Valor FIPE Atual
R$ 25.846,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 018015-7
Ano: 2002-3
MêsPreço
Jan/26R$ 25.846,00
Dez/25R$ 25.432,00
Nov/25R$ 25.032,00
Out/25R$ 25.094,00
Set/25R$ 25.176,00
Ago/25R$ 24.776,00
Jul/25R$ 24.614,00
Jun/25R$ 24.640,00
Mai/25R$ 24.691,00
Abr/25R$ 24.714,00
Mar/25R$ 24.313,00
Fev/25R$ 23.909,00

Guia detalhado para entender a Tabela FIPE aplicada à Kia Besta GS Full 2.7 Diesel 2002

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar o valor de veículos usados. Em seguradoras, essa tabela funciona como uma base para calcular indenizações, coberturas e o custo do seguro ao considerar o valor do bem. Quando o assunto é um modelo específico, como a Kia Besta GS Full 2.7 Diesel de 2002, compreender como a FIPE é aplicada ajuda o consumidor a entender melhor o que está incluso na apólice de seguro, quais aspectos influenciam o prêmio e como mudanças de uso ou de estado do veículo podem impactar a cotação. Este artigo, elaborado com foco educativo, traz uma leitura clara sobre as implicações da Tabela FIPE para esse modelo, ao mesmo tempo em que descreve a ficha técnica, o histórico da marca e aspectos práticos de seguro para veículos comerciais leves.

A Kia, marca sul-coreana que despontou no mercado mundial na década de 1990, soube combinar design competitivo, qualidade de construção e garantias atraentes para diferentes perfis de consumidor. No Brasil, a Kia consolidou-se como opção viável não apenas em carros de passeio, mas também em propostas de uso familiar com espaço, robustez e conforto. Embora a Besta seja historicamente associada a utilitários de transporte, o ponto de partida para entender seu seguro passa pela avaliação de valor de TIPE/FIPE, situação de mercado e expectativas de uso. Em 2002, a Besta GS Full com motor diesel de 2,7 litros representava uma configuração voltada para o equilíbrio entre espaço interno, capacidade de carga e desempenho em vias urbanas e rodoviárias, características que também influenciam estratégias de proteção veicular.

Tabela FIPE Kia Motors Besta GS Full 2.7 Diesel 2002

A seguir, apresentamos uma ficha técnica da Kia Besta GS Full 2.7 Diesel 2002, com foco nos elementos técnicos que impactam a performance, o consumo, a avaliação de risco para seguro e a manutenção. Vale lembrar que os parâmetros aqui descritos ajudam a entender o veículo, mas as especificações exatas podem variar conforme o lote de fabricação, mercado de venda e a configuração interna de cada unidade do ano-modelo.

Ficha Técnica da Kia Besta GS Full 2.7 Diesel 2002

A seguir estão itens-chave da ficha técnica, organizados para fornecer uma visão rápida e prática sobre o veículo. Observação: os valores apresentados são estimativas baseadas em contextos históricos de modelos com configuração semelhante e podem variar conforme o exemplar.

  • Motor: diesel 2,7 litros, 4 cilindros em linha, turbocompressor com intercooler, alimentação por injeção direta. Potência estimada entre 90 e 110 cavalos-vinfa (cv) e torque entre 240 e 270 Nm, dependendo da calibração e do ano de fabricação do conjunto.
  • Transmissão: manual de 5 velocidades, com engates relativamente diretos, adequado ao uso misto urbano e rodoviário. Sistema de transmissão desenhado para suportar cargas típicas de van compacta da época.
  • Tração e chassis: tração traseira (layout comum em utilitários especiais da época), com eixo traseiro robusto para suportar peso de passageiros e carga. Suspensões projetadas para equilíbrio entre conforto de viagem e capacidade de carga.
  • Dimensões e capacidade: comprimento próximo de 4,2 metros, largura entre 1,7 e 1,8 metros, altura em torno de 1,9 metros; entre-eixos ao redor de 2,7 metros; capacidade para até 8 a 9 ocupantes, com opções de configuração de bancada e espaço de bagagem. Tanque de combustível com capacidade de aproximadamente 60 a 70 litros, adequado para distâncias moderadas entre abastecimentos.

Além desses itens, a ficha técnica de um modelo antigo como a Besta GS Full 2.7 Diesel 2002 normalmente inclui dados sobre peso seco, peso bruto total (PBT), capacidade de carga útil, sistema de freios (geralmente discos à frente e tambores atrás, com freios a tambor na traseira em versões mais antigas), consumos médios em condições mistas, e especificações de sistemas elétricos e de iluminação. Como cada unidade pode apresentar variações, é comum que o processo de avaliação para seguro utilize as informações oficiais disponíveis, somadas a uma vistoria técnica ou a um histórico de manutenções do veículo.

A marca Kia: trajetória, confiabilidade e percepção de mercado

A Kia tornou-se referência de qualidade e confiabilidade ao longo das últimas décadas. Fundada na Coreia do Sul, a marca passou por transformações profundas: investiu em design contemporâneo, melhoria de processos de fabricação, expansão de redes de concessionárias e, especialmente, em programas de garantia que aumentaram a confiança do consumidor. A percepção de valor da Kia, antes associada a opções de baixo custo, evoluiu para a oferta de veículos com acabamento próximo de marcas tradicionais, durabilidade de componentes e tecnologia disponível em faixas de preço competitivas. No Brasil, isso se refletiu em uma carteira de modelos robusta, com opções que vão de hatchbacks urbanos a utilitários leves, sempre com foco em custo-benefício, facilidade de aquisição de peças e rede de serviço autorizada.

Para quem negocia seguros, entender a reputação da marca é relevante. Em termos de sinistralidade, veículos da Kia costumam apresentar índices de risco comparáveis a outras marcas de mesma faixa de preço e uso, quando considerados fatores como idade do veículo, quilometragem, histórico de manutenção e tipo de uso (pessoal, comercial leve, transporte escolar, etc.). A Besta GS Full 2.7 Diesel 2002, por estar num segmento de utilitários com alta demanda de espaço e capacidade de carregar passageiros ou cargas, entra no conjunto de veículos de uso misto. Essa dualidade tende a influenciar a avaliação de risco para a seguradora: por um lado, há maiores exigências de manutenção devido ao uso contínuo; por outro, há benefícios de fidelidade de peças, serviço de assistência técnica e cobertura de componentes estruturais que costumam ser estáveis ao longo do tempo.

Outro aspecto relevante é a disponibilidade de peças de reposição. Em veículos mais antigos, a rede de peças pode exigir mais atenção do segurado, pois itens de conservação (filtros, peças do sistema de freios, componentes elétricos) precisam de reposição com especificação correta. As seguradoras costumam considerar, nesse ponto, o histórico de importação de peças e a robustez de assistência, o que reflete em garantias, termos de cobertura para peças e, às vezes, na necessidade de inspeções adicionais. Em resumo, a marca Kia, ao longo dos anos, consolidou-se como garantia de desempenho com custo-benefício, desde que haja manutenção regular, cuidado com peças originais ou homologadas e acompanhamento técnico adequado.

Entendendo a Tabela FIPE e seu papel no seguro da Kia Besta

A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Automotivas) é, para o mercado brasileiro, o principal referencial de valores de veículos usados. Ela atualiza mensalmente os preços de uma grande base de modelos, levando em conta especificações como ano, modelo, versão e estado geral de conservação. Em seguros de automóveis, o valor FIPE costuma servir como referência para several coberturas: indenização integral, valor de reposição e, em alguns casos, teto de cobertura adicional. Quando se fala de um modelo antigo como a Kia Besta GS Full 2.7 Diesel 2002, a FIPE pode apresentar variação relevante conforme a disponibilidade de informações para esse ano-modelo específico, o que impacta diretamente o cálculo do prêmio de seguro, o valor de cobertura e as condições contra terceiros.

É importante notar que a FIPE não é, por si só, o valor que o segurado irá receber em caso de sinistro, especialmente em casos de indenização por valor de reposição ou de mercado. Em muitas apólices, a seguradora utiliza o FIPE como referência para estabelecer o “valor de venda” ou “valor de reposição” do veículo no momento do sinistro, dentro de um conjunto de parâmetros que também incluem a idade, o estado de conservação, a quilometragem e a extensão das coberturas contratadas. Em modelos de 2002, com variações de uso significativas (urbano, rodoviário, transporte de passageiros), as seguradoras podem oferecer opções de cobertura com valores de indenização diferenciados (valor agregado de reposição versus valor de mercado). O resultado é que a FIPE funciona como pilar, mas não é o único determinante da apólice: a configuração de uso, o histórico do veículo, a seguradora escolhida e o tipo de cobertura impactam diretamente o custo e a proteção contratada.

Para quem utiliza a Kia Besta GS Full 2.7 Diesel 2002 em atividades comerciais leves, é comum que a apólice inclua cláusulas específicas de proteção de equipamentos, assistência 24 horas, cobertura de terceiros e, em algumas situações, proteção para peças de uso específico (p.ex., sistema de freios, sistema de direção) que podem ter impactos diretos na avaliação de risco. Em síntese, entender a ligação entre FIPE e seguro ajuda o proprietário a alinhar expectativa de custo com o que realmente precisa, buscando equilíbrio entre proteção, custo e tranquilidade.

Como otimizar a contratação de seguro para a Kia Besta GS Full 2.7 Diesel 2002

Ao considerar a contratação de seguro para esse modelo, alguns pontos práticos costumam fazer a diferença no custo final e na qualidade da cobertura. Abaixo estão aspectos que costumam aparecer com maior frequência em avaliações de seguros de veículos desse perfil:

1) Uso pretendido do veículo: se a Kia Besta for utilizada majoritariamente para transporte de pessoas ou para atividades com carga de médio porte, a seguradora poderá ajustar a taxa com base no risco de sinistro. Veículos comerciais leves, quando usados para traslado de passageiros ou entregas, costumam exigir coberturas adicionais que protegem ergonômica, equipamentos de proteção, bem como a integridade estrutural do compartimento de carga.

2) História de manutenção: veículos com histórico de manutenção regular tendem a receber ofertas de prêmio mais estáveis e, em alguns casos, com descontos devido à menor probabilidade de falhas. Padrões de serviço, uso de peças originais ou homologadas e inspeções técnicas periódicas são ativos que ajudam a reduzir o risco para a seguradora.

3) Quilometragem e idade do veículo: a idade avançada do modelo e a quilometragem elevada costumam impactar o prêmio, pois aumentam a chance de desgaste de componentes. O valor FIPE, por sua vez, pode refletir uma depreciação maior ao longo do tempo, influenciando a decisão de optar por determinadas coberturas, como reposição total, ou ajustes de franquias.

4) Perfil de uso e localização: áreas com maior índice de sinistros ou regiões com maior incidência de roubo podem ter prêmios diferentes. Além disso, a existência de dispositivos de proteção (alarme, GPS, travas adicionais) pode reduzir o risco percebido pela seguradora e, nesse caso, colaborar para condições comerciais mais favoráveis.

É importante lembrar que a cotação de seguro é única para cada caso. A FIPE é uma referência estável para as seguradoras, mas a apólice envolve um conjunto de fatores que, juntos, determinam o custo final e a amplitude da proteção. Ao planejar a contratação, vale considerar não apenas o preço, mas também a adequação da cobertura às necessidades reais de uso, a rede de assistência, as opções de franchias e as possibilidades de personalização, para que o seguro permaneça eficiente ao longo de todo o período contratual.

Para quem busca orientação prática, a avaliação de risco deve começar pela clareza do uso do veículo, pelos hábitos de condução, pela idade da unidade e pelo estado geral do automóvel. Documentos de manutenção, histórico de colisões, substituição de peças e confirmação de configuração de fábrica podem acelerar o processo de cotação, trazendo proposta mais precisa. Além disso, é útil comparar propostas de diferentes seguradoras, observando as opções de indenização por reposição, valores de franquia, coberturas para acessórios e garantia de assistência 24 horas. Tudo isso, aliado a uma leitura cuidadosa da Tabela FIPE, ajuda a chegar a uma decisão acertada, com proteção alinhada às necessidades e ao orçamento.

Em síntese, a Kia Besta GS Full 2.7 Diesel 2002 representa uma peça de transição entre utilitários de carga na virada do milênio, com foco em espaço, robustez e uso misto. A FIPE funciona como búlder de referência que orienta o seguro, mas o cuidado com a manutenção, a depreciação natural ao longo dos anos e o tipo de uso continuam a ser os pilares que definem o custo e a eficácia da proteção veicular. Ao tratar de um veículo com história de uso público e configurações específicas, a principal mensagem é clara: compreender as bases de valorização, manter o veículo em boas condições e escolher a cobertura certa para o seu percurso são caminhos que garantem proteção sólida, sem abrir mão da eficiência financeira.

Por fim, ao pensar em segurança financeira para o seu patrimônio, procure uma parceria confiável e ágil para cotar a proteção da Kia Besta GS Full 2.7 Diesel 2002. Para uma avaliação personalizada que leve em conta a realidade do seu uso, faça uma cotação com a GT Seguros e tenha uma experiência transparente na contratação de coberturas que realmente atendam às suas necessidades.