| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 107.518,00 |
| Fev/26 | R$ 107.756,00 |
| Jan/26 | R$ 107.994,00 |
| Dez/25 | R$ 108.200,00 |
| Nov/25 | R$ 108.363,00 |
| Out/25 | R$ 108.624,00 |
| Set/25 | R$ 108.973,00 |
| Ago/25 | R$ 109.203,00 |
| Jul/25 | R$ 109.379,00 |
| Jun/25 | R$ 109.489,00 |
| Mai/25 | R$ 109.709,00 |
| Abr/25 | R$ 109.808,00 |
Entenda como a Tabela FIPE classifica o Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel 2013 e o que isso significa para seguros
A Tabela FIPE é a referência mais utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados. Ela funciona como um painel de referência que consolida valores médios de negociações realizadas entre compradores, vendedores e concessionárias. Quando o assunto envolve modelos com particularidades, como o Agrale Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel, o processo de interpretação exige cuidado: nem sempre as transações seguem o mesmo ritmo que os automóveis de uso predominantemente urbano. Vehículos de uso misto, com capacidades off-road, histórico de uso em áreas rurais ou até mesmo aplicações militares, costumam ter variações de preço em função da configuração, do estado de conservação e da demanda regional. Neste texto, vamos debruçar sobre como a FIPE aborda esse modelo específico de 2013 e quais implicações isso traz para seguros, negociações e planejamento financeiro de quem precisa segurá-lo ou repassá-lo à venda.
Sobre a marca Agrale e o Marruá AM 200
Agrale é uma fabricante brasileira com uma trajetória marcada pela produção de utilitários robustos, caminhões leves e soluções especiais para aplicações militares e civis. A empresa se destaca pela capacidade de adaptar plataformas simples a usos específicos, com foco em durabilidade, facilidade de manutenção e alta capacidade de operação em terrenos desafiadores. Nesse contexto, o Marruá AM 200 surge como uma resposta à demanda por um veículo 4×4 compacto, com boa capacidade de tração e versatilidade para serviço operacional em áreas remotas, em comunidades rurais, em operações de segurança pública e em tarefas de apoio logístico. O Marruá não é apenas um veículo utilitário: ele aparece como ferramenta de trabalho em ambientes onde a robustez, a simplicidade mecânica e a confiabilidade ganham destaque. Ao se entender a marca, fica mais claro por que certas escolhas de projeto — motor diesel de alta durabilidade, eixos rígidos, suspensão adaptada ao off-road e uma configuração de cabine que equilibra espaço e peso — aparecem nesses modelos, inclusive na linha AM 200 2.8 CD TDI Diesel de 2013.

Ficha Técnica resumida do Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel (2013)
- Motor: 2.8 L turbodiesel com injeção direta, 4 cilindros. Configuração pensada para torque em baixa rotação, boa resposta em terrenos acidentados e consumo compatível com uso prolongado em campo.
- Transmissão e tração: transmissão manual de 5 marchas; sistema 4×4 com reduzida, preparado para manter tração em superfícies soltas, lama, areia e desníveis acentuados.
- Peso, capacidade e dimensões: peso bruto total estimado entre 2,0 e 2,4 toneladas; payload (capacidade de carga útil) em torno de 0,8 a 1,0 tonelada, dependendo da configuração. Comprimento aproximado entre 4,5 e 4,6 metros; largura em torno de 1,9 a 2,0 metros; altura com cabine ajustada para visibilidade e ergonomia no terreno.
- Propósito de uso e versatilidade: carroceria utilitária com configuração de cabine simples ou dupla, adequada para operações que exigem robustez, acessibilidade a áreas sem pavimentação e facilidade de manutenção no campo, além de uso público ou particular com foco em atividades que demandam durabilidade em condições adversas.
Observação importante: as especificações apresentadas acima representam uma leitura consolidada da ficha técnica associada ao Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel de 2013, levando em conta configurações típicas encontradas no mercado. Variações por versão, estado de conservação, acessórios instalados e uso original (militar, governamental, institucional ou civil) podem influenciar números exatos apresentados pela FIPE ou por consultorias técnicas. Quando se trata de seguros, a saber atualizado sobre a configuração específica do seu veículo é essencial para uma avaliação correta do valor de referência.
Como a FIPE trabalha para este modelo e por que isso importa para o seguro
A FIPE coleta dados de transações reais para construir suas médias de valor de mercado. Em modelos mais comuns, esse processo é alimentado por negociações frequentes em diversas regiões, tornando o valor mais estável ao longo do tempo. No caso de um veículo como o Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel, a situação é distinta: o mercado de veículos utilitários com foco em off-road, uso institucional ou militar/civil é mais nichado, o que pode reduzir a frequência de negociações formais. Por isso, a leitura do valor FIPE para esse modelo requer atenção a fatores específicos:
– Configuração e versão: a presença de cabine simples ou dupla, itens extras, tipo de carroceria, remendos de reparos e upgrades afetam diretamente o valor de referência. Versões com equipagem mais simples tendem a ter valores FIPE diferentes das versões com itens adicionais de conforto ou de reforço de utilidade.
– Condição do veículo: itens como a integridade da estrutura, estado de pneus, sistema de suspensão, pneus, estado do motor e do câmbio influenciam o valor calculado pela FIPE por meio da avaliação de depreciação aplicada pela indústria.
– Histórico de uso: veículos com uso em áreas com maior exposição a corrosão, ambientes agressivos ou operações repetidas em terra e lama podem ter depreciação maior em comparação a unidades bem mantidas ou pouco utilizadas.
– Região de negociação: o mercado regional pode mostrar variações de preço devido à disponibilidade de unidades, demanda local por peças e serviços, bem como custos de reposição de componentes específicos da linha Marruá.
Esses fatores ajudam a entender por que o valor FIPE pode divergir entre uma unidade específica de Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel e outra, mesmo sendo o mesmo modelo e ano. Para seguros, essa variação é relevante, porque o prêmio de casco e as coberturas adicionais costumam ser ajustados a partir do valor de referência, com ajustes baseados no estado do veículo, na reputação de confiabilidade do conjunto motor-transmissão e nas condições de uso declaradas pelo proprietário.
Além disso, vale lembrar que o FIPE serve como uma base de referência para várias operações de seguro, financiamento e avaliação de impostos. Em veículos com finalidade estratégica — como o Marruá —, as seguradoras costumam considerar também o histórico de sinistros, o histórico de propriedade, os cuidados com a manutenção e o histórico de modificações. Em alguns casos, as empresas ajustam o valor segurado para refletir cenários de recuperação de custos em situações de sinistro, especialmente quando o veículo possui capacidades técnicas que impactam o custo de reparo ou reposição de peças especiais.
Impacto prático da FIPE na apólice de seguro do Marruá
Para quem tem um Marruá AM 200 2.8 CD TDI Diesel, compreender a relação entre FIPE e seguro significa enxergar algumas dinâmicas-chave:
Primeiro, o valor de referência FIPE influencia o capital segurado utilizado para reparos ou reposição do veículo em caso de sinistro total. Em muitos contratos, o saldo segurado é calculado com base em uma média FIPE ajustada pela condição do veículo na data da contratação. Isto significa que, se o Marruá estiver em bom estado de conservação, com baixa depreciação visível, o capital segurado pode acompanhar mais fielmente o valor estimado pela FIPE, reduzindo o risco de subestimativa de custos de recuperação. Por outro lado, unidades com desgaste acentuado, histórico de danos ou acessórios que não constem no cadastro podem sofrer ajustes de prêmio para refletir um maior custo de reposição ou reparo.
Segundo, a depreciação aplicada pela seguradora costuma acompanhar a depreciação natural prevista pela FI
