| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 294.586,00 |
| Dez/25 | R$ 305.271,00 |
| Nov/25 | R$ 305.730,00 |
| Out/25 | R$ 306.466,00 |
| Set/25 | R$ 307.450,00 |
| Ago/25 | R$ 308.099,00 |
| Jul/25 | R$ 308.594,00 |
| Jun/25 | R$ 308.904,00 |
| Mai/25 | R$ 302.908,00 |
| Abr/25 | R$ 292.665,00 |
| Mar/25 | R$ 294.136,00 |
| Fev/25 | R$ 295.615,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Mercedes-Benz Axor 4141 K 6×4 (E5) 2013 e sua ficha técnica
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Quando esse referencial envolve caminhões pesados, como o Mercedes-Benz Axor 4141 K 6×4, 2 portas, motorização diesel Euro 5 (E5), ano de 2013, ele ganha importância extra para seguradoras, proprietários e interessados em negociação de frotas. Este artigo mergulha na Tabela FIPE aplicada a um caminhão dessa categoria, apresenta uma ficha técnica detalhada do modelo, discute a relação entre a marca e o valor de mercado, e oferece orientações educativas sobre como entender o valor FIPE no contexto de seguros. Ao final, você encontrará uma sugestão discreta para considerar uma cotação com a GT Seguros.
Ficha Técnica do Axor 4141 K 6×4 (E5) 2013
A Mercedes-Benz, ao oferecer a linha Axor, priorizou confiabilidade, robustez e disponibilidade de peças para o uso diário de operações logísticas, construção e transporte de cargas em condições diversas. Abaixo está a ficha técnica consolidada para o Axor 4141 K, 6×4, com cabine de duas portas, Euro 5, ano de 2013, que costuma ser encontrada em frotas brasileiras de porte médio a pesado. Lembre-se: configurações podem variar conforme a carroceria, opção de cabine e pacote de transmissão.

Dados comuns de referência para o Axor 4141 K 6×4 (E5), 2013:
Marca: Mercedes-Benz; Linha/Modelo: Axor 4141 K; Ano/Versão: 2013; Categoria: Caminhão pesado com tração 6×4; Cabine: 2 portas; Motorização: Diesel, motor de seis cilindros em linha, turboalimentado, injeção comum, emissões Euro 5; Cilindrada: aproximadamente 12,0 a 12,8 litros; Potência: em torno de 410 cavalos de potência; Torque: próximo de 2.100 Nm; Transmissão: caixa de câmbio pesada, com opções de várias velocidades (comumente 9 velocidades em configurações manuais para caminhões desse porte); Tração: 6×4 (grupo motriz em dois eixos dianteiro e traseiro com eixo auxiliar); Peso Bruto Total (PBT): na faixa de 28.000 kg, variando conforme a carroceria; Capacidade de carga útil: tipicamente entre 14.000 kg e 20.000 kg, dependendo da configuração de caçamba/baú e acessórios; Combustível: Diesel; Emissões: Euro 5; Dimensões e espaço de cabine: variam conforme a configuração de eixo e o tipo de carroceria, com espaço suficiente para operações de transporte de carga de médio a longo alcance; Observação: as especificações exatas dependem da configuração específica do veículo, da carroceria instalada e de eventuais upgrades de conforto ou tecnologia a bordo.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de caminhões
A Tabela FIPE é elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e representa o preço médio de mercado de veículos usados no Brasil. O valor FIPE serve como referência para diversas operações, como aquisição de seguro, reajustes de aluguel de frotas, negociação de venda e avaliação de sinistros. Para caminhões como o Axor 4141 K, o FIPE funciona como uma base de referência que ajuda seguradoras a estimar o valor de indenização em caso de sinistros, além de orientar proprietários quanto ao valor de reposição em cenários de crédito ou composições de frotas. A atualização mensal da FIPE reflete, em termos agregados, a variação de demanda, oferta de peças, custo de manutenção e condições macroeconômicas que afetam o preço de mercado de caminhões usados.
Como leitura prática, o valor FIPE não representa o preço de venda exatamente observado em uma transação específica, mas sim um preço médio de referência para aquele modelo, ano e condição. Em operações de seguro, essa referência ajuda a definir o que é considerado o “valor segurado” ou “valor de indenização”, e pode influenciar também a forma de cobrança de franquias, limiares de cobertura e a escolha entre coberturas de valor de reposição ou de reparo. Em caminhões, onde a depreciação é fortemente influenciada por a relação entre peso, motor, estado de preservação e uso (cargas, rotas, quilometragem), o FIPE funciona como um norte estável para comparação entre opções de seguro, sem prescrever condições de uma única transação.
É comum que oficinas, corretores e seguradoras usem o FIPE como parâmetro de referência para o valor segurado de caminhões. No entanto, é recomendável considerar também fatores específicos do veículo, como a idade da cabine, o desgaste do motor, histórico de manutenção, avarias estruturais e as alterações na carroceria, que podem alterar o custo real de substituição ou de reparo. Em contratos de seguro para frotas, algumas seguradoras também contemplam o “valor de reposição” dependendo da modalidade contratada, o que pode oferecer proteção adicional em cenários de depreciação acelerada ou de valor de mercado de reposição.
A leitura educativa da Tabela FIPE para o Axor 4141 K 6×4 de 2013 envolve entender que o valor de referência muda com o tempo e com a condição do veículo. Fatores como idade da frota, manutenção regular, disponibilidade de peças originais Mercedes-Benz, histórico de sinistros e o uso específico da carroceria influenciam o quanto o valor FIPE reflete a realidade do seu caminhão naquele momento. Por isso, para quem administra frotas, é essencial monitorar o FIPE mensalmente, dialogando com o corretor de seguros para ajustar o valor segur
Aplicações práticas da Tabela FIPE para o Axor 4141 K 6×4 2p (diesel) (E5) 2013
Interpretação do valor segurado no dia a dia da operação
Embora o FIPE forneça uma referência estável, a realidade do Axor 4141 K 6×4 2p (diesel) (E5) 2013 varia com o tempo. O custo de reposição ou reparo depende de fatores como o estado da cabine, o desgaste do motor, a idade de componentes, o peso transportado e as condições de uso. A disponibilidade de peças originais e o histórico de manutenções pesam na avaliação da depreciação e podem ampliar ou reduzir o valor efetivo segurado. Em frotas, a comparação entre valor de reposição e valor de mercado deve considerar também ajustes na carroceria, eventuais avarias estruturais e modificações realizadas.
- Condições de preservação do motor e da transmissão
- Histórico de sinistros e de manutenção
- Consistência entre peças originais e disponibilidade no mercado
Para gestores, é essencial atualizar o valor segurado periodicamente, alinhando FIPE, uso prático e política da seguradora. Em contratações com modalidades específicas, pode-se contemplar o valor de reposição para proteção adicional. Para facilitar esse alinhamento entre FIPE, condições de uso e cobertura, consulte a GT Seguros.
