| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 59.079,00 |
| Fev/26 | R$ 59.210,00 |
| Jan/26 | R$ 59.341,00 |
| Dez/25 | R$ 59.454,00 |
| Nov/25 | R$ 59.544,00 |
| Out/25 | R$ 59.688,00 |
| Set/25 | R$ 59.880,00 |
| Ago/25 | R$ 60.007,00 |
| Jul/25 | R$ 60.104,00 |
| Jun/25 | R$ 60.165,00 |
| Mai/25 | R$ 60.286,00 |
| Abr/25 | R$ 60.341,00 |
Como a Tabela FIPE orienta a avaliação do Agrale MARRUÁ AM 150 2.8 CD TDI Diesel (2009)
Entender o funcionamento da Tabela FIPE é essencial para quem atua no universo de seguros veiculares, especialmente quando o assunto envolve modelos robustos e pouco comuns como o Agrale MARRUÁ AM 150 2.8 CD TDI Diesel de 2009. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) não é apenas um catálogo de preços; é uma referência amplamente utilizada no mercado para estimar o valor de mercado de veículos usados, o que impacta diretamente na formação de prêmios, nos processos de indenização em caso de perdas parciais ou totais e na definição de coberturas apropriadas. Ao tratarmos de um veículo com perfil de uso específico, como o Marruá, compreender a variação de valores de acordo com configuração, estado de conservação, histórico de uso e região é fundamental para manter a proteção veicular alinhada ao valor real do bem. A seguir, exploramos o tema com foco educativo, situando a Tabela FIPE dentro do contexto de seguros, apresentando uma ficha técnica do modelo em questão e oferecendo uma visão sobre a marca Agrale.
O que é a Tabela FIPE e por que ela é relevante para seguros
A Tabela FIPE funciona como referência de preço médio de venda de veículos usados praticados no mercado brasileiro. Ela é atualizada mensalmente, com dados colhidos de anúncios, negociações entre clientes e concessionárias, além de informações de circulação de veículos. Embora muitos consumidores pensem nela apenas como um número para comparar aquisição de carros usados, a FIPE tem importância prática direta para seguros. As seguradoras costumam utilizar o valor referencial da FIPE como base para: indemnização em caso de perda total, reposição de peças, cálculo de prêmios de cobertura compreensiva e até para ajustar o valor segurável ao longo do tempo, conforme a depreciação natural do veículo. No caso de modelos menos comuns, como o Agrale MARRUÁ AM 150 2.8 CD TDI Diesel de 2009, a leitura da FIPE exige atenção aos detalhes de configuração, ano de fabricação, estado de conservação e disponibilidade de informações de mercado, já que pequenas variações podem influenciar o valor de referência. Além disso, o histórico de uso – urbano, rural, militarizado ou misto – pode impactar a percepção de risco por parte da seguradora, refletindo-se, por exemplo, em trechos de cobertura, franquias e limites de indenização. Com isso, entender a FIPE ajuda o corretor de seguros a orientar o cliente sobre o que é coberto, como conservar o veículo para manter o valor de mercado e como planejar uma proteção adequada diante de um veículo com uso técnico ou especial.

É comum que proprietários e gestores de frotas leiam a FIPE em conjunto com outras informações técnicas do veículo. O objetivo é chegar a uma estimativa de valor que represente fielmente o bem no momento da contratação da apólice. Para modelos específicos e versões do Marruá, vale consultar também manuais, catálogos oficiais da fabricante e registros de manutenção para confirmar se as características técnicas influenciam a avaliação de mercado. Por fim, mantenha a documentação atualizada — boletins de serviço, notas de manutenção e histórico de sinistros são fatores que ajudam a garantir que o valor referenciado pela FIPE seja compatível com a realidade do veículo segurado.
Ficha técnica do Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel (2009)
- Motor: 2.8 litros turbo diesel com alimentação common rail (CD), 4 cilindros, com torque adequado para uso off-road leve a moderado.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 velocidades; sistema de tração 4×4 com reduzida para melhorar a capacidade em terreno acidentado.
- Dimensões e capacidade: veículo de porte utilitário leve, com comprimento aproximado entre 4,3 e 4,5 metros, largura próxima de 1,8 metro e altura variando conforme configuração; entre-eixos adaptado para boa articulação com terreno desafiador; capacidade de carga útil e tanque de combustível compatíveis com uso utilitário moderado.
- Capacidade e desempenho: peso bruto total compatível com utilitário leve de serviço, capacidade de reboque conforme configuração, e tanque de combustível de dimensão suficiente para atividades de campo; consumo específico depende do terreno e do estilo de condução, com variações entre uso urbano e off-road.
Observação: os valores apresentados servem como referência para fins educativos e podem variar conforme a tripulação, a configuração específica do veículo e o estado de conservação. Para um registro fiel e atualizado, consulte a documentação oficial, catálogos da fabricante e a base FIPE vigente no momento da avaliação. A ficha técnica, mesmo em termos aproximados, ajuda o segurado a entender quais são os componentes que influenciam o custo de proteção, especialmente em modelos com uso misto ou com aplicações em áreas rurais e de serviço técnico.
Sobre a marca Agrale
Agrale é uma empresa brasileira com trajetória marcada pela especialização em veículos utilitários leves, caminhões, chassis e soluções industriais. Fundada na região Serra Gaúcha, a marca consolidou-se ao longo das décadas como referência de robustez, adaptabilidade e utilidade prática para atividades rurais, de defesa, de segurança pública e de apoio à agricultura. O foco da Agrale sempre esteve em oferecer soluções que suportem condições desafiadoras de terreno, em que a confiabilidade do veículo é tão importante quanto a capacidade de carga ou a mobilidade em áreas remotas. O Marruá, em particular, surge como uma linha de veículos 4×4 destinados a uso misto, combinando características de leve carga útil com a aptidão para enfrentar terrenos mais agressivos do que os automóveis comuns de passeio. A presença da marca no setor de proteção e de operações em campo reforça a ideia de que veículos com esse perfil exigem uma abordagem de seguro que leve em conta não apenas o valor de mercado, mas também o custo de reposição de componentes, o histórico de uso e as condições de armazenagem. Ao escolher um modelo da Agrale, o cliente está optando por uma proposta de valor associada à durabilidade, à capacidade de atuação em ambiente rural e à presença de redes de assistência técnica que favorecem a manutenção preventiva e a disponibilidade de peças.
Além disso, a história da Agrale demonstra um equilíbrio entre inovação tecnológica e simplicidade operacional. Em mercados onde a durabilidade é prioridade, a marca costuma enfatizar componentes mecânicos robustos, facilidade de reparo e disponibilidade de peças originais, aspectos que também influenciam a tomada de decisão em seguros. Modelos como o Marruá refletem esse espírito: eles costumam ser escolhidos por empresas, organizações não governamentais e unidades de apoio logístico que necessitam de veículos capazes de transitar por áreas com infraestrutura limitada. Para corretoras de seguros, esse contexto significa considerar não apenas o valor atual de mercado, mas também o custo de reposição de componentes, a manutenção periódica e a probabilidade de eventual sinistro em situações de uso intenso em terrenos desafiadores.
Considerações sobre seguros, avaliação de risco e uso do FIPE para esse modelo
Quando se fala em seguro para um veículo como o Agrale MARRUÁ AM 150 2.8 CD TDI Diesel de 2009, diversos fatores entram no cálculo do prêmio e da cobertura. Em primeiro lugar, a idade do veículo é um elemento relevante: quanto mais antigo, maior tende a ser a probabilidade de falhas mecânicas e menor a disponibilidade de peças, o que pode influenciar tanto o prêmio quanto as condições de indenização em caso de sinistro. Em segundo lugar, o uso do veículo é determinante: o Marruá costuma operar em ambientes com suspensão de carga útil e capazes de superar terrenos difíceis; esse uso pode implicar custos adicionais de manutenção e, por vezes, maior exposição a danos. Em terceiro lugar, o estado de conservação — incluindo a quilometragem, histórico de manutenção e eventual participação em atividades de alto risco (em campo, obras, áreas de difícil acesso) — impacta não apenas o valor de reposição, mas também as reduções e franquias aplicáveis. Por fim, a garantia de assistência e a disponibilidade de peças originais influenciam a continuidade do veículo e, por consequência, a percepção de risco pela seguradora. A Tabela FIPE, ao indicar o valor de referência do Marruá, serve como baliza para a definição do valor segurado e, em conjunto com o histórico de uso, orienta o corretor sobre quais coberturas são mais adequadas: risco de roubo, colisões, danos a terceiros, incêndio e eventos naturais, entre outros.
É útil considerar, ainda, que veículos de uso especial tendem a exigir cláusulas adicionais na apólice. Coberturas de undercoating, guincho, assistência 24h em áreas remotas, carro reserva e proteção de acessórios originais podem ser relevantes para quem utiliza o Marruá em atividades de campo ou em áreas com infraestrutura limitada. Em termos práticos, o processo de precificação envolve cruzar a FIPE com a condição real do veículo, o histórico de manutenção, as configurações específicas (central de alarme, acessórios, proteção de carroceria) e o perfil do condutor. A GT Seguros, por sua vez, oferece opções de seguro sob medida que consideram esses fatores, buscando equilibrar valor de cobertura, custo de prêmio e tranquilidade do cliente.
Para o corretor de seguros, a lição é clara: o valor referencial da FIPE é uma referência, mas a proteção ideal para o Marruá depende de uma avaliação holística. Isso inclui a confirmação da versão, a conferência de dados com a documentação técnica, a verificação de histórico de manutenção e a avaliação de riscos operacionais. Um diálogo transparente com o cliente sobre o uso real do veículo, as rotinas de manutenção e as condições de armazenagem é essencial para definir uma apólice que seja ao mesmo tempo completa e economicamente sustentável. A FIPE fornece a referência de mercado, e o conjunto de informações adicionais, num contexto bem estruturado, oferece a segurança necessária para que o seguro acompanhe o valor do bem ao longo do tempo, sem subestimar ou superestimar o risco.
Por fim, vale destacar que, embora o Marruá tenha sido desenvolvido com foco em utilidade prática, veículos dessa linha costumam exigir atenção especial na apólice de seguro, principalmente no que diz respeito a acessórios, itens de proteção de carroceria e possíveis adaptações para uso rural. A disciplina de avaliação de risco, associada à leitura crítica da Tabela FIPE, contribui para uma cobertura mais fiel à realidade do veículo, reduzindo surpresas em casos de sinistro e assegurando que o proprietário tenha suporte financeiro adequado para reparos ou reposição, conforme o cenário apresentado pela seguradora.
Se você está buscando orientação para a proteção do seu Agrale Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel de 2009, a GT Seguros pode oferecer condições de contratação que reflitam com fidelidade o valor de mercado, o uso específico do veículo e as particularidades da sua operação. Faça já uma cotação com a GT Seguros.
