| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 3.093,00 |
| Dez/25 | R$ 2.992,00 |
| Nov/25 | R$ 2.962,00 |
| Out/25 | R$ 2.947,00 |
| Set/25 | R$ 2.992,00 |
| Ago/25 | R$ 3.000,00 |
| Jul/25 | R$ 3.002,00 |
| Jun/25 | R$ 2.954,00 |
| Mai/25 | R$ 2.948,00 |
| Abr/25 | R$ 2.951,00 |
| Mar/25 | R$ 2.905,00 |
| Fev/25 | R$ 2.920,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para a Dafra Super 100 2010 e entender seu impacto na proteção veicular
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado pelos atores do mercado automotivo e de motocicletas para contextualizar o valor de mercado de veículos usados, incluindo modelos de baixa, média e alta cilindrada. Em seguros, esse referencial atua como uma bússola para alinhavar estratégias de proteção, avaliação de risco e tomada de decisão no momento de contratar ou renovar coberturas. Ao falar da Dafra Super 100, ano 2010, é essencial reconhecer que o universo de motocicletas com 100 cm³ ganhou importância por representar mobilidade urbana acessível, consumo contido e facilidade de manutenção, características que costumam influenciar a percepção de risco por parte das seguradoras. Este artigo, alinhado com a prática de corretoras de seguros, oferece um panorama educativo sobre como interpretar a Tabela FIPE neste caso específico, além de apresentar a ficha técnica da Dafra Super 100 2010, para que você possa compreender melhor o que compõe esse modelo dentro do portfólio de seguros.
Contexto do segmento 100cc e a trajetória da Dafra no mercado brasileiro
A Dafra Motos, fabricante brasileira que ampliou sua presença no mercado nacional ao longo das últimas décadas, consolidou uma linha de modelos voltados à mobilidade urbana com foco na relação custo-benefício. O segmento de 100 cm³, em especial, atrai usuários que buscam um veículo ágil para trajetos diários, com manutenção relativamente simples e peças de reposição de fácil acesso. Nesse cenário, a Dafra Super 100 2010 surge como uma opção de entrada para quem precisa de uma moto leve para deslocamentos no dia a dia, caminhando entre deslocamentos urbanos, deslocamentos curtos e deslocamentos mistos, com desempenho aceitável dentro da categoria. A construção de um portfólio de modelos acessíveis permitiu à Dafra consolidar uma identidade voltada a quem prioriza economia prática, desde a compra até a operação e a proteção veicular. Compreender esse posicionamento ajuda a entender por que a Tabela FIPE, em termos de referência de mercado, tende a refletir o ciclo de vida de um 100cc típico, com variações por estado, quilometragem e conservação do conjunto de componentes mecânicos.

Ficha técnica da Dafra Super 100 2010
Abaixo estão os elementos-chave que costumam compor a ficha técnica de uma moto da linha 100cc da Dafra, com base na configuração típica daquela geração. Observação: dados específicos podem variar com a versão e com ajustes de fábrica. A seção a seguir apresenta um retrato objetivo, com ênfase em aspectos relevantes para avaliação de seguro, manutenção e uso cotidiano.
- Motorização: Monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido por ar, alimentação por carburador; cilindra próxima de 100 cm³.
- Transmissão e chassi: Transmissão de 4 velocidades; quadro compacto típico de motos urbanas, desenho voltado para leveza e manuseio, com freios de tambor nas duas rodas em versões básicas.
- Dimensões e peso: Porte compacto adequado ao tráfego urbano; peso relativamente leve para facilitar a condução em vias com paradas frequentes e manobras curtas.
Essa ficha técnica resume os componentes que costumam influenciar o desempenho no dia a dia: resposta de aceleração moderada, facilidade de manutenção, custo de reposição de peças de uso comum e comportamento estável em jornadas curtas. Ao considerar a Dafra Super 100 2010, a robustez percebida por usuários e a simplicidade de mecânica costumam ser lembradas como vantagens para quem utiliza a moto em deslocamentos diários, contribuindo para um perfil de seguro mais estável frente a riscos usuais de trânsito. Contudo, é importante frisar que pequenas variações entre unidades, lotes de fabricação e critérios regionais podem influenciar, sim, aspectos operacionais que as seguradoras observam no momento da avaliação de cobertura.
Como a Tabela FIPE se aplica ao seguro de motocicletas como a Dafra Super 100 2010
Para quem contrata um seguro, a Tabela FIPE funciona como uma referência padronizada que orienta a compreensão coletiva sobre o estado geral de mercado de modelos semelhantes. Em termos práticos, o referencial subsidia decisões que envolvem proteção, sinistros e reposição de partes, sem depender exclusivamente de uma avaliação individualista. Em motores de baixa cilindrada, como a Dafra Super 100, esse referencial tende a refletir padrões de confiabilidade, custo de manutenção e demanda de reposição para o conjunto de peças mais comuns, o que pode influenciar avaliações de risco, margens de cobertura e, por consequência, a estrutura de proteção oferecida pela seguradora. Mesmo sem mencionar valores precisos, entenda que a FIPE harmoniza a percepção de “onde o veículo se encaixa” no ecossistema de seguros, ajudando a calibrar perfis de segurabilidade, levando em conta o uso urbano, a facilidade de manutenção e o histórico de confiabilidade do modelo.
É comum observar que o uso de um referencial consolidado facilita a comunicação entre o segurado, a corretora e a seguradora. Quando a Dafra Super 100 2010 está no radar, a leitura da tabela pode servir para confirmar se o veículo está alinhado com faixas de risco previstas para motos equivalentes em termos de cilindrada, idade da unidade e condição geral de conservação. Em termos de proteção de patrimônio, esse alinhamento ajuda a estabelecer coberturas relevantes, como proteção contra roubo e furto, danos a terceiros e proteção a danos físicos ao veículo em situações de acidente, além de considerar acessórios ou itens adicionais que possam compor o conjunto segurado. Assim, o objetivo não é apenas falar de um número, mas compreender o papel da referência na construção de uma proteção adequada ao perfil do veículo e do condutor.
Impactos práticos para proprietários da Dafra Super 100 2010
Ao planejar ou revisar a proteção do seu veículo, leve em conta os seguintes aspectos práticos que costumam emergir na relação entre FIPE e seguro, especialmente para modelos da linha 100cc:
- Conservação e histórico de manutenção: a condição do motor, do sistema de transmissão e de freios, bem como o histórico de trocas de peças, impacta a percepção de risco da seguradora e a robustez da proteção oferecida.
- Quilometragem e uso: motos com uso predominantemente urbano costumam manter padrões de desgaste diferentes de motos usadas em trechos rodoviários longos, o que influencia, por meio de laudos de uso, a robustez de determinadas coberturas.
- Acessórios e itens de proteção: itens como alarmes, dispositivos de rastreamento, trincos adicionais, faróis auxiliares e protetores de motor podem contribuir para a ideia de menor risco, quando bem instalados e documentados.
- Documentação e regularidade: manter a documentação em dia, histórico de serviço e registros de proprietário anterior ajuda a clarear o panorama de risco para a seguradora.
Desse modo, a associação entre a Tabela FIPE, a condição da motocicleta e o contexto de uso influencia a forma como as seguradoras estruturam a proteção. Mesmo que não se trate de números de reposição ou de valores monetários explícitos, a referência de mercado atua como bússola para decisões seguras e bem informadas, orientando quais coberturas podem ser mais adequadas para a Dafra Super 100 2010 e como planejar uma proteção que se ajuste ao seu cotidiano urbano e às suas prioridades de proteção.
Boas práticas para quem possui a Dafra Super 100 2010 e busca proteção eficiente
Para quem deseja manter a proteção de forma alinhada com a realidade de uso e com o referencial FIPE, algumas práticas simples podem fazer a diferença ao longo do tempo. Seguem orientações úteis para quem circula com uma Dafra Super 100 2010:
- Realize manutenção regular e documentada: siga o cronograma sugerido pelo fabricante, registre as manutenções em um caderno ou app, e guarde notas fiscais. A regularidade ajuda a manter a confiabilidade da moto e facilita a avaliação de risco pela seguradora.
- Conserve a documentação completa: mantenha em dia o licenciamento, o certificado de aprovação do motorista (quando aplicável) e os comprovantes de propriedade e transferências. Documentação organizada transmite confiabilidade ao setor de proteção veicular.
- Esteja atento a itens de segurança: dispositivos antirroubo, travas úteis e iluminação funcionando adequadamente reduzem vulnerabilidade a furtos e ajudam no enquadramento de coberturas compatíveis com o perfil do veículo.
- Analise, periodicamente, o conjunto de coberturas: procure ajustar as proteções de acordo com
