| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 117.083,00 |
| Dez/25 | R$ 119.905,00 |
| Nov/25 | R$ 120.086,00 |
| Out/25 | R$ 120.375,00 |
| Set/25 | R$ 120.762,00 |
| Ago/25 | R$ 123.859,00 |
| Jul/25 | R$ 124.058,00 |
| Jun/25 | R$ 122.105,00 |
| Mai/25 | R$ 122.350,00 |
| Abr/25 | R$ 122.461,00 |
| Mar/25 | R$ 122.645,00 |
| Fev/25 | R$ 122.719,00 |
Panorama técnico e leitura da Tabela FIPE para o Iveco Eurocargo 260-E25 6×4 2p (diesel) 2009
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar valores de reposição e de mercado de veículos, incluindo caminhões e frotas de transporte. No ambiente de seguros, o valor indicado pela FIPE ajuda corretores e seguradoras a calibrar prêmios, franquias e coberturas. Quando o tema é o Iveco Eurocargo 260-E25, configuração 6×4 com cabine de 2 portas, ano de fabricação 2009, entender a ficha técnica e o contexto da FIPE torna possível planejar uma proteção adequada sem confundir preço com cobertura. Este artigo explora, de forma educativa, as características técnicas deste veículo, o impacto da Tabela FIPE e aspectos relevantes para a contratação de seguro através de uma corretora especializada.
Sobre a marca Iveco e a linha Eurocargo
A Iveco é uma fabricante italiana com atuação global no setor de veículos comerciais, reconhecida pela robustez, eficiência de combustível e pela amplitude de redes de serviço. A marca construiu uma reputação sólida em caminhões leves, médios e pesados, atendendo a uma ampla gama de demandas logísticas, desde operações urbanas de distribuição até caminhões de longo percurso. A família Eurocargo, presente há décadas no mercado, é associada à versatilidade e à confiabilidade, oferecendo diferentes configurações de chassi e cabines para atender aplicações diversas. Em termos de seguro, a familiaridade do usuário com a linha, a disponibilidade de peças originais e a rede de assistência técnica influenciam diretamente a avaliação de risco, o que reflete nos prêmios, nas franquias e nas opções de coberturas disponíveis. Além disso, a percepção de valor de revenda pode ser favorável quando a frota recebe manutenção regular, tem histórico consolidado de serviço autorizado e mantém boa documentação, fatores que entram na equação de seguros para veículos comerciais de médio e grande porte.

Ficha técnica resumida: Iveco Eurocargo 260-E25 (2009) — 6×4, 2p
- Configuração e cabina: Caminhão pesado 6×4 com cabine de 2 portas, destinado a operações de carga de médio a pesado, com espaço para motor e sistemas de suporte ao motorista; PBT (peso bruto total permitido) próximo de 25.000 kg.
- Motorização e desempenho: Motor diesel de 6 cilindros em linha, com potencial de aproximadamente 260 cv; torque na faixa de 900–1.100 Nm; turbocompressor com intercooler; sistema de injeção eficiente para aplicações de transporte de carga em vias urbanas e rodoviárias.
- Transmissão, chassis e tração: Câmbio manual de 6 velocidades; eixo dianteiro e dois eixos traseiros com tração 6×4; suspensão e freios ajustados para suportar operações com peso significativo; configuração compatível com caminhões de distribuição pesada e serviços de construção leve.
- Dimensões, capacidade e alimentação: Comprimento típico em torno de 8,8 a 9,5 metros, largura aproximada de 2,5 metros e altura na faixa de 3,2 metros; tanque de combustível com capacidade de cerca de 250 litros; peso próprio estimado na faixa de 7,0 a 7,5 t, proporcionando payload de aproximadamente 12 a 13 t conforme a configuração de cabine e adicionais de carroceria.
Observação importante: as faixas acima representam uma configuração típica da linha Eurocargo 260-E25 6×4 de 2009. A variação entre modelos específicos pode ocorrer conforme a carroceria (leva-se em conta tipo de caçamba, baú ou carroceria aberta), opcionais de freios, cabine com ou sem cama, e alternativas de transmissão. Para fins de seguro, essas diferenças costumam se refletir na avaliação de risco, na necessidade de coberturas adicionais (como proteção de carga, responsabilidade civil de terceiros, acidentes com terceiros, incêndio e roubo) e, consequentemente, no estudo da FIPE e da precificação.
Como a Tabela FIPE se aplica a este modelo
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados, incluindo caminhões de porte intermediário e pesado. Ela não determina o valor exato de venda, mas oferece uma faixa de referência que auxilia seguradoras, compradores e vendedores a entenderem o valor de reposição ou de mercado. No caso do Iveco Eurocargo 260-E25 6×4 de 2009, a FIPE leva em conta fatores como idade, estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem e configuração de fábrica. Quando o veículo é utilizado para transporte de mercadorias por longos períodos, a depreciação tende a seguir padrões ligados ao desgaste de componentes críticos — motor, transmissão, sistema de freios e chassis — fatores que entram na construção do prêmio de seguro. Além disso, a forma como o veículo é utilizado (frota própria, aluguel, terceirização), o tipo de carga transportada e o ambiente operacional (urbano, rodoviário, construção) influenciam as avaliações de risco feitas pela seguradora.
Para leitores que acompanham o mercado, vale observar que a Tabela FIPE serve como referência estável, mas não é o único parâmetro utilizado pelas seguradoras. A apólice de um caminhão pode incluir valores adicionais, como cobertura para carga, lucros cessantes, assistência 24 horas, span de reboque e suporte técnico. O histórico de manutenção — registros de revisões, trocas de filtro, itens de desgaste e substituições de peças — é outro componente que impacta diretamente a percepção de valor e, consequentemente, o custo do seguro ao longo do tempo. Por isso, manter o histórico de manutenção bem documentado é uma prática recomendada para proprietários e gestores de frota que desejam obter condições mais favoráveis na contratação de seguros.
Desempenho, manutenção e vida útil do Eurocargo 260-E25 6×4
O desempenho de um caminhão da linha Eurocargo, quando configurado com 6×4, depende da combinação entre motor, transmissão e configuração de carga. Em operações com peso próximo à capacidade máxima, o motor de 260 cv oferece torque suficiente para manter velocidades estáveis em trechos de subida, com resposta adequada ao fôlego necessário para retomadas após paradas em distrito industrial ou em portarias de armazéns. Já em rodovias, o veículo tende a manter velocidade constante com boa margem de manobra para ultrapassagens, desde que a carga esteja distribuída de forma equilibrada entre o conjunto de carrocerias. Entretanto, a prática de condução, o tipo de estrada e o regime de manutenção influenciam fortemente o consumo de combustível e a vida útil de componentes chassis, eixo e transmissão.
Questões de manutenção são centrais para manter o valor operacional do veículo e, por consequência, o custo de seguro sob controle. A rotina recomendada inclui inspeções regulares de óleo e filtros, verificação de nível de fluido de freio, diagnóstico do sistema de freios (incluze pastilhas, discos, cilindros), checagem de lâminas de vento, correias de alternador, sistema de ar comprimido, pneus com calibragem adequada e inspeção de suspensão. Em caminhões com configuração 6×4, é comum que a carga esteja apoiada em rodas externas, o que aumenta a exigência de alinhamento, ajuste de suspensão e controle de desgaste de pneus. Além disso, a cabina serve não apenas como espaço de condução, mas como elemento que influencia a ergonomia e a segurança do motorista, impactando a produtividade e, por consequência, o custo total de propriedade.
Para quem administra frotas, vale a pena destacar alguns
