| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 18.447,00 |
| Dez/25 | R$ 17.824,00 |
| Nov/25 | R$ 17.961,00 |
| Out/25 | R$ 17.898,00 |
| Set/25 | R$ 18.323,00 |
| Ago/25 | R$ 17.704,00 |
| Jul/25 | R$ 17.453,00 |
| Jun/25 | R$ 17.698,00 |
| Mai/25 | R$ 18.340,00 |
| Abr/25 | R$ 19.006,00 |
| Mar/25 | R$ 18.364,00 |
| Fev/25 | R$ 17.743,00 |
Guia prático da Tabela FIPE aplicada ao GM Chevrolet Corsa Sedan Sup./Classic 1.6 8V (2004)
Entendendo a Tabela FIPE e a sua aplicação no seguro do Corsa
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como uma referência amplamente aceita no Brasil para estimar o valor de reparação de veículos usados. Quando o assunto é seguro de automóveis, esse valor de referência ajuda as seguradoras a estabelecerem parâmetros para a indenização em caso de perda total ou de danos. No universo da tabelação, o Chevrolet Corsa Sedan Sup./Classic 1.6 8V, ano 2004, entra nesse rol de modelos com perfis de custo, peças e manutenção que influenciam o cálculo do prêmio. Vale destacar que a FIPE não é exatamente o preço de venda de mercado no momento da negociação; é um padrão objetivo que reflete a média de cotações observadas em transações de compra e venda entre pessoas físicas. Por isso, compreender a mecânica da FIPE é útil para o consumidor, especialmente ao fazer cotações de seguro, avaliar a depreciação do veículo ao longo do tempo e planejar a renovação de apólices.
Ao considerar a linha GM, o grupo de modelos da Chevrolet, como o Corsa, costuma manter boa aceitação no mercado brasileiro, com peças de reposição amplamente disponíveis e histórico de confiabilidade para uso urbano. A FIPE, ao reconhecer esse tipo de popularidade, costuma refletir no valor de referência de modelos com manutenção relativamente acessível e com disponibilidade de peças. Para quem utiliza o Corsa 1.6 8V (Sup./Classic) no dia a dia, entender como a tabela funciona facilita a avaliação de cenários de seguro, como indenização por colisão, roubo ou colisão com terceiros, além de influenciar o custo de franquias e coberturas adicionais. A seguir, exploramos a ficha técnica do veículo para situar o leitor sobre o que entra nessa avaliação de valor.

Ficha Técnica do Chevrolet Corsa Sedan Sup./Classic 1.6 8V (2004)
Para quem consulta a Tabela FIPE e precisa ter clareza sobre as características que costumam impactar o seguro, apresentamos abaixo uma síntese técnica do Corsa Sedan Sup./Classic 1.6 8V, versão fabricada em 2004 com opção de câmbio automático ou manual. A ficha técnica serve como base para entender o perfil de veículo, o que, por sua vez, ajuda na avaliação de risco pela seguradora. Abaixo, estão os componentes-chave organizados de forma prática:
- Motor: 1.6 litros (1598 cm³), quatro cilindros, sistema de 8 válvulas, alimentação à gasolina; potência máxima em torno de 100 CV (aprox.), torque na faixa de 13–14 kgf.m, variando conforme especificação de fábrica e recalibragens regionais.
- Transmissão e tração: disponibilidade de duas opções conforme versão – manual de 5 velocidades ou automática de 4 velocidades; tração dianteira (Roda motriz na dianteira).
- Dimensões e peso: carro compacto de quatro portas; comprimento típico próximo de 4,0 metros; largura em torno de 1,7 metro; altura aproximada de 1,4 metro; entre-eixos em torno de 2,4 a 2,5 metros; peso em casa de 1.000 a 1.150 kg, dependendo da configuração (manual/automática, pacotes de itens de série e combustível).
- Capacidade e espaço de carga: tanque de combustível com capacidade aproximada de 50 litros; porta-malas com capacidade útil variando entre 300 e 400 litros, dependendo de configuração de bancos traseiros e versões de interior.
A trajetória da GM no Brasil e o papel do Corsa no portfólio atual
A General Motors (GM) tem uma presença histórica no Brasil que atravessa décadas de produção, inovação e adaptação às exigências de mobilidade do país. A marca desempenhou um papel relevante na popularização de modelos acessíveis que combinavam custos de aquisição com consumo moderado de combustível e manutenção relativamente simples. Nesse ecossistema, o Chevrolet Corsa emergiu como um candidato frequente para quem buscava um veículo familiar com boa oferta de peças, serviços de assistência técnica amplos e facilidade de revenda. O Corsa Sedan, nas variantes Sup./Classic, consolidou-se como uma opção prática para uso urbano, oferecendo configuração de motor 1.6 8V (com swaps entre câmbio manual e automático) que atendia às necessidades de dirigibilidade do dia a dia sem exigir investimentos elevados em manutenção de rotina. A reputação da marca para disponibilidade de peças de reposição e redes de assistência também é um fator que as seguradoras observam ao calcular riscos, pois impacta na possibilidade de reparos eficientes e na longevidade do automóvel.
Para o proprietário, entender o legado da GM no Brasil ajuda a enquadrar expectativas sobre custos de propriedade ao longo do tempo. Modelos como o Corsa costumam apresentar custos de seguro mais previsíveis quando comparados a veículos mais modernos, justamente pela experiência consolidada de reparo com peças amplamente disponíveis e por manter uma rede de oficinas que atuam com eficiência na substituição de componentes. Além disso, o histórico de uso urbano do Corsa promove um perfil de consumo de combustível relativamente moderado, o que pode influenciar a frequência de visitas à oficina para manutenção de routine e, por consequência, o custo total de propriedade. Esses elementos entram na avaliação da FIPE e, por extensão, na composição de prêmios de seguro que reflitam o valor de reposição, o risco de roubo e a probabilidade de danos.
Como interpretar esses dados na prática de seguros e manutenção
Ao planejar a proteção de um Chevrolet Corsa Sedan Sup./Classic 1.6 8V (2004), os seguintes pontos costumam ter impacto direto na seguradora e no proprietário:
1) Estado de conservação e histórico de manutenção: peças originais, revisões em dia e documentação de serviços elevam a confiabilidade do veículo aos olhos da seguradora, o que pode resultar em condições de apólice mais estáveis e, às vezes, em custos menores de franquia. Por outro lado, histórico de colisões, substituições com peças não originais ou falta de registro de antecedência pode levar a apólices com cláusulas mais restritivas ou preços maiores.
2) Configurações de segurança e itens de conforto: itens como freios, suspensão, airbags (quando disponíveis na versão) e dispositivos de bloqueio/alarme atuam como indicadores de risco. Veículos com sistemas de segurança mais robustos tendem a apresentar perfis de risco ligeiramente mais baixos, o que pode influenciar os cenários de indenização e as coberturas oferecidas pela seguradora.
3) Valor de referência da FIPE e decisões de cobertura: a tabela FIPE serve como referência para o valor de reposição. Mesmo que o preço de venda possa oscilar conforme o ano, a região ou a disponibilidade de serviço, a FIPE oferece uma base padronizada para estimar o custo de substituição ou de reposição de peças. Este parâmetro ajuda a definir o montante segurado e a faixa de prêmios, além de orientar o consumidor sobre a depreciação prevista com o tempo.
4) Perfil de uso e risco de roubo: veículos usados principalmente para deslocamento urbano, com baixa velocidade média e menos exposição a estradas de alto risco, tendem a ter menor probabilidade de danos graves fora de colisão. Em contrapartida, tráfego urbano intenso pode aumentar o número de sinistros de pequeno porte, o que também entra no cálculo de prêmios e franquias.
Aspectos práticos para proprietários do Corsa 2004 na hora de fazer cotação de seguro
Para quem busca proteção para o Corsa Sedan Sup./Classic 1.6 8V, algumas práticas simples ajudam a obter uma cotação mais precisa com a GT Seguros (ou outra corretora de sua confiança):
- Deixe claro o uso do veículo no dia a dia: deslocamento diário para trabalho, trajetos curtos ou viagens ocasionais. O perfil de utilização influencia o risco de sinistro.
- Informe com precisão o estado geral do veículo: quilômetros rodados, necessidades de manutenção pendente e itens de segurança instalados.
- Registre o histórico de manutenção: guias de serviço, trocas de peças, manutenções da suspensão, freios e itens de motor ganham peso para a avaliação de risco.
- Considere as opções de cobertura: além da proteção à colisão, roubo e incêndio, avalie coberturas adicionais como assistência 24h, carro reserva e coberturas para terceiros.
Ao final, a decisão sobre o valor segurado é figurativa, mas crucial: quanto maior o valor segurado, maior pode ser o prêmio, e quanto menor, maior pode ser a franquia. O equilíbrio entre proteção adequada e custo acessível depende de uma avaliação honesta do uso, do estado do veículo e do apetite a riscos do proprietário. A Tabela FIPE continua a ser, nesse contexto, uma bússola confiável para orientar esse ajuste fino entre custo de proteção e valor de reposição, especialmente para modelos históricos como o Corsa 2004, que mantêm presença relevante nas ruas brasileiras e no mercado de usados.
Se você está pesquisando como alinhar preço de seguro com o valor de reposição do seu Chevrolet Corsa Sedan Sup./Classic 1.6 8V (2004), vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma análise bem estruturada pode trazer coberturas adequadas sem comprometer seu orçamento, mantendo você protegido sem surpresas.
