| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 3.892,00 |
| Dez/25 | R$ 3.900,00 |
| Nov/25 | R$ 3.941,00 |
| Out/25 | R$ 3.951,00 |
| Set/25 | R$ 3.882,00 |
| Ago/25 | R$ 3.891,00 |
| Jul/25 | R$ 3.898,00 |
| Jun/25 | R$ 3.902,00 |
| Mai/25 | R$ 3.910,00 |
| Abr/25 | R$ 3.914,00 |
| Mar/25 | R$ 3.920,00 |
| Fev/25 | R$ 3.923,00 |
Como interpretar a referência FIPE para o AGRALE SXT 27.5 EX 190cc 1997
A Tabela FIPE funciona como uma bússola de referência utilizada por seguradoras, corretores e consumidores para situar o valor de veículos usados. No caso de modelos históricos como o AGRALE SXT 27.5 EX 190cc 1997, a leitura cuidadosa dessa tabela é fundamental para entender como o veículo pode ser avaliado para seguridade, indenizações e condições de cobertura. Este texto explora, de forma educativa, os limites e as possibilidades de usar a referência FIPE nesse contexto específico, sempre com foco em como isso impacta a gestão de seguros e a tomada de decisão do consumidor.
Para quem atua no ramo de corretagem ou pretende contratar um seguro, a FIPE não é apenas um número. Trata-se de uma referência que agrega dados de transações de veículos semelhantes, considerando estado de conservação, acessórios originais e o contexto de uso do veículo. Quando se trata de um modelo como o AGRALE SXT 27.5 EX 190cc 1997, a leitura da FIPE ajuda a entender onde o veículo se encaixa no portfólio histórico de seguros, quais situações costumam influenciar prêmios e como pensar em coberturas que façam sentido para quem possui um bem com trajetória de uso específica.

Entenda o que a Tabela FIPE representa
A FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – consolida anualmente valores de referência com base em uma amostra de transações de venda entre pessoas físicas e jurídicas. Esses valores servem como referência para cálculos de seguros, financiamentos e avaliações de mercado. Em modelos mais antigos, como o AGRALE SXT 27.5 EX 190cc 1997, a utilidade da FIPE vai além de um simples número: ela subsidia a comparação entre estados de conservação, disponibilidade de peças originais e custos médios de reposição de itens originais que costumam compor o veículo.
É importante notar que, em seguros, as seguradoras costumam usar a referência FIPE como base de indenização em caso de perda total ou para estimar o custo de reposição de peças, sempre ajustado à condição real do veículo e ao valor contratado na apólice. Em veículos históricos, a diferença entre o valor de mercado efetivo e o valor de referência pode se acentuar, exigindo documentação detalhada sobre conservação, histórico de manutenção e atualização de itens originais. Por isso, compreender como a FIPE se relaciona com o estado do veículo é essencial para definir coberturas adequadas, franquias e limites de garantia.
Ficha técnica do AGRALE SXT 27.5 EX 190cc 1997
Abaixo está uma ficha técnica representativa com base nos registros históricos da marca e nas referências da Tabela FIPE para esse modelo específico. Esses itens ajudam a entender o tipo de veículo, o comportamento de seguro e a avaliação de risco, sem se prender a valores exatos que podem variar com a condição atual do exemplar.
- Motor: 190 cm³, 1 cilindro, arrefecimento a ar, alimentação por carburador
- Transmissão: manual, 4 velocidades
- Rodas e suspensão: rodas 27,5″ (aro), com configuração adequada para uso urbano e eventual terreno não agressivo
- Peso e dimensões: peso aproximado e dimensões proporcionais à linha histórica do modelo; informações podem variar conforme unitário e conservação
Essa ficha técnica, embora resumida, oferece elementos-chave para o entendimento do comportamento do veículo em termos de valor de reparação, custo de reposição de peças originais e necessidade de coberturas específicas. Em particular, o motor de 190 cm³, a configuração de 4 marchas e as características de roda de 27,5″ ajudam a caracterizar o tipo de uso que o exemplar permite — essencial para a avaliação de risco pela seguradora e, consequentemente, para o desenho da apólice adequada.
A marca AGRALE e seu legado no cenário brasileiro
A Agrale, muitas vezes reconhecida pelo seu slogan de utilidade prática, nasceu para atender necessidades do setor agrícola e de uso rural brasileiro. Ao longo das décadas, a marca consolidou-se como fornecedora de equipamentos pesados e, posteriormente, de veículos utilitários que buscavam aliar robustez, simplicidade de manutenção e capacidade de operação em condições menos favorecidas. O portfólio da Agrale teve, ao longo dos anos, uma presença marcante em feiras técnicas, projetos de infraestrutura rural e soluções de mobilidade leve voltadas a regiões com infraestrutura viária menos desenvolvida.
Para o mercado de seguros, a essência da marca — foco em durabilidade e facilidade de manutenção — costuma reduzir a complexidade de sinistros, especialmente quando se comparam demandas por peças originais, serviços autorizados e disponibilidade de assistência técnica. Contudo, veículos históricos exigem cuidados especiais: a disponibilidade de peças pode ser menor, o que pode impactar o custo de reposição e, por consequência, o desenho da política de cobertura. Ao considerar o AGRALE SXT 27.5 EX 190cc 1997, é comum observar uma combinação entre apelo histórico, valor de conservação e a necessidade de coberturas que respondam pela menor disponibilidade de peças específicas do modelo.
Considerações práticas para seguro e uso do FIPE
Para quem está buscando proteção adequada, entender a relação entre FIPE, ficha técnica e estado atual do veículo é essencial. Seguradoras costumam considerar o valor de referência como base para a indenização, mas a documentação que comprove a originalidade de peças, a estética do carro e o histórico de manutenção pode influenciar a avaliação final no momento de uma eventual indenização. Modelos históricos, como este AGRALE, podem exigir coberturas adicionais voltadas a peças originais, restauração e possibilidade de uso diário com limitações, ou mesmo coberturas diferenciadas para roubo, incêndio ou danos acidentais que ocorram fora do uso urbano comum.
Além disso, questões como a disponibilidade de assistência técnica para modelos mais antigos e a dificuldade de achar peças originais costumam impactar o custo total de posse. A FIPE, nesse contexto, funciona como referência contínua para ajuste de coberturas, franquias e limites de responsabilidade, sempre alinhada ao estado específico do veículo. Nessa linha, é comum que o corretor oriente o titular a manter um histórico de manutenção detalhado, com notas de serviço, trocas de componentes e documentação de restaurações para fortalecer a avaliação pela seguradora quando o veículo não é novo.
Para quem está avaliando a viabilidade de manter ou adquirir um exemplar histórico, vale também entender que seguros podem oferecer opções de “valor de mercado” com base no FIPE ou, em alguns casos, um “valor acordado” que reflete o preço alvo para indenização, fixado na assinatura da apólice. A escolha entre essas abordagens pode depender do
