| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 48.876,00 |
| Fev/26 | R$ 48.984,00 |
| Jan/26 | R$ 49.093,00 |
| Dez/25 | R$ 49.187,00 |
| Nov/25 | R$ 49.261,00 |
| Out/25 | R$ 49.380,00 |
| Set/25 | R$ 49.539,00 |
| Ago/25 | R$ 49.644,00 |
| Jul/25 | R$ 49.724,00 |
| Jun/25 | R$ 49.774,00 |
| Mai/25 | R$ 49.874,00 |
| Abr/25 | R$ 49.919,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2007
A Tabela FIPE é, para muitos consumidores, a referência básica para entender o valor de veículos usados no Brasil. Em especial para modelos com trajetórias menos comuns no mercado varejista, como o Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel de 2007, a leitura dessa tabela ajuda tanto compradores quanto seguradoras a estimarem custos relativos ao veículo ao longo do tempo. Este artigo aborda como interpretar a Tabela FIPE no contexto deste modelo específico, destacando a história da marca, as características técnicas que influenciam o valor de mercado e, principalmente, o que considerar ao buscar uma cotação de seguro com base nesse histórico de preço.
Entendendo a Tabela FIPE e a sua importância para o Marruá
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém uma base de dados com preços médios de mercado de veículos usados. Esse valor serve de referência para diversas transações, desde avaliações de seguro até negociações entre partes. No caso de veículos com produção limitada ou de uso específico, como o Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel de 2007, a leitura da FIPE pode refletir as particularidades desse nicho: demanda em nichos agropecuários, usos rurais, frota de órgãos públicos ou de concessionárias que trabalham com veículos robustos para tração em terrenos desafiadores. É comum que, para esse tipo de veículo, haja diferenças entre o valor de referência apresentado pela FIPE e o preço efetivamente praticado no mercado, especialmente em regiões onde a demanda por utilitários 4×4 é maior. Assim, a FIPE ajuda a estruturar o diálogo entre comprador, vendedor e seguradora, oferecendo uma linha de referência que, por sua natureza, serve mais para orientar do que para fixar um preço único.

Para interpretar a tabela de um modelo específico, como o Marruá, vale observar alguns pontos-chave. Primeiro: o ano-modelo influencia diretamente o patamar de referência — veículos de 2007 costumam figurar em faixas distintas das versões mais novas. Segundo: as particularidades da versão — neste caso, o motor 2.8 CD TDI Diesel e a configuração 4×4 com transmissão manual — costumam puxar o valor para cima, quando comparados a utilitários de menor porte ou com menos recursos de tração. Terceiro: o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de manutenção são determinantes para que o preço praticado converja mais perto da referência FIPE. E quarto: a disponibilidade de acessórios originais, certificados de conformidade e documentos de serviço podem atenuar ou intensificar variações de preço em determinadas regiões.
Sobre a marca Agrale
Fundada como parte da tradição industrial brasileira, a Agrale é reconhecida por fabricar veículos leves, utilitários, motoniveladoras, caminhões leves e, especialmente, modelos com foco em robustez, simplicidade e desempenho off-road. A Marruá, linha que inclui o AM 100 2.8, é um exemplo claro dessa identidade: um veículo construído para enfrentar terrenos acidentados, com foco em aplicação rural, agrícola, de defesa ou de segurança pública. A marca costuma privilegiar soluções mecânicas diretas, com manutenção relativamente simples em comparação a tecnologias extremamente sofisticadas de veículos 4×4 de nicho. Isso tende a se refletir em valores de depreciação mais estáveis ao longo do tempo, especialmente quando há disponibilidade de peças de reposição e de serviços autorizados em determinadas regiões. Além disso, a presença de Marruá em operações de órgãos governamentais ou empresas de infraestrutura reforça a percepção de utilitário confiável para serviços exigentes, o que pode influenciar a leitura da FIPE dependendo da localidade e da disponibilidade de exemplares no mercado.
Ficha técnica resumida do Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel (2007)
- Motor: 2.8 CD TDI Diesel, 4 cilindros, turboalimentado
- Potência: aproximadamente 100 a 120 cv
- Transmissão: manual de 5 velocidades
- Tração: 4×4 com reduzida
Desempenho, manutenção e uso prático
Veículos do tipo Marruá costumam ser valorizados pela capacidade de transposição de terrenos difíceis. O motor diesel 2.8 CD TDI oferece torque elevado em faixas de rotações mais baixas, o que facilita a condução em estradas de terra, trechos rochosos ou áreas com lama. Em termos de uso, esse tipo de veículo é frequentemente utilizado em atividades rurais, em operações de vigilância ambiental, acampamentos de campo ou em serviços que envolvem deslocamento em áreas sem pavimento definitivo. O consumo, influenciado pela natureza do motor e pela aerodinâmica de uma cabine que não prioriza a residência de alto desempenho, tende a ser modesto para o porte do veículo, especialmente quando comparado a utilitários modernos com tecnologias de engenharia mais recentes. No entanto, é fundamental reconhecer que a manutenção periódica — incluindo revisões do sistema de alimentação de combustível, do turbo e do sistema de injeção — é crucial para manter o desempenho original do motor e evitar quedas de tolerância que impactem o consumo e a confiabilidade.
Para quem analisa a Tabela FIPE com o Marruá, é essencial entender que, por ser um veículo de nicho, a variação de faixa pode ser mais sensível a fatores como disponibilidade de peças, histórico de uso fora de estrada e a presença de acessórios opcionais. O estado de conservação da carroceria, a integridade do sistema 4×4 (trens de transmissão, diferenciais, eixo de tração) e a condição geral da cabine também influenciam a percepção de valor, inclusive no momento da contratação de um seguro. Em termos de seguro, veículos com uso intensivo em áreas rurais tendem a exigir coberturas específicas, como proteção contra danos por atividades off-road, além de cláusulas adicionais relacionadas a eventual perda total em ambientes de alto risco.
Além disso, é prudente considerar o perfil do condutor e do veículo na hora de selecionar coberturas. Seguradoras costumam levar em conta a possibilidade de uso de peças sobressalentes originais, o histórico de sinistros e a probabilidade de mercado de raridades do mercado de utilitários 4×4 quando o assunto envolve o Marruá. Em resumo, o Marruá AM 100 se apresenta como um exemplar de utilitário off-road com raízes fortes no uso rural e institucional, o que pode influenciar tanto o valor de referência FIPE quanto as condições de seguro de forma distinta em relação a veículos urbanos convencionais.
Como a FIPE classifica este modelo e impactos na contratação de seguro
A classificação FIPE para modelos como o Marruá envolve a segmentação por tipo de veículo (utilitário leve, 4×4, cabine simples, etc.) e pela faixa etária (ano-modelo). Em veículos de nicho com uso específico, a referência tende a ficar mais explícita em subcapítulos que tratam de veículos utilitários com tração, cabine simples e capacidades de carga compatíveis com atividades rurais. Para a contratação de seguro, esse enquadramento facilita a definição de coberturas básicas, adicionais e o cálculo de prêmio. No entanto, é fundamental notar que o preço de seguro não depende apenas do valor FIPE; ele também leva em conta o histórico de sinistros, o perfil do condutor, a região de utilização, a finalidade do uso (residencial, rural, institucional) e as opções de proteção desejadas (roubo, colisão, incêndio, etc.). Portanto, entender a leitura da FIPE é apenas uma das etapas na construção de um pacote de seguros adequado para o Marruá.
Um ponto relevante para quem consulta a FIPE é observar a diferença entre o valor de referência e o preço de aquisição real do veículo. Em muitos casos, o Marruá pode apresentar ofertas fora da faixa FIPE devido à disponibilidade regional, ao estado de conservação da frota e ao histórico de uso off-road. Por isso, ao planejar a contratação de um seguro, vale conversar com a corretora sobre a forma como o valor segurado será definido, se haverá cobertura adicional para componentes específicos (por exemplo, proteção para itens de proteção contra capotamentos, guinchos, ou itens de assistência em trilhas) e como a seguradora avalia o risco de sinistros em ambientes rurais. Em síntese, a leitura da FIPE é um instrumento de referência, enquanto o seguro é um contrato que deve refletir as particularidades de uso, de localização e de manutenção do Marruá 2007.
Cotação e proteção: olhar além do número FIPE
Ao buscar uma cotação para o Marruá AM 100 na era da Tabela FIPE, o corretor não se prende apenas ao valor de referência. É essencial dialogar sobre o tipo de uso, a área geográfica de circulação, o histórico de manutenção e as expectativas de proteção. Coberturas recomendadas para esse tipo de veículo costumam incluir casco (para colisões, capotamentos, incêndio e roubo/parcial), responsabilidade civil contra terceiros, proteção de acessórios e itens instalados pelo proprietário (barras, snorkel, guarnições, entre outros), além de serviços de assistência 24 horas, com deslocamento para áreas remotas. A adesão a pacotes com franquias ajustadas ao risco de uso off-road pode tornar o custo do seguro mais adequado à realidade do Marruá, sem comprometer a proteção necessária para um veículo com esse perfil. Para quem busca clareza, ter a FIPE como referência inicial, combinada com a avaliação de uso real do veículo, facilita a negociação com a seguradora e a definição de limites, franquias e coberturas específicas.
Se você está avaliando a proteção do seu Marruá, vale considerar a leitura cuidadosa de opções de seguro, a consulta de diferentes corretoras e, especialmente, a validação com a GT Seguros. Uma cotação com a GT Seguros pode trazer condições personalizadas, alinhadas ao uso do veículo em áreas rurais e com foco em redundâncias de assistência, o que costuma ser particularmente vantajoso para quem confia em um utilitário 4×4 para atividades diárias de campo.
Em resumo, a Tabela FIPE serve como âncora para entender o valor de referência do Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2007, mas o cenário real de preço de mercado e de seguro depende fortemente da conservação, do histórico de uso, do estado da 4×4 e das necessidades de proteção do proprietário. Compreender a relação entre o valor FIPE, o estado do veículo e as coberturas de seguro disponíveis ajuda o cliente a navegar com mais confiança na oferta de veículos usados deste nicho, entregando tranquilidade para quem depende de um utilitário 4×4 robusto no dia a dia.
Como conclusão, ao lidar com um modelo icônico como o Marruá, a mistura entre dados da FIPE e avaliações de campo se torna essencial para chegar a decisões informadas. A leitura atenta da documentação, a conferência do histórico de manutenção e o alinhamento com a seguradora escolhida são passos que reduzem a incerteza na aquisição e no seguro. E para quem busca uma proteção adequada, não deixe de explorar as opções oferecidas pela GT Seguros para o Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2007 — uma cotação com a GT Seguros pode ser o próximo passo estratégico para manter o veículo protegido enquanto você aproveita seu desempenho fora de estrada com tranquilidade.
