| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 20.055,00 |
| Fev/26 | R$ 20.465,00 |
| Jan/26 | R$ 20.511,00 |
| Dez/25 | R$ 20.551,00 |
| Nov/25 | R$ 20.582,00 |
| Out/25 | R$ 20.632,00 |
| Set/25 | R$ 20.699,00 |
| Ago/25 | R$ 20.743,00 |
| Jul/25 | R$ 20.777,00 |
| Jun/25 | R$ 20.798,00 |
| Mai/25 | R$ 20.840,00 |
| Abr/25 | R$ 20.859,00 |
Guia explicativo sobre a Tabela FIPE para o Agrale 5000 D-RS 2p a Diesel de 1995 e como isso influencia o seguro
A Tabela FIPE é uma referência consolidada no mercado brasileiro para orientar a avaliação de veículos usados. Mesmo não sendo a única base, ela serve como base comum para corretores, seguradoras e consumidores na hora de estimar o valor de referência de um carro ao longo da vida útil. Quando se trata de modelos históricos como o Agrale 5000 D-RS 2p, especialmente na versão movida a diesel e fabricada em meados dos anos 1990, a leitura da FIPE precisa considerar particularidades do modelo, estado de conservação e disponibilidade de peças. Nesta leitura educativa, vamos destrinchar o papel da FIPE, apresentar a ficha técnica do veículo em questão e oferecer um panorama útil para quem atua na corretagem de seguros.
Sobre a marca e o contexto do modelo
Agrale é uma fabricante brasileira reconhecida pela versatilidade de seus veículos, com atuação marcante em segmento de utilitários, caminhões leves e, ao longo de sua história, modelos de uso urbano e rural. A marca sempre trouxe foco em durabilidade, facilidade de manutenção em condições menos favoráveis e adaptação a frotas municipais, agrícolas e particulares. O Agrale 5000 D-RS 2p representa uma linha de veículos leves desenvolvidos para atender a necessidades de mobilidade com simplicidade mecânica, robustez de construção e custo de propriedade mais previsível. A versão D-RS, com motor diesel, costuma ser associada a benefícios de economia de combustível e torque suficiente para uso diário, especialmente em trajetos urbanos com trechos de estrada e, em muitos casos, trajetos rurais leves. Ao tratar de um carro antigo como o modelo de 1995, é comum observar que o peso da peça original, o estado de conservação, a disponibilidade de peças e o histórico de manutenção influenciam não apenas a experiência de condução, mas também como as seguradoras encaram o valor do veículo para fins de cobertura e indenização. Por isso, entender a FIPE nesse contexto ajuda a calibrar a proteção sem extrapolar o orçamento da apólice.

Ficha técnica do Agrale 5000 D-RS 2p (diesel) 1995
- Motor e desempenho: diesel, 4 cilindros, bloco de ~1,7 L; potência aproximada de ~55 cv a ~3.900 rpm; torque próximo de ~120 Nm. Transmissão manual de 4 marchas e tração traseira, características comuns nessa configuração de época.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento em torno de 3,8 m, largura de ~1,6 m e altura de ~1,5 m; peso próprio próximo de 850 kg; capacidade de carga útil estimada em cerca de 300 kg; tanque de combustível com capacidade de ~40 L.
- Conjunto mecânico e chassis: suspensão dianteira independente, suspensão traseira por feixe de molas; freios tipicamente a tambor nas rodas traseiras; direção de comando manual; configuração de dois lugares na cabine (2p) com características básicas de conforto da época.
- Equipamentos e acabamento: itens de conforto simples, carroceria de época com itens típicos de fábrica para o período (vidros manuais, sem ar-condicionado como item de série na maioria das versões, rodas de aço). Estes detalhes podem variar conforme a versão real e o estado de conservação do exemplar específico.
Observação importante sobre a ficha técnica: os valores acima são estimativas representativas com base no conjunto de especificações comuns a versões diesel de dois lugares do Agrale 5000 D-RS da década de 1990. Em veículos de coleção, restauração ou bem conservados, pode haver pequenas variações entre unidades. Para uso em seguro, a avaliação detalhada (estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, originalidade de peças) é determinante, ainda que a referência FIPE amplie a compreensão do valor de mercado relativo ao veículo.
Como a Tabela FIPE funciona e por que ela importa na corretagem de seguros
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) coleta, valida e consolida dados de transações reais de venda de veículos usados em várias regiões do país para compor a Tabela FIPE. Esse conjunto de informações serve como base de referência para seguradoras, concessionárias, financiadores e compradores, com o objetivo de padronizar a avaliação de valor de mercado do veículo no momento da negociação, atualização de apólices e indenizações. No caso de modelos antigos como o Agrale 5000 D-RS 2p (diesel) de 1995, a tabela ajuda a colocar um parâmetro dentro de um espectro de valor de referência que facilita a comunicação entre cliente e corretor de seguros. No entanto, vale reforçar que FIPE não é preço de venda atual, nem necessariamente reflete as condições específicas de uma venda imediata, nem substitui avaliações técnicas realizadas por peritos ou pelo próprio mercado de peças usadas.
Para quem atua na corretagem, entender o que compõe a FIPE é essencial para justificar as coberturas, as faixas de indenização e as opções de reajuste de apólice. Abaixo, exploramos conceitos relevantes que ajudam a interpretar a tabela no contexto de seguros para o Agrale 5000 D-RS 2p diesel de 1995:
Principais aspectos da FIPE úteis para o segurado e para o corretor
Ao lidar com veículos históricos ou de baixa produção, o corretor pode usar a FIPE como referência para calibrar a proteção sem perder de vista a realidade de mercado. A seguir estão pontos-chave que ajudam a entender a aplicação prática da FIPE na apólice e na cotação:
1) A função da FIPE na seguradora: a tabela de referência serve como base para a indenização em casos de dano total e pode orientar limites de cobertura. Em muitos contratos, o valor de referência FIPE funciona como teto ou referência para recomposição de perdas, com a possibilidade de ajustes conforme o estado de conservação, quilometragem e histórico de manutenção do veículo. Em alguns casos, pode ser adotada a modalidade de indenização “valor de mercado” ou “valor de reposição” com tabelas adicionais, conforme o que for acordado na apólice.
2) Impacto das condições do veículo: o estado de conservação, a quilometragem, a originalidade de peças e a disponibilidade de itens originais influenciam diretamente o valor que a FIPE poderá sugerir como referência. Um exemplar bem preservado, com histórico de manutenção documentado e com peças originais, tende a ter aderência maior ao valor de referência, enquanto unidades com desgaste significativo, modificações não originais ou avarias não conservadas podem apresentar distorções entre o valor de referência e o preço real de reparo ou reposição.
3) Limitações da FIPE para carros com produção interrompida: para modelos fora de linha há limitações inerentes à ferramenta. Em veículos com pouca circulação, a variação de preço pode ser mais sensível a condições locais, disponibilidade de peças e raridade de unidades. Nesse cenário, o corretor pode complementar a avaliação com fontes complementares, como avaliações de peças, dados de assistência técnica autorizada e consulta ao mercado de reposição de peças usadas, sem abrir mão da orientação da FIPE como referência inicial.
4) Como a seguradora aplica a referência FIPE: muitas seguradoras utilizam a FIPE para fundamentar a indenização, e podem exigir comprovação complementar, como relatório de vistoria, laudos de conservação ou notas de manutenção. Em casos de sinistro, é comum que o perito avalie o estado do veículo e confirme se a referência FIPE é compatível com o cenário de indenização, ajustando com base em itens como danos, integridade estrutural ou necessidade de reposição de componentes específicos.
5) Diferença entre valor de mercado e valor de reposição: além da FIPE, as apólices podem considerar o valor de mercado (valor estimado pela condição atual do veículo) ou o valor de reposição (quanto custaria adquirir um exemplar igual, novo ou seminovo, na região de atuação). Em carros históricos, pode haver a necessidade de cláusulas específicas para cobrir peças originais, itens de época e condições especiais. O corretor orienta o cliente sobre a melhor opção de cobertura, levando em conta o uso do veículo, o risco de roubo, colisões e a frequência de deslocamentos.
6) Como interpretar a prática no dia a dia: para o proprietário de um Agrale 5000 D-RS 2p diesel de 1995, a leitura da FIPE não substitui uma avaliação precisa, mas oferece uma base sólida para negociar prêmios justos, entender o equilíbrio entre cobertura e custo e alinhar expectativas com a seguradora. A correta descrição do veículo (versão, motor, câmbio, estado de
