Valor FIPE Atual
R$ 230.989,00
↓ 3,5% vs mês anterior
FIPE: 513191-0
Ano: 2011-3
MêsPreço
Jan/26R$ 230.989,00
Dez/25R$ 239.367,00
Nov/25R$ 239.727,00
Out/25R$ 240.304,00
Set/25R$ 241.076,00
Ago/25R$ 247.258,00
Jul/25R$ 247.655,00
Jun/25R$ 248.387,00
Mai/25R$ 248.885,00
Abr/25R$ 250.136,00
Mar/25R$ 252.574,00
Fev/25R$ 244.033,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Scania R-380 A em configurações 4×2 e 6×2 (diesel) de 2011

Este artigo explora de forma educativa a Tabela FIPE para o modelo específico SCANIA R-380 A, com as variantes 4×2 e 6×2, ano 2011. O objetivo é oferecer uma visão clara sobre como a FIPE é utilizada na prática por seguradoras, corretoras e gestores de frotas, especialmente quando o veículo opera com configurações distintas de eixo e peso. Apesar de não apresentarmos valores de mercado neste texto, compreender os pilares da tabela ajuda na avaliação de riscos, na precificação de seguros e no planejamento de seguros de frota para veículos pesados como o Scania R-380 A.

A Tabela FIPE é um referencial nacional que agrega dados de veículos usados, com o objetivo de padronizar a avaliação de valor para fins de seguro, venda, compra e downstream de políticas de proteção. Em caminhões de grande porte, fatores como o desempenho do motor, a configuração de eixos (4×2 versus 6×2), o ano de fabricação, o estado de conservação e a quilometragem influenciam diretamente na referência de custo. Quando o assunto é seguro, as seguradoras utilizam a FIPE para calibrar a indenização em caso de perda total, bem como para orientar limites de cobertura e franquias. No caso do Scania R-380 A, as diferenças entre as variantes de tração e eixo costumam impactar a percepção de risco por parte das seguradoras, principalmente no que diz respeito a manobrabilidade, estabilidade e custos de reparo.

Tabela FIPE SCANIA R-380 A 4×2 3-Eixos/A 6×2 2p (diesel) 2011

Ficha técnica do Scania R-380 A (diesel, 2011) nas variantes 4×2 e 6×2

Abaixo apresentamos uma síntese técnico-operacional do Scania R-380 A, com enfoque nas configurações 4×2 e 6×2, comuns nessa faixa de ano. Em caminhões pesados, a ficha técnica envolve de forma integrada o motor, a transmissão, a configuração de eixo e a cabine, além de dimensões e pesos que influenciam diretamente cálculo de seguros e de depreciação. Os valores podem variar conforme a versão exata, equipagem e país de atuação, mas as informações seguem padrões da linha R da Scania.

  • Motor e desempenho: motor diésel de seis cilindros em linha, com deslocamento moderadamente amplo, desenvolvido para oferecer robustez em aplicações de transporte de carga. A potência nominal associada a esse conjunto é tipicamente em torno de 380 cv, com torque máximo significativamente elevado, adequado para trechos longos e subidas íngremes. A resposta do motor se harmoniza com a calibragem da transmissão, buscando equilíbrio entre velocidade média em estrada e capacidade de arranque com carga.
  • Transmissão e tração: disponíveis tanto em câmbio manual de várias marchas quanto em transmissão automatizada (Opticruise) para maior conforto ao motorista em rodovias. As configurações de tração variam entre 4×2 (dois eixos, com motor dianteiro) e 6×2 (três eixos, com eixo auxiliar para maior estabilidade na carga). Essas opções influenciam não apenas a performance, mas também o consumo, o desgaste de pneus e o custo de reparo, aspectos relevantes para a avaliação de risco na FIPE e no seguro.
  • Cabine e conforto: a linha R oferece cabines voltadas ao uso rodoviário de longo curso, com opções de cabine day e sleeper, pensadas para dunas de conforto em jornadas extensas. Elementos ergonômicos, sistemas básicos de informação e controles, bem como recursos de segurança, impactam a experiência de condução e, indiretamente, o perfil de risco para seguradoras, já que ajudam a reduzir erros humanos e fadiga ao volante.
  • Dimensões, peso e capacidade de carga: as variantes 4×2 e 6×2 apresentam diferenças relevantes em termos de massa, entre-eixos e capacidade de carga. Em linhas gerais, a configuração 6×2 proporciona maior estabilidade e capacidade de suportar cargas volumosas, enquanto a 4×2 privilegia manobrabilidade e consumo em trechos urbanos ou em vias com restrições de peso. O peso bruto total (PBT) e a tara variam conforme a configuração e a carroceria instalada, impactando diretamente a leitura da FIPE e o custo de seguro.

História e relevância da marca Scania no segmento de caminhões pesados

A Scania é uma referência mundial no segmento de caminhões e ônibus, reconhecida pela durabilidade, pela eficiência de combustível e pela excelência em serviços de suporte ao cliente. Fundada na Suécia, a marca consolidou-se ao longo de décadas como parceira de frotas que precisam de confiabilidade em operações intensas. No Brasil e em outros mercados da América Latina, a Scania é associada a soluções modulares, que permitem personalização conforme o tipo de operação — desde distribuição urbana até transporte de cargas pesadas em longas distâncias. Essa capacidade de adaptação está intrinsecamente ligada à presença de uma rede de concessionárias, Centros de Serviço e peças originais, fatores que influenciam decisões de compra e renovação de frota, bem como a avaliação de risco por parte de seguradoras.

Além do desempenho, a Scania investe em tecnologia para melhorar a segurança, a durabilidade e a eficiência operacional. Sistemas de gestão de frota, telemetria, diagnósticos avançados e componentes de baixa manutenção ajudam as operações a reduzir paradas não programadas, o que, por consequência, afeta positivamente as avaliações de seguro ao refletir menor exposição a riscos de sinistro. A marca também é reconhecida pela qualidade de cabines, que proporcionam maior conforto ao motorista, reduzindo a fadiga — um aspecto que, para seguradoras, está relacionado a menor probabilidade de acidentes em jornadas longas.

Para frotistas e corretores de seguro, entender a reputação da Scania ajuda a contextualizar a confiabilidade do veículo ao longo do tempo. A robustez do conjunto mecânico, aliada a serviços de pós-venda e disponibilidade de peças, tende a influenciar a curva de depreciação prevista na Tabela FIPE, bem como a projeção de custos com manutenção durante a vigência de uma apólice. Ao considerar a versão R-380 A, com configurações 4×2 e 6×2, é útil reconhecer que a marca entrega soluções que buscam equilíbrio entre performance, conforto do motorista e custo total de propriedade.

Como a FIPE se relaciona com o seguro e a gestão de uma frota

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado para veículos usados, servindo como base para avaliações de sinistro e para calibrar as coberturas de seguro. No caso de caminhões pesados como o Scania R-380 A, a FIPE ajuda seguradoras a determinar indenizações proporcionais à idade, ao estado de conservação, à quilometragem e à configuração de eixo (4×2 ou 6×2). Fatores como histórico de utilização (frete, transporte de cargas especiais, longas distâncias), condições de manutenção, disponibilidade de peças e a rede de assistência autorizada também entram na equação de risco e, consequentemente, na determinação de prêmios. Em resumo, a FIPE age como uma referência consolidada, mas a avaliação de risco para seguro considera uma pilha de elementos específicos de cada veículo e de cada operação.

Para gestores de frota, entender como a FIPE é construída ajuda na tomada de decisões estratégicas. Se uma frota opera com várias configurações, como 4×2 e 6×2, a leitura correta da FIPE passa a exigir uma avaliação por tipo de unidade, pois os valores de referência podem divergir entre as configurações, refletindo diferentes perfis de depreciação, custo de manutenção e risco de sinistro. Além disso, manter documentação atualizada sobre manutenção, trocas de óleo, revisões de freios e histórico de sinistros pode simplificar o processo de avaliação de seguro e reduzir custos ao longo do tempo.

Como interpretar a Tabela FIPE para planejar o seguro do R-380 A

Para quem trabalha com seguro de frotas que incluem o Scania R-380 A, algumas diretrizes ajudam a interpretar a FIPE de forma prática e eficiente. Abaixo estão pontos-chave que costumam orientar corretores e gestores na hora de planejar coberturas e renovações de contrato, levando em consideração as particularidades dessa configuração de veículo.

  • Variações por configuração: 4×2 e 6×2 apresentam perfis de risco distintos. A leitura da FIPE deve considerar a versão específica de cada unidade, já que o valor de referência pode variar com a presença de eixo adicional e com a distribuição de peso.
  • Condição do veículo: estado de conservação, quilometragem, historial de manutenções e eventuais sinistros anteriores influenciam a avaliação de seguro, ainda que a FIPE sirva como base de referência.
  • Uso operativo: frota de distribuição urbana, transporte de carga pesada em rodovias ou operações de longo curso podem mudar o perfil de risco do veículo, impactando prêmios e coberturas recomendadas.
  • Rede de assistência e disponibilidade de peças: a presença de oficinas autorizadas Scania e disponibilidade de peças originais reduzem o tempo de imobilização e, por consequência, o custo de sinistros, influenciando positivamente o custo total de propriedade.

Ao planejar uma apólice para o Scania R-380 A, especialmente nas variantes 4×2 e 6×2, é útil trabalhar com dados da FIPE atualizados, cruzando com informações de frotas específicas. Corretores que compreendem as particularidades de cada configuração conseguem propor coberturas que protegem de forma mais eficaz o investimento, equilibrando prêmios e garantias. Além disso, a integração entre a FIPE, o histórico de manutenção e as condições de uso da frota facilita a negociação com seguradoras para obter condições que se alinhem com a operação da empresa e com o orçamento disponível.

Se a sua intenção é proteger esse tipo de veículo de forma simples e eficiente, considere uma cotação com a GT Seguros. Uma abordagem consultiva pode trazer coberturas adequadas para o Scania R-380 A, levando em conta as configurações 4×2 e 6×2, o uso da frota e as particularidades do ano/modelo 2011, sempre com foco na melhor relação entre proteção, custo e continuidade das operações.