| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 7.127,00 |
| Dez/25 | R$ 7.141,00 |
| Nov/25 | R$ 7.152,00 |
| Out/25 | R$ 7.170,00 |
| Set/25 | R$ 7.194,00 |
| Ago/25 | R$ 7.210,00 |
| Jul/25 | R$ 7.222,00 |
| Jun/25 | R$ 7.230,00 |
| Mai/25 | R$ 7.245,00 |
| Abr/25 | R$ 7.252,00 |
| Mar/25 | R$ 7.263,00 |
| Fev/25 | R$ 7.268,00 |
Entenda como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Peugeot 405 Mi 2.0 16V 1995
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para a valoração de veículos usados. Ela serve como base para negociações, seguros, financiamentos e avaliações técnicas, ajudando a estabelecer um valor médio de mercado que facilita decisões ao longo da vida útil de um automóvel. Quando pensamos no Peugeot 405 Mi 2.0 16V do ano 1995, esse referencial ganha contornos específicos: trata-se de um modelo que representa um período de transição entre projetos mais antigos e a virada tecnológica que marcou a década de 1990. O 405, produzido em diversas gerações, trouxe para o Brasil uma proposta de conforto, espaço interno e desempenho que se alinhava com o interesse de motoristas que buscavam sedã médio com uma arquitetura relativamente equilibrada entre performance e consumo. Nesta leitura, vamos explorar como a FIPE classifica esse veículo, quais elementos compõem a sua ficha técnica, qual é o peso da marca Peugeot nesse contexto e como utilizar esses dados de forma educativa na prática, principalmente para seguros e transações de mercado.
Ficha técnica do Peugeot 405 Mi 2.0 16V 1995
Para a compreensão do perfil técnico, reunimos informações que costumam constar em catálogos e bases de dados históricas. Abaixo estão os pontos-chave que ajudam a reconhecer as características do 405 Mi 2.0 16V de 1995:

- Cilindrada e motor: motor 2.0 16V com 1.997 cm³, potência máxima estimada em torno de 136 cv a ~6.000 rpm e torque de aproximadamente 18 kgf.m a ~4.000 rpm.
- Transmissão e tração: caixa manual de 5 velocidades, tração dianteira.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento próximo de 4,60 m, largura em torno de 1,76 m, entre-eixos cerca de 2,63 m, peso em ordem de marcha próximo de 1.120 kg e tanque de combustível com capacidade de cerca de 60 L.
- Desempenho e configuração de chassis: suspensão dianteira tipo MacPherson, suspensão traseira de eixo semi-independente, freios a disco na dianteira e, conforme a configuração, freios a tambor na traseira; carroceria sedã com boa ergonomia de bancada e conforto para viagens.
Essas informações criam uma base para entender como esse modelo se posicionava tecnologicamente na época. Embora não seja uma peça de museu, o Peugeot 405 Mi 2.0 16V de 1995 representa uma geração que combinou robustez de construção com uma experiência de condução mais envolvente, típica dos sedãs médios da década. Em termos de evolução automotiva, o 405 trouxe elementos que foram herdados por gerações seguintes da marca francesa, ao mesmo tempo em que foi sucedido por modelos com novas plataformas e atualizações de acabamento. A ficha técnica, portanto, não é apenas um conjunto de números: ela contextualiza o carro do ponto de vista de engenharia, design e uso cotidiano.
Sobre a marca Peugeot
A Peugeot é uma das marcas automotivas mais antigas da França, com uma história que começa antes mesmo de haver automóveis de forma consolidada. Originalmente, a empresa nasceu como uma firm de moagem de grãos e fabricação de ferramentas, consolidando-se ao longo do século XIX como um importante polo de design, engenharia e inovação. O ingresso no setor automotivo ocorreu no final do século XIX, quando a marca passou a produzir veículos com uma identidade que associava estilo, conforto e tecnologia de ponta aos olhos de seus consumidores. Ao longo das décadas, a Peugeot construiu uma reputação baseada em confiabilidade, eficiência e soluções de engenharia que favoreciam uma condução mais estável, especialmente em trajetos urbanos e rodoviários.
No Brasil, a presença da Peugeot tem um capítulo marcante nos anos 1990, quando modelos como o 405 Mi 2.0 16V ganharam espaço nas ruas. Essa época ficou associada a sedãs com boa habitabilidade, linhas de design que ainda hoje remetem ao estilo europeu, e uma proposta de motor que equilibrava desempenho com uma dirigibilidade prazerosa. A marca não apenas vendia carros: oferecia uma experiência de condução mais refinada, com atenção ao silêncio de cabine, à suspensão que absorve irregularidades do asfalto e ao acabamento interno, elementos que agregam valor aos modelos usados na FIPE. A evolução da Peugeot, que passou por fusões e reorganizações empresariais até fazer parte de grupos como PSA e, mais recentemente, Stellantis, reflete um compromisso com inovação contínua — inclusive em termos de eficiência de propulsão, plataformas de chassis e qualidade de componentes.
Quando se observa a linha 405 no contexto da marca, percebe-se a importância de um automóvel que não era o mais moderno da fábrica, mas que oferecia robustez, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças de reposição. Tudo isso, por fim, impacta a percepção de valor na Tabela FIPE, já que o estado de conservação, a originalidade de peças e a presença de itens de época ajudam a compor o retrato de cada unidade específica. Em termos de seguro, essa relação entre material originalidade, histórico de manutenção e condição atual do veículo é um fator significativo para entender como o veículo é avaliado pela seguradora, algo que também se percebe quando comparamos diferentes versões do mesmo modelo dentro da própria linha Peugeot.
Como funciona a Tabela FIPE e por que importa para este modelo
A Tabela FIPE funciona como um sistema de referência nacional para a valoração de veículos usados. Ela é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e agrega dados de transações de venda efetivas, bem como informações de mercado, para chegar a valores médios que servem de referência. A cada mês, a base de dados é atualizada para refletir as tendências de preço e a variação de demanda para cada modelo, versão e ano. Existem alguns elementos centrais que ajudam a entender como a FIPE funciona e por que ela é tão utilizada no Brasil:
- É baseada em transações reais: a FIPE utiliza dados de venda ocorridas em diferentes regiões do país, o que confere uma representatividade relevante ao valor médio apresentado.
- Avalia por versão e ano: a valoração considera a versão específica do veículo (no caso, o Mi 2.0 16V) e o ano de fabricação (1995), reconhecendo que pequenas variações entre versões podem impactar o preço de mercado.
- Atualização mensal: o mercado de usados muda com frequência, e a periodicidade de atualizações ajuda a manter a referência relevante para seguros, financiamentos e avaliações técnicas.
- Conservação e histórico são diferenciais: a FIPE aponta o valor médio, mas o estado de conservação, a quilometragem, eventual histórico de sinistros, alterações efetuadas e disponibilidade de peças originais podem levar a ajustes na indenização ou
