| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 56.178,00 |
| Dez/25 | R$ 56.285,00 |
| Nov/25 | R$ 56.370,00 |
| Out/25 | R$ 56.506,00 |
| Set/25 | R$ 56.688,00 |
| Ago/25 | R$ 56.808,00 |
| Jul/25 | R$ 56.900,00 |
| Jun/25 | R$ 56.957,00 |
| Mai/25 | R$ 57.072,00 |
| Abr/25 | R$ 57.124,00 |
| Mar/25 | R$ 57.210,00 |
| Fev/25 | R$ 57.245,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2009 e suas implicações para seguros
A Tabela FIPE é referência essencial para avaliações de mercado de veículos usados no Brasil. Entender como esse índice funciona e como ele se aplica a um modelo específico ajuda o segurado a ter uma base sólida na hora de contratar ou renovar o seguro, especialmente quando o veículo tem características de uso peculiar, como o Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel, fabricado em 2009. O Marruá é um veículo com foco em utilidade off-road, com motor diesel turbo e uma construção robusta voltada para atuação em áreas rurais, terrenos acidentados e situações que exigem tração, durabilidade e capacidade de carga. Ao falar da Tabela FIPE para este modelo, o objetivo é mostrar como o valor de tabela impacta a cobertura, a indenização em caso de sinistro, a escolha de franquias e os prêmios de seguro ao longo do tempo.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros e avaliações
A Tabela FIPE, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolida mensalmente os valores médios de mercado de automóveis usados, com base em uma amostra de anúncios, registros de transações e avaliações de condições. Esses números não representam o preço de venda de um anúncio específico, mas sim uma referência consolidada do que o veículo costuma valer naquele mês, considerando estado de conservação, quilometragem, região de circulação e eventuais modificações. No mundo dos seguros, a FIPE funciona como uma base para três grandes funções: precificação de apólice, composição de indenização em caso de sinistro com cobertura de veículo próprio e cálculo de depreciação em cenários de perda total.

Para modelos como o Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2009, a aplicação da FIPE pode ter impactos práticos. Em primeiro lugar, o valor de referência ajuda o corretor a dimensionar a cobertura a partir de um parâmetro comum aos seguradores, evitando subestar ou superestimar o risco. Em segundo lugar, a variação mensal da FIPE reflete as condições de mercado: se a disponibilidade de peças, o custo de reposição ou a demanda por veículos utilitários leves com tração 4×4 oscila, esse movimento tende a se transferir para o prêmio. Por fim, a FIPE também é empregada para auxiliar clientes na avaliação de propostas de venda ou compra, servindo como um termômetro de quanto o veículo pode valer frente a opções de aquisição ou substituição.
É importante lembrar: a FIPE não leva em conta particularidades específicas do histórico do carro (por exemplo, modificações não originais, histórico de severas colisões, uso militar ou de operações de alto desgaste, alterações de motor, entre outros). Para seguros, além da média da FIPE, o perfil do veículo — idade, estado de conservação, quilometragem, local de residência, uso principal, histórico de sinistros e adesões de dispositivos de segurança — continua sendo crucial na composição do preço final da apólice. No caso do Marruá, que é um veículo com aplicação prática em terrenos desafiadores, esse conjunto de fatores tende a ter peso relevante na cotação, já que o risco de prática off-road eleva, entre outras coisas, o risco de avarias mecânicas e de reparos mais complexos em determinadas regiões.
Ficha técnica do Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2009
A seguir estão itens-chave que costumam compor a ficha técnica de referência para o Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel de 2009. A ideia é oferecer um retrato técnico que ajude a entender o que a FIPE pode refletir ao estimar o valor de tabelas de seguro, sem perder de vista a natureza funcional do veículo.
- Motor: diesel 2.8 L, 4 cilindros, turbo com injeção direta (CD TDI). Desempenho voltado ao torque em baixas rotações, o que favorece a tração em terreno acidentado.
- Potência e torque: potência estimada entre 110 e 120 cavalos (cavalo-vapor), torque máximo em torno de 320 Nm, com resposta rápida em marcha reduzida.
- Transmissão e tração: transmissão manual de 5 velocidades; sistema 4×4 com reduzida, adequado para uso fora de estrada e terrenos lamacentos ou rochosos.
- Configuração e peso: veículo utilitário leve com caçamba/caixa para carga; massa em ordem de marcha aproximadamente na faixa de 1.8 a 2.0 toneladas, com capacidade de carga útil compatível com uso industrial ou institucional.
Essa ficha técnica sintetizada ajuda a entender as particularidades do Marruá que influenciam o comportamento do seguro. Em especial, o motor diesel turbo acoplado a uma transmissão robusta caracteriza um conjunto que tende a exigir cuidados específicos de manutenção, disponibilidade de peças e atenção ao histórico de uso. Além disso, a tração 4×4 com reduzida é um fator de risco e de custo agregado em seguros que visam cobrir danos a componentes de tração, eixos, sistema de transmissão e o conjunto de componentes de suspensão submetidos a esforços diferenciados em terrenos desafiadores.
A marca Agrale: tradição brasileira em mobilidade industrial e utilitária
Agrale é uma empresa brasileira com trajetória marcada por soluções de mobilidade para uso agroindustrial, militar e institucional. Fundada em 1960, a fabricante ganhou espaço ao desenvolver caminhões, veículos especiais e, mais recentemente, modelos utilitários leves voltados a serviços em áreas com infraestrutura limitada. O Marruá, em especial, representa uma linha de veículos com foco em capacidades off-road, resistência e versatilidade. A estratégia da marca ao longo dos anos tem sido combinar engenharia nacional com demandas locais, criando soluções que atendam a clientes que buscam desempenho confiável em terrenos difusos, com manutenção compatível ao cenário brasileiro de peças e assistência técnica.
Essa identidade combina com a visão de seguros que precisam contemplar o custo de reposição de peças, a disponibilidade de assistência e a possibilidade de uso em contextos que exigem robustez mecânica. Em termos práticos, o valor FIPE para modelos de marca brasileira com histórico de produção limitada pode apresentar variações regionais mais intensas do que em veículos de montagem em massa. Por isso, entender a origem da marca, seu posicionamento no mercado e a disponibilidade de rede de assistência ajuda a interpretar o comportamento do seguro ao longo dos anos, especialmente para modelos como o Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2009, que podem não estar presentes na linha de produção atual, mas permanecem ativos no mercado de usados com procura específica.
Implicações da FIPE para o seguro deste modelo e dicas úteis
Quando o objetivo é contratar ou renovar o seguro de um Marruá AM 100, a FIPE atua como um eixo de referência, mas não é o único fator que determina o prêmio. O histórico de uso do veículo — por exemplo, se ele é empregado em atividades rurais, em atividades institucionais ou em deslocamento entre unidades — contribui para o cálculo de risco. Além disso, a idade do modelo (em 2009) tende a colocar o veículo em uma faixa de avaliação que demanda atenção especial quanto à manutenção, idade de componentes críticos (filtro, sistema de injeção, pneus, freios, suspensão) e desgaste de itens de consumos que podem encarecer reparos. O estado de conservação geral, a presença de alterações não originais (padrão de fábrica ou modificações) e a regularidade de revisões também influenciam o custo do seguro.
Para orientar o leitor na prática, seguem alguns pontos úteis que costumam surgir na relação entre FIPE e seguro para o Marruá 2009:
- Estado de conservação: veículos bem conservados geralmente apresentam valor de FIPE mais estável e, por consequência, prêmios de seguro mais equilibrados, desde que não haja histórico de sinistros significativos.
- Uso e finalidade: veículos usados para operações institucionais ou em atividades rurais podem exigir coberturas específicas, como proteção contra danos a terceiros em ambientes hostis e cobertura de equipamentos de acessórios instalados no veículo para fins de serviço.
- Peças de reposição e assistência: a disponibilidade de peças originais e a presença de uma rede de assistência técnica para o Marruá podem influenciar o custo do seguro, sobretudo em regiões menos atendidas pela rede de concessionárias ou oficinas especializadas.
- Modificações e itens adicionais: acessórios, carrocerias especiais, guarnições de caçamba e dispositivos de proteção podem impactar a apólice, exigindo avaliações adicionais para assegurar que a cobertura cubra esses componentes.
Em termos de escolha de cobertura, o mercado costuma oferecer combinações que equilibram proteção a terceiros, danos a veículo e riscos de roubo ou furto. Para um Marruá, as opções recomendadas costumam incluir:
- CoberturaCompreensiva (casco) com franquia adequada ao perfil do usuário;
- Indenização por dano total com base na FIPE ou valor de reposição acordado;
- Assistência 24 horas, com reboque para locais remotos;
- Proteção contra roubo e furto qualificado, com possibilidade de monitoramento de localização caso haja sistemas instalados.
Essas sugestões ajudam a entender como a FIPE se traduz em decisões práticas de segurabilidade para o Marruá AM 100. O equilíbrio entre custo e proteção depende do uso real do veículo, do ambiente de atuação e da disponibilidade de manutenção. Um corretor de seguros experiente pode alinhar a Tabela FIPE com o perfil do proprietário para chegar a uma solução que cubra de forma adequada os riscos sem onerar em demasia o prêmio mensal.
Além disso, vale considerar que a cotação baseada apenas na FIPE pode não refletir toda a realidade do valor segurável. Em casos onde o Marruá opera em fretes ou serviços com valor de substituição elevado, pode ser prudente estabelecer um valor segurado próximo ao valor de reposição, assegurando cobertura para peças de maior custo ou para cenários de perda total com base no preço atual de mercado, já que este modelo específico pode sofrer variações significativas conforme o estado de conservação e a disponibilidade de peças na região do contratante.
Para quem quer entender melhor como o índice FIPE se conecta com a proteção do Marruá, uma consultoria com um corretor de seguros pode esclarecer quais itens do nosso portfólio se encaixam mais adequadamente ao perfil do veículo. A ideia é chegar a uma solução que cubra não apenas o valor do veículo na média de mercado, mas que também reconheça as particularidades operacionais, o custo de reposição de peças e a logística necessária para manutenção de uma máquina como o Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2009.
Em resumo, a Tabela FIPE funciona como uma bússola para seguros de veículos usados, mas a decisão final de cobertura deve levar em conta o uso prático, o estado de conservação, a disponibilidade de peças e a rede de assistência. Quando se trata de um modelo com perfil off-road como o Marruá, esses elementos ganham relevância adicional, já que o custo de reparo e a complexidade de peças podem variar bastante de uma região para outra. O resultado é que uma cotação bem calibrada, com base na FIPE combinada a uma avaliação técnica do veículo, tende a oferecer proteção mais adequada sem surpresas desagradáveis no momento de um sinistro.
Se você busca proteção com a expertise necessária para veículos com este perfil, é aconselhável orientar-se com profissionais que entendam tanto do valor de