Valor FIPE Atual
R$ 75.604,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 060005-9
Ano: 2011-3
MêsPreço
Jan/26R$ 75.604,00
Dez/25R$ 75.748,00
Nov/25R$ 75.862,00
Out/25R$ 76.045,00
Set/25R$ 76.290,00
Ago/25R$ 76.451,00
Jul/25R$ 76.574,00
Jun/25R$ 76.651,00
Mai/25R$ 76.805,00
Abr/25R$ 76.875,00
Mar/25R$ 76.991,00
Fev/25R$ 77.038,00

Entendendo a Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 150 2.8 CS TDI Diesel (2011) e as implicações para seguro

Quando pensamos em um veículo off-road de uso utilitário, como o Agrale Marruá AM 150 2.8 CS TDI Diesel de 2011, a tabela FIPE surge como referência importante para abrir a conversa sobre seguro, valor de reposição e avaliação de risco. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém uma média de mercado baseada em transações reais, consultadas em bases públicas, que servem de referência para correção de valores ao longo do tempo. Para o corretor de seguros e para o proprietário, entender como a FIPE funciona ajuda a dimensionar coberturas, apólices e, principalmente, a conveniência de escolher coberturas que reflitam o uso prático do Marruá, sem cair em valores que distorçam a realidade de uma frota especializada.

Antes de mergulharmos na ficha técnica e nas nuances de seguro, vale reforçar que o tema é específico: estamos tratando da Tabela FIPE aplicada ao Agrale Marruá AM 150 2.8 CS TDI Diesel com ano de fabricação 2011. É importante cruzar as informações com dados do fabricante, com a configuração do veículo e com o histórico de manutenção, sobretudo quando o objetivo é encontrar a melhor cobertura para uma operação que envolve deslocamentos em estradas de terra, áreas de mata ou vias urbanas com peculiaridades de uso, como transporte de equipes, equipamentos e cargas. Abaixo, descreveremos o contexto da marca, apresentaremos a ficha técnica, discutiremos a interpretação da FIPE para esse tipo de veículo e encerraremos com considerações sobre seguro e uso responsável.

Tabela FIPE Agrale MARRUÁ AM 150 2.8  CS TDI Diesel 2011

Sobre a marca Agrale e o Marruá: contexto, legado e aplicação prática

Agrale é uma empresa brasileira com atuação consolidada na fabricação de veículos comerciais leves, caminhões, motores e soluções automotivas para uso agrícola, militar, de segurança pública e corporativo. Fundada há décadas, a marca construiu uma reputação marcada pela robustez, pela simplicidade de manutenção e pela capacidade de operação em condições adversas. O Marruá, em particular, é um veículo 4×4 concebido para oferecer mobilidade em terrenos desafiadores, com foco em utilitário, táxi de serviço público em áreas rurais e uso institucional por entidades públicas e privadas que precisam de um veículo com capacidade de enfrentar lama, areia, trilhas, pistas de terra e trechos de difícil acesso.

Essa linha de veículos se destaca pela simplicidade mecânica aliada a componentes relativamente simples de reposição, o que facilita o atendimento em campo, em oficinas regionais ou em contratos com frotas que demandam disponibilidade de operação. O Marruá AM 150, em particular, representa uma configuração de cabine dupla/duas portas com caçamba ou área de carga adaptada, destinada a transportar equipes, ferramentas e materiais, além de funcionar como plataforma para adaptações específicas, como sirenes, racks e compartimentos de equipamentos. A proposta de valor está na combinação entre tração 4×4, robustez estrutural e uma relação custo-benefício que, na prática, se traduz em menor custo de aquisição e manutenção relativamente previsível no longo prazo.

Ficha Técnica resumida do Agrale Marruá AM 150 2.8 CS TDI Diesel (2011)

A seguir, apresentamos uma síntese da ficha técnica do Marruá na configuração 2.8 CS TDI Diesel, ano 2011. O objetivo é oferecer parâmetros úteis para avaliação de seguro, de depreciação pela FIPE e de adequação de uso, sem entrar em dados sensíveis que variam conforme a variante, o mercado, acessórios instalados e condições de uso.

  • Motor: 2.8 L turbo diesel CS TDI, quatro cilindros em linha, alimentação por sistema de injeção direta (common rail) com turbocompressor. Desempenho típico associado a potências na faixa de aproximadamente 140 a 150 cavalos-vapor, com torque disponível para esforço em terrenos desafiadores.
  • Transmissão e tração: câmbio manual com várias marchas, transmissão 4×4 com reduzida (câmbio auxiliar), permitindo melhor controle em piso escorregadio, lama e aclives íngremes; sistema de transferência que distribui torque entre eixos conforme a demanda do terreno.
  • Dimensões e capacidades: veículo com características compactas para um utilitário 4×4, apresentando comprimentos em torno de 4,3 a 4,6 metros, largura próximas de 1,8 a 1,95 metros, altura na faixa de 1,8 a 2,0 metros, e entre-eixos compatível com boa manobrabilidade em áreas confinadas; capacidade de carga útil estimada em aproximadamente 0,9 a 1,3 tonelada, com peso bruto total variando em faixas que refletem a configuração de carga e acessórios instalados. O tanque de combustível costuma variar em torno de 60 a 90 litros, dependendo da variante.
  • Aplicação prática: adequado para uso em operações táticas, patrulhamento rural, transporte de equipes e equipamentos em áreas sem pavimentação, bem como para atividades de apoio logístico em fazendas, acampamentos ou obras de infraestrutura que exijam movimento confiável em terrenos acidentados.

Observação importante: as dimensões exatas, capacidades e números de torque, potência e consumo podem variar conforme a especificação de fábrica vigente no período de produção, bem como pelas modificações realizadas pela frota de clientes ou pelo lote de fabricação. Por isso, ao consultar a FIPE e a seguradora, é recomendável confirmar a configuração específica do veículo em questão, especialmente quando o objetivo é definir o valor de referência para seguro, depreciação e cobertura de riscos.

Como interpretar a FIPE para veículos utilitários off-road como o Marruá

A Tabela FIPE é amplamente utilizada para estabelecer uma referência de valor de mercado para veículos usados. Ela considera dados de transações reais, anúncios e pesquisas de mercado para estimar um valor médio de venda. No caso de veículos utilitários off-road, como o Marruá, há algumas particularidades que vale destacar ao consultar a FIPE para fins de seguro:

  • Segmentação de uso: a FIPE classifica veículos com base no uso típico (particular, aluguel, frota, militar/etc.). Para veículos com aplicação utilitária e operativo, o valor de referência pode refletir condições de desgaste, uso fora de estrada e acessórios instalados, como alarmes, racks de carga e dispositivos de iluminação.
  • Condição do veículo: as métricas da FIPE costumam ponderar a condição do carro na avaliação. Veículos com histórico de manutenção regular, registro de revisões, peças originais e pouca variação de quilometragem tendem a manter valores mais estáveis para seguro.
  • Configurações específicas: acessórios instalados (sistemas de proteção, proteções de rodas, recuperadores, guarnições de proteção de baú etc.) podem influenciar o valor de referência utilizado pela seguradora, já que nem sempre esses itens constam de forma padronizada na base da FIPE.
  • Conteúdo de danos e sinistralidade: como o Marruá é um veículo utilizado fora de estrada, o histórico de danos em trilhas, atolamentos, impactos com objetos ou colisões pode impactar o valor segurável, especialmente para perdas parciais ou totais em qualquer cenário de sinistro.

Em prático, ao comparar a FIPE com a avaliação de seguro, o corretor utiliza a FIPE como referência de teto para o valor de reposição ou indenização no caso de sinistro total. Contudo, para veículos com uso específico, a seguradora pode considerar o valor de mercado atual, o custo de reposição de peças, o custo de reforma de danos de carroceria, bem como o custo de reparos de itens de uso industrial. Assim, é comum que a apólice inclua cobertura para diferenças entre o valor FIPE e o custo efetivo de reposição, especialmente em modelos com baixa disponibilidade de peças ou com componentes especializados.

Desempenho, confiabilidade e uso prático do Marruá em diferentes cenários

O Marruá AM 150, com motor diesel 2.8 TDI, se destaca por manter boa capacidade de torque em rotações moderadas, o que favorece sobrecargas de carga útil em terreno irregular sem exigir esforço excessivo do motor. Em situações de uso constante em estradas de terra, trilhas ou pistas de terra batida, o sistema de tração 4×4 com redução ajuda a manter o veículo estável em declives, curvas de baixa aderência e superfícies soltas. A robustez estrutural, aliada a componentes de fácil reposição, contribui para a disponibilidade da frota, aspecto essencial para operações de segurança pública, defesa civil e atividades logísticas que dependem de mobilidade confiável.

Para proprietários e equipes de frota, é importante planejar rotinas de manutenção com foco em sistemas de injeção diesel, sistema de arrefecimento, suspensão, rolamentos de roda e freios. Em operações em campo, a disponibilidade de peças e a capacidade de serviço rápido são equações-chave para a continuidade das atividades. Assim, a gestão de manutenção combinada com uma apólice de seguro adequada ajuda a reduzir potenciais impactos financeiros em caso de dano, roubo ou perda total.

Aspectos de seguro específicos para o Marruá e veículos utilitários off-road

A cotação de seguro para veículos como o Marruá envolve considerações particulares, justamente pela sua finalidade utilitária e pela propensão a certos riscos inerentes ao uso fora de asfalto. Abaixo, apresentamos pontos relevantes que costumam influenciar na apólice e nas opções de coberturas, sem entrar em questões de preço:

  • Seguros de responsabilidade civil (terceiros): cobertura básica que protege o motorista e o proprietário contra danos causados a terceiros em acidentes, com limites que variam conforme necessidade da operação e do valor da frota.
  • Roubo e furto qualificado com assistência logística: veículos empregados em áreas remotas podem ter maior risco de roubo ou furto. Cobertura adequada deve contemplar não apenas a reposição do veículo, mas também a reposição de ferramentas e acessórios valiosos.
  • Danos a veículo e colisão: proteção contra danos a danos próprios, com abrangência de recaídas de trilha, impactos com obstáculos naturais e danos de vias com pavimento precário.
  • Proteção de acessórios e equipamentos instalados: itens como racks de carga, proteção de carenagem, guarnições, iluminação adicional, comunicação e outros acessórios específicos podem exigir cobertura separada para evitar surpresas em casos de sinistro.

Além disso, é comum que seguradoras ofereçam opções de assistência 24 horas, carro de substituição em períodos de imobilização por sinistro, e maior cobertura para o custo de peças com disponibilidade limitada. A avaliação de risco considera o tipo de uso (comercial, frota, institucional), a frequência de deslocamento, as rotas previstas e o histórico de sinistros da viatura. Por isso, uma cotação bem embasada requer um cadastro detalhado do uso, da área de operação e das condições de armazenamento do Marruá para que o seguro reflita fielmente o cenário de risco.

Cuidados, manutenção e boas práticas para maximizar segurança e valor

Para quem utiliza o Marruá em operações que envolvem estradas rurais, trilhas ou áreas com pouca infraestrutura, algumas práticas ajudam a manter o veículo em operação segura e a valorizar o ativo na FIPE e na apólice de seguro:

  • Manutenção programada: seguir o calendário de revisões recomendado pelo fabricante ajuda a manter o motor, o sistema de injeção e a transmissão em condições ideais, o que reduz o risco de falhas inesperadas em campo.
  • Registro de histórico: manter planilhas de manutenção, com notas de serviços, peças substituídas e quilometragem, facilita a comprovação de cuidado e pode influenciar positivamente a avaliação de seguro.
  • Condição de armazenamento: guardar o Marruá em locais cobertos e com proteção contra intempéries pode reduzir o desgaste final de componentes sensíveis como suspensão, freios e componentes elétricos.
  • Uso responsável: evitar viros de alta velocidade em terrenos acidentados e respeitar limites de carga e de tração ajuda a preservar o conjunto mecânico e a reduzir desgaste.

Por fim, vale lembrar que a relação entre a FIPE, o seguro e o valor real de reposição depende de uma série de fatores que vão além do número que aparece na tabela. O contexto de uso, o estado de conservação, a disponibilidade de peças e as políticas da seguradora são determinantes para um acordo justo entre proprietário e seguradora. Em todo caso, a referência da FIPE continua sendo uma base sólida para iniciar a conversa sobre valor de reposição, depreciação e linha de cobertura mais adequada para o Marruá 2011.

Conclusão: o que considerar na hora de planejar seguro para o Agrale Marruá AM 150 2.8 CS TDI Diesel (2011)

Para proprietários e gestores de frotas, entender a interface entre FIPE, ficha técnica e seguro é essencial para garantir que o Marruá receba proteção condizente com o uso real. A tabela FIPE serve como referência de mercado, mas a implementação prática na apólice leva em conta a configuração específica do veículo, o histórico de manutenção, o tipo de uso e o cenário de operação. Veículo utilitário off-road demanda coberturas que considerem riscos adicionais, como danos em trilhas, danos de proteção de carroceria, roubo de acessórios e eventual necessidade de reposição rápida para manter a continuidade das atividades. A conversa com o corretor deve explorar diferentes cenários de uso, para que a película de seguro não fique aquém da realidade da operação, nem leve a custos desnecessários em regras de cobertura excessivamente amplas para uma situação real.

Se, ao final, você estiver buscando uma solução simples, confiável e adequada para a proteção do Marruá, vale considerar opções de orientações especializadas que atendem a veículos com uso tático, institucional e utilitário de terreno desafiador. Para saber o custo específico de cobertura, com condições personalizadas para o Marruá, a recomendação é buscar uma cotação detalhada com a GT Seguros.