| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 107.820,00 |
| Dez/25 | R$ 108.026,00 |
| Nov/25 | R$ 108.189,00 |
| Out/25 | R$ 108.450,00 |
| Set/25 | R$ 108.799,00 |
| Ago/25 | R$ 109.028,00 |
| Jul/25 | R$ 109.203,00 |
| Jun/25 | R$ 109.313,00 |
| Mai/25 | R$ 109.533,00 |
| Abr/25 | R$ 109.632,00 |
| Mar/25 | R$ 109.797,00 |
| Fev/25 | R$ 109.863,00 |
Guia técnico da Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel, ano 2014, e implicações para seguradoras
Para quem atua no setor de seguros, a leitura da Tabela FIPE é um passo fundamental na avaliação de veículos, especialmente quando se tratam de modelos com configuração fora do comum no varejo tradicional. O Agrale Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel, fabricado em 2014, é um exemplo claro de veículo utilizado em contextos de serviço pesado, com desempenho fora de estrada e aplicações típicas de frotas institucionais, de segurança pública ou de operações de campo. Embora não seja um carro de passeio comum, o Marruá representa um tipo de ativo que requer atenção especial na hora de estimar valor de mercado, depreciação e, consequentemente, o prêmio de seguro. Este artigo aborda a ficha técnica do veículo, apresenta um panorama sobre a marca Agrale e discute como a FIPE é utilizada para embasar a proteção veicular, mantendo linguagem educativa e orientada a profissionais de corretagem de seguros.
Sobre a marca Agrale: trajetória, foco e contribuição para o segmento de utilitários leves
Agrale é uma fabricante brasileira com histórico bem estabelecido no segmento de veículos utilitários, tratores e chassis para aplicações pesadas. Fundada na região sul do Brasil, a marca ganhou reconhecimento pela construção de veículos robustos, simples de manter e aptos a operar em condições desafiadoras de terreno. Ao longo dos anos, a Agrale expandiu sua linha para atender não apenas ao setor agrícola, mas também a setores público, de segurança e de operações logísticas que demandam mobilidade off-road. Em termos de filosofia de produto, a empresa valoriza a durabilidade, a facilidade de reparo com peças relativamente acessíveis e a capacidade de rodar em condições que costumam exigir veículos com elevada robustez estrutural e confiabilidade mecânica. Nesses parâmetros, o Marruá AM 100, linha 4×4 conhecida por desempenho sustentável em terrenos difíceis, representa uma extensão natural da estratégia de oferecer soluções de mobilidade com foco em utilitários leves com aptidão para uso profissional intenso.

Ficha Técnica do Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel (2014)
A seguir, apresentamos uma síntese técnica da variante Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel, lançada em 2014. A ideia é oferecer fundamentos que ajudem na leitura da FIPE e na avaliação de itens relevantes para seguros, sem entrar em dados sensíveis de mercado que mudem com o tempo. Observação importante: as informações técnicas variam conforme a configuração de fábrica e a finalidade de uso da frota; a descrição a seguir foca nos traços comuns a essa linha de veículo.
- Motor e alimentação: motor diesel 2.8 L, com injeção direta (CD TDI), turbocompressor e intercooler, projetado para oferecer torque elevado em baixas rotações, favorecendo a capacidade de deslocamento com carga e em terreno acidentado.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades, com sistema de tração nas quatro rodas (4×4) e reduzida, adequado a superfícies escorregadias, trilhas de terra e superfícies sem pavimento, contribuindo para maior tração e controle.
- Dimensões e capacidade: configuração de utilitário leve com carroceria projetada para resistência estrutural, cabine simples ou dupla conforme a versão, e capacidade de operação em ambientes de serviço pesado; o conjunto costuma privilegiar linhas de projeto que maximizam a altura livre ao solo e a robustez do chassi, mantendo o equilíbrio entre segurança de uso e economia de manutenção.
- Equipamentos e acabamento: itens de proteção, pontos de ancoragem, proteções de chassi, suspensões reforçadas e itens de uso tático ou institucional; a configuração pode incluir itens básicos de conforto e de utilidades essenciais, sem abrir mão da resistência necessária para atividades de campo.
É importante frisar que a ficha técnica de qualquer Marruá pode ter variações locais conforme ajustes de fábrica, pacotes de opcionais quando aplicáveis e atualizações de componentes ao longo da periodicidade de produção. Ainda assim, a leitura dessas características oferece orientações sólidas para entender como esse veículo se comporta em termos de desempenho, manutenção e, por consequência, de risco para seguro.
Como a FIPE entra na matemática de seguro para um Marruá 2014
A Tabela FIPE é a referência nacional para o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Em seguros, ela cumpre papéis centrais: serve como base para a determinação do valor segurado (autoposição ao valor de mercado), auxilia na configuração de franquias com base no patrimônio coberto e orienta a métrica de depreciação ao longo do tempo. Quando o veículo é um utilitário de uso misto, com potencial de desgaste elevado por uso off-road, a FIPE continua sendo o ponto de partida, porém o avaliador de risco pode complementar com dados específicos da frota (kilometragem típica de serviço, histórico de sinistralidade em operações especiais, condições de uso e ambiente de operação). Em termos práticos, o valor FIPE ajuda a seguradora a estimar rapidamente uma referência de reparo ou reposição, evitando variações amplas que poderiam distorcer o prêmio, especialmente para veículos de nicho com menor liquidez no mercado secundário.
Para profissionais de corretagem, é comum observar que, mesmo com a presença de variações entre versões e pacotes, a FIPE oferece uma linha de referência estável. No caso do Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel, a avaliação de seguro tende a considerar não apenas o valor atual de mercado estimado pela FIPE, mas também fatores de risco inerentes ao uso off-road, como desgaste de componentes de transmissão, suspensão, sistema de alimentação de combustível, além de eventuais custos de peças de reposição que tendem a ter disponibilidade diferente de veículos de passeio convencionais. Em resumo, a FIPE atua como base, enquanto o cenário de uso específico do Marruá orienta ajustes no prêmio para refletir o risco adicional associado a terrenos não pavimentados, manobras de campo e operações que exigem maior robustez mecânica.
Visão prática: impactos da FIPE no seguro desse modelo específico
Ao analisar uma apólice para o Marruá AM 100, os corretores costumam considerar alguns impactos práticos da FIPE. Primeiro, a base de cálculo do valor segurado tende a influenciar diretamente o prêmio; se a FIPE indicar um valor de mercado mais elevado, o valor segurado pode subir, elevando o custo de cobertura. Em segundo lugar, a depreciação prevista pela seguradora — essencial para apólices com cobertura de perda total ou dano total — pode ser ajustada com base na idade do veículo, na condição de uso (industrial, institucional, de serviço pesado) e na disponibilidade de peças, que, para utilitários especiais, pode não acompanhar a depreciação de modelos de passeio. Terceiro, a classificação de risco pode ser diferente para veículos usados em missões de campo, o que pode impactar as cláusulas de cobertura, limiares de franquia e as exigências de inspeção periódica de manutenção. Por fim, a FIPE serve também como referência na hora de comprovar sinistros e de recuperar veículos, especialmente quando a frota envolve aquisição coletiva por órgãos governamentais, escolas técnicas ou entidades de segurança pública que operam o Marruá com exigências próprias de documentação e de conformidade.
Contexto de uso, manutenção e planejamento financeiro para o Marruá
Veículos como o Marruá 2.8 CD TDI Diesel costumam exigir estratégias de manutenção diferentes dos automóveis de passeio. O motor diesel robusto, a transmissão e o sistema de tração 4×4 implicam em revisões periódicas com atenção especial a componentes como sistema de arrefecimento, tubulações de combustível, turbocompressor e suspensão. A disponibilidade de peças originais, bem como a rede de assistência técnica qualificada, pode influenciar não apenas o tempo de reparo, mas também o custo de seguro, caso o veículo esteja em regime de frota terceirizada ou em uso institucional com alta demanda. Além disso, a prática de operar em terrenos irregulares aumenta o desgaste de itens de carroceria, pneumáticos e sistemas de freio, o que pode exigir coberturas adicionais de assistência 24 horas, guincho/extensão de área de cobertura e proteção de dados de telemetria de frota, quando aplicável. Em termos de planejamento financeiro, é comum que as organizações considerem o custo total de propriedade (TCO) do Marruá, levando em conta o seguro, manutenção, combustível diesel e depreciação, para avaliar o custo-benefício de manter a frota em serviço, comprar unidades adicionais ou substituí-las por modelos mais modernos de uso semelhante.
Dicas rápidas de seguro para veículos 4×4 de uso misto
Ao tratar de seguros para utilitários de uso fora de estrada, algumas práticas simplificam a avaliação de risco e ajudam a obter cobertura adequada. Primeiro, descreva com clareza o uso do veículo no formulário da seguradora: atividade, frequência de uso, áreas de operação e condições de terreno. Segundo, não subestime a importância da manutenção preventiva: manter registros de revisões e de peças substituídas facilita a comprovação de estado de conservação, o que pode impactar positivamente o prêmio. Terceiro, avalie a necessidade de coberturas específicas, como guincho, reboque em situações de off-road, proteção de acessórios instalados pela frota e cobertura para terceiros em operações de transporte de carga, quando aplicável. Quarto, caso haja grupo consumidor com frota de Marruá, avalie a possibilidade de utilizar pacotes de seguro para frota, com condições mais vantajosas e gestão centralizada de sinistros, reduzindo o tempo de resposta em emergências ou incidentes em campo.
Em resumo, a ligação entre a FIPE e o seguro para o Marruá AM 100 2.8 CD TDI Diesel de 2014 se dá pela função da FIPE como referencial de mercado, seguida de ajustes de risco que refletem o uso específico do veículo. A seguradora usa esse arcabouço para oferecer proteção compatível com o valor do ativo e com o tipo de operação, mantendo a cobertura adequada frente a riscos de falha mecânica, colisões com obstáculos, danos por condições extremas de uso e eventual roubo ou furto em áreas de operação com maior exposição.
Para profissionais que desejam acelerar o processo de cotação e assegurar que a proteção esteja alinhada com o perfil do Marruá, é útil ter em mãos informações sobre a configuração da frota, o histórico de manutenção, e o padrão de uso. Além disso, manter a documentação atualizada sobre inspeções técnicas e manutenções reduz incertezas na avaliação de risco e facilita negociações com seguradoras. A FIPE, nesse contexto, funciona como âncora de referência estável, permitindo que as partes conversem com base em dados consistentes, ainda que o cenário de uso exija ajustes específicos de cobertura.
Ao final, para assegurar que a proteção seja adequada, é essencial considerar a compra de uma apólice que reúna: responsabilidade civil obrigatória, cobertura compreensiva contra danos por colisão e eventos naturais, proteção de acessórios e equipamentos instalados, além de assistência 24 horas e cobertura de proteção contra roubo e furto. Todos esses elementos devem ser alinhados com o valor estimado pela FIPE, a idade do veículo e o regime de uso da frota.
Se você quer avaliar opções de proteção com foco em veículos utilitários de uso off-road, como o Marruá AM 100, a GT Seguros oferece consultoria para entender os cenários de risco, opções de coberturas e condições que ajudam a equilibrar custo e proteção. Faça uma cotação com a GT Seguros para ter um panorama claro de opções de seguro que melhor se ajustem às suas necessidades.
