Valor FIPE Atual
R$ 752.098,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513363-7
Ano: 2025-3
MêsPreço
Jan/26R$ 752.098,00
Dez/25R$ 753.530,00
Nov/25R$ 754.662,00
Out/25R$ 756.478,00
Set/25R$ 758.907,00
Ago/25R$ 760.505,00
Jul/25R$ 761.724,00
Jun/25R$ 762.487,00
Mai/25R$ 764.016,00
Abr/25R$ 764.705,00
Mar/25R$ 765.854,00
Fev/25R$ 739.504,00

Visão abrangente da Tabela FIPE para o SCANIA P360 B 6×2 2p (diesel)(E6) 2025

A Tabela FIPE é, para o setor de seguros e para o mercado de aquisição de veículos pesados, uma referência amplamente utilizada para balizar valores médios de mercado. No contexto de caminhões e semirreboques, essa tabela serve como base para entender de forma objetiva onde se situam os preços praticados, facilitando negociações entre compradores, vendedores e seguradoras. No entanto, vale lembrar que o conteúdo desta matéria não apresenta valores monetários; os dados de preço do veículo serão inseridos automaticamente no topo do post, conforme o fluxo editorial da nossa plataforma. A proposta aqui é explicar como a Tabela FIPE impacta a avaliação de risco, a precificação de prêmios de seguro e o planejamento financeiro de uma operação logística que considera o SCANIA P360 B 6×2 2p (diesel)(E6) 2025, com foco em aspectos técnicos, de confiabilidade e de gestão de frotas.

O SCANIA P360 B 6×2 2p é uma expressão da estratégia de caminhões pesados da marca sueca, adaptada para diferentes tipos de operação, desde o transporte de longo percurso até aplicações de distribuição de carga com exigências específicas de performance. A família P é tradicionalmente associada a robustez, modularidade de chassis, conforto para o motorista e soluções tecnológicas que otimizam a operação, o que é especialmente relevante para frotas que precisam de disponibilidade operacional elevada e custos de manutenção controlados ao longo do tempo. Quando se analisa uma ficha técnica, o conjunto motor-transmissão-eixos, o sistema de gestão de dados da frota e a confiabilidade de assistência técnica são fatores que costumam ter peso significativo na avaliação de risco para seguradoras. A seguir, exploramos a ficha técnica resumida, o desempenho provável e os aspectos de marca que envolvem esse modelo específico, sempre alinhados com o contexto da Tabela FIPE e da gestão de seguros.

Tabela FIPE SCANIA P-360 B 6×2 2p (diesel)(E6) 2025

Ficha técnica resumida do SCANIA P360 B 6×2 2p (E6) 2025

Para facilitar a compreensão, apresentamos uma ficha técnica objetiva em quatro pontos-chave, com foco nos componentes que costumam impactar diretamente o custo de seguro, a disponibilidade da frota e a eficiência operacional:

  • Motor: SCANIA DC13, 13 litros, potência nominal de 360 cv, torque máximo em torno de 1.900 Nm, motor turbocompressor com injeção eletrônica de alta precisão compatível com a norma Euro 6 (E6).
  • Transmissão: I‑Shift automatizada de 12 velocidades, com opções de configuração que favorecem o equilíbrio entre desempenho e consumo em diferentes perfis de rota e carga.
  • Configuração de eixo: 6×2, com dois eixos, desenho pensado para oferecer boa capacidade de carga útil e estabilidade em atividades de transporte de peso significativo; a configuração pode incluir eixo de tração traseiro com opções de eixo auxiliar, conforme a aplicação.
  • Emissão/qualidade ambiental: Euro 6 (E6), com sistemas de tratamento de gases de escape (SCR/AdBlue) e redução de emissões para atender padrões modernos de regulação, o que também influencia custos e disponibilidade de peças de reposição e serviços especializados.

Desempenho, tecnologia e eficiência do P360 B

O P360 B 6×2 2p está posicionado pela Scania como uma solução de alto desempenho para operações que exigem combinação entre potência, agilidade e capacidade de carga. O motor DC13 de 13 litros, com 360 cv, oferece resposta consistente em diferentes regimes de operação, o que favorece retomadas de velocidade, ultrapassagens em trechos de subida e manutenção de velocidades estáveis em trechos de autovias e rodovias com trechos variados de aclives. A curva de torque é um elemento essencial para o planejamento de rotas e para o consumo de combustível em serviços com paradas frequentes ou com cargas volumosas.

A transmissão I‑Shift de 12 velocidades, por sua vez, traduz a tecnologia de gerenciamento de marchas da Scania em benefícios práticos: menor intervenção do motorista para mudanças de marcha, melhor aproveitamento do torque disponível e redução de variações de regime do motor que podem comprometer a eficiência do combustível. Num cenário de entregas com várias paradas, esse tipo de transmissão tende a oferecer transições suaves entre marchas, contribuindo para maior conforto do motorista e para a previsibilidade do consumo de combustível ao longo do dia de operação.

No âmbito tecnológico, a linha P da Scania costuma incorporar recursos de conectividade avançada, telemetria integrada e ferramentas de gestão de frotas. A conectividade facilita o monitoramento remoto de parâmetros do motor, do sistema de pós-tratamento dos gases (incluindo o tratamento SCR) e do estado de componentes críticos, como freios, suspensão e níveis de sensores. Esse ecossistema tecnológico não apenas ajuda na tomada de decisões sobre manutenções preventivas, mas também pode reduzir a exposição a sinistros, ao facilitar rotinas de inspeção e a detecção precoce de anomalias operacionais que possam levar a falhas ou incidentes de trânsito.

É comum que caminhões de configuração 6×2 tragam desafios específicos de manuseio, especialmente em trechos urbanos com densidade de tráfego versus áreas rurais com longas distâncias. Nesse sentido, o equilíbrio entre tração, rigidez de chassis e a resposta da transmissão é crucial para manter a performance sem comprometer a segurança. A Scania, conhecida por seu ecossistema de suporte, oferece soluções de fábrica para diferentes usos: transporte de cargas pesadas em longas distâncias, aplicação em logística de distribuição com operações de carga e descarga ou deslocamentos em áreas com pavimento irregular. A escolha de componentes e a calibração de software de gestão do veículo podem impactar a estabilidade, o consumo e o conforto do condutor, fatores que, por sua vez, influenciam diretamente o custo total de propriedade (TCO) e o risco segurável.

Além disso, a disponibilidade de peças, a rede de serviço e as opções de garantia da Scania são fatores relevantes para margens de segurança financeira em seguradoras. A marca tem histórico de investir em redes de assistência técnica e em programas de manutenção preditiva, o que tende a reduzir períodos de inatividade da frota — um aspecto que ajuda a manter o fluxo de operações estável e previsível, algo valorizado pelas seguradoras por meio de indicadores de confiabilidade e de custo de sinistros.

A marca Scania: legado, inovação e suporte ao cliente

A Scania é uma fabricante sueca com mais de um século de atuação no segmento de transporte pesado. O legado da marca está associado a caminhões projetados para alta durabilidade, consumo eficiente e um ecossistema de serviços que facilita a gestão de grandes frotas. No Brasil e em diversas regiões da América, a Scania consolidou presença por meio de redes de concessionárias que integram venda, serviço, peças originais e soluções digitais de telemetria. A reputação da marca costuma ser mencionada como um ativo valioso para frotas que buscam reduzir o tempo de inatividade, melhorar a logística e manter padrões de segurança elevados.

Do ponto de vista tecnológico, a Scania investe em inovações que vão além do motor eficiente. A empresa tem historicamente enfatizado o desenvolvimento de soluções de mobilidade sustentável, com foco em eficiência de combustível, redução de emissões e integração de sistemas de gestão de frota. No portfólio de produtos, a integração de software de telemetria, plataformas de manutenção remota e diagnósticos preditivos faz parte de uma estratégia maior para oferecer aos clientes uma visão holística da operação veicular. Esse ecossistema reduz incertezas operacionais, o que, por consequência, pode impactar positivamente as avaliações de risco para seguros — com potenciais efeitos em prêmios, termos de cobertura e condições comerciais com seguradoras.

A qualidade da rede de assistência técnica também é reconhecida como um diferencial. A disponibilidade de peças originais, a capacitação de técnicos e a disponibilidade de serviços de reparo rápido contribuem para reduzir períodos sem operação. Para frotas que dependem de entregas em janela de tempo restrita, esse nível de suporte é um elemento de gestão de risco que pode ser valorizado pelos corretores de seguros ao avaliar a confiabilidade da operação e a probabilidade de sinistros.

Impacto da FIPE, valor de mercado e decisões de seguro

Na prática, a Tabela FIPE serve como referência para entender a valorização de um caminhão em determinados anos e faixas de configuração. Embora o valor de mercado seja apenas um dos componentes na composição do prêmio de seguro, ele influencia diretamente o custo de cobertura. Veículos de alto valor tendem a exigir coberturas mais abrangentes, com opções de proteção de frota, responsabilidade civil, incêndio, roubo e quebra acidental, entre outras coberturas complementares. Além disso, veículos com sistemas telemáticos integrados, histórico de manutenção e registros de inspeções prediais podem ser avaliados de forma mais favorável por seguradoras, resultando em controles de prêmio mais previsíveis e, por vezes, menores margens de risco.

Para as operações com o SCANIA P360 B 6×2 2p (E6) 2025, as decisões de seguro costumam considerar alguns aspectos específicos: a aplicação de peso, o tipo de carga transmitida, a rota típica (longas distâncias, ambientes urbanos, áreas com restrições de circulação), a frequência de paradas para manutenção e a disponibilidade de serviços de guincho ou de recuperação de veículo. A presença de dispositivos de telemetria, rastreadores, alarmes de segurança e sistemas de anti-roubo pode influenciar positivamente as condições da apólice, diminuindo o risco de perda total em caso de sinistro e, consequentemente, influenciando a proposta de prêmios de seguro a partir de um posicionamento de risco mais estável.

Outro ponto relevante é a manutenção preventiva: frotas que adotam planos de manutenção com revisões periódicas, substituição programada de peças críticas e calibragem de sistemas de pós-tratamento costumam apresentar menor probabilidade de falhas mecânicas em