| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 30.146,00 |
| Dez/25 | R$ 30.205,00 |
| Nov/25 | R$ 30.251,00 |
| Out/25 | R$ 30.324,00 |
| Set/25 | R$ 30.422,00 |
| Ago/25 | R$ 30.487,00 |
| Jul/25 | R$ 31.110,00 |
| Jun/25 | R$ 31.142,00 |
| Mai/25 | R$ 31.205,00 |
| Abr/25 | R$ 31.234,00 |
| Mar/25 | R$ 31.281,00 |
| Fev/25 | R$ 31.920,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Iveco Daily Furgao 49.12/50.13, 4 portas a diesel (1999): como interpretar as variações entre versões e o impacto no seguro
Quando se fala em veículos comerciais leves usados no Brasil, a Tabela FIPE é uma referência prática para alinhar expectativas de preço, custo de reposição e avaliação de mercados. Para quem trabalha com corretagem de seguros, entender como a FIPE organiza as informações ajuda não apenas a precificar propostas com maior precisão, mas também a orientar clientes sobre a depreciação, a disponibilidade de peças e a manutenção necessária ao longo dos anos. O Iveco Daily Furgao, versão 49.12/50.13 com motor diesel de 4 portas, fabricado no fim dos anos 1990, é um exemplo clássico de veículo utilitário que ganhou espaço significativo em frotas brasileiras, especialmente por sua capacidade de carga, robustez e flexibilidade de uso. Abaixo, reunimos uma visão educativa sobre o tema, com foco na ficha técnica, no contexto da marca e na leitura da FIPE, mantendo o foco no modelo específico de 1999 que costuma aparecer nas consultas de referência.
Ficha técnica resumida do Iveco Daily Furgao 49.12/50.13 (4 portas, diesel, 1999)
Este bloco apresenta uma síntese técnica orientada a referências comuns da linha Daily Furgao para o ano-modelo 1999, versão com 4 portas (furgão) e motor diesel. Dados podem variar conforme lote de produção, configuração de fábrica e documentação de cada veículo, por isso é sempre importante confirmar com a FIPE e com o documento do veículo específico.

- Motorização: diesel, 4 cilindros, deslocamento típico de aproximadamente 2,8 litros; faixa de potência estimada entre 90 e 110 cavalos de potência (valores variáveis conforme versão exata e condições de fábrica); torque compatível com uso de carga.
- Transmissão e tração: câmbio manual de várias marchas (geralmente 5); tração traseira, adequada para veículos de carga leve a médio em uso urbano e rodoviário.
- Configuração externa e capacidade de carga: furgão com 4 portas, cabine simples para motoristas; espaço de carga útil compatível com a linha Daily Furgao da época, variando conforme a configuração; tanque de combustível de capacidade adequada para rotas urbanas e curtas de longo alcance.
- Dimensões, peso e construção: construção robusta característica da família Daily, com suspensão preparada para suportar uso contínuo em trabalho de entrega; dimensões e peso bruto variam por versão exata, mas o padrão aproxima-se do perfil de utilitários médios com boa capacidade de manobra.
Essa ficha técnica resumida tem o objetivo de trazer elementos-chave que costumam aparecer na avaliação FIPE e em consultas de corretoras. Para dados específicos de um exemplar, é recomendável consultar o histórico de manutenção, o manual do veículo e a base FIPE para o código exato da versão (49.12/50.13) correspondente ao ano-modelo de interesse. A importância de confirmar esses dados está diretamente ligada à precisão na construção de propostas de seguro com coberturas adequadas e à identificação de eventuais particularidades que possam impactar o valor de referência durante a vigência da apólice.
Sobre a marca Iveco
A Iveco é uma fabricante italiana de caminhões, ônibus, van e veículos comerciais pesados, com presença global e atuação marcante na segmentação de frotas leves a médias. Fundada a partir de uma série de alianças industriais e desenvolvimentos tecnológicos, a Iveco consolidou ao longo das décadas uma reputação voltada à robustez, à durabilidade e à eficiência operacional. No Brasil, a linha Daily tornou-se um pilar importante para frotas de entrega, logística regional, serviços urbanos e operações que demandam capilaridade e confiabilidade em ambientes variados. O Daily, no mercado brasileiro, é conhecido pela versatilidade — com opções de furgão, passageiro e chassis-casa — além de contar com uma rede de assistência técnica que auxilia na manutenção de longo prazo, o que é um ponto relevante quando se pensa em seguro de veículos comerciais, já que o custo de reparo e a disponibilidade de peças influenciam o custo total de propriedade ao longo da vida útil do veículo.
Para quem trabalha com seguros, a reputação da marca traduz-se em parâmetros úteis de avaliação de risco: histórico de falhas comuns, disponibilidade de peças de reposição, facilidade de manutenção e a presença de redes autorizadas. Um veículo como o Daily Furgao de 1999, ainda que tenha surgido em uma era anterior ao boom tecnológico recente, pode oferecer uma relação custo-eficiência atrativa em frotas que precisam de paleteiras, caixas com boa capacidade de carga e um funcionamento previsível. A familiaridade com a linha Daily facilita também a identificação de informações de serviço, guias de manutenção e manuais de reparo, o que, por sua vez, favorece decisões mais informadas na hora de compor um seguro com coberturas como colisão, incêndio, roubo/furto, danos a terceiros e proteção de carga.
Entendendo a Tabela FIPE e as versões 49.12 e 50.13
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada para estimar o valor de veículos usados no Brasil. Ela agrega dados de mercado a partir de transações reais, levando em conta fatores como idade do veículo, versão/modelo, estado de conservação, quilometragem e regionalidade. No caso específico do Iveco Daily Furgao 49.12/50.13, as designações numéricas se relacionam às variantes de configuração de fábrica que estavam disponíveis para o modelo no período de referência. Embora a FIPE não seja o preço final de venda ou compra, ela oferece um piso de referência que ajuda clientes e corretores a entender a tendência de desvalorização ao longo do tempo e a planejar orçamento para sinistros, aquisição de nova seguradora, ou renovação de contratos.
Alguns pontos importantes para interpretar a FIPE neste contexto:
- Variação entre versões: mesmo dentro do mesmo ano-modelo, diferentes configurações (por exemplo, número de portas, acabamento, opções de cabine, e peso bruto) podem ter valores FIPE distintos. As versões 49.12 e 50.13 costumam indicar variantes específicas de motor e carga, o que reflete em diferenças na base de cálculo.
- Impacto da depreciação: veículos com maior demanda de reposição, disponibilidade de peças ou histórico de uso em frotas podem apresentar comportamentos diferentes de desvalorização na FIPE ao longo dos anos. Modelos diesel da linha Daily, por serem amplamente usados, podem ter flutuações relacionadas à manutenção e à disponibilidade de peças.
- Condição do veículo: a FIPE leva em conta o estado geral ao projetar faixas de valor. Itens como quilometragem alta, corrosão, danos estruturais ou histórico de sinistros influenciam as faixas de referência para a seguradora durante a análise de risco e a definição de prêmios.
- Atualização de dados: a FIPE é periodicamente atualizada; manter-se alinhado com as edições mais recentes ajuda a evitar distorções na leitura de propostas de seguro. Em caso de dúvidas, é recomendável consultar a base FIPE com o código exato da versão (49.12/50.13) para o ano-modelo específico.
Para corretores e clientes, entender esse funcionamento facilita explicações sobre o que está sendo avaliado na proposta de seguro. O objetivo é conjugar o valor de referência com o estado do veículo, o custo de reposição de peças e o custo de reparos, de modo a chegar a uma cobertura que proteja adequadamente o investimento sem carregar o orçamento com custos desnecessários. A leitura da FIPE, portanto, não é apenas uma curiosidade de mercado, mas uma ferramenta prática para orientar decisões de seguro que reflitam a real situação do bem protegido.
O Daily Furgao na prática: manutenção, uso e considerações de seguro
O Iveco Daily Furgao, especialmente no fim dos anos 1990, tornou-se uma opção popular para pequenos negócios que dependem de entregas urbanas, serviços de reparo em campo ou logística de curto alcance. Em termos de manutenção, veículos dessa idade geralmente exigem atenção especial a componentes como sistema de alimentação de combustível, filtros, velas (quando aplicável), sistema elétrico, freios e suspensão. A robustez do conjunto de motor/diesel, aliado a componentes de transmissão e eixo robustos, contribui para uma vida útil razoável quando há revisões regulares e uso adequado. Em termos de seguro, alguns pontos merecem destaque:
- Perfil de uso: veículos de entrega têm maior probabilidade de uso diário, com ciclos curtos entre deslocamentos. Esse padrão tende a exigir coberturas que contemplam danos a terceiros, colisões com veículos de menor e maior porte, além de proteção de carga. A FIPE ajuda a sinalizar o valor de reposição, mas o uso diário pode influenciar o prêmio com base na frequência de sinistros e no risco estimado de roubo em determinadas regiões.
- Riscos específicos: para furgões antigos, roubo de carga e danos na carroceria são riscos relevantes. A cobertura de carga e a guarda de local seguro para o veículo costumam reduzir o custo esperado de sinistro, especialmente em frotas que operam em horários com menor visibilidade.
- Infraestrutura de serviço: a disponibilidade de peças para o Daily Furgao de 1999 pode variar por região. Em mercados com boa rede de assistência Iveco e opções de peças originais, o custo de reparo tende a ser mais previsível, o que influencia positivamente a cotação de seguro.
- Impacto da depreciação: como o veículo é de uma geração anterior, o valor de reposição pode ficar atrelado a peças usadas ou recondicionadas em algumas coberturas. A escolha de uma apólice com cláusulas de reposição ou de indenização por valor de mercado pode fazer diferença na conta final.
Além disso, compreender as particularidades do veículo facilita o diálogo entre o corretor e o cliente: por exemplo, explicar que a depreciação na FIPE não é um fator isolado, mas sim um conjunto de elementos — idade, estado, uso, histórico de sinistros — que, na prática, moldam o prêmio de seguro. Em frotas, é comum que o perfil de risco seja calculado com base em uma combinação de dados de histórico de sinistros, avaliações visuais de condição veicular, e a confiabilidade de peças de reposição disponíveis no mercado, aspectos que o corretor utiliza para estruturar coberturas sob medida.
Dicas úteis para quem utiliza o Iveco Daily Furgao como veículo de serviço
Para proprietários de furgões Iveco Daily Furgao ou gestores de frotas com esse modelo na carteira, algumas práticas ajudam a manter o custo do seguro sob controle e a manter a viabilidade operacional:
- Esteja atento à manutenção preventiva: manter revisões em dia reduz a probabilidade de falhas e, consequentemente, o custo de sinistro. Registro de serviço facilita comprovações em casos de sinistro.
- Documente a carga: manter registros de carregamento e de densidade de itens ajudará em casos de danos a mercadoria. Em seguros de carga, ter inventários claros pode acelerar perícias e indenizações.
- Considere coberturas modulares: para frotas pequenas, uma combinação de coberturas de responsabilidade civil, roubo/furto, incêndio e danos a terceiros com proteção de carga pode oferecer equilíbrio entre custo e proteção.
- Verifique opções de assistência: planos de assistência 24h, guincho e serviços de viatura reserva podem reduzir custos operacionais durante emergências, contribuindo para estabilidade do orçamento de seguro.
Essa abordagem ajuda a entender melhor como a FIPE se encaixa no desenho da proposta de seguro: o valor de referência serve como referência para o custo de reposição e a negociação de prêmios, desde que acompanhado da avaliação do estado atual do veículo, histórico de uso e das condições de frota. Em resumo, a leitura adequada da FIPE, associada à ficha técnica do veículo e à avaliação de risco da seguradora, permite formar uma base sólida para uma cobertura alinhada com as necessidades reais do negócio.
Ao falar de contratação de seguro para o Iveco Daily Furgao 49.12/50.13, vale ressaltar a importância de trabalhar com uma corretora que compreenda a especificidade de frotas comerciais leves, especialmente quando se trata de veículos com idade mais avançada. A TIPE e a documentação associada ajudam, mas o atendimento técnico do corretor é o elo entre o cliente e as coberturas disponíveis. Um profissional experiente consegue indicar limites de indenização, opções de franquias e cláusulas de proteção de carga de maneira personalizada, evitando surpresas em caso de sinistro.
Para uma visão prática sobre custos de seguro para esse tipo de veículo, considere uma cotação com a GT Seguros.
