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Residencial
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Seguro Residencial: Tudo o que Você Precisa Saber para Proteger seu Lar
Por que falar sobre seguro residencial?
Você já parou para pensar o que aconteceria se um dia um incêndio, um vendaval ou mesmo um curto-circuito causasse danos à sua casa? E se ladrões invadissem sua residência enquanto você viaja? Ter uma casa própria é o maior sonho de muitos brasileiros – cerca de 31% das pessoas colocam esse objetivo em primeiro lugar em suas vidas. No entanto, poucos protegem esse patrimônio como deveriam. Apenas 17% dos lares brasileiros possuem seguro residencial, enquanto em outros países esse número chega a 90%. Isso significa que milhões de famílias no Brasil estão vulneráveis a prejuízos financeiros enormes em caso de imprevistos. Se quiser comparar rapidamente quanto custaria proteger o seu lar, a GT Seguros faz uma cotação gratuita e sem compromisso em poucos minutos.
Além disso, eventos climáticos extremos estão se tornando mais frequentes por aqui. As enchentes no Rio Grande do Sul, por exemplo, afetaram mais de 280 mil casas recentemente. Diante dessas situações, surge a pergunta retórica: você estaria preparado para arcar sozinho com os custos de recuperar sua casa e seus bens? É nesse contexto que o seguro residencial se torna essencial. Nos próximos tópicos, vamos explicar de forma clara e didática o que é o seguro residencial, quais coberturas ele oferece, quanto custa (você vai se surpreender com o quão acessível pode ser!) e por que vale a pena considerar essa proteção para o seu lar. Vamos lá?
O que é seguro residencial e como funciona?
Seguro residencial é um contrato de seguro específico para proteger casas, apartamentos ou mesmo residências de veraneio contra diversos riscos que possam causar danos materiais. Funciona de maneira semelhante a outros seguros: você (segurado) paga um valor (prêmio) anual ou mensal à seguradora, e em troca ela se compromete a indenizar financeiramente os prejuízos cobertos que você possa vir a ter no imóvel ou nos bens dentro dele. Em caso de um sinistro (ocorrência de um evento coberto, como um incêndio ou roubo), você aciona a seguradora, que irá avaliar os danos e, conforme as condições da apólice, pagará uma indenização ou providenciará os reparos necessários.
Algumas características importantes sobre como o seguro residencial funciona:
Cobertura abrangente: Ao contrário de serviços avulsos de reparos domésticos, o seguro residencial pode cobrir vários tipos de eventos inesperados, desde incêndios de grandes proporções até pequenos danos elétricos. Veremos adiante as coberturas em detalhe.
Indenização financeira: Se um evento coberto causar danos à sua casa ou aos bens que estão dentro dela, a seguradora te reembolsa pelos prejuízos até o limite do valor segurado. Isso traz tranquilidade para reconstruir ou repor itens perdidos sem esgotar suas economias.
Franquia: Em algumas coberturas, pode haver franquia, que é um valor inicial dos danos pelo qual o segurado é responsável. Por exemplo, muitos seguros aplicam franquia em casos de danos elétricos ou roubo – significa que, até um certo valor de perda, você mesmo cobre; acima disso, a seguradora paga. Já outras coberturas, como incêndio, em geral não possuem franquia (a seguradora cobre todo o prejuízo até o limite contratado).
Contrato personalizável: O seguro residencial é moldado às suas necessidades. Na hora da contratação, você escolhe quais coberturas quer incluir e define os limites de indenização de cada uma (conforme o valor da sua casa e dos bens que deseja proteger). Falaremos a seguir das principais coberturas disponíveis.
Resumindo, o seguro residencial funciona como uma rede de proteção financeira para o seu lar. Ele não previne que eventos ocorram, mas garante que, se acontecer algum problema grave, você não ficará no prejuízo sozinho. É um pequeno investimento periódico em troca de uma grande tranquilidade no dia a dia.
Por que contratar um seguro residencial?
Você pode estar se perguntando: vale mesmo a pena contratar um seguro residencial? Considere os seguintes pontos e benefícios:
Benefícios que fazem diferença:
Proteção do seu maior bem: Sua casa provavelmente é um dos bens de maior valor que você possui, tanto financeiramente quanto emocionalmente. Um seguro garante que esse patrimônio esteja protegido contra perdas decorrentes de incêndios, desastres naturais ou outras fatalidades.
Tranquilidade financeira: Imagine ter que arcar do próprio bolso com a reconstrução da casa após um incêndio ou repor todos os eletrônicos roubados em um assalto. O seguro residencial evita um rombo inesperado no orçamento familiar, cobrindo esses prejuízos materiais caso algo dê errado.
Cobertura de diversos riscos: Diferentemente de pensar “ah, não vai acontecer comigo”, o seguro te cobre mesmo nas situações mais improváveis. Ele oferece proteção contra incêndios, roubos, vendavais, alagamentos, raios, explosões e muitos outros eventos (conforme as coberturas contratadas). Ou seja, é uma proteção ampla para vários cenários de acidentes ou desastres.
Assistência 24 horas para emergências: A maioria dos seguros residenciais inclui serviços de assistência residencial 24h sem custo adicional. Isso significa que, se precisar de um chaveiro porque trancou a porta, ou de um encanador para um cano estourado, basta ligar que a seguradora envia um profissional gratuitamente. Essa comodidade resolve pequenos perrengues do dia a dia, mesmo que não cheguem a ser grandes sinistros.
Custo acessível: Surpreenda-se – seguro residencial não é caro. Em média, o valor anual fica em torno de 0,1% a 0,2% do valor do imóvel. Isso quer dizer que, para uma casa avaliada em R$ 300 mil, o seguro pode custar algo em torno de R$ 300 a R$ 600 por ano (cerca de R$ 25 a R$ 50 por mês). Por menos de R$ 2 por dia, você protege um bem de centenas de milhares de reais! É ou não é um ótimo custo-benefício? Se fizer sentido para você, a GT Seguros pode te enviar simulações personalizadas com diferentes coberturas e valores para comparar.
Personalização e facilidade: Você consegue adaptar o seguro ao seu perfil. Tem muitos eletrônicos caros em casa? Pode reforçar a cobertura de danos elétricos. Mora em região sujeita a enchentes? Inclua cobertura de alagamento. Além disso, contratar é simples e rápido, muitas seguradoras permitem cotação online ou via telefone, sem burocracia excessiva.
Em resumo, contratar um seguro residencial vale a pena porque garante a segurança do seu lar e da sua família, evitando dor de cabeça e prejuízos financeiros graves. Como diz o ditado, “melhor prevenir do que remediar”. E com certeza dormir tranquilamente sabendo que sua casa está protegida não tem preço.
Principais coberturas do seguro residencial
Uma das grandes vantagens do seguro residencial é a variedade de coberturas disponíveis, que permitem que você monte uma apólice sob medida para suas necessidades. Aqui vamos detalhar as principais coberturas oferecidas pelas seguradoras no Brasil:
Cobertura básica obrigatória (incêndio, raio e explosão)
Todo seguro residencial começa com uma cobertura básica mínima, que geralmente engloba incêndio, queda de raio e explosão. Essas são as coberturas essenciais e obrigatórias em qualquer apólice de seguro residencial. Ou seja, ao contratar o seguro, ele sempre cobrirá danos causados por fogo (incêndios acidentais que se alastrem pelo imóvel), por explosões de qualquer natureza (por exemplo, explosão de gás) e pelos efeitos diretos de raios que caiam no terreno segurado.
Exemplo: um curto-circuito no quadro elétrico provoca um incêndio que destrói parte da casa – o seguro pagará pelos reparos necessários nas estruturas atingidas e pela reposição dos bens perdidos no fogo (até o limite contratado). Da mesma forma, se um botijão de gás explodir, ou um raio atingir a casa causando danos estruturais, a apólice básica te indeniza pelos estragos.
Atenção: danos puramente elétricos (como um aparelho queimado por oscilação de energia) não são considerados incêndio e, portanto, não entram nessa cobertura básica – mas podem ser cobertos por uma cobertura adicional específica, como veremos abaixo.
Coberturas adicionais mais comuns
Roubo ou furto qualificado de bens: Garante indenização se ocorrer um arrombamento ou assalto e seus pertences forem roubados. Itens como eletrônicos, eletrodomésticos, joias e objetos de valor podem estar protegidos. Importante: geralmente é necessário que haja vestígios de arrombamento ou ameaça (furto qualificado) para acionar essa cobertura – ou seja, o seguro não cobre desaparecimentos simples ou “sumiços” sem evidência de crime.
Danos elétricos: Cobre danos a instalações elétricas, eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos causados por curto-circuito, oscilações de energia, queda de raio indireta ou outros problemas elétricos. Por exemplo, se uma sobrecarga na rede queimar sua geladeira ou TV, o seguro paga conserto ou reposição. Essa é uma das coberturas adicionais mais utilizadas, dada a frequência de problemas elétricos nas residências.
Vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo: Proteção contra estragos causados por ventos fortes e tempestades, incluindo destelhamento, quebra de vidros por vento, danos por queda de árvores, ou ainda destruição causada por granizo. Eventos climáticos como tempestades com granizo têm se tornado comuns em várias regiões do Brasil, causando prejuízos – com essa cobertura, você fica tranquilo caso sua casa seja atingida.
Alagamento e inundação: Cobre prejuízos decorrentes de enchentes, seja por chuvas intensas, transbordamento de rios ou mesmo retorno de água da rua para dentro da residência. Atenção que essa cobertura geralmente não vem automaticamente, é opcional – e infelizmente menos de 1% das apólices residenciais incluem proteção contra alagamentos hoje. Contudo, se você mora em área de risco de enchentes, é altamente recomendável contratar essa cobertura para não ficar desamparado.
Desmoronamento: Garante indenização se houver desabamento ou colapso estrutural da residência (total ou parcial), cobrindo os danos estruturais. Assim como alagamento, pode ser pouco contratada, mas pode ser vital em regiões de encostas ou instabilidade do solo. Em torno de apenas 10% das apólices atuais possuem cobertura de desmoronamento.
Quebra de vidros: Cobertura específica para vidraças, espelhos e peças de vidro instaladas no imóvel. Se uma janela ou box do banheiro quebrar acidentalmente (ou mesmo por vandalismo), o seguro paga a substituição. Útil para quem tem muitas portas de vidro, por exemplo.
Responsabilidade civil familiar: Essa cobertura te protege contra danos causados involuntariamente a terceiros pelos moradores da casa. Por exemplo: um vazamento na sua casa causa infiltração e estrago no apartamento do vizinho de baixo – o seguro RC familiar cobre a indenização devida ao vizinho. Ou se seu cão morde alguém, ou alguém se machuca dentro da sua propriedade devido a uma negligência, essa cobertura arca com custos de reparos ou tratamento do terceiro lesado. É uma proteção muito importante para evitar desembolsos com advogados e indenizações em caso de acidentes envolvendo terceiros.
Perda ou pagamento de aluguel: Se você aluga o seu imóvel para terceiros, esta cobertura garante que você continuará recebendo aluguel caso o imóvel fique inabitável por um sinistro coberto (por exemplo, após um incêndio, enquanto ocorre a reforma). O seguro paga o aluguel que o inquilino deixou de pagar temporariamente. Já se você é o morador e precisa sair de casa devido a um sinistro (interdição temporária), algumas apólices cobrem o pagamento de um aluguel em outro local para você ficar morando enquanto sua casa é reparada.
Coberturas específicas adicionais: Há seguradoras oferecendo coberturas diferenciadas conforme a necessidade. Por exemplo: cobertura para paisagismo (jardins, árvores e plantas danificadas por eventos cobertos), cobertura para equipamentos portáteis (roubo de notebook, câmera, celular, mesmo fora de casa, dependendo da apólice), proteção para escritório em casa (home office) cobrindo equipamentos de trabalho, entre outras. Cada seguradora pode ter seus pacotes especiais – vale a pena avaliar o que faz sentido para você.
Serviços e assistências incluídos
Além das coberturas que geram indenização financeira, todo seguro residencial vem acompanhado de um pacote de assistências 24 horas. Essas assistências são serviços gratuitos que você pode acionar a qualquer momento em emergências domésticas, geralmente ilimitados ou com certo número de utilizações por ano. Entre os serviços de assistência mais comuns em seguro residencial estão:
Chaveiro 24h: Perdeu as chaves ou trancou-se para fora de casa? A seguradora envia um chaveiro para abrir a porta e, se necessário, fazer uma cópia emergencial da chave.
Encanador: Canos estourados, vazamentos fortes ou entupimentos graves? A assistência manda um encanador para realizar os reparos emergenciais e evitar maiores danos.
Eletricista: Problemas elétricos emergenciais (curto-circuito, disjuntor desarmando, tomada queimando)? Um profissional eletricista é enviado para restaurar a segurança da rede elétrica.
Vidraceiro: Quebrou uma janela ou box e está exposto? A seguradora providencia um vidraceiro para fechar o vão ou substituir o vidro quebrado.
Conserto de eletrodomésticos: Muitos planos de assistência também oferecem ajuda para consertar geladeira, máquina de lavar, ar-condicionado e outros eletrodomésticos essenciais em caso de pane súbita.
Outros serviços: Dependendo da apólice, pode haver ainda assistência técnica para computador, limpeza de caixa d’água, serviço de vigilância (caso a casa fique vulnerável após um arrombamento), envio de chaveiro para o carro, etc. Os pacotes variam, então é bom checar a lista de assistências disponíveis no seu seguro.
Esses serviços agregados trazem uma economia e comodidade enorme no dia a dia. Afinal, é um alívio saber que, se um cano estoura às 3 da manhã, você não terá que desembolsar dinheiro por fora nem sair caçando profissional de emergência – basta acionar o seguro e resolver a situação.
Importante: Assistências residenciais não substituem as coberturas de seguro (e vice-versa). Elas atuam mais em problemas pontuais e de menor gravidade, enquanto as coberturas indenizam perdas grandes. Falaremos a seguir sobre a diferença entre ter apenas um serviço de assistência e ter um seguro completo.
Quanto custa um seguro residencial?
Como já adiantamos, o seguro residencial cabe no bolso da maioria das pessoas, especialmente se comparado ao valor do bem protegido. Vamos detalhar os custos e fatores que influenciam o preço:
Fatores e referências de preço:
Prêmio (custo) médio: Em geral, o seguro residencial custa por ano algo em torno de 0,1% a 0,3% do valor do imóvel segurado. Isso pode equivaler a alguns centavos por dia para proteger cada R$ 1.000 do valor da casa. Por exemplo, uma residência avaliada em R$ 200 mil poderia ter um seguro na faixa de R$ 200 a R$ 600 ao ano, dependendo das coberturas escolhidas – ou seja, aproximadamente R$ 20 a R$ 50 por mês.
Tamanho e tipo do imóvel: Casas maiores ou de alto padrão tendem a ter seguros um pouco mais caros, pois o valor em risco é maior. Apartamentos em condomínio, por sua vez, podem ter seguros ligeiramente mais baratos, já que geralmente estão em locais com segurança (portaria, controle de acesso) e estruturas compartilhadas – o que diminui alguns riscos, como roubo.
Localização geográfica: O preço também reflete os riscos da sua região. Áreas com maior índice de criminalidade podem ter custo de cobertura de roubo maior. Regiões sujeitas a catástrofes naturais (enchentes, ciclones, etc.) podem encarecer as coberturas correspondentes. Por outro lado, se você mora em um local com baixo índice de sinistros, pode pagar menos.
Coberturas contratadas e limites: Quanto mais coberturas você incluir e maiores os limites de indenização que escolher, mais alto será o prêmio, naturalmente. Uma apólice básica (só incêndio) custa bem pouco. Já uma apólice “turbinada” com cobertura para joias valiosas, obras de arte, etc., custará mais. A ideia é equilibrar o custo com a proteção necessária – nem ficar descoberto, nem pagar por coisas desnecessárias.
Franquias e participação: Se você optar por franquias maiores em certas coberturas, pode conseguir descontos no prêmio. Por exemplo, às vezes é possível escolher pagar os primeiros R$ 500 de qualquer sinistro de danos elétricos – assim o seguro fica um pouco mais barato do que com franquia zero nessa cobertura. É uma forma de compartilhar o risco e reduzir custo.
Perfil do cliente e histórico: Embora não tão individualizado quanto seguro de automóvel, algumas seguradoras consideram seu histórico de sinistros (se já acionou seguros antes) ou se você toma medidas de segurança (alarme instalado, por exemplo) para ajustar o preço. Clientes sem sinistros podem ter bônus de desconto na renovação.
Forma de pagamento: Pagar à vista o prêmio anual costuma dar desconto. Mas muitas seguradoras permitem parcelar em até 12 vezes sem juros no cartão ou débito em conta, o que facilita incluir o seguro no orçamento mensal.
De modo geral, é possível ajustar o seguro residencial para caber no seu bolso. E lembre-se: o valor do prêmio é fixo e previsível, enquanto um prejuízo por não ter seguro pode ser gigantes de uma só vez. Por algumas dezenas de reais por mês, você compra uma paz de espírito incalculável, sabendo que não ficará financeiramente arrasado se algo grave ocorrer. Se quiser um comparativo claro de preço x cobertura para o seu endereço, peça uma proposta à GT Seguros e veja as opções lado a lado.
Seguro residencial vs. assistência residencial: qual a diferença?
Muitas pessoas confundem o seguro residencial com planos de assistência residencial vendidos por bancos ou empresas de serviços (aquelas “proteções do lar” que oferecem apenas serviços emergenciais). Embora sejam produtos relacionados, não são a mesma coisa. Vamos comparar:
| Aspecto | Seguro Residencial | Assistência Residencial |
|---|---|---|
| Objetivo principal | Proteção financeira contra perdas grandes no imóvel e bens (indenização em caso de danos ou roubo) | Suporte técnico para pequenos problemas do dia a dia (envio de profissionais para reparos) |
| Cobertura | Abrange diversos riscos previstos na apólice: incêndio, roubo, fenômenos da natureza, etc Pode incluir assistência 24h como complemento. | Focada em serviços emergenciais específicos (elétricos, hidráulicos, chaveiro). Não indeniza grandes danos ou perdas de bens. |
| Indenização | Em caso de sinistro coberto, paga indenização em dinheiro ou repara os danos conforme contrato, podendo cobrir prejuízos altos. | Não há indenização financeira. O serviço se limita a consertar o problema específico (por exemplo, consertar um cano, trocar fechadura), sem cobrir prejuízos extensos. |
| Custo | Prêmio anual ou mensal, geralmente mais alto que um plano de assistência, porém proporcional à cobertura abrangente que oferece. | Normalmente assinatura de baixo custo ou inclusão gratuita em contas bancárias/cartões, pois o escopo é limitado. Servidores são acionados pontualmente. |
| Abrangência do contrato | Contratado com seguradoras, envolve apólice detalhada, cobertura de valores elevados e condições (franquias, limites, etc.). | Pode ser oferecida por seguradoras ou empresas de assistência. Contrato mais simples, sem avaliar valor de imóvel, pois não cobre patrimônio, apenas prestação de serviços. |
Em resumo, o seguro residencial é uma proteção completa para seu patrimônio, incluindo grandes riscos e perdas, enquanto a assistência residencial é um complemento que cuida de resolver pequenos imprevistos domésticos. Ambos se complementam: aliás, ao contratar um seguro residencial, você já ganha um pacote de assistências 24h, como vimos acima. Por isso, se você assina apenas um serviço de assistência avulso, saiba que ele não substitui um seguro – ele não vai te indenizar se sua casa pegar fogo ou for furtada, por exemplo. O ideal é ter o seguro (cobertura ampla) e usar a assistência que já vem nele para as pequenas emergências.
Como contratar o seguro residencial (dicas práticas)
Contratar um seguro residencial no Brasil é fácil, mas requer atenção a alguns detalhes para fazer a melhor escolha. Confira um passo a passo e dicas:
Passo a passo e recomendações:
Avalie o que você quer proteger: Faça uma lista mental (ou no papel) dos principais riscos que te preocupam. Você mora em casa ou apartamento? Área com risco de alagamento? Tem muitos equipamentos eletrônicos caros? Essa reflexão inicial ajuda a determinar quais coberturas adicionais fazem sentido no seu caso. Aproveite e estime o valor da residência e dos bens dentro dela – isso servirá de base para definir a quantia de cobertura (soma segurada) adequada.
Pesquise seguradoras confiáveis: Procure por seguradoras renomadas no mercado residencial. No Brasil, muitas empresas oferecem seguro residencial (Porto Seguro, Bradesco, Mapfre, Allianz, Tokio Marine, entre outras). Consulte avaliações de clientes e índices de reclamações (pode checar no site Reclame Aqui ou rankings de seguradoras) para sentir o nível de satisfação dos segurados.
Faça cotações comparativas: Não feche com a primeira oferta. É recomendável cotar em 2 ou 3 seguradoras diferentes – você pode fazer isso através de um corretor de seguros (profissional que cotará em várias companhias para você) ou mesmo via sites e apps de seguradoras que permitem cotação online. Ao cotar, informe corretamente os dados do imóvel e coberturas desejadas para obter preços precisos. Se preferir praticidade, a GT Seguros faz esse trabalho por você: compara várias seguradoras e te envia o melhor pacote custo-benefício para o seu perfil.
Atente-se às coberturas e excluões: Na hora de comparar as propostas, veja quais coberturas cada uma inclui e em que limites. Mais barato nem sempre é melhor – verifique se não estão faltando coberturas importantes. Leia também as exclusões da apólice (eventos não cobertos). Por exemplo, algumas seguradoras podem excluir danos por terremotos ou atos dolosos do segurado. É fundamental saber exatamente o que você está contratando para não ter surpresas depois.
Cheque as assistências oferecidas: Como vimos, as assistências 24h variam. Compare os planos de assistência de cada seguradora: quantos atendimentos por ano incluem, que tipos de serviços (umas têm cobertura para chaveiro ilimitada, outras limitam valores de mão de obra, etc.). Se você dá muito valor a isso, escolha a opção com melhor pacote de serviços residenciais.
Verifique franquias e participação: Confira se há franquia em alguma cobertura e de que valor. Por exemplo, é comum franquia de ~R$ 500 para cobertura de danos elétricos ou roubo. Isso significa que sinistros pequenos abaixo desse valor você mesmo arca. Franquia não é algo ruim – ela existe para tornar o seguro mais barato e evitar acionamentos por qualquer pequeno dano – mas é bom estar ciente do quanto teria que pagar em cada evento antes da seguradora entrar.
Formalize a proposta e pagamento: Após escolher a seguradora e coberturas, você preencherá uma proposta de seguro (um formulário com dados do imóvel, de você e detalhes da cobertura). A seguradora analisará (processo chamado subscrição) e emitirá a apólice. O pagamento pode ser à vista ou parcelado, conforme acordado. Após a apólice emitida, o seguro entra em vigor na data estipulada – a partir daí, sua casa já estará protegida!
Mantenha a apólice atualizada: Lembre-se de renovar o seguro anualmente. Revise se o valor segurado continua adequado (caso tenha feito reformas ou comprado bens de alto valor, talvez precise ajustar). Manter o seguro continuamente garante que você não fique descoberto. E, se mudar de endereço, informe a seguradora para transferir o seguro para a nova residência.
Seguindo essas dicas, você fará a contratação de forma consciente e aproveitando o melhor que o seguro residencial pode oferecer. Se tiver dúvidas, conte com a ajuda de um corretor de seguros de confiança, que pode orientar na escolha das coberturas ideais. O importante é dar esse passo e não deixar seu lar desprotegido.
Conclusão – Proteja seu lar com um seguro sob medida
Sua casa é o seu refúgio, seu patrimônio e palco de tantas memórias. Não deixe que um evento inesperado transforme tudo isso em preocupação e prejuízo. Como vimos, o seguro residencial oferece uma proteção robusta contra diversos riscos, custa pouco perto do benefício que traz, e ainda vem acompanhado de facilidades como assistência 24h.
Que tal garantir hoje mesmo a tranquilidade de saber que seu lar está assegurado? Você pode fazer uma cotação sem compromisso e descobrir que é mais acessível do que imaginava. Procure uma seguradora ou corretor de seguros de confiança, compare as opções e escolha o seguro residencial que melhor se adapta à sua casa e bolso. Se quiser dar o primeiro passo agora, a GT Seguros prepara sua cotação sem custo e te ajuda a ajustar coberturas conforme seu perfil.
Não espere o problema bater à porta – antecipe-se e tenha a segurança de estar protegido. Investir em seguro residencial é investir em paz de espírito para você e sua família. Durma tranquilo sabendo que, aconteça o que acontecer, sua casa estará amparada e você não estará sozinho para lidar com imprevistos. Proteja seu lar, proteja seus sonhos – contrate um seguro residencial e viva com muito mais tranquilidade!
Perguntas Frequentes
O que exatamente o seguro residencial cobre?
O seguro residencial pode cobrir diversos tipos de danos e perdas materiais no imóvel e nos bens dentro dele. As coberturas básicas incluem incêndio, explosão e queda de raio. Além disso, você pode contratar coberturas para roubo ou furto qualificado, danos elétricos (queimadas de aparelhos por curto-circuito), vendaval, granizo e tempestades, alagamentos (enchentes), desmoronamento, quebra de vidros, responsabilidade civil familiar (danos a terceiros) etc. A abrangência exata vai depender das coberturas que você incluir na sua apólice. Em resumo, cobre desde grandes desastres (como um incêndio de grande monta) até pequenos incidentes domésticos (como um eletrodoméstico queimado, se você tiver essa cláusula), conforme contratado.
O seguro residencial cobre enchentes e desastres naturais como temporais?
Sim, mas somente se você contratar essas coberturas específicas. Por padrão, o seguro não cobre enchentes/inundações a menos que a apólice inclua a cobertura de alagamento. O mesmo vale para danos de vendavais, furacões, tornados e granizo – são coberturas opcionais bastante comuns, mas que precisam estar explicitamente contratadas. Infelizmente, muitos clientes deixam de contratar cobertura de enchentes (menos de 1% das apólices têm alagamento incluso hoje). Portanto, ao fazer seu seguro, verifique se há risco desse tipo na sua região e inclua a cobertura de alagamento e vendaval se necessário. Uma vez contratadas, essas coberturas indenizam os prejuízos causados por esses desastres naturais, dentro dos limites estabelecidos na apólice.
Quem mora em apartamento ou é inquilino também precisa de seguro residencial?
Com certeza! Se você mora em apartamento, vale lembrar que o seguro do condomínio (obrigatório por lei para condomínios) geralmente cobre apenas as áreas comuns e estrutura do prédio, não os bens dentro do seu apartamento. Para proteger sua mobília, eletrônicos e reformas internas, só com um seguro residencial próprio. Já quem é inquilino (mora de aluguel) também pode (e deve) fazer seguro residencial para proteger seus pertences pessoais. Algumas apólices residenciais inclusive têm a cláusula de RC familiar que cobre danos que você, como inquilino, possa causar involuntariamente ao imóvel do proprietário (por exemplo, um incêndio acidental no apartamento alugado). Combine com o dono do imóvel – às vezes o proprietário segura a estrutura contra fogo, e você segura o conteúdo. Em resumo, independentemente de você ser proprietário ou locatário, imóvel próprio ou alugado, casa ou apartamento, o seguro residencial é válido e recomendável para proteger o que é seu e garantir tranquilidade.
Seguro residencial é obrigatório?
Não. Diferentemente do seguro de carro (que tem o DPVAT obrigatório) ou do seguro incêndio obrigatório em condomínios, o seguro residencial não é exigido por lei para casas individuais. Ele é totalmente opcional, uma escolha do proprietário ou morador. No entanto, há uma exceção: se o imóvel for financiado pelo sistema bancário (por exemplo, via Caixa ou outro banco), normalmente o financiamento imobiliário já inclui um seguro habitacional básico que cobre morte/invalidez do mutuário e danos físicos ao imóvel por incêndio, raio ou explosão. Fora essa situação específica de financiamento, ninguém é obrigado a ter seguro residencial. Mas, dada a proteção oferecida e o baixo custo, é altamente recomendável contratar, mesmo não sendo obrigatório. Pense que não ser obrigatório não impede desastres de acontecer – e você não quer ficar desprotegido se algo ocorrer.
Como aciono o seguro residencial em caso de sinistro?
Em caso de algum incidente coberto (um sinistro), o procedimento geral é: primeiro, garanta sua segurança e tome medidas de emergência (por exemplo, chamar os bombeiros no caso de incêndio, polícia no caso de roubo, etc.). Em seguida, comunique o sinistro à seguradora o quanto antes – geralmente há um telefone 24h ou aplicativo para aviso de sinistro. A seguradora vai orientar sobre a documentação necessária (por exemplo, boletim de ocorrência policial no caso de roubo, relatórios técnicos no caso de dano elétrico, fotos dos danos, lista de bens perdidos, etc.). Você deve preencher um aviso de sinistro e entregar os documentos solicitados. Então, a seguradora avalia o caso e, estando tudo dentro da cobertura, providencia a indenização. A indenização pode ser em dinheiro (depósito na sua conta) ou na forma de reparo/substituição do bem danificado, conforme previsto na apólice. O importante é sempre acionar o seguro antes de contratar qualquer reparo por conta própria, salvo emergências para evitar agravamento do dano. Seguindo as orientações da seguradora, o processo de sinistro será resolvido e você receberá o ressarcimento devido, respeitando os prazos contratuais (que costumam ser rápidos em seguros residenciais, dada a menor complexidade em comparação com, por exemplo, sinistros de automóvel).
Seguro residencial é caro? Como economizar?
De modo geral, seguro residencial não é caro – custa bem menos que seguro de automóvel, por exemplo. Como mencionado, fica em torno de 0,1% a 0,2% do valor do imóvel por ano. Na prática, muitas vezes dá para segurar sua casa por menos de R$ 50 por mês. Mas o valor exato depende das coberturas e limites que você escolher. Para economizar: faça cotações em diferentes seguradoras, ajuste as coberturas à sua real necessidade (não precisa cobrir joias se você não as tem, por exemplo), considere assumir franquias maiores em coberturas menos críticas para você, e pergunte por descontos (às vezes seguros multiuso – carro + residencial – ganham desconto combinado). Pagar anual à vista também pode gerar desconto. Mas nunca abra mão de coberturas essenciais só para baratear – ache um equilíbrio, pois o barato pode sair caro se ficar descoberto de algo importante. Lembre-se que, frente ao potencial prejuízo que cobre, o seguro residencial é um investimento pequeno que vale muito a pena.
Qual a diferença entre seguro residencial e seguro condomínio (habitacional)?
O seguro condomínio é contratado pelo condomínio (síndico) e cobre a estrutura do prédio e áreas comuns contra danos como incêndio, queda de raio, explosão, etc. Ele beneficia todos os condôminos, mas não cobre o conteúdo dentro de cada apartamento/casa nem a responsabilidade civil de cada morador individualmente. Já o seguro residencial é contratado pelo morador/proprietário individualmente, cobrindo a unidade privada e seus bens internos. Por exemplo: se houver um incêndio no prédio, o seguro do condomínio reconstruirá a estrutura do edifício, mas não reporá os móveis e eletrônicos dentro do seu apartamento – quem faz isso é o seu seguro residencial particular. Portanto, os seguros se complementam: o condomínio protege a edificação geral, enquanto o residencial protege a sua propriedade privada dentro do condomínio. Se você mora em prédio, vale ter os dois: o do condomínio (que já existe, incluso no valor do condomínio geralmente) e o seu residencial individual para cobertura completa.
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