Entenda a exigência de seguro viagem na Europa e como funciona o valor mínimo para entrar no espaço Schengen

Viajar para a Europa envolve planejamento cuidadoso não apenas com passaportes, vistos e reservas, mas também com a proteção adequada para imprevistos de saúde. Entre as exigências mais comuns para quem precisa de visto ou para entrada em alguns países do espaço Schengen está a comprovação de um seguro viagem com cobertura médica mínima. Essa cobertura tem um teto de 30.000 euros (valor amplamente adotado) e deve cobrir despesas médicas emergenciais, internação e, em muitos casos, a repatriação. Abaixo explicamos em detalhes o que isso significa, como identificar se a apólice atende aos requisitos e como escolher a opção certa para o seu perfil de viagem.

O que determina o valor mínimo e onde ele está previsto

O espaço Schengen consolidou diretrizes para seguro viagem com o objetivo de facilitar a entrada de estrangeiros, garantindo que eventuais despesas médicas não recaiam sobre o sistema público dos países membros. O mínimo recomendado é de 30.000 euros, com a finalidade de cobrir despesas médicas emergenciais, hospitalização e, se possível, repatriação para o país de origem. Importante notar que esse valor é uma exigência para a obtenção de visto Schengen e para algumas entradas sem visto em determinadas situações; porém, a exigência pode variar conforme o tipo de visto (turismo, estudo, trabalho) e a duração da estadia. Além do teto financeiro, é essencial que a apólice seja válida dentro do território Schengen durante o período da viagem e contenha assistência 24 horas, em idioma compreensível para o viajante.

Qual o Valor Mínimo do Seguro Viagem Exigido Na Europa?

O que está incluso na cobertura mínima de 30.000 euros

  • Despesas médicas emergenciais e hospitalares, incluindo internação.
  • Evacuação médica de emergência e repatriação de restos mortais, quando necessário.
  • Assistência 24h no idioma do viajante, com orientação sobre serviços médicos locais.
  • Validade da cobertura dentro do espaço Schengen pelo período da viagem, com comprovação documental.

Para muita gente, entender que o valor mínimo é apenas a base pode evitar surpresas: não é garantia de que todas as despesas médicas ficarão totalmente cobertas, e convém considerar uma apólice com limites maiores conforme o perfil da viagem.

Como interpretar o valor mínimo na prática: verificação de apólices e documentos

Ao avaliar diferentes opções de seguro viagem para cumprir a exigência europeia, fique atento a pontos que vão além do teto indicado. Abaixo estão aspectos práticos que ajudam a comparar com eficiência e segurança:

  • Verifique se o teto mínimo é de 30.000 euros para despesas médicas e repatriação, e se esse teto cobre também hospitalização e cirurgias emergenciais.
  • Cheque se a apólice prevê evacuação médica de emergência e repatriação de restos mortais conforme necessidade, sem excluir situações específicas.
  • Confirme que a cobertura é válida dentro do espaço Schengen e que não há lacunas de cobertura por países ou tipos de atendimento.
  • Confirme a disponibilidade de assistência 24h em português ou com suporte suficiente para orientar o viajante durante emergências, inclusive em situações de comunicação com médicos e hospitais.

Tabela prática: cenários de cobertura mínima e opções adicionais

Tipo de coberturaLimite (EUR)Observações
Seguro mínimo exigido (Schengen)30.000Despesas médicas emergenciais, hospitalares e repatriação; válido no espaço Schengen.
Opção média50.000Maior margem para hospitalização, evacuação, serviços adicionais de assistência.
Opção ampla100.000Tranquilidade adicional, cobertura mais robusta para eventos complexos e longo período.

Como escolher a melhor opção para o seu caso

A decisão entre o mínimo obrigatório e opções com limites maiores deve levar em conta o tipo de viagem, duração, destino específico dentro da Europa, histórico de saúde e preferências pessoais. Abaixo, algumas considerações úteis para orientar a escolha:

  • Perfil de viajante: viagens com crianças, idosos ou pessoas com condições médicas pré-existentes costumam exigir limites mais altos para evitar gaps de cobertura.
  • Duração da viagem: quanto mais longa a estadia, maior a probabilidade de imprevistos; um teto maior pode reduzir o risco de custos imprevistos.
  • Risco de atividades previstas: atividades de aventura, esportes ou deslocamentos de lá para cá podem exigir cobertura adicional de evacuação específica.
  • Condições de saúde locais: verificar se a rede de hospitais no destino exige autorização prévia ou pagamentos adiantados para internamento; alguns planos possuem reembolso direto com prestadores credenciados.

Além do valor mínimo, vale considerar coberturas complementares que ajudam a cobrir outros cenários comumente vivenciados por viajantes, como atraso de voo, extravio de bagagem e despesas com assistência jurídica em deslocamentos.

Como confirmar a exigência ao solicitar visto

Ao preparar a documentação para o visto Schengen, o solicitante deve apresentar uma apólice de seguro viagem com as características exigidas: cobertura mínima de 30.000 euros, validade durante toda a estadia, abrangência geográfica no espaço Schengen e assistência 24h. Documentos típicos solicitados incluem a apólice, confirmação de pagamento e informações da seguradora, junto aos formulários do visto. Recomenda-se iniciar a contratação com antecedência para receber a carta de confirmação da seguradora (às vezes chamada de certificado de seguro viagem) já com a data de validade correspondente ao período da viagem.

Dicas finais para não deixar o seguro viagem em segundo plano

  • Não confie apenas no preço; prefira seguradoras com rede de atendimento ampla e com boa reputação em atendimento internacional.
  • Verifique se a apólice cobre repatriação de restos mortais, evacuação médica e atendimento em 24 horas, mesmo em situações complexas.
  • Solicite documentação em português ou com tradução simples para facilitar a compreensão das coberturas e limitações durante a viagem.
  • Guarde a apólice, o certificado de seguro e contatos da seguradora em local acessível, como o celular ou a mala, para emergências.

Planejar com antecedência e escolher a opção adequada de seguro viagem evita contratempos e garante maior tranquilidade durante a estadia na Europa. Considerando as exigências, é essencial que o viajante alinhe a cobertura com o tipo de viagem, os destinos dentro do espaço Schengen e as eventuais necessidades especiais que possam surgir.

Se estiver planejando a próxima viagem, avalie as opções com a GT Seguros e peça já a sua cotação para ficar em conformidade com as exigências europeias.