| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 101.604,00 |
| Fev/26 | R$ 101.829,00 |
| Jan/26 | R$ 102.055,00 |
| Dez/25 | R$ 102.250,00 |
| Nov/25 | R$ 101.404,00 |
| Out/25 | R$ 101.648,00 |
| Set/25 | R$ 101.975,00 |
| Ago/25 | R$ 102.190,00 |
| Jul/25 | R$ 102.354,00 |
| Jun/25 | R$ 102.457,00 |
| Mai/25 | R$ 102.663,00 |
| Abr/25 | R$ 102.756,00 |
Resumo técnico e referências da Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 100 2.8 CS TDI Diesel (2014)
Quando falamos em seguro de veículos, especialmente modelos de nicho como o Agrale Marruá AM 100 2.8 CS TDI Diesel de 2014, a Tabela FIPE funciona como uma bússola para a definição de valores referenciais, de indenização e de ajuste de coberturas. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) coleta, atualiza e divulga periodicamente a relação de preços médios de mercado de veículos usados e seminovos no Brasil, servindo como base para cálculos de seguros, financiamentos e transações entre particulares. No caso deste Marruá específico, a leitura sobre a variação de preço ao longo do tempo exige atenção a fatores que vão além da linha do asfalto: o uso militar ou institucional, a disponibilidade de peças, o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de manutenções pesam na valoração apresentada pela tabela.
Este artigo pretende oferecer uma visão educativa e prática, alinhada ao tema exato da Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 100 2.8 CS TDI Diesel de 2014. A ideia é harmonizar a ficha técnica do veículo com o contexto da marca, além de orientar sobre aspectos relevantes para a proteção por meio de seguros. Vale destacar que, independentemente da taxa de uso, a FIPE funciona como referência de mercado: o valor indicado pela tabela pode ser utilizado pela seguradora para sustentar a indenização integral ou proporcional, conforme as coberturas escolhidas, vigência da apólice e eventuais cláusulas específicas, como a de uso em atividades de serviço público ou militar.

Entendendo a Tabela FIPE e a sua aplicação para este modelo
A Tabela FIPE não é apenas uma lista de preços; é um instrumento que traduz, mês a mês, a percepção de valor de ativos móveis sob a ótica de tendências de consumo, disponibilidade de oferta e maturidade do mercado. Em termos práticos, as seguradoras utilizam o valor FIPE como referência para auxiliar na determinação do valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro. No caso de um veículo como o Marruá AM 100 2.8 CS TDI Diesel, com uso predominantemente em tarefas de serviço, proteção de frota leve ou atividades off-road, é comum que a avaliação FIPE tenha particularidades: por exemplo, a demanda por unidades em bom estado de conservação pode variar conforme a região, o que, por consequência, pode impactar o valor de referência em determinadas épocas do ano.
É importante entender que o valor FIPE não é o único critério que as seguradoras consideram. Além do preço de mercado, o perfil do veículo (versão, ano de fabricação, quilometragem, histórico de sinistros, localização geográfica e uso pretendido) influencia a forma como a apólice é estruturada. Para modelos de uso tático ou institucional, muitas seguradoras também solicitam avaliações adicionais ou condições especiais, como a exigência de laudos de inspecção, histórico de manutenção e a validação de que o veículo está apto para uso de maneira geral. Por isso, ao consultar uma seguradora, vale ter um panorama claro sobre a versão AM 100 2.8 CS TDI Diesel de 2014, especialmente no que diz respeito a fatores que podem alterar o custo do seguro ao longo do tempo.
Ficha técnica resumida do Agrale Marruá AM 100 2.8 CS TDI Diesel (2014)
- Motor: diesel 2.8 L turbo (TDI) com injeção direta, quatro cilindros, alimentação por sistema comum de diesel (CR/CRDI) e intercooler, projetado para uso misto urbano e off-road leve.
- Transmissão e tração: transmissão manual de várias marchas, geralmente com cinco velocidades, e sistema 4×4 com reduzida, focado em tração em terrenos desafiadores e em superfícies não pavimentadas.
- Dimensões, peso e capacidade: veículo de porte intermediário, com comprimento estimado próximo de várias combinações de utilitários leves, largura em torno de 1,9 m e altura compatível com capota rígida ou teto removível; peso em ordem de marcha estimado em faixa próxima de 1,8 a 2,2 toneladas; capacidade de carga útil (payload) adequada para uso utilitário. Tanque de combustível com capacidade suficiente para atender operações de campo, variando conforme a configuração, com autonomia prática dependente do regime de uso.
- Desempenho e consumo: potência nominal entre aproximadamente 110 e 130 CV, torque em torno de 28 a 40 kgfm, com desempenho adequado para condução em vias rurais, trilhas leves e tarefas de serviço institucional; consumo médio sujeito a condições de tráfego, terreno e carga, variando conforme o uso real do veículo.
A marca Agrale e o Marruá: origem, visão e impacto
Agrale é uma fabricante brasileira reconhecida pela sua atuação em veículos comerciais leves, tratores e soluções especiais para os setores industrial, agrícola, de defesa e serviços públicos. Fundada para atender à demanda por veículos robustos, simples de manutenção e com capacidade de operação em condições adversas, a empresa consolidou uma linha de caminhões e utilitários que privilegia a versatilidade, a durabilidade e a disponibilidade de peças. O Marruá, dentro desse portfólio, representa a vertente de veículo 4×4 pensada para uso híbrido: é ao mesmo tempo uma solução de mobilidade prática para atividades de campo, operações de proteção e apoio logístico, e uma plataforma que pode receber configurações específicas para necessidades institucionais.
O Marruá AM 100 2.8 CS TDI Diesel de 2014 é uma expressão de uma década de empenho da indústria brasileira em produzir veículos com robustez estrutural, capacidade de suportar carga útil e traction em terrenos de difícil acesso. A utilidade de uma viatura como essa reside, entre outros aspectos, na confiabilidade da mecânica diesel com motor turbo que, quando bem mantida, oferece boa torque em baixas rotações e boa capacidade de enfrentar subidas íngremes ou superfícies de terra. Além disso, a rede de assistência Técnica Agrale, peças de reposição disponíveis e a familiaridade de oficinas com esse tipo de propulsor são fatores que ajudam consideravelmente na gestão de seguros, manutenção e custos de reparo ao longo da vida do veículo.
O Marruá também carrega uma herança de uso institucional, o que significa que, em muitos contextos, ele foi concebido para operar com padrões de manutenção diferente de um veículo de uso estritamente particular. Essa característica influencia a forma como as seguradoras avaliam riscos, incluindo a necessidade de documentar milhagens, condições de uso e histórico de serviços. O resultado é que, ao planejar a proteção via seguro, é útil considerar não apenas o valor de mercado indicado pela FIPE, mas também a realidade prática de uso, o regime de serviço e a disponibilidade de peças — fatores que podem impactar prêmios, franquias e coberturas adicionais como assistência 24 horas, carro reserva e cobertura para componentes específicos da linha 4×4.
Vinculação entre FIPE, seguro e uso do Marruá
A ligação entre a Tabela FIPE e a apólice de seguros funciona de forma dinâmica. Em linhas gerais, o valor de referência FIPE serve como balizador para o custo de reposição ou indenização integral em caso de sinistro. Porém, para veículos com uso off-road, de frota institucional ou com configuração especial, as seguradoras costumam avaliar fatores adicionais: o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenção e as condições de uso reais. Esta avaliação pode resultar em variações de prêmio, flexibilidade de coberturas (como a inclusão de proteção contra danos por condições adversas, guinadas ou atravessias de terreno) e na necessidade de documentação extra para confirmar que o veículo está apto para o tipo de missão que executa. Ao se planejar, por isso, é recomendável realizar uma simulação com a seguradora, levando em conta a versão AM 100 2.8 CS TDI Diesel e a sua configuração particular, para alinhavar a proteção com a realidade de uso e com o valor de referência da FIPE.
Para profissionais que atuam com frotas ou com projetos que envolvem o Marruá, também é comum discutir com a seguradora as opções de cobertura ambiental, responsabilidade civil em operações de campo, e a inclusão de assistência para reparos em locais remotos. Considerações como a disponibilidade de peças, a logística de assistência e o tempo de reparo podem ter impacto direto no custo total da proteção. Com isso, o objetivo é que o proprietário, o gestor de frota ou o profissional de seguro tenha um panorama claro das escolhas disponíveis, de modo a equilibrar a proteção com a realidade operacional do veículo.
Cuidados de manutenção e boas práticas para reduzir custos de seguro
A manutenção preventiva é chave para manter o Marruá em condições estáveis, reduzir o risco de sinistros e, por consequência, manter prêmios mais estáveis ao longo do tempo. Em veículos com uso exigente, a adoção de um cronograma de revisões, o registro cuidadoso de serviços e a documentação de histórico de peças substituídas podem favorecer a avaliação de risco por parte da seguradora. Além disso, manter o veículo com estado de conservação adequado, com pneus em bom estado, freios funcionais, sistema de direção estável e iluminação compatível com as normas aumenta a confiabilidade e reduz a probabilidade de ocorrências em estradas de terra ou vias rurais. Em termos de proteção veicular, algumas estratégias incluem a escolha de coberturas adequadas para furtos, colisões com terceiros e danos a partes externas, bem como a opção de franquias que reflitam o equilíbrio entre custo de proteção e custo de eventual indenização. Tudo isso, somado à correta classificação de uso (residencial, institucional ou empresarial) na apólice, ajuda a manter um equilíbrio entre custo e benefício da proteção.
Os proprietários devem, ainda, atentar para documentos como o contrato de seguro, a validade do licenciamento, a regularidade de inspeções e a necessidade de declarações de uso que possam ser solicitadas pela seguradora conforme a natureza do veículo. Para quem utiliza o Marruá de forma regular em ambientes com solo áspero ou em áreas rurais, a escolha de serviços de assistência em viagem, guincho e cobertura de equipamentos pode representar segurança adicional com impacto financeiro contido na soma total da proteção, desde que adequadamente planejada com a seguradora.
Neste contexto, vale manter a comunicação com o corretor de seguros para alinhar expectativas, revisar periodicamente as condições da apólice e acompanhar as eventuais alterações na Tabela FIPE, que afetam tanto o valor de referência quanto a composição de coberturas. A atualização de dados — quilometragem, uso, estado de conservação e alterações na configuração do veículo — costuma refletir diretamente na configuração de coberturas e no cenário de prêmio ao longo do
