Valor FIPE Atual
R$ 77.418,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513044-1
Ano: 1993-3
MêsPreço
Jan/26R$ 77.418,00
Dez/25R$ 77.566,00
Nov/25R$ 77.683,00
Out/25R$ 77.870,00
Set/25R$ 78.120,00
Ago/25R$ 78.285,00
Jul/25R$ 78.411,00
Jun/25R$ 78.490,00
Mai/25R$ 78.648,00
Abr/25R$ 78.719,00
Mar/25R$ 78.838,00
Fev/25R$ 78.886,00

Visão geral da Tabela FIPE para o Scania R-113 E 320 6×4 2p diesel de 1993

Ao tratar de veículos pesados, especialmente caminhões históricos como o Scania R-113 E 320 com configuração 6×4 e cabine de 2 portas, entender a função da Tabela FIPE é essencial para quem atua na corretagem de seguros, na avaliação de perdas e na definição de coberturas. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) serve como referência de mercado para a reposição de veículos usados no Brasil, incluindo caminhões e plataformas com motores diesel. Embora o valor de reposição deva ser entendido como uma referência, ele influencia diretamente na composição de prêmios, na escolha de coberturas contra terceiros, colisão, incêndio, roubo e danos. Em especial para modelos envelhecidos, como o R-113 E 320 de 1993, a estratégia de seguridade precisa considerar a depreciação histórica, o estado de conservação, o histórico de manutenção e as particularidades de uso em operações pesadas.

Este artigo aborda o tema com foco específico no conjunto “Tabela FIPE SCANIA R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1993”, explorando a importância da marca, a ficha técnica resumida, o impacto do FIPE no seguro e orientações para manter o veículo com proteção adequada no portfólio de uma corretora de seguros. Ao longo do texto, você encontrará uma visão educativa sobre como diferentes aspectos — desde a história da linha Scania até a prática de avaliação para apólices — influenciam decisões de risco, valor de reposição e custo de proteção veicular.

Tabela FIPE SCANIA R-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1993

Sobre a marca Scania

A Scania é uma fabricante sueca amplamente reconhecida no segmento de caminhões, semirreboques e ônibus. Com raízes que remontam ao século XX, a marca consolidou-se pela robustez, eficiência de motores e capacidade de operação sob condições adversas. No Brasil, a Scania tem presença marcante no transporte de cargas pesadas, em particular em atividades de logística, construção e prestação de serviços de transporte de grande volume. O legado da empresa se reflete na oferta de serviços de pós-venda, rede de concessionárias e apoio técnico que ajudam a manter caminhões como o R-113 E 320 em operação contínua. A confiabilidade do conjunto motor-câmbio-eixo é particularmente relevante para seguros, pois impacto diretamente no custo de reposição, na disponibilidade de peças originais e no histórico de manutenções — fatores que costumam influenciar o prêmio ao longo do tempo.

Ficha técnica resumida

  • Ano/Modelo: 1993 – Scania R-113 E 320, caminhão pesado com configuração 6×4 e cabine de 2 portas
  • Configuração de eixo: 6×4 (três eixos, dois deles acionados)
  • Motor: diesel, 11,0 litros, seis cilindros em linha; potência máxima de 320 cv
  • Transmissão e aplicação: manual com várias marchas, adequado a operações de transporte de carga pesada

A combinação “R-113 E 320” reflete uma linha clássica da Scania, onde o motor de alta capacidade (11,0 L) fornece torque consistente para aplicação em pesado, como transporte de contêineres, cargas industriais e rotas com trechos de subidas íngremes. A cabine de 2 portas caracteriza um layout comum de caminhões de grande porte da época, priorizando simplicidade de acesso e eficiência de uso em operações de frota. No contexto da FIPE, esses elementos ajudam a traçar um valor de referência que reflita o perfil de veículo utilizado em atividades de carga e longas distâncias, observado em caminhões com características semelhantes de época, motor e configuração de eixo.

Histórico do modelo R-113 E 320 e o seu papel na frota

O Scania R-113 E 320 faz parte de uma geração que consolidou a reputação da marca para caminhões de linha de peso médio a pesado. Lançado no início dos anos 1990, esse conjunto combinava motor potente, robustez estrutural e uma configuração de eixo que favorecia a aplicação em operações que exigiam excelente capacidade de tração, estabilidade em estradas e resistência a condições de trabalho intensas. Em prazos de vida útil da frota, o modelo de 1993 representa uma categoria de veículo que ainda pode estar ativo em operações de carga, construção, mineração leve e logística regional, desde que bem mantido e revisado com peças originais. Do ponto de vista de seguros, veículos dessa idade exigem atenção especial ao histórico de manutenção, disponibilidade de peças de reposição e a consistência de dados que descrevem o uso real — tudo isso impacta na avaliação de risco, no acerto do valor de reposição e, por consequência, no prêmio do seguro.

Historicamente, a FIPE busca refletir, por meio de séries históricas, variações de preço de reposição para veículos usados em diferentes estados do país. Em caminhões com motor diesel e configuração 6×4, o comportamento de depreciação tende a ser menos linear do que em automóveis de passeio, dado o desgaste acelerado de componentes como o trem de força e a carroceria envolvida com atividades de carga pesada. Por isso, corretoras e seguradoras costumam usar a FIPE como referência, mas ajustam o valor com base em fatores de custo de reposição específico para cada veículo, incluindo desgaste de motor, estado de câmbio, condição da cabine, atestado de manutenção, kilometragem, histórico de sinistros e histórico de modificações ou adequações de carroceria.

A FIPE e o seguro de caminhões: impactos práticos para o prêmio

Para quem trabalha com seguros de frotas ou com seguradoras que operam no segmento de veículos pesados, a referência FIPE serve como ponto de partida para a avaliação de riscos. A tabela ajuda a definir o valor de referência para reposição ou indenização em caso de perda total, o que, por sua vez, impacta a base de cálculo do prêmio. Em caminhões como o Scania R-113 E 320, alguns fatores costumam ter peso significativo na prática de seguros:

• Idade do veículo: modelos de 1993 costumam ter depreciação maior pela idade e pela evolução tecnológica, o que pode exigir maior consideração para o valor de reposição ou para coberturas de peças originais.

• Histórico de manutenção: registros consistentes de revisões, trocas de componentes críticos (motor, transmissão, sistema de freio) e itens de desgaste ajudam a demonstrar menor risco de falhas imprevisíveis.

• Condição da cabine e carroceria: danos estéticos ou estruturais podem indicar reparos que afetam o valor de seguro, bem como a necessidade de coberturas adicionais para proteção de terceiros e dos componentes expostos.

• Modificações e adequações: adaptações para serviços específicos (carroceria de transporte de contêineres, baús customizados, plataformas) precisam ser consideradas, pois afetam a classificação de risco e o valor de reposição.

Ao compor uma apólice para um Scania R-113 E 320, a seguradora avalia não apenas o valor de reposição segundo a FIPE, mas também o custo de reparo, a disponibilidade de peças originais e a rede de assistência técnica. A combinação desses fatores orienta a decisão sobre coberturas adequadas (colisão, incêndio, roubo, roubo qualificado, responsabilidade civil, entre outras) e sobre a escolha de franquias, limites de cobertura e extensões como guincho, carro reserva ou proteção de motor. Em termos de gestão de risco, manter um histórico consistente de manutenção e documentação facilita a negociação de condições mais eficientes, inclusive para proprietários de frotas que buscam otimização de custos ao longo de diferentes contratos de seguro.

Cuidados práticos para manter o valor e reduzir custos de seguro

Para quem gerencia veículos pesados como o R-113 E 320, alguns cuidados práticos ajudam a manter o valor de reposição alinhado com a FIPE e a alcançar condições de seguro mais favoráveis. Aqui vão quatro recomendações-chave:

  • Manutenção preventiva regular: siga o programa recomendado pelo fabricante, com registro das inspeções, revisão do motor, sistema de freios, suspensão e componentes de transmissão. A rastreabilidade das manutenções é um ponto favorável para seguradoras.
  • Documentação organizada: mantenha em ordem todo o histórico de serviços, notas fiscais de peças originais, certificados de treinamento de operação e inspeções periódicas. A transparência reduz dúvidas de risco.
  • Conservação da cabine e carroceria: proteja a pintura, sinais de trincas, ferrugem e danos estruturais. Reparos bem feitos ajudam a preservar o valor de reposição e evitam ajustes de prêmio com base em danos não mitigados.
  • Adoção de telemetria e monitoramento: soluções de rastreamento e telemetria ajudam a demonstrar uso real, hábitos de condução e localização, o que pode favorecer o controle de risco e a gestão de sinistros.

Observação: cada caso é único. A FIPE serve como referência, não como valor definitivo de reposição. Fatores como quilometragem, estado geral, manutenção registrada e uso do veículo influenciam o mútuo ajuste entre o valor de referência e o valor efetivo que a seguradora considera para a apólice. Por isso, é comum que as apólices de caminhões pesados usem uma combinação de referências — FIPE, proposta técnica da empresa