| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 10.406,00 |
| Dez/25 | R$ 10.303,00 |
| Nov/25 | R$ 10.201,00 |
| Out/25 | R$ 10.183,00 |
| Set/25 | R$ 10.187,00 |
| Ago/25 | R$ 10.087,00 |
| Jul/25 | R$ 9.989,00 |
| Jun/25 | R$ 9.891,00 |
| Mai/25 | R$ 10.093,00 |
| Abr/25 | R$ 9.897,00 |
| Mar/25 | R$ 10.100,00 |
| Fev/25 | R$ 10.078,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para GM Corsa Sedan GL 1.6 MPFI 4p 1996
Este artigo foi elaborado pela nossa equipe de seguros para esclarecer como funciona a Tabela FIPE no contexto de um Chevrolet Corsa Sedan GL 1.6 MPFI 4 portas, ano/modelo 1996, e como esse parâmetro influencia as avaliações de seguro. Ao longo do texto, vamos apresentar a ficha técnica do veículo, o papel da FIPE na precificação do seguro, além de dicas úteis para quem busca proteção adequada para um carro clássico ou de uso diário. Lembre-se de que os valores de seguro dependem de diversos fatores, e a FIPE funciona como referência de mercado para o valor do veículo em determinadas situações de vida útil e de sinistralidade. Este conteúdo é pensado para orientar clientes e corretores na tomada de decisão, sempre com foco em educação financeira e na gestão de riscos.
Sobre a marca GM e a trajetória do Corsa no Brasil
A General Motors (GM) é uma das montadoras que marcaram presença histórica no Brasil, com uma linha de modelos que ajudou a popularizar a mobilidade familiar e a cultura de carro completo a preços acessíveis. O Chevrolet Corsa surgiu no mercado brasileiro no final dos anos 1990 como uma opção prática e econômica para famílias que buscavam espaço interno, facilidade de manutenção e disponibilidade de rede de assistência técnica. A versão GL 1.6 MPFI 4p, lançada na década de 1990, representou uma configuração que aliava desempenho moderado a um conjunto de componentes simples, favorecendo a manutenção e a disponibilidade de peças ao longo do tempo. Esse perfil tende a ser bem avaliado pelas seguradoras por apresentar custos de reposição de peças relativamente acessíveis e um histórico de confiabilidade em uso cotidiano.

Para quem analisa o custo total de propriedade, a presença de um veículo antigo como o Corsa 1996 envolve particularidades que impactam não apenas o uso diário, mas também a avaliação de risco pela seguradora. O posicionamento da ficha técnica e a idade do veículo costumam influenciar o custo do seguro, principalmente em relação a itens como valor de reposição, disponibilidade de peças e histórico de sinistros. Por isso, entender a Tabela FIPE e como ela se relaciona com o seu veículo pode facilitar a escolha de coberturas adequadas e a compreensão de parcelas de prêmio ao longo do tempo.
Ficha Técnica do Chevrolet Corsa Sedan GL 1.6 MPFI 4p 1996
A ficha técnica do Corsa Sedan GL 1.6 MPFI 4 portas, ano 1996, reúne informações essenciais para avaliação de seguro, orçamento de manutenção e planejamento de uso. Abaixo, descrevemos os itens mais relevantes de forma objetiva:
- Motor e desempenho: motor 1.6 L, quatro cilindros, alimentação MPFI (injeção direta de combustível); faixa de potência e torque típicas para a época, com uso adequado de gasolina comum; câmbio manual de cinco marchas; tração dianteira (FWD).
- Transmissão e tração: manual de cinco velocidades, configurando-se como veículo essencialmente urbano com boa resposta em deslocamentos diários, conforme condições de estrada.
- Dimensões e capacidades: comprimento aproximado entre 3,95 m e 4,00 m; entre-eixos próximo de 2,43 m a 2,45 m; peso estimado na faixa de 950 kg a 1.000 kg; tanque de combustível com capacidade em torno de 40 litros.
- Conforto e segurança: configuração de quatro portas com espaço para até cinco ocupantes; recursos básicos de conforto da década de 1990, com acabamento simples e foco em utilidade cotidiana; itens de segurança padrão da época, como cintos de segurança e estrutura de carroceria projetada para uso familiar.
Como a Tabela FIPE se relaciona com o seguro de um veículo usado
A Tabela FIPE, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência de avaliação de mercado para veículos usados no Brasil. Ela consolida valores médios de venda prática, baseados em dados de transações, conservando o objetivo de oferecer uma referência estável para negociações. No contexto de seguros, a FIPE é amplamente utilizada para:
- Definir o valor de indenização em caso de perda total ou roubo, servindo como base para o cálculo de cobertura adequada.
- Auxiliar na concessão de franquias, limites de cobertura e tipos de apólice compatíveis com o perfil do veículo.
- Orientar o risco atuarial das seguradoras, ajudando a estimar o provável custo de reposição ou reparos.
- Contribuir para a consistência de propostas entre corretoras, oferecendo um parâmetro comum de referência.
É importante destacar que o valor listado pela FIPE não é uma garantia absoluta de preço de venda, tampouco representa o custo de aquisição em determinadas condições de mercado. O objetivo é refletir uma média de mercado para facilitar a precificação de seguros. Em modelos antigos como o Corsa 1996, a FIPE pode variar conforme a versão, o estado de conservação, a quilometragem e a disponibilidade de peças, entre outros fatores. Por isso, compreender o peso da FIPE na apólice de seguro ajuda o segurado a entender como o prêmio pode oscilar ao longo do tempo.
Fatores que influenciam o prêmio de seguro para um Corsa 1996
Ao segurar um veículo com mais de duas décadas, várias variáveis entram em jogo. Abaixo estão os fatores que costumam ter maior impacto no prêmio, especialmente para um modelo como o Corsa Sedan GL 1.6 MPFI 4p 1996:
- Idade do veículo e histórico de uso: carros muito antigos costumam ter maior probabilidade de avarias e maior custo de manutenção, o que pode influenciar o prêmio.
- Localização e perfil de uso: áreas com maior índice de sinistros, tráfego intenso, ou uso diário intenso podem elevar o custo do seguro.
- Quilometragem e histórico de manutenção: carros com manutenção regular tendem a ter menor risco de problemas graves, o que pode reduzir o prêmio.
- Histórico de sinistros e perfil do motorista: histórico de sinistros, idade do condutor e tempo de habilitação impactam diretamente o custo da apólice.
Dicas para manter o valor FIPE estável e otimizar o seguro
Para quem pretende manter o custo do seguro sob controle e, ao mesmo tempo, preservar o valor de mercado do veículo, algumas práticas costumam fazer diferença. Aqui vão quatro orientações práticas:
- Manutenção preventiva: manter o veículo em dia com revisões, troca de óleo, filtros e itens de segurança ajuda a reduzir o risco de sinistros.
- Documentação organizada: guardar histórico de serviços, notas fiscais de peças originais e comprovantes de manutenção facilita a comprovação de estado do veículo à seguradora.
- Uso consciente: evitar modificações que não agreguem valor ou que aumentem o risco de roubo, mantendo a configuração original quando possível.
- Atualização de informações: mantenha a seguradora informada sobre mudanças relevantes, como garagem fixa, uso diário ou mudanças no perfil do motorista, para que o prêmio reflita justamente o risco.
Além disso, vale considerar a consulta com a GT Seguros para orientar o ajuste de coberturas e condições com base no valor de mercado estimado pela FIPE, especialmente ao lidar com modelos de valor intermediário ou veteranos. Uma abordagem bem alinhada entre FIPE, estado do veículo e perfil do condutor tende a resultar em coberturas mais justas e prêmios mais compatíveis com a realidade de uso.
Ao planejar a proteção do seu Chevrolet Corsa 1996, pense na combinação de cobertura adequada (compreensiva ou adicional de terceiros, como proteção contra terceiros, colisão e incêndio) e na relevância de serviços adicionais (assistência 24h, carro reserva, entre outros). A Tabela FIPE é uma referência útil, mas a decisão sobre o conjunto de coberturas deve levar em conta o uso real do veículo, o orçamento disponível e o custo-benefício de cada opção.
Se quiser entender como a Tabela FIPE impacta o prêmio do seu seguro, vale solicitar uma cotação com a GT Seguros.
