Valor FIPE Atual
R$ 61.973,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 509019-9
Ano: 1997-3
MêsPreço
Jan/26R$ 61.973,00
Dez/25R$ 61.360,00
Nov/25R$ 61.453,00
Out/25R$ 61.601,00
Set/25R$ 61.800,00
Ago/25R$ 61.931,00
Jul/25R$ 63.195,00
Jun/25R$ 63.259,00
Mai/25R$ 63.386,00
Abr/25R$ 62.144,00
Mar/25R$ 62.239,00
Fev/25R$ 62.277,00

Visão detalhada da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz 1721/1721 S, caminhão diesel de três eixos, 1997

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil, servindo de base para ranging de seguros, negociações comerciais e avaliação de ativos. Quando o assunto envolve caminhões pesados, como o Mercedes-Benz 1721/1721 S, a leitura da FIPE demanda atenção extra às particularidades técnicas, ao histórico de uso e às condições de conservação. Este artigo apresenta uma visão educativa sobre como a tabela é aplicada a esse modelo específico de 1997, destacando a ficha técnica, os impactos na avaliação de risco e as nuances que podem influenciar a cotação de seguro. O objetivo é oferecer clareza para quem atua na área de corretagem de seguros e para proprietários que desejam entender melhor como a FIPE impacta a proteção veicular de uma frota de peso.

Ficha técnica resumida do Mercedes-Benz 1721/1721 S

A Mercedes-Benz, reconhecida por sua tradição em caminhões de alto desempenho e durabilidade, entregou no modelo 1721/1721 S uma configuração voltada para o transporte de carga pesada com três eixos. Fabricado em meados da década de 1990, esse conjunto se tornou comum em operações de logística que exigem robustez, longevidade de componentes e estabilidade em trajetos com cargas significativas. A ficha técnica a seguir compila informações cruciais para entender o valor de reputação, os custos de operação e o comportamento do veículo no seguro. Por se tratar de um veículo de uso profissional, as especificações ajudam a traçar o perfil de risco para a cotação e a planejar manutenções que preservem o estado de conservação a longo prazo.

Tabela FIPE MERCEDES-BENZ 1721/ 1721 S 3-Eixos 2p (diesel) 1997
  • Motorização: diesel, seis cilindros em linha
  • Configuração de eixos: três eixos, veículo de carga pesada
  • Transmissão: manual, com várias marchas
  • Dimensões e peso: dados de fábrica variáveis conforme configuração; consultar a Tabela FIPE para a configuração exata

Observação: a ficha técnica acima resume os pontos centrais para fins de avaliação de risco e comparação em cotações. Detalhes como potência, rotação máxima, torque, entre-eixos e capacidade de carga podem haver variações entre as séries de produção, bem como entre diferentes versões de cabina e conjunto de eixo. Em tempos de atualização de dados, a FIPE aponta valores com base no mercado e, por isso, é comum que pequenas diferenças ocorram entre um 1721/1721 S específico e outro com a mesma denominação.

Contexto da marca Mercedes-Benz no segmento de caminhões pesados

A Mercedes-Benz, marca de origem alemã, construiu ao longo de décadas uma identidade marcada pela engenharia de precisão, foco em segurança e disponibilidade de rede de serviço. No setor de caminhões, ela consolidou uma reputação que se traduz em confiabilidade em operação, facilidade de manutenção e suporte de assistência técnica. Isso é particularmente relevante para caminhões de peso, onde a continuidade das operações depende da capacidade de reparo rápido, disponibilidade de peças originais e treinamento de mecânicos. Para fins de seguro, essa confiabilidade pode influenciar positivamente a percepção de risco, desde que o veículo esteja bem mantido. Em veículos fabricados na década de 1997, como o 1721/1721 S, a idade impõe aspectos a observar, incluindo a disponibilidade de peças de reposição, o custo de mão de obra e a quase obrigatoriedade de revisões regulares para manter os padrões de desempenho e segurança.

O histórico da marca no Brasil também reforça a ideia de que equipes de manutenção especializadas podem reduzir o tempo de imobilização em oficinas, o que se reflete em menor tempo de inatividade da frota e, indiretamente, em menor custo de seguro que leva em conta o risco de paradas. No entanto, a idade do veículo implica maior suscetibilidade a desgastes, ferrugem em componentes estruturais e necessidade de readequações regulatórias ao longo do tempo. A leitura da FIPE, nesse contexto, deve considerar não apenas o valor de mercado atual, mas também o custo de reposição de componentes, a disponibilidade de peças originais e a possibilidade de modernizações que mantenham o desempenho dentro das normas vigentes.

Como a FIPE classifica caminhões pesados de três eixos

A Tabela FIPE utiliza uma metodologia que agrega dados de mercado de veículos usados, considerando a idade do modelo, a condição de uso, o histórico de manutenção e a demanda por configurações específicas. Caminhões de três eixos, como o 1721/1721 S, costumam aparecer com faixas de valor distintas entre unidades bem conservadas, com manuais de serviço atualizados, e aquelas com desgaste mecânico ou histórico de acidentes. Além disso, fatores como a cabine, a presença de dispositivos de segurança, o tipo de freio (abs, retarder, entre outros), e o estado dos componentes críticos (suspensão, eixo, transmissão) podem influenciar o valor de referência. É comum que veículos com quilometragem elevada apresentem depreciação mais acentuada, enquanto unidades com peças originais, manutenção registrada e histórico de inspeções em dia mantenham o valor mais estável. Para quem trabalha com corretagem de seguros, entender essa dinâmica é essencial para estabelecer coberturas compatíveis com o risco real de uso.

É relevante destacar que a FIPE não determina um preço único para cada veículo; ela oferece faixas de referência com base em amostras de mercado. Por isso, cada proposta de seguro pode apresentar variações, especialmente no que diz respeito a reparações, valor de reposição ou cláusulas específicas de frota. A partir de uma leitura cuidadosa da ficha técnica, do histórico de uso e das particularidades da configuração de eixo, o corretor consegue alinhar a cobertura com o custo de reposição, o valor segurado e as possíveis franquias. O resultado é uma proteção mais adequada às necessidades operacionais da empresa e mais previsível do ponto de vista financeiro.

Fatores que influenciam a avaliação na prática

Ao comparar cotações de seguro para o Mercedes-Benz 1721/1721 S de 1997, vale considerar diversos aspectos além do valor FIPE direto. Entre os fatores mais relevantes estão o estado de conservância da carroceria e da cabine, a integridade da suspensão e dos sistemas de freio, bem como a presença de dispositivos de segurança ou de rastreamento. A idade do veículo também implica maior probabilidade de intervenções mecânicas e substituição de componentes, o que pode impactar o custo de reparos e a disponibilidade de peças de reposição. Além disso, o padrão de uso — se o veículo opera em áreas urbanas com tráfego intenso ou em trajetos longos entre cidades — influencia o risco de acidentes, roubo e avarias, contribuindo para a composição da cotação.

Outro aspecto prático é a documentação associada ao veículo. Registros de manutenções regulares, laudos de inspeção veicular, e comprovantes de certificações de segurança podem favorecer a negociação com a seguradora, pois reduzem a incerteza sobre o estado real do bem. Por fim, o perfil de uso da frota, o histórico de sinistros da empresa e a adoção de novas tecnologias de proteção (sensores, monitoramento remoto, alarmes) costumam gerar impactos positivos nas propostas de seguro, ao mesmo tempo em que ajudam a manter custos de proteção sob controle.

Guia rápido para entender cotações sem surpresas

Para quem busca cotações mais ajustadas, a recomendação é reunir informações consistentes sobre o veículo e o seu uso. Alguns itens úteis nessa etapa incluem o registro da configuração exata do caminhão (eixos, cabine, motor), a data de aquisição da unidade, a quilometragem atual, o histórico de revisões e quaisquer sinistros anteriores, se houver. Com esses dados, o corretor consegue alinhar as coberturas (incluindo colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros, assistência 24 horas) e as opções de franquia de modo a refletir com mais fidelidade o risco de operação. Lembre-se de comparar propostas com coberturas equivalentes, verificando limites de indenização, carência, assistência emergencial e a presença de serviços adicionais que agreguem valor à proteção da frota.

Por fim, vale mencionar que, embora a FIPE sirva como referência, algumas seguradoras podem aplicar políticas próprias de avaliação que considerem particularidades da operação de transporte, tais como a natureza do trajeto, o tipo de carga, a frequência de utilização e a localização geográfica. Portanto, manter uma comunicação clara com o corretor é fundamental para chegar a uma solução de proteção que seja, ao mesmo tempo completa e economicamente viável.

Conclusão: como a FIPE orienta a