Peças originais no seguro de automóvel: como funciona a escolha entre OEM e peças de reposição
Por que o seguro envolve a decisão sobre peças
Quando ocorre um sinistro, o reparo do veículo pode envolver a substituição de peças danificadas. A apólice de seguro de automóvel estabelece diretrizes sobre quais peças podem ser usadas e com que qualidade, influenciando o custo do reparo, o tempo de conserto e até o valor de revenda do veículo. Embora muita gente associe o uso de peças originais ao único caminho seguro, a realidade contratual é mais flexível e depende do tipo de cobertura contratado, das condições de rede de oficinas credenciadas da seguradora e das regras de fornecimento de peças aceitas pela seguradora. Em resumo: não é apenas uma decisão da oficina, mas uma negociação entre seguradora, titular da apólice e, às vezes, fabricante. A clareza sobre esse ponto pode evitar surpresas na indenização e no prazo de entrega do veículo, especialmente em sinistros complexos que envolvem danos estruturais ou componentes que afetam a segurança ativa do carro.
Quais são as opções de peças comumente aceitas pelas seguradoras
Para o reparo, existem diferentes categorias de peças disponíveis no mercado. A escolha entre elas envolve equilíbrio entre custo, tempo de reparo, qualidade percebida e garantia de funcionamento do veículo. Abaixo apresento um panorama claro, com

Peças originais no seguro: como a escolha entre OEM, reposição e garantia impacta o reparo
Quando ocorre um sinistro, a escolha das peças a serem utilizadas no reparo pode influenciar não apenas o custo imediato, mas também o desempenho do veículo nos dias seguintes, a durabilidade das soluções aplicadas e a tranquilidade do proprietário em relação à garantia. Embora muitos associem automaticamente a ideia de peças originais à única opção segura, a prática contratual das seguradoras costuma oferecer um leque de alternativas, com regras específicas que variam conforme o tipo de cobertura, a rede credenciada da seguradora e as diretrizes de fornecimento de peças aceitas. Entender esse conjunto é essencial para evitar surpresas na indenização, no prazo de reparo e na avaliação de revenda. A seguir, apresento um panorama claro sobre as opções disponíveis, os impactos de cada escolha e como navegar com mais segurança nesse processo.
Por que a seguradora regula o uso de peças
O seguro funciona como uma relação de equilíbrio entre proteção ao consumidor, responsabilidade técnica do veículo e custo da indenização. Quando um dano ocorre, especialmente se envolve componentes de segurança ativa, estrutura ou sistemas críticos, a seguradora busca manter padrões de qualidade que assegurem a integridade do veículo após o conserto. Essas diretrizes não são apenas uma formalidade: peças diferentes podem exigir técnicas de reparo distintas, prazos de entrega, calibração de sistemas (como airbag, sensores de colisão, suspensão e direção assistida) e certificações específicas para garantia de funcionamento. Além disso, os contratos costumam prever limites de cobertura para peças terceirizadas ou não originais, o que influencia diretamente o valor pago pela indenização e o procedimento de auditoria técnica da avaliação do sinistro. Em síntese: a decisão sobre peças é uma negociação entre titular da apólice, oficina credenciada e, quando aplicável, o fabricante, com cláusulas específicas que moldam o que pode ou não ser utilizado.
