPE e a natureza do FY250 ajuda o consumidor a ter uma visão mais clara sobre o que esperar na hora de contratar ou renovar o seguro.

Além disso, a marca FYM tem sua própria identidade no segmento: não se trata apenas de uma motocicleta, mas de um ecossistema que visa oferecer uma solução prática para quem busca mobilidade urbana com custo acessível. A confiabilidade percebida, o custo de manutenção e a disponibilidade de peças — pontos que costumam aparecer na avaliação de seguro — costumam influenciar a percepção de valor do veículo. Ao planejar a proteção, é comum que o segurado pesquise várias variantes do FY250, bem como opções de modelos concorrentes, para entender onde o FY250 se posiciona em termos de custo-benefício, de disponibilidade de serviço e de cobertura adequada para seu perfil de uso.
Ficha técnica simplificada da FYM FY250 (2007)
A seguir, uma visão objetiva e prática das características técnicas associadas ao FY250 no ano de 2007. Considerando a exigência de uma ficha técnica objetiva, apresentamos os itens mais relevantes para avaliação por parte de seguradoras e clientes, mantendo o foco naquilo que impacta o valor de reposição, a manutenção e o desempenho em uso diário.
- Cilindrada e motor: 250 cm³, motor de combustão interna 4 tempos, monocilíndrico, configurado para uso urbano com resposta previsível em aceleradas curtas.
- Sistema de alimentação e transmissão: alimentação por carburador; câmbio manual com múltiplas marchas, voltado para facilitar manutenções em oficinas comuns e cidade.
- Estrutura e suspensões: chassi em aço, suspensão dianteira com garfo típico de motos de estrada/town e suspensão traseira ajustada para conforto em vias urbanas; projeto pensado para absorver irregularidades sem comprometer a estabilidade.
- Dimensões, peso e capacidade do tanque: dimensões compatíveis com motocicletas de 250cc voltadas ao uso diário, peso estimado para operação com piloto e equipamento básico, capacidade aproximada do tanque de combustível para deslocamentos urbanos com reserva consciente.
Essa ficha técnica resume os elementos que costumam impactar o desempenho geral, a percepção de qualidade e, principalmente, a avaliação de seguro. É importante notar que, embora a CY (certificação e especificações) possam ser compatíveis com padrões do segmento, as condições reais de uso, km rodados, histórico de manutenção e estado geral do veículo influenciam fortemente a avaliação de risco pelas seguradoras. Em muitos casos, pequenos diferenciais de estado físico ou de adaptação para uso diário podem ter impacto relevante na cotação, independentemente da cilindrada nominal.
O papel da Tabela FIPE na precificação de seguros: como funciona para motos de 250cc
A Tabela FIPE funciona como um ponto de referência essencial no mercado de seguros de veículos usados. Ela oferece valores médios de mercado para modelos, versões e anos específicos, servindo como base para cálculos de cobertura e indenização. Quando uma seguradora faz uma cotação para a FYM FY250 (2007) com base na FIPE, ela está, em termos práticos, alinhando o prêmio a uma referência de mercado reconhecida, o que ajuda a estabelecer um patamar de proteção compatível com o valor de reposição ou com o valor de mercado do veículo na data de referência da FIPE. Essa abordagem facilita a comunicação entre consumidor e seguradora, reduzindo incertezas sobre qual é o valor adequado a ser segurado e como a indenização deve ser tratada em caso de sinistro.
Contudo, é fundamental entender que a FIPE é apenas uma referência. O valor efetivo de uma seguradora pode variar conforme o perfil do segurado, o local de registro, o histórico de sinistros, o uso previsto do veículo (uso urbano, viagens curtas, participação em rallies amadores, etc.), a disponibilidade de peças de reposição para o modelo específico e as condições de manutenção. Por isso, o processo de cotação costuma considerar não apenas o valor FIPE, mas também fatores de risco como idade do condutor, tempo de habilitação, frequência de uso, armazenamento do veículo, entre outros. Em resumo, a FIPE funciona como alicerce, enquanto as políticas internas das seguradoras ajustam o teto do custo do seguro com base no risco percebido.
Do ponto de vista do consumidor, compreender esse funcionamento ajuda na tomada de decisão. Ao comparar cotações, perceba se o valor FIPE é utilizado como referência principal ou se há uma combinação de parâmetros que afetam o prêmio final. Em alguns casos, as seguradoras podem oferecer opções de cobertura adicionais para veículos com 250cc, como proteção para acessórios, assistência 24 horas ou franquias diferenciadas, impactando o custo total. A escolha entre uma cobertura básica, ampliada ou especial depende do perfil do usuário, da frequência de deslocamentos e do ambiente de uso, sempre com o piso da FIPE como guia para o valor de referência.
Considerações para seguradoras e para o consumidor na prática
Para quem está contratando seguro ou renovando a apólice da FYM FY250 (2007), algumas diretrizes ajudam a alinhar expectativa e realidade:
– Estado geral do veículo: motos bem conservadas, com manutenção em dia e registro de histórico de revisão tendem a receber melhores condições de cotação, pois o risco de falhas é menor. Reserve um tempo para apresentar comprovantes de serviços e manutenção que demonstrem cuidado com o veículo.
– Uso previsto: se a moto é usada principalmente para trajetos urbanos curtos, a seguradora pode ajustar o quadro de risco de acordo com a idade do veículo e a probabilidade de sinistros em vias urbanas. Veículos com maior uso em rodovias podem exigir considerações diferentes, especialmente no que tange aos componentes de suspensão, freios e proteção de chassi.
– Local de guarda: locais com maior risco de roubo ou vandalismo costumam impactar o prêmio. Garantias adicionais de proteção veicular ou ancoragens de estacionamento podem reduzir o risco percebido pela seguradora e, consequentemente, o custo do seguro.
– Peças de reposição: a disponibilidade de peças para o FY250 pode influenciar a avaliação de risco, principalmente quando se trata de danos que exigem reposição de componentes originais. Uma rede de oficinas autorizadas ou de confiança para manutenção e substituição de peças pode favorecer a relação custo-benefício da apólice.
– Histórico do condutor: idade, tempo de habilitação, participação anterior em sinistros e perfis de uso têm peso significativo na composição do prêmio. Transparência na declaração de informações ajuda a evitar problemas em caso de eventual sinistro, garantindo que a indenização ocorra conforme o previsto na apólice.
Ao considerar todas essas variáveis, o mercado oferece um leque de opções de coberturas: desde a proteção compreensiva (que cobre colisões, incêndio, roubo, danos a terceiros, etc.) até coberturas mais específicas para acessórios ou para equipamentos adicionais. A escolha certa depende do equilíbrio entre custo, necessidade de proteção e tranquilidade para o dia a dia do usuário. E é justamente nesse equilíbrio que uma assessoria especializada em seguros pode fazer a diferença, orientando o cliente na escolha de coberturas que contemplem o valor de substituição ou reparo da FYM FY250, sempre com base na referência da FIPE para embasar as decisões.
Para quem busca tranquilidade e proteção adequada, vale a pena considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode facilitar a encontrar a combinação ideal entre custo, coberturas e o nível de proteção desejado para a FY250 de 2007, mantendo a tranquilidade em cada deslocamento.