| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 114.789,00 |
| Fev/26 | R$ 115.043,00 |
| Jan/26 | R$ 115.297,00 |
| Dez/25 | R$ 115.517,00 |
| Nov/25 | R$ 115.691,00 |
| Out/25 | R$ 115.970,00 |
| Set/25 | R$ 116.343,00 |
| Ago/25 | R$ 116.588,00 |
| Jul/25 | R$ 116.775,00 |
| Jun/25 | R$ 116.892,00 |
| Mai/25 | R$ 117.127,00 |
| Abr/25 | R$ 117.233,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel (2014)
Este artigo traz uma visão educativa sobre a Tabela FIPE aplicada ao Agrale Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel do ano de 2014, com foco em como as informações de referência influenciam a avaliação de seguros, a precificação de coberturas e a compreensão de custos de propriedade. Além disso, apresentamos a ficha técnica do veículo, pontos relevantes sobre a marca Agrale e orientações úteis para quem utiliza esse tipo de utilitário em diferentes contextos de uso. O objetivo é oferecer um panorama claro para quem trabalha com corretagem de seguros, ajudando a alinhar expectativa de valor, risco e proteção adequada.
Ficha técnica do Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel (2014) – visão consolidada
A ficha técnica de um veículo tão específico como o Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel deve ser entendida como um conjunto de dados que orientam não apenas o desempenho, mas também a depreciação e a necessidade de cobertura adequada. Abaixo, apresentamos os aspectos técnicos de forma objetiva, com valores estimados com base nas especificações típicas da linha AM 150 lançada por Agrale em meados da década passada. Observação: pequenas variações podem ocorrer entre unidades devido a equipamentos de série, opções de fábrica e condições de manutenção.

- Motorização: diesel 2.8 L turbo, quatro cilindros, alimentação direta (injeção direta). Potência estimada entre 110 e 120 cv, com torque na faixa de 24 a 28 kgf.m, favorecendo resposta em terrenos desafiadores.
- Transmissão e tração: caixa manual de 5 velocidades; sistema de tração 4×4 com reduzida, essencial para uso em lama, terra acidentada e outras situações de baixa aderência.
- Estrutura e suspensão: chassis/estrutura robusta, eixo rígido com feixes de mola nas duas rodas, suspensão desenhada para utilitários de uso misto; boa capacidade de transposição de obstáculos, porém menos foco em conforto em longas distâncias rodoviárias.
- Dimensões, peso e capacidade de carga: peso próprio estimado entre 1.8 e 2.0 toneladas; capacidade de carga útil na faixa de algumas centenas de quilos; tanque de combustível com capacidade compatível com longos itinerários fora de asfalto (faixa estimada de 70–80 litros). Observação: números exatos devem ser conferidos na nota técnica do fabricante para cada unidade.
Essa composição técnica aponta para um veículo preparado para trabalho em ambientes rurais, áreas de fronteira rural ou operações que exijam mobilidade em terrenos acidentados. A presença de tração 4×4 com reduzida, associada a um motor diesel de torque generoso, favorece a capacidade de ultrapassar obstáculos, transportar carga e manter operação estável em condições desafiadoras. Em termos de uso, isso costuma influenciar não apenas a experiência de condução, mas também as curvas de seguro, sobretudo em relação a riscos de danos em terreno agressivo e à necessidade de peças de reposição com boa disponibilidade no mercado.
Sobre a marca Agrale
Agrale é uma fabricante brasileira com foco inicial em soluções de equipment agrícola, caminhões leves e chassis para ônibus, consolidando-se como referência nacional no setor de veículos utilitários e agroindustriais. Fundada para atender às necessidades de mobilidade rural e de trabalho em áreas de produção, a marca construiu uma reputação pela robustez de seus produtos, pela facilidade de manutenção e pela capacidade de operação em condições desafiadoras. O Marruá, lançado como utilitário 4×4 de uso misto, surgiu como resposta à demanda por veículos capazes de circular com confiabilidade em terrenos difíceis, sem depender de importações caras ou de redes de serviço excessivamente segmentadas. Em termos de condução prática, a filosofia da Agrale para o Marruá combina simplicidade mecânica, durabilidade e custo de propriedade relativamente contido, características valorizadas por empresas rurais, órgãos de segurança pública, fazendas, empreiteiras e organizações que operam em regiões com infraestrutura rodoviária limitada.
Do ponto de vista tecnológico, a Agrale tem buscado manter um portfólio que combine tecnologia comprovada com soluções adaptadas ao ambiente brasileiro. Isso se traduz em motores robustos, sistemas de transmissão simples e uma rede de assistência que, embora menor que a de grandes montadoras, é reconhecidamente prática para quem depende de peças de reposição e de manutenção frequente. Além disso, a marca tem histórico de parceria com fornecedores de componentes de diesel, transmissão e chassis que favorecem a disponibilidade de peças em diversas regiões do país, um fator relevante para clientes que utilizam o Marruá em atividades que demandam confiabilidade sem interrupções longas. No universo de seguros, a solidez da marca e a percepção de confiabilidade influenciam a avaliação de risco e, consequentemente, as condições de cobertura para modelos da linha Marruá.
Por fim, a escolha por um veículo como o Marruá dentro de um portfólio de veículos utilitários de uma corretora costuma exigir atenção especial à rede de assistência, disponibilidade de peças e histórico de uso do veículo. Em termos de seguro, essas tendências afetam não apenas o prêmio, mas também as coberturas disponíveis, como proteção contra danos de uso off-road, guinchos, e a escolha de limites de cobertura para a carga transportada. Para profissionais de seguros, entender a origem da marca, o perfil de uso típico e a disponibilidade de peças é parte essencial da avaliação de risco e da construção de uma proposta que faça sentido para o cliente.
Contexto de uso: quando o Marruá brilha e onde convém cautela
O Marruá AM 150 2.8 CD TDI Diesel de 2014 é, por natureza, um veículo que se destaca em operações que exigem mobilidade confiável em terreno desigual. Em contextos rurais, agrícolas, de vigilância patrimonial ou em atividades de campo, a combinação de motor a diesel, torque robusto e sistema de tração 4×4 com reduzida se mostra útil para vencer areias, lama, pedras soltas e terrenos com desníveis. Ao mesmo tempo, essa proposta não é a mais indicada para quem prioriza conforto absoluto em uso diário em vias urbanas bem pavimentadas, onde o consumo de combustível tende a ser maior e o desempenho em curvas pode exigir maior atenção do motorista, dada a massa do conjunto e o design voltado para robustez e utilidade prática em condições adversas.
Para o seguro, o uso típico influencia diretamente a avaliação de riscos. Veículos usados intensivamente em sítios, fazendas, operações de manutenção de estradas rurais ou atividades de monitoramento de perímetros podem ter maior exposição a danos em áreas de obras, quedas de objetos e impactos em terrenos acidentados. Nesse cenário, é comum a necessidade de coberturas específicas, como danos a terceiros, colisões com objetos fixos, guincho em trajeto off-road e, dependendo da apólice, cobertura de peças de reposição expostas a desgaste acelerado. O FIPE, como referência de valor, serve para calibrar o preço de reposição ou indenização em caso de perda total, e é por isso que compreender como esse índice se aplica ao Marruá é fundamental para a correta adequação da proteção contratada.
Relação entre FIPE e seguro: como o valor de referência impacta a proteção
O cálculo de seguros para veículos usados envolve, entre outros elementos, a consulta à Tabela FIPE como referência de valor de mercado. No caso de modelos mais antigos, como o Marruá de 2014, o FIPE pode desempenhar um papel ainda mais relevante na definição de coberturas de reposição, indenização e, às vezes, nos limites de responsabilidade civil. Em linhas gerais, a FIPE oferece uma avaliação de valor de mercado com base em transações de aquisição de veículos semelhantes, levando em conta idade, condição de conservação, quilômetros rodados e configuração de fábrica. Essa referência ajuda as seguradoras a estimar o custo de reposição ou de indenização para sinistros que envolvem perda total ou dano total, o que, por sua vez, influencia diretamente o custo do prêmio de seguro.
Para quem trabalha com corretagem, é essencial explicar ao cliente que a FIPE não representa apenas o preço de venda, mas uma base estratégica para o entendimento de depreciação, valor de cobertura e adequação de franquias. No Marruá, com a variação de uso entre áreas rurais ou urbanas temporárias, o histórico de manutenção e a disponibilidade de peças também entram no cálculo de risco — itens que podem levar a ajustes de prêmio ou a propostas de coberturas adicionais, caso o veículo passe a exigir atenção especial em determinadas situações operacionais.
A prática recomendada é alinhar o valor de referência FIPE com as características específicas de cada unidade, incluindo o estado de conservação, a quilometragem e a finalidade de uso. Em muitos casos, a seguradora pode sugerir uma cobertura de valor de reposição alinhada ao FIPE para manter o apelo de proteção sem ultrapassar o custo do prêmio. Além disso, para quem utiliza esse tipo de veículo em atividades de alto risco, a inclusão de coberturas adicionais, como proteção contra roubo/furto, danos a acessórios (trepadores, guinchos, esteiras, etc.) e assistência 24 horas, pode significar uma proteção mais holística e alinhada com as necessidades operacionais.
Vantagens e pontos de atenção ao investir no Marruá sob a ótica de seguro
- Vantagens: robustez de construção, capacidade de superar obstáculos em terrenos desafiadores, versatilidade de uso em operações rurais ou logísticas com demanda de mobilidade off-road.
- Pontos de atenção: consumo de combustível em uso misto tende a ser maior do que veículos urbanos; disponibilidade de peças pode variar conforme a região; manutenção regular é crucial para preservar a confiabilidade em condições de uso intenso; histórico de uso (profissional versus recreativo) impacta o perfil de risco e, consequentemente, o prêmio.
- Aspectos de seguro: considerar coberturas de danos a terceiros, colisão, incêndio e roubo, além de serviço de guincho em uso off-road; avaliar franquias proporcionais ao uso real; verificar a necessidade de coberturas para acessórios específicos do veículo (travas extras, guinchos, caçambas, entre outros).
- Gestão de custos: planificar a cobertura com a FIPE como referência, combinando com as necessidades reais de operação, para evitar sub ou sobre- seguro; manter o veículo em estado de conservação facilita a regularização de sinistros e contribui para uma reputação de menor risco com a seguradora.
Em termos de decisão de compra ou de renovação de seguro, é fundamental que o usuário avalie não apenas o valor de mercado indicado pela FIPE, mas também o custo total de propriedade, incluindo manutenção, disponibilidade de peças, rede de assistência e custos operacionais. O Marruá, por seu perfil, costuma exigir orientação especializada para assegurar que a cobertura escolhida suporte as particularidades do uso, o que justifica a busca por uma corretora experiente em utilitários leves e veículos de uso misto. A seleção de
