| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 16.713,00 |
| Dez/25 | R$ 16.745,00 |
| Nov/25 | R$ 16.771,00 |
| Out/25 | R$ 16.812,00 |
| Set/25 | R$ 16.866,00 |
| Ago/25 | R$ 16.902,00 |
| Jul/25 | R$ 16.930,00 |
| Jun/25 | R$ 16.947,00 |
| Mai/25 | R$ 16.981,00 |
| Abr/25 | R$ 16.997,00 |
| Mar/25 | R$ 17.023,00 |
| Fev/25 | R$ 17.034,00 |
Guia da Tabela FIPE GM para o Chevrolet Brasinca Blazer CD 4.1 1995: entender, aplicar e conhecer a ficha técnica
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para estimar o valor de reposição de veículos usados em diversas situações, incluindo seguros, financiamentos e avaliações de danos. No contexto de uma corretora de seguros, compreender como funciona a Tabela FIPE relacionada a modelos da GM (General Motors) — como o Chevrolet Brasinca Blazer CD 4.1 1995 — é fundamental para orientar a avaliação de risco, a escolha de coberturas e, consequentemente, o cálculo do prêmio. Embora o valor da tabela seja apenas um referencial, ele influencia diretamente as condições de seguro, especialmente em categorias de utilitários esportivos (SUVs) com características específicas de manutenção, reparabilidade e disponibilidade de peças. Neste artigo, vamos abordar a importância da tabela, fomentar uma visão educativa sobre o modelo e apresentar a ficha técnica do Chevrolet Blazer CD 4.1 1995 para ampliar o entendimento do leitor sobre o veículo e o seu contexto histórico na linha GM Brasil.
Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação na área de seguros
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida dados de preços de veículos usados de forma padronizada, com atualização mensal. Para uma seguradora, essa referência serve como base para estimar o valor de reparo em caso de sinistro, calcular o valor de indenização ou de cobertura compreensiva, e orientar o cliente sobre a evolução do custo de reposição ao longo do tempo. No caso de modelos da GM, como o Blazer CD 4.1, o histórico de produção, as variações de configuração ao longo dos anos e a disponibilidade de peças originais impactam a leitura da FIPE e, por consequência, o cálculo de prêmios de seguro. Assim, compreender a lógica da FIPE ajuda tanto o corretor quanto o segurado a alinhar expectativas quanto à indenização e aos recursos de cobertura disponíveis.

Para quem atua na área de seguros, é comum observar que o valor referencial da FIPE aumenta ou estabiliza conforme a idade do veículo, a demanda por peças de reposição, a disponibilidade de modelos equivalentes no mercado e as mudanças de configuração entre as gerações. Em particular, modelos de SUVs de porte médio, como o Blazer, podem ter variações de preço associadas ao estado de conservação, ao histórico de uso (cidade, estrada, off-road) e à existência de versões com tração 4×4, que costumam ter demanda específica no mercado de seguros. Por isso, ao analisar uma proposta para este veículo, é essencial cruzar as informações da FIPE com a ficha técnica, o estado de conservação do carro e o perfil do motorista para chegar a uma avaliação de risco adequada e personalizada.
Além disso, vale destacar que a nomenclatura e as designações de variantes podem aparecer de forma diferente em documentos históricos e no acervo da FIPE. No caso específico do Chevrolet Brasinca Blazer CD 4.1 1995, a referência pode variar conforme as redes de venda, registros de fábrica e documentação local de mercado. Por isso, a leitura da Tabela FIPE deve ser acompanhada de uma verificação da configuração do veículo em questão, incluindo motor, câmbio, tração e itens de conforto e segurança, para evitar divergências entre o valor referencial e o valor real de reposição ou indenização. A prática recomendada é consultar a ficha técnica do veículo e, se houver dúvidas, verificar a referência FIPE correspondente à versão exata consultada no momento da avaliação ou cotação de seguro.
Sobre a Chevrolet e a linha Blazer no Brasil
A Chevrolet, marca que compõe o portfólio da GM no Brasil, desempenha um papel histórico importante no segmento de utilitários esportivos (SUVs) do país. A Blazer, conhecida por oferecer robustez, capacidade de condução fora de estrada moderada e um interior pensado para famílias, tornou-se um símbolo de versatilidade em várias gerações. No contexto brasileiro, o escopo da linha Blazer evoluiu ao longo dos anos, mantendo o foco em desempenho, conforto e utilidade prática para diferentes perfis de uso — desde deslocamentos urbanos até viagens com carga e passageiros. A presença da marca GM no Brasil, com fábricas locais, ajudou a moldar um ecossistema de manutenção, rede de concessionárias e disponibilidade de peças que também influencia o desempenho do seguro para esse tipo de veículo. Ao considerar a Tabela FIPE para um modelo como o Blazer CD 4.1 de 1995, é crucial entender que esse veículo representa uma época em que SUVs com tração 4×4 e motores robustos eram amplamente valorizados pela sua capacidade de enfrentar rodovias desafiadoras e terrenos irregulares, o que, por sua vez, afeta a percepção de risco e o custo do seguro.
Além de ser um veículo com apelo histórico para entusiastas de automóveis, o Blazer também serve como referência para o comportamento de uso de SUVs urbanos — um fator observado por profissionais de seguros: quando o veículo é utilizado com maior frequência em deslocamentos urbanos, correções de prêmio podem diferir de um uso mais recreativo ou off-road. A leitura da FIPE, junto com a ficha técnica, ajuda a companhia de seguros a ter uma visão mais holística do valor de reposição, da necessidade de coberturas específicas (indenização integral, garantia de peças originais, assistência 24h) e dos ajustes de prêmio conforme o perfil do condutor e do veículo.
Ficha Técnica: Chevrolet Brasinca Blazer CD 4.1 1995
- Motor: 4.1 litros, seis cilindros em linha (I6), alimentação a gasolina.
- Transmissão e tração: transmissão automática de 4 velocidades com opção de tração 4×4, configuração típica para utilitários esportivos da época, com redução em versões específicas para uso off-road leve.
- Configuração de carroceria e capacidade: SUV de porte médio com cabine ampla, configuração de até 4 portas, preparada para transportar família ou carga adicional conforme a versão, com capacidade típica de ocupantes para 5 a 7 passageiros e espaço de bagagem compatível com o uso de veículo utilitário.
- Equipamentos relevantes: conforto padrão da época como ar-condicionado, direção assistida, vidros elétricos e travamento elétrico; itens de segurança e de conforto adicionais variavam conforme a versão, com opções que podiam incluir recursos como controle de estabilidade ou airbags apenas em versões posteriores, quando disponíveis no mercado brasileiro.
É importante reforçar que a ficha técnica apresentada acima sintetiza as características mais comumente associadas a esta geração e configuração do modelo. Em veículos clássos ou de transição, linhas de produção Regionais podem apresentar variações entre lote de fabricação, notas de fábrica e ajustes de concessionárias. Para a seguradora, esse conjunto de aspectos — motor, transmissão, tração, dimensões e equipagem — é essencial para mapear o risco, entender as necessidades de cobertura e, consequentemente, indicar as melhores soluções de proteção para o proprietário.
Implicações da ficha técnica na avaliação de seguros
Quando a seguradora avalia um veículo antigo ou de coleção, o conjunto de informações da ficha técnica entra como base essencial para determinar o risco de acionamento de sinistro, a probabilidade de custo de reparo e a disponibilidade de peças originais. No caso do Chevrolet Blazer CD 4.1 1995, o motor 4.1 e a configuração 4×4 podem influenciar positivamente ou negativamente o prêmio, dependendo do estado de conservação, histórico de manutenção e disponibilidade de peças. Peças de reposição originais ou de qualidade equivalente, bem como a mão de obra especializada para modelos de época, podem impactar no custo de reparo, fator diretamente ligado ao cálculo de indenização e de prêmio anual de seguro. Além disso, a leitura da FIPE ajuda a calibrar o valor de referência para a indenização em caso de sinistro total, evitando subavaliação ou superavaliação do veículo na apólice.
Para proprietários de veículos com esse perfil, vale a pena investir em um histórico de manutenções documentado, com check-ups regulares e, quando possível, a documentação de peças originais ou equivalentes de qualidade. Assim, a seguradora ganha maior clareza sobre o estado técnico do veículo, reduzindo ambiguidades durante o processo de avaliação de sinistro e contribuindo para uma cobertura mais estável e adequada às necessidades do proprietário. O papel da FIPE, por sua vez, continua sendo uma referência de valor de mercado, que se ajusta mensalmente para refletir as condições do mercado e as alterações de disponibilidade de modelos no mercado de usados.
Por fim, é relevante mencionar que, para veículos com história específica de uso — como SUVs com capacidades 4×4 — as seguradoras costumam considerar fatores adicionais, como o perfil de uso (urbano, estrada, fora de estrada), as regiões de circulação e o comportamento de condução. Esses aspectos ajudam a compor um quadro de risco mais fiel, contribuindo para a definição de coberturas recomendadas, limites de indenização e eventuais descontos por perfil de condução responsável, além de programas de proteção que valorizam a manutenção preventiva. Em conjunto, a Tabela FIPE, a ficha técnica e a avaliação de risco personalizada formam a tríade que sustenta decisões mais sólidas na contratação de seguro para o Chevrolet Blazer CD 4.1 1995.
Ao planejar a proteção veicular, é útil lembrar que a leitura da FIPE não substitui a avaliação técnica do veículo nem a consulta com o corretor de seguros. Trata-se de ferramentas complementares que, quando bem utilizadas, ajudam o proprietário a entender melhor o valor de reposição, as alternativas de coberturas disponíveis e as condições de sinistro, de forma clara e transparente. Para quem busca uma proteção adequada a um modelo com esse histórico, a combinação de uma boa leitura da FIPE, uma ficha técnica clara e um corretor atento às particularidades do veículo é o caminho para um seguro mais eficiente e alinhado com as necessidades reais do proprietário.
Se você estiver avaliando a contratação de seguro para um Chevrolet Blazer CD 4.1 1995 ou para modelos similares da GM, considere realizar uma cotação com a GT Seguros. Uma análise integrada pode facilitar a escolha de coberturas, condições de reparo e benefícios adicionais que façam diferença no dia a dia da proteção veicular.
