Entenda por que o seguro viagem com cobertura de 30 mil euros é exigido e como apresentar a comprovação

Viajar para o exterior envolve imprevistos. Por isso, muitos destinos exigem que o viajante tenha um seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros voltada a despesas médicas e repatriação. Embora a exigência varie conforme o país e o tipo de visto, a regra mais comum para viagens de curta duração à área Schengen é justamente a presença de uma apólice com esse patamar de cobertura. Neste artigo, vamos explorar quem costuma exigir esse valor, como comprovar a cobertura de forma prática e segura, e quais critérios utilizar para escolher a apólice certa, com orientações úteis para quem está planejando a próxima viagem.

Quem costuma exigir o seguro viagem de 30 mil euros

A exigência de uma cobertura mínima de 30 mil euros é, em grande parte, associada a processos de visto para a área de turismo internacional, em especial o visto Schengen. Mas não é apenas para quem precisa de visto que essa exigência pode aparecer. Em muitos casos, autoridades consulares, agências de turismo e operadores de viagem orientam que o viajante contrate uma apólice com esse nível de proteção para facilitar a aprovação de documentos ou para reduzir riscos durante a estada no exterior. Além disso, alguns destinos exigem comprovante de seguro para viajantes em determinados tipos de visto de trabalho ou estágio, bem como para programas de intercâmbio.

Seguro viagem 30 mil euros: quem exige e como comprovar

Para o viajante brasileiro, por exemplo, esse patamar de cobertura costuma ser apresentado como requisito padrão em muitos conselhos de imigração e órgãos consulares, especialmente quando o objetivo é permanecer no espaço de até 90 dias. Ainda que a legislação possa apresentar pequenas variações entre países, a ideia central é clara: oferecer uma rede de atendimento médico efetiva, com possibilidade de evacuação e repatriação, para evitar custos vultosos no exterior e assegurar assistência em situações de urgência. Por isso, ao planejar sua viagem, vale confirmar com o consulado ou com a agência de viagens responsável pelo plano qual é a exigência atual para o seu caso específico, já que mudanças podem ocorrer conforme políticas migratórias e acordos bilaterais.

Para quem compra pela internet ou através de corretores, a ideia é apresentar uma apólice que cumpra os requisitos legais e, ao mesmo tempo, ofereça condições adequadas ao perfil do viajante (idade, doenças preexistentes, duração da viagem etc.). Em termos práticos, o objetivo da exigência é simples: garantir que o viajante tenha suporte financeiro para custos médicos, hospitalares e de repatriação caso ocorra algum problema de saúde ou uma emergência grave durante o trajeto.

Como comprovar a cobertura de 30 mil euros na prática

Comprovação, para a imigração e para instituições que exigem o documento, costuma seguir um fluxo relativamente padronizado. Abaixo descrevemos as ações mais comuns, que ajudam a evitar falhas na hora da apresentação de documentos:

  • Contratar uma apólice com cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas e repatriação (ou evacuação médica). A apólice deve estar vigente na data de entrada no país de destino e cobrir todo o período da viagem.
  • Verificar se a apólice fornece um certificado ou documento oficial com os dados essenciais: nome do titular, número da apólice, datas de início e fim da cobertura, e a soma segurada em euros (no mínimo 30.000).
  • Certificar-se de que a cobertura é válida para despesas médicas, hospitalares, repatriação médica e evacuação de urgência. Em alguns casos, é útil confirmar também a cobertura para eventual responsabilidade civil em viagem, dependendo da exigência específica do país.
  • Guardar cópia digital e física do documento de seguro. Em muitos casos, a comprovação pode ser apresentada em formato digital (PDF ou image) através do gráfico de atendimento da seguradora ou do portal do corretor, além do documento impresso.

Observação: verifique com antecedência as exigências específicas do consulado do seu destino, pois podem variar conforme país e tipo de visto. O ajuste fino entre a data de validade da apólice e as datas da viagem é essencial para evitar gaps de cobertura que contem entre as exigências legais e a prática do embarque.

Quais informações costumam constar na comprovação de seguro

Para facilitar o processo de comprovação, tenha em mãos a documentação que normalmente atende às exigências. Embora os formatos possam variar entre países e consulados, as informações mais requisitadas costumam ser as seguintes:

  • Nome completo do titular da apólice (conforme o passaporte).
  • Número da apólice e identificação da seguradora.
  • Período de cobertura: data de início e data de término.
  • Valor da cobertura (no mínimo 30.000 euros) para despesas médicas e repatriação.

Alguns viajantes também recebem um “certificado de seguro” ou uma carta de confirmação emitida pela seguradora ou pelo corretor. Esse documento pode vir em formato digital com código de verificação ou QR code, ou em papel timbrado. O importante é que contenha os dados de identificação do viajante, a validade da apólice e o escopo da cobertura. Em viagens com conexão entre países ou com planos de viagem que envolvem várias etapas, vale manter toda a documentação acessível para eventuais conferências de imigração ou de operadoras de turismo.

Como escolher a apólice certa para o seu perfil

Nem toda apólice com valor de 30 mil euros funciona igual para todos os viajantes. A escolha deve levar em conta o tipo de viagem, a duração, a idade do viajante, e a presença de condições de saúde pré-existentes. Abaixo listamos alguns critérios-chave que ajudam na decisão:

  • Cobertura mínima exigida versus coberturas adicionais: além de despesas médicas e repatriação, avalie se a apólice oferece evacuação de emergência, repatriação de restos mortais, e, se for o caso, cobertura de responsabilidade civil internacional.
  • Rede de atendimento internacional: quanto maior a rede de prestadores credenciados (hospitais, clínicas e rede de assistência 24h), menor o risco de dificuldades para acessar atendimento médico em situações de urgência.
  • Condições para doenças preexistentes: se o viajante tem condições crônicas, verifique se há exclusões ou carências, ou se é possível adquirir um suplemento que garanta cobertura nessas situações.
  • Validade da apólice: confirme que a cobertura cobre todo o período da viagem, inclusive eventuais atrasos ou extensões de estadia.

Para quem viaja com família ou em grupo, vale considerar também políticas que ofereçam condições proporcionais ao número de segurados ou opções com cobertura individual vs. família. Em termos de gestão de risco, é comum que quem precisa viajar com crianças ou idosos procure apólices com atendimento 24 horas e facilidades de evacuação, caso seja necessário. A vantagem de trabalhar com um corretor é justamente a possibilidade de personalizar a apólice, ajustando o valor de cobertura, as franquias e as coberturas adicionais de acordo com o perfil de viagem.

Tabela-resumo: principais aspectos da cobertura de 30 mil euros

CasoCobertura mínima recomendadaObservação prática
Despesas médicas e hospitalares30.000 eurosVerificar limites por incidente e teto agregado por viagem
Repatroação médica e evacuaçãoCobertaÉ essencial para situações graves; confirme o teto e as condições
Assistência 24hIncluídaFacilita a orientação médica e o encaminhamento de atendimento

Boas práticas para quem está comprando o seguro viagem pela primeira vez

Se você está montando o seu seguro viagem pela primeira vez, algumas dicas rápidas ajudam a evitar erros comuns:

  • Peça simulação de custos com hospitais de referência no destino para ter uma leitura realista do que está contratado.
  • Leia atentamente as exclusões de cada apólice, especialmente relacionadas a esportes de aventura, atividades profissionais no exterior ou doenças preexistentes.
  • Considere um plano com franquia baixa ou zero franquia para reduzir surpresas em caso de necessidade de atendimento médico.
  • Guarde digitalmente o documento de seguro em um telefone celular ou tablet, junto com contatos de assistência em idioma local do país de destino.

Além disso, vale considerar aspectos práticos, como o idioma do atendimento da seguradora, a rapidez na resposta de sinistros e a facilidade de acesso a serviços de telemedicina, quando disponíveis. Em todo caso, a escolha ideal é aquela que equilibrar o custo com uma proteção adequada à sua viagem, oferecendo tranquilidade sem comprometer o orçamento.

Aplicação prática para turismo, estudo e viagens a negócios

Para quem viaja a turismo, estudos ou negócios, os fundamentos da cobertura de 30 mil euros permanecem úteis, mas algumas nuances podem fazer diferença. Viajantes de turismo costumam priorizar a simplicidade de aquisição, flexibilidade de datas e acesso rápido a serviços médicos. Estudantes e intercambistas podem exigir coberturas adicionais para exames médicos, assistência odontológica emergencial ou cobertura para atividades acadêmicas em país estrangeiro. Profissionais em viagens de negócios podem precisar de coberturas que incluam eventual cancelamento de viagem, interrupção de viagem ou cobertura de equipamentos e documentos. Em todos os casos, a recomendação é alinhar a apólice com as características e riscos da viagem, sem abrir mão de requisitos legais exigidos pelo destino.

Observação adicional: o processo de comprovação pode exigir documentos complementares em alguns consulados, como anexos com informações do titular, termos de responsabilidade ou declarações de saúde; manter a documentação organizada facilita a tramitação de visto e a entrada no país.

Conclusões rápidas para quem planeja a viagem

Em síntese, o seguro viagem com cobertura de 30 mil euros é uma exigência comum para viagens à área Schengen e para alguns outros destinos, especialmente quando envolve a necessidade de visto de curta duração. A comprovação é feita por meio da apólice com os dados do titular, validade e cobertura mínima, frequentemente apresentada na forma de certificado ou documento equivalente. Ao escolher a apólice, leve em conta a rede de atendimento, a abrangência da cobertura, a existência de exclusões relevantes e a adaptação a condições de saúde preexistentes. Com planejamento, é possível viajar com tranquilidade, sabendo que há suporte financeiro e médico disponível em caso de imprevistos durante a viagem.

Para facilitar a sua decisão, faça já a cotação com a GT Seguros e compare as opções de seguro viagem com cobertura de até 30 mil euros.