| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 22.669,00 |
| Fev/26 | R$ 22.719,00 |
| Jan/26 | R$ 22.770,00 |
| Dez/25 | R$ 22.814,00 |
| Nov/25 | R$ 22.849,00 |
| Out/25 | R$ 22.904,00 |
| Set/25 | R$ 22.978,00 |
| Ago/25 | R$ 23.027,00 |
| Jul/25 | R$ 23.064,00 |
| Jun/25 | R$ 23.088,00 |
| Mai/25 | R$ 23.135,00 |
| Abr/25 | R$ 23.156,00 |
Guia didático para interpretar a Tabela FIPE do Agrale 4500 D-RD 2p a diesel de 1997
Entendendo a função da Tabela FIPE e como ela impacta seguros e avaliações
A Tabela FIPE é uma referência amplamente adotada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Para uma corretora de seguros, ela serve como base para calcular o valor de reposição, o prêmio de seguro e a indenização em caso de sinistro. No caso do Agrale 4500 D-RD 2p, modelo diesel fabricado por volta de 1997, a consulta à FIPE ajuda a situar o veículo dentro de uma faixa de valor que reflete condição, ano de fabricação e versão específica. Embora a tabela seja um referencial, é comum que seguradoras considerem também fatores adicionais na hora de fechar a apólice, como quilometragem, histórico de manutenção, modificações na carroceria, estado de conservação e eventuais acessórios que agregam valor ao veículo. Por isso, a FIPE funciona como base sólida, mas não substitui a avaliação técnica detalhada que muitas seguradoras realizam durante a contratação. Esta seção, portanto, busca esclarecer como esse ponto de referência orienta o trabalho de uma corretora ao falar de um veículo antigo com apelo utilitário como o Agrale 4500 D-RD 2p.
Ficha técnica do Agrale 4500 D-RD 2p (diesel) 1997
Para uma leitura objetiva, a ficha técnica abaixo descreve as características mais comuns associadas a essa configuração específica da linha Agrale. É importante lembrar que pequenas variações podem ocorrer entre unidades, conforme o lote de fabricação, a finalidade de uso e eventuais revisões de fábrica ao longo de anos de produção. A ideia é oferecer um retrato técnico claro, que ajude a entender o comportamento do veículo e como ele pode ser tratado na hora de avaliar seu seguro ou reposição.

- Tipo de motor: diesel, quatro cilindros, com configuração típica de utilitários leves da década de 1990. O motor costuma oferecer torque suficiente para uso pesado em trabalho rural ou logístico básico, com alimentação de combustível adequada para deslocamentos urbanos e rurais.
- Transmissão: manual, com várias marchas, projetada para permitir maior controle em terrenos irregulares ou contingências de carga. A transmissão manual é comum em veículos dessa faixa de peso e finalidade, facilitando reparos e ajuste fino durante a condução.
- Tração e chassis: tração traseira (4×2), estrutura de chassis robusta orientada a aplicações de serviço leve a moderado. A carroceria 2 portas reforça o foco em utilitário básico, com baú de carga que atende operações comerciais simples.
- Dados de uso e construção: cabine simples com dois lugares, adequada para motoristas que executam tarefas de entrega, transporte de pequenas cargas ou apoio a atividades agrícolas. O conjunto é reconhecido pela robustez característica de veículos utilitários da época, com boa disponibilidade de peças de reposição e manutenção relativamente acessível no Brasil.
Por que esses itens importam para a seguradora?
Ao trabalhar com um modelo antigo como o Agrale 4500 D-RD 2p diesel, a seguradora olha para os seguintes aspectos na prática de cotação e definição de cobertura:
1) Aceitação de apólices: veículos fora de linha podem exigir avaliações adicionais, histórico de manutenção comprovado e, às vezes, restrições de uso. A Tabela FIPE oferece o referencial de valor, mas o ajuste fino dependerá da condição atual do veículo.
2) Valor de indenização: a base de cálculo de reposição ou indenização pode depender da faixa de valor estimada pela FIPE, além de considerar peças de reposição disponíveis e o custo de mão de obra. Para modelos com idade avançada, esse equilíbrio entre disponibilidade de peças e estado geral determina o custo do seguro.
3) Risco operacional: o perfil de serviço de um Agrale 4500 D-RD 2p—com uso típico em transporte de carga leve e atividades rurais—pode influenciar o prêmio, já que o risco de desgaste, avarias mecânicas, desgaste de transmissão e consumo de combustível entra na equação.
4) Manutenção e histórico: seguradoras costumam valorizar histórico de revisões, peças originais e registros de manutenção. Um veículo com histórico de manutenções regulares tende a ter prêmio mais estável, em comparação a unidades com poucas ou nenhuma manutenção documentada.
Mercado, disponibilidade de peças e manutenção prática
Para um modelo de 1997, a disponibilidade de peças originais pode variar conforme a região, mas veículos da linha Agrale costumam ter boa penetração no mercado de reposição no Brasil. Componentes como freios, suspensão, kits de embreagem e itens de motor diesel de quatro cilindros geralmente têm opções de reposição no varejo de peças de reposição para utilitários leves. A vantagem de se manter uma frota com esse perfil está justamente na simplificação de manutenções, com peças compatíveis de fabricantes conhecidos ou, em vários casos, equivalentes de peças de reposição de fábrica ou de terceiros. Diante disso, a assessoria de seguros pode, com base na ficha técnica e no histórico do veículo, orientar sobre manutenções preventivas que impactam valor, desempenho de condução e custos operacionais futuros.
A Agrale e sua presença na indústria brasileira
A marca Agrale ganhou destaque no Brasil como fabricante de veículos utilitários, caminhonetes leves, chassis-cabina e, ao longo dos anos, equipamentos agrícolas e motores. Fundada para atender a uma demanda brasileira por soluções de transporte e trabalho rural, a empresa se consolidou como exemplo de robustez, simplicidade de manutenção e eficiência de uso em cenários desafiadores. O portfólio da marca tem sido utilizado por pequenas e médias empresas, cooperativas agrícolas, prestadores de serviço em áreas rurais e, muitas vezes, por frotas de lojas de materiais de construção, locadoras regionais e empresas de logística com operações de last mile. Esse perfil reforça a relevância da marca no ecossistema de seguros, uma vez que veículos de serviços utilitários com boa disponibilidade de peças e prática de manutenção podem apresentar custos de seguro mais estáveis ao longo do tempo, especialmente quando comparados a modelos de nicho ou importados com alto custo de reposição.
Como a compreensão da ficha técnica ajuda na conversa com a seguradora
Ao abordar uma cotação para o Agrale 4500 D-RD 2p diesel de 1997, alguns pontos práticos ajudam a tornar o diálogo com a seguradora mais objetivo e eficiente:
– Descreva claramente a finalidade de uso do veículo: entrega de mercadorias, uso rural, apoio a obras ou deslocamento entre sítios. O propósito influencia as coberturas indicadas e o perfil de risco.
– Informe o ano de fabricação e a versão: isso facilita cruzar a referência da FIPE com a condição do veículo e as eventuais particularidades da unidade.
– Registre o histórico de manutenção e modificações: peças originais, revisões, trocas de componentes-chave (sistema de freios, suspensão, motor) e eventuais reforços de carroceria ou baú. Tudo isso impacta a confiabilidade percebida pela seguradora.
– Tenha em mente a condição geral do veículo: condições de conservação, presença de ferrugem, vazamentos, estado de pneus e freios. A segurança ativa e passiva também entra no cálculo de risco e, por consequência, no prêmio.
Observações sobre o valor de referência e o papel da cotação com a GT Seguros
É comum que, ao consultar a FIPE, os profissionais da corretora acompanhem com atenção a diferença entre o valor de referência e o valor efetivo de mercado do veículo. Em veículos mais antigos, a depreciação natural, a disponibilidade de peças e a demanda específica pelo modelo influenciam esse cálculo. A FIPE serve de bússola, mas a seguradora pode ajustar o prêmio com base em dados locais, histórico de sinistros, age de uso e características de cada unidade. Diante disso, discutir o cenário com a GT Seguros ajuda a alinhar as coberturas às necessidades reais do proprietário, incluindo opções de proteção para terceiros, responsabilidade civil, colisão, incêndio e roubo, bem como a possibilidade de coberturas específicas para acessórios ou implementos de trabalho que possam compor a configuração do Agrale.
Pontos-chave sobre a marca Agrale na prática de seguro e uso diário
A presença da Agrale no mercado brasileiro traz algumas vantagens relevantes para quem avalia seguro de veículos utilitários antigos. A robustez do conjunto mecânico, a disponibilidade de peças de reposição e a facilidade de manutenção costumam favorecer soluções de seguro com custos operacionais mais previsíveis. Além disso, a reputação de veículos utilitários da marca, com foco em trabalho e uso comercial leve, tende a gerar perfis de risco consistentes, quando comparados a modelos importados de nicho. Entender esse ecossistema ajuda tanto o proprietário quanto a corretora a escolherem coberturas que protejam adequadamente o investimento, sem exigir custos desnecessários. A combinação entre a ficha técnica, a história da marca e o comportamento de sinistros de modelos similares fornece uma base sólida para decisões sensatas de seguro.
Conclusão e próximos passos para o leitor
Para quem está acompanhando a Tabela FIPE AGRALE 4500 D-RD 2p (diesel) 1997, compreender as dimensões técnicas, o uso típico e a história da marca ajuda a interpretar com mais clareza o valor referencial e a orientar escolhas de seguro mais alinhadas com a realidade do veículo. A avaliação cuidadosa da condição do veículo, consolidada com o suporte de uma corretora especializada, facilita a obtenção de coberturas que realmente protegem o proprietário, o negócio e o patrimônio envolvido. E, para quem deseja uma orientação objetiva sobre riscos, coberturas e condições comerciais, a GT Seguros oferece suporte personalizado e cotação sob medida.
Para conhecer opções de seguro sob medida para o Agrale 4500 D-RD 2p (diesel) 1997, peça uma cotação na GT Seguros.
