| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 1.791,00 |
| Dez/25 | R$ 1.795,00 |
| Nov/25 | R$ 1.798,00 |
| Out/25 | R$ 1.803,00 |
| Set/25 | R$ 1.809,00 |
| Ago/25 | R$ 1.813,00 |
| Jul/25 | R$ 1.816,00 |
| Jun/25 | R$ 1.818,00 |
| Mai/25 | R$ 1.822,00 |
| Abr/25 | R$ 1.824,00 |
| Mar/25 | R$ 1.827,00 |
| Fev/25 | R$ 1.829,00 |
Guia educativo para entender a Tabela FIPE do AgraLe Dakar 50, 1999
A Tabela FIPE é amplamente reconhecida no Brasil como referência para orientar negociações,seguro e planejamento financeiro envolvendo veículos. No caso específico do AgraLe Dakar 50, ano 1999, entender como essa referência é aplicada ajuda proprietários e interessados a discutir de forma mais clara os aspectos técnicos, as expectativas de uso e as condições de cobertura com as seguradoras. Este texto busca detalhar o conceito da Tabela FIPE, oferecer uma visão técnica sobre o Dakar 50 1999 e explicar como as informações da ficha técnica e da referência de mercado se conectam para embasar decisões de seguro, compra ou venda do modelo.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros e negociações
A Tabela FIPE, gerida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como um mosaico de dados usados como referência pelo mercado. Embora muitos associem a FIPE apenas a valores, o uso mais amplo é o de contextualizar o posicionamento de cada veículo dentro da linha de produtos similar. No universo de seguros, por exemplo, a instituição financeira ou a corretora utiliza a referência para calibrar coberturas, comparar condições entre modelos e épocas diferentes, e facilitar a comunicação com o cliente sobre o que caracteriza o veículo em termos de demanda, disponibilidade de peças e manutenção comum para o ano específico. Já em negociações de compra e venda, a referência facilita uma linha de comparação entre opções parecidas, ajudando a estabelecer uma faixa de negociação que reflita o estágio de mercado do modelo e da idade do veículo.

Para o AgraLe Dakar 50 de 1999, a leitura da Tabela FIPE envolve considerar não apenas o ano, mas também a versão, o estado de conservação típico de unidades desse tipo de produto na década de 1990 e as mudanças que ocorreram ao longo do tempo em termos de disponibilidade de peças, rede de assistência técnica e percepção de confiabilidade. Quando a seguradora consulta a FIPE, ela não está apenas olhando para números: está observando um referencial que sintetiza o comportamento histórico do mercado, o interesse de público e o custo de reposição de componentes, além de fatores intrínsecos ao modelo, como a robustez de motor, o sistema de freios e a linha de produção da época.
Nesse sentido, compreender o que essa referência representa ajuda a alinhar expectativas: quanto mais próximo o estado do veículo estiver do padrão do modelo descrito na FIPE, mais previsível tende a ser o comportamento da cobertura e da precificação. Além disso, entender o que a tabela considera pode esclarecer por que pequenas alterações de estado ou de uso – como histórico de manutenção ou tipo de uso diário – podem influenciar a percepção de risco associada ao veículo na visão da seguradora.
Ficha Técnica: AgraLe Dakar 50 1999
Abaixo apresentamos a ficha técnica resumida do AgraLe Dakar 50, ano 1999, com foco nos aspectos que costumam ser relevantes tanto para avaliação de mercado quanto para decisões de seguro. A ideia é oferecer um retrato claro para quem está comparando modelos ou avaliando necessidades de proteção. Os dados aqui são representativos do que era comum em lançamentos dessa faixa de produto na época, com variações possíveis entre unidades específicas conforme o lote de fabricação.
- Motor: monocilíndrico, 2 tempos, aproximadamente 50 cm³ de cilindrada
- Transmissão: 4 velocidades, embreagem por tambor simples, acionamento manual
- Alimentação: carburador, sistema de alimentação simples típico de motocicletas de baixa cilindrada da década de 1990
- Sistema de arrefecimento: arrefecimento a ar, sem circuito de líquido refrigerante
Além desses itens, vale considerar notas adicionais que costumam compor a ficha técnica completa em catálogos históricos e registros de concessionárias: o peso em ordem de marcha, a capacidade do tanque de combustível, as dimensões gerais (comprimento, largura, altura) e o tipo de suspensão utilizado, bem como o tipo de quadro e chassi empregados. Em muitos casos, a Dakar 50 seguia soluções simples e robustas, com foco na facilidade de manutenção e no custo de reposição baixo, características que costumam ser valorizadas por proprietários que buscam baixa complexidade mecânica e operação descomplicada em ambientes urbanos. Tais elementos, somados às manutenções regulares, costumam contribuir para uma experiência de uso estável, especialmente em modelos com cilindrada próxima de 50 cm³.
Para a compreensão prática da ficha, é útil associar cada item a implicações no dia a dia. O motor de 50 cm³ de dois tempos, por exemplo, tende a oferecer resposta rápida em baixas rotações, o que favorece a condução urbana, mas pode exigir atenção especial quanto a consumos de óleo e ao regime de funcionamento para manter a performance ao longo do tempo. A carburação, por sua vez, depende do estado de ajuste do motor e da qualidade do combustível disponível, o que pode influenciar a confiabilidade de partida, especialmente em climas frios. A transmissão de 4 velocidades, associada a uma relação de marchas simples, costuma privilegiar arrancadas eficientes em cidade, porém pode exigir trocas rápidas para manter a rotação adequada em trechos mais longos ou colinas.
O conjunto de suspensão, com dianteira típica de garfo telescópico e partes de suspensão traseira mais simples, tende a oferecer conforto aceitável em vias urbanas com irregularidades moderadas. O peso relativamente baixo da moto favorece a agilidade, mas aumenta a percepção de instabilidade em ventos fortes ou em estradas com curvas acentuadas. A capacidade do tanque, bem como o consumo, costumam advir com o conjunto de motor e transmissão, de modo que proprietários observam frequentemente a autonomia prática em uso diário. Dimensões e desenho do chassi, por fim, influenciam a ergonomia, o espaço para o piloto e o manuseio em manobras de baixa velocidade, como estacionamento e contorno de quarteirões.
É importante notar que, embora a ficha técnica descreva o que é típico ou comum para o modelo nessa faixa de ano, variações entre unidades são naturais. Por isso, a consulta a documentos de registro, manuais do fabricante da época e registros de assistência técnica pode confirmar detalhes específicos de uma unidade individual. A sinergia entre a ficha técnica e a análise de condições reais de uso é que sustenta a avaliação de risco de seguros, a escolha de coberturas e limites apropriados, bem como a definição de estratégias de manutenção que preservem a confiabilidade do veículo ao longo do tempo.
Como a Tabela FIPE influencia as decisões de seguro
Ao pensar em proteção para o AgraLe Dakar 50 de 1999, a Tabela FIPE atua como uma bússola para a seguradora e, indiretamente, para o proprietário. A ideia central é que a referência ajuda a entender o cenário de mercado para o modelo, ano e versão, levando em conta fatores como a demanda, a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e a percepção de risco associada ao veículo de baixa cilindrada e manutenção simples. Quando a seguradora utiliza essa referência, a abordagem não se restringe a números; ela considera a posição do Dakar 50 dentro do ecossistema de motocicletas da época, o que facilita a comparação com modelos similares, o que pode impactar, entre outros aspectos, o fluxo de comunicação com o cliente, a clareza de explicação sobre as opções de cobertura e a construção de propostas de proteção sob medida.
Alguns pontos práticos de como a FIPE informa decisões de seguro incluem:
- Definição de coberturas alinhadas ao perfil do veículo: com 50 cm³, a moto costuma ter necessidades específicas de cobertura contra roubo, furto qualificado e danos a terceiros, entre outras situações, levando em conta o uso urbano típico.
- Determinação de limites de indenização e franquias com base na faixa de idade do veículo, no contexto de reposição de peças originais ou equivalentes, e na disponibilidade de peças para o modelo na rede de assistência.
- Avaliação do histórico de sinistros para o modelo específico, incluindo a frequência de ocorrências reportadas para unidades de Dakar 50 do período, o que pode influenciar ajustes de risco e condições de contratação.
- Comunicação mais clara com o cliente sobre a justificativa de coberturas e valores de indenização, com base em um referencial amplamente reconhecido pelo mercado, facilitando a tomada de decisão informada.
É comum que proprietários com Dakar 50 1999 busquem coberturas que respondam pela proteção básica contra roubo ou furto, danos a terceiros e incêndio, complementadas por opções de proteção adicional, como proteção para acessórios originais ou de fábrica. A avaliação baseada na FIPE, associada à ficha técnica e ao estado real do veículo, ajuda a calibrar essas escolhas de forma mais coerente com o que é típico para esse tipo de motocicleta na faixa etária. Em termos práticos, isso pode significar uma proposta de cobertura que equilibre custo e benefício, privilegiando a tranquilidade de uso no dia a dia, sem comprometer a acessibilidade financeira ao proprietário.
Para quem pensa em comprar esse modelo ou já é proprietário, a leitura da FIPE aliada à verificação objetiva de itens da ficha técnica pode facilitar a negociação com o vendedor ou com a seguradora. A estimulação de dúvidas sobre o estado da moto (carburador, sistema de ignição, fluídos, estado de pneus, freios, suspensão, e a integridade do quadro) costuma se alinhar ao que a FIPE, no conjunto, sugere como referência de mercado. Em termos de planejamento, isso ajuda a estruturar uma estratégia de uso responsável, com foco na manutenção preventiva, o que, por sua vez, tende a refletir em condições mais estáveis de seguro ao longo do tempo.
Notas finais sobre interpretação e uso responsável
É essencial observar que, apesar de a Tabela FIPE oferecer uma referência valiosa, cada caso é único. O estado de conservação, a quilometragem e o histórico de uso são elementos que moldam a percepção de risco para a seguradora e, consequentemente, as opções de cobertura disponíveis. Embora o Dakar 50 seja um modelo simples, a combinação de cuidados de manutenção, confiabilidade de componentes e regularidade de uso pode fazer diferença na experiência de seguro, incluindo a facilidade de atualização de coberturas ou a renegociação de condições conforme a idade do veículo e o mercado. Ao planejar uma contratação, vale priorizar a transparência sobre o estado do veículo, antecipar necessidades de cobertura para itens como acessórios originais e manter um histórico de manutenção claro, que facilite a comunicação com a seguradora.
Para quem está estudando as possibilidades de proteção para o AgraLe Dakar 50 1999, é válido considerar também questões práticas, como o local de circulação (urbano, rodovias próximas, uso intermitente), a frequência de uso (diária, eventual, fim de semana) e a experiência de condução do proprietário. Essas dimensões ajudam a fundamentar escolhas que dialogam com a Tabela FIPE, a ficha técnica e o perfil real de uso do veículo. A compreensão integrada desses elementos é o que, de fato, permite ao segurado alinhar expectativas com a realidade de mercado, assegurando tranquilidade e previsibilidade na gestão do veículo ao longo do tempo.
Se você busca uma orientação contínua para alinhar seu seguro às necessidades do seu AgraLe Dakar 50 1999, a GT Seguros oferece suporte personalizado para entender as opções disponíveis, sempre com foco em coberturas proporcionais ao perfil do veículo e ao uso que você faz dele. Considere uma cotação com a GT Seguros para avaliar, de forma simples e objetiva, as possibilidades de proteção que melhor atendem às suas necessidades.
