| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 397.253,00 |
| Dez/25 | R$ 398.010,00 |
| Nov/25 | R$ 400.011,00 |
| Out/25 | R$ 401.120,00 |
| Set/25 | R$ 400.243,00 |
| Ago/25 | R$ 404.513,00 |
| Jul/25 | R$ 406.546,00 |
| Jun/25 | R$ 408.846,00 |
| Mai/25 | R$ 410.901,00 |
| Abr/25 | R$ 412.966,00 |
| Mar/25 | R$ 411.754,00 |
| Fev/25 | R$ 415.925,00 |
Entenda a Tabela FIPE para a Scania R-440 A: versões 4×2 e 6×2 em 2017 e o impacto no seguro
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para avaliação de veículos usados, incluindo caminhões pesados. Ao tratar da Tabela FIPE SCANIA R-440 A 4×2 3-Eixos/A 6×2 2p(dies.) (E5) 2017, o objetivo é entender como esse conjunto de dados se aplica a diferentes configurações de eixo, à normativa de emissões e às particularidades da marca Scania. Este artigo, elaborado para leitores que atuam na área de seguros e gestão de frotas, aborda de forma educativa como interpretar o valor de referência da FIPE para esse conjunto de variantes, quais fatores podem influenciar o prêmio do seguro e como a escolha entre 4×2 e 6×2 pode impactar as coberturas, a especificação da apólice e a reposição em casos de sinistro. A ideia é oferecer uma visão prática para corretores, seguradoras e gestores de frota, com foco na configuração de 2017 e no padrão E5 (Euro 5), que era comum nesse período de transição tecnológica e de controle de emissões. Considera-se aqui a variante R-440 A, que figura entre as opções de alto desempenho da linha Scania para aplicações de frete pesado, com diferentes configurações de eixos que afetam não apenas o comportamento na estrada, mas também a avaliação de mercado utilizada pela FIPE e, por consequência, o cálculo do seguro. O título exato do tema traz a referência completa: Tabela FIPE SCANIA R-440 A 4×2 3-Eixos/A 6×2 2p(dies.) (E5) 2017, sob a ótica de como esses dados orientam decisões de proteção veicular.
Contexto da Tabela FIPE e aplicação no seguro
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida mensalmente valores médios de venda de veículos usados no Brasil, servindo como referência para indenizações, reposição de veículo e, em muitos casos, para calibrar o valor segurado nas apólices. Quando falamos da SCANIA R-440 A em suas configurações 4×2 e 6×2, é relevante entender que o valor FIPE pode sofrer variações conforme a configuração de eixo, o ano/modelo, o estado de conservação e a demanda do mercado de caminhões usados. A diferença entre uma versão 4×2 e uma 6×2, por exemplo, não é apenas de tamanho ou de peso bruto, mas também de capacidade de tração, comportamento em curvas, consumo de combustível e, sobretudo, de custo de reposição de peças e de mão de obra especializada. Por isso, o corretor de seguros precisa interpretar a tabela com cuidado, conectando o valor FIPE ao tipo de cobertura contratado (indenização integral, reposição a novo, ou indenização parcial) e às cláusulas de desvalorização previstas para sinistros parciais ou totais.

Para profissionais de seguros, é comum observar que a FIPE funciona como uma base de referência, não como um preço de venda atual de mercado do dia. Em termos práticos, isso significa que o valor FIPE pode servir como referência para o valor segurado de reposição em caso de perda total ou para o cálculo de índices de depreciação em sinistros parciais, ajustando, por exemplo, a indenização conforme idade do veículo, quilometragem, condições de uso e histórico de sinistros. A relação entre FIPE, idade do veículo e o perfil de risco da operação é central para a definição de coberturas adicionais, como proteção para acessórios, carro reserva, franquias diferenciadas e opções de casco para carrocerias especiais. No caso da SCANIA R-440 A, a configuração de eixo não é apenas uma característica mecânica; ela influencia logística, consumo e até a avaliação de risco de sinistro, aspectos que as seguradoras costumam levar em conta na cotação e no desenho da apólice.
Ficha técnica resumida da Scania R-440 A (2017) nas variantes 4×2 e 6×2
- Motor: diesel de seis cilindros em linha, aproximadamente 12,7 litros, com turboalimentação e intercooler; potência nominal em torno de 440 cv; torque máximo na faixa de cerca de 2.100 a 2.300 Nm, dependendo da calibração da unidade e do regime de operação. Em 2017, esse conjunto motor/transmissão era compatível com a norma Euro 5 (E5), refletindo a conformidade com padrões de emissões da época e influenciando o perfil de consumo e a necessidade de manutenção mais criteriosa quanto a sistemas de exaustão e após-tratamento.
- Transmissão: opção de câmbio automatizado de várias velocidades (Opticruise) com 12 marchas, combinando eficiência operacional com menor esforço do motorista em operações de carga pesada; a transmissão automatizada também contribui para a uniformidade de tração entre os eixos em diferentes condições de rota, o que é relevante para o risco de tombamento, desgaste de componentes e custos de manutenção — aspectos considerados pelos seguros ao segmentar a frota.
- Configuração de eixo: 4×2 (dois eixos) para a primeira configuração, com possibilidade de implantação de eixos dianteiros e traseiros que atendem a operações de semireboques ou de transporte de carga com geometrias específicas; 6×2 (três eixos) para a alternativa com maior capacidade de tração e repartição de peso, útil em cenários de cargas mais elevadas ou em rotas com demanda de tração adicional; ambas as variantes costumam adotar suspensão adequada, freios com sistema ABS/ASR e componentes de eixo projetados para durabilidade em operações de longo prazo.
- Emissões e documentação: Euro 5 (E5), com sistemas de pós-tratamento que exigem rotina de manutenção preventiva para o filtro de partículas, catalisador e, quando aplicável, o sistema de redução de emissões. A conformidade com o E5 impacta, entre outros pontos, os custos de manutenção, o calendário de revisões e a disponibilidade de peças de reposição, fatores que influenciam o custo
