| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 66.581,00 |
| Fev/26 | R$ 66.728,00 |
| Jan/26 | R$ 66.876,00 |
| Dez/25 | R$ 67.004,00 |
| Nov/25 | R$ 67.105,00 |
| Out/25 | R$ 67.267,00 |
| Set/25 | R$ 67.483,00 |
| Ago/25 | R$ 67.626,00 |
| Jul/25 | R$ 67.735,00 |
| Jun/25 | R$ 67.803,00 |
| Mai/25 | R$ 67.939,00 |
| Abr/25 | R$ 68.001,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2010 e o que isso representa para a seguradora
A Tabela FIPE é uma referência ampla utilizada por seguradoras, concessionárias e consumidores para estimar o valor de mercado de veículos usados. No caso do Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel, ano de 2010, entender como essa tabela funciona ajuda não apenas a precificar prêmios, mas também a orientar indenizações, coberturas e reajustes ao longo da vida do veículo. Este texto busca esclarecer como a FIPE encara esse modelo específico, quais são os elementos-chave da ficha técnica, qual é o papel da marca no processo de avaliação e quais cuidados podem impactar o valor de referência na prática de seguro. Vale reiterar que, para manter a precisão de dados, não apresentaremos valores monetários nesta leitura; os números de referência da Tabela FIPE aparecem automaticamente no topo do post conforme o sistema de cotação.
Ficha técnica do Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel 2010
A história do Marruá, veículo conhecido por sua robustez e aplicação em tarefas agressivas de campo, passa pela sua triangulação entre engenharia de motores, transmissão, robustez estrutural e adaptabilidade. Abaixo está uma ficha técnica resumida para fins educativos e de compreensão de como isso influencia a avaliação pela FIPE e pela seguradora, sem detalhar valores exatos que variam conforme a versão e o estado de cada unidade. Para quem atua no ramo de seguros, essas especificações ajudam a interpretar as chancelações de cobertura e as necessidades de manutenção que impactam o valor de mercado observado pela FIPE.

- Motor e desempenho: propulsor diesel de 2.8 litros com tecnologia turbo TDI, voltado para torque articulado e boa capacidade de condução off-road. A potência nominal típica de versões desse conjunto costuma situar-se entre faixas moderadas para utilitários pesados, com torque oferecido para trabalho em terreno difícil e com carga.
- Transmissão e tração: câmbio manual de várias marchas, associado a um sistema de tração 4×4 com reduzida, pensado para operações em áreas com baixa aderência, lama, areia ou terreno acidentado. A disponibilidade de reduzida facilita manobras de qualidade em rampas íngremes ou durante reboques leves, o que é valorizado em avaliações de uso misto.
- Dimensões, peso e capacidade: veículo típico de utilitário de porte médio para o segmento off-road, com configurações de carroceria que permitem transporte de carga e uso operacional em áreas rurais ou de serviço público. A carga útil costuma ficar próxima de volumes que atendem a atividades de serviço logístico leve, com tanque de combustível compatível com jornadas rurais e de campo.
- Condições de uso e estado de conservação: a ficha técnica não é apenas uma lista de números; a leitura responsável considera a condição da mecânica, histórico de manutenções, quilometragem, integridade da cabine e da caçamba, além de acessórios originais ou substituições de componentes. Esses fatores influenciam diretamente o valor de referência apresentado pela FIPE, já que a tabela reflete, em parte, a percepção de mercado sobre estado e desempenho do veículo.
Observação importante: a FIPE utiliza uma metodologia que contempla vendas ocorridas no mercado, levando em conta variações regionais, versões e condições de conservação. No caso do Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel, a linha de produção e a especificidade do veículo podem fazer com que diferentes versões apresentem faixas de valor distintas na tabela. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE, é essencial confirmar a versão exata e o estado atual do exemplar, bem como eventuais acessórios que agreguem valor ou, ao contrário, comprometam a manutenção de itens originais.
A marca Agrale e seu papel no mercado brasileiro
Agrale é uma fabricante brasileira com trajetória marcada pela especialização em veículos utilitários, motores, e implementos agrícolas. Fundada com foco em soluções para uso rural, industrial e institucional, a marca ganhou espaço ao desenvolver modelos que combinam robustez, simplicidade de manutenção e capacidade de operar em áreas com infraestrutura limitada. Em termos de historiografia do setor automotivo brasileiro, a Agrale representa um pilar de independência tecnológica, mostrando que é possível produzir veículos com foco estratégico para governos, forças de segurança, organizações de assistência e empresas privadas que exigem confiabilidade em terrenos desafiadores.
O Marruá, na linha AM 100, tornou-se um símbolo dessa vocação: um veículo com câmbio resistente, chassis preparado para cargas moderadas e um sistema 4×4 que enfrenta estradas de terra, trilhas rurais e ambientes de campo. A marca utiliza redes de serviço que ampliam a disponibilidade de peças e assistência técnica, fator relevante na hora de avaliar o custo de propriedade e, por consequência, o valor de reposição ou indenização em seguros. Além disso, a presença da Agrale no ecossistema industrial brasileiro estimula um ecossistema de suporte local — oficinas autorizadas, disponibilidade de peças compatíveis e opções de manutenção preventiva, pontos que influenciam o comportamento de depreciação e a leitura de risco pela seguradora.
Para quem atua na área de seguros, é útil entender que a identidade da marca e a rede de serviços impactam não apenas a experiência do segurado, mas também a avaliação de risco da apólice: um veículo com histórico estável de manutenção e disponibilidade de peças tende a ter menor probabilidade de falhas graves em campo, o que, por sua vez, pode influenciar a proposição de coberturas, franquias e condições de renovação. A Agrale, com foco em utilitários de uso intenso, representa um nicho de mercado em que a sinistralidade depende menos de depreciação acelerada e mais de condições de uso, conservação e histórico de serviço.
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguros para o Marruá
Ao discutir seguros, a FIPE funciona como um mecanismo de referência para o valor de mercado de referência, que serve de base para diversas rubricas da apólice: valor de indenização em caso de perda total, cálculo de prêmios de cobertura principal e de adicionais, bem como reajustes periódicos. No caso do Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel de 2010, o valor indicado na FIPE oferece um parâmetro padronizado que facilita a comparação entre propostas de diferentes seguradoras e a verificação de coerência entre o montante segurado e as condições reais do veículo, incluindo a configuração específica do motor, a tração 4×4, os itens originais e eventuais acessórios que estejam integrados ao conjunto veicular.
É comum que as seguradoras façam ajustes de valor com base em fatores motivados pela condição do veículo. Alguns aspectos que costumam impactar a avaliação, sem depender de números na FIPE, são: histórico de manutenção e comprovação de revisões periódicas, quilometragem registrada, presença de rastreador ou dispositivos de segurança, extensão de acessórios (como utilitários de caçamba, protetores de motor, snorkel, entre outros), estado da pintura e da lataria, além de eventual modificações que elevem ou, pelo contrário, reduzam o valor de mercado com base nas políticas da seguradora. A Tabela FIPE, no entanto, fornece o referencial agregado para estas interpretações, funcionando como linha de base para o prêmio, a indenização e o reembolso em casos de sinistro.
Uma prática comum é que empresas de seguro utilizem o valor da FIPE como “valor de referência” para a indenização em caso de perda total. Em situações de sinistro, a apólice pode oferecer indenização correspondente a esse valor, com possíveis ajustes caso haja franquia, depreciação ou cláusulas específicas. Em contrapartida, o valor efetivo pago em substituição ou reposição pode, em alguns contratos, diferir do valor da FIPE, especialmente se o veículo não for mais produzido, se houver disponibilidade de modelos substitutos ou se houver políticas de indenização baseadas no valor de mercado atual ou no custo de reposição com peças novas. Por isso, a leitura do contrato de seguro deve ficar alinhada com a leitura da FIPE para evitar surpresas no momento de uma indenização.
Outra dimensão envolve a relação entre estado de conservação e o uso efetivo do Marruá. Um veículo com manutenção em dia, histórico de revisões e registro completo tende a se aproximar do valor de referência da FIPE informado na cotação. Já unidades com sinais de desgaste extremo, ferrugem, danos estruturais não reparados ou modificações que alterem a linha original podem sofrer ajustes na avaliação. Em termos práticos, isso significa que manter o veículo em boa condição, com documentação organizada e registro de manutenções, facilita a coerência entre o valor de mercado calculado pela FIPE e o valor segurado, contribuindo para um prêmio mais justo e cobertura alinhada à realidade do bem.
Boas práticas para interpretar o valor FIPE do seu Marruá
Para quem lida com seguros e busca compreender como o valor da FIPE se traduz em proteção efetiva, algumas diretrizes ajudam a alinhar expectativas e evitar surpresas desagradáveis. Primeiro, sempre confirme a versão exata do veículo ao consultar a FIPE. O Marruá AM 100 pode ter variações de versão que impactam o referencial de valor. Em segundo lugar, leve em conta o estado de conservação: peças originais, histórico de manutenção e acessorios podem influenciar o quanto o veículo é considerado próximo de seu valor de referência de mercado. Terceiro, observe o uso do veículo: se ele opera em áreas rurais, com trajetos mais exigentes, isso pode impactar o desgaste acelerado e, por consequência, o valor de mercado na prática. Por fim, ao negociar com a seguradora, utilize a documentação que comprove as revisões e as condições do veículo, incluindo notas fiscais, guias de serviço e inspeções periódicas.
Na prática, uma cotação de seguro bem ajustada para o Marruá envolve não apenas a pergunta do valor da FIPE, mas uma avaliação holística: tipo de uso (pessoal, empresarial, rural, serviço público), local de atuação, perfil de riscos (roubos, vandalismo, colisões), itens de proteção instalados (rastreadores, sensores, dispositivos antifurto) e a forma de indenização escolhida (valor de mercado com reposição de peças originais, ou substituição por modelo equivalente). A FIPE funciona como uma bússola nesse mapa, orientando a comparação entre propostas e ajudando a calibrar o prêmio de forma mais precisa.
Além disso, vale mencionar que para veículos de nicho, como o Marruá, a FIPE pode não capturar com exatidão particularidades de mercado regionais ou de demanda específica por modelos utilitários de uso intenso. Nesses casos, a seguradora pode complementar a referência com avaliações complementares, como orçamentos de reposição ou simulações de custo de substituição por similares do mesmo layout de uso. O objetivo é manter a cobertura adequada ao valor real do bem, sem que haja sub ou supervalorização injustificada.
Portanto, entender a Tabela FIPE em conjunto com a ficha técnica, as peculiaridades da marca e as condições de uso do Marruá proporciona uma base sólida para uma seguradora avaliar o risco e para o segurado entender a natureza da proteção que está contratando. O Marruá, por seu espírito de utilitário robusto e adaptável, representa um caso emblemático de como o valor de mercado é interpretado por seguradoras quando o veículo tem características de uso específico, terreno desafiador e histórico de manutenção confiável.
Se a sua prioridade é alinhar cobertura e custo de forma eficiente, uma abordagem de cotação bem estruturada com a participação de profissionais da área de seguros pode fazer a diferença. Pensando nisso, a GT Seguros oferece suporte especializado. Realize sua cotação com a GT Seguros para encontrar a opção que melhor contempla o valor de mercado estimado pela FIPE, o estado de conservação do seu Marruá e as necessidades de proteção da sua operação.
