| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 87.365,00 |
| Fev/26 | R$ 85.990,00 |
| Jan/26 | R$ 84.636,00 |
| Dez/25 | R$ 84.798,00 |
| Nov/25 | R$ 84.926,00 |
| Out/25 | R$ 85.131,00 |
| Set/25 | R$ 85.405,00 |
| Ago/25 | R$ 85.585,00 |
| Jul/25 | R$ 85.723,00 |
| Jun/25 | R$ 85.809,00 |
| Mai/25 | R$ 85.981,00 |
| Abr/25 | R$ 89.100,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel (2011)
Este artigo mergulha no funcionamento da Tabela FIPE aplicada ao modelo Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel, ano de 2011, com foco em entender como o indicador de preço de referência impacta a contratação de seguros, a precificação de apólices e a avaliação de indenizações. A Tabela FIPE não determina sozinho o valor de venda de um veículo, mas funciona como referência central no mercado brasileiro, sobretudo para seguradoras, financiadores e compradores. Para quem atua na área de corretagem de seguros, compreender as nuances da FIPE para modelos off-road e utilitários como o Marruá ajuda a orientar clientes, a evitar distorções na cobertura e a consolidar uma base de cálculo mais estável ao longo do tempo.
O que é a Tabela FIPE e como ela influencia o seguro de veículo
A Tabela FIPE é uma referência divulgada pela Fundação Institute de Pesquisas Econômicas (FIPE) que reúne valores médios de mercado de veículos usados e seminovos no Brasil. Esses valores são atualizados periodicamente para refletir flutuações de oferta, demanda, idade do veículo e condições gerais do mercado. Quando uma seguradora utiliza a FIPE como base para o valor segurado, ela está atribuindo à apólice um parâmetro padronizado, que facilita o acordo entre as partes em situações de sinistro.

Para o Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel de 2011, a FIPE oferece uma referência que, ainda que robusta, requer leitura cuidadosa pela carteira de seguros. Veículos com uso específico, como utilitários de missão tática, veículos de apoio logístico ou unidades militares, podem apresentar particularidades que não cabem na linha conceitual de um veículo de passeio comum. Nesse contexto, o valor FIPE serve como base, mas não substitui critérios de avaliação de sinistralidade, conservação, histórico de manutenção, modificações e quilometragem. Em uma cotação de seguro, é comum que a apólice utilize o valor FIPE como referência de indenização em casos de perda total, ajustado conforme estado de conservação e documentação de procedência.
A importância prática para a corretora é orientar o cliente sobre o que a FIPE representa: não é o preço de venda atual de mercado, nem o valor de reposição imediato. Em alguns casos, pode haver divergência entre o valor FIPE e o custo de reposição com peças novas ou de reposição equivalente. Por isso, é essencial checar as notas técnicas da seguradora, o estado do veículo, o histórico de manutenção e qualquer produção especial que possa influenciar o prêmio. Além disso, mudanças no modelo e no mercado, bem como atualizações da FIPE, devem ser monitoradas para manter a cobertura alinhada com a realidade de uso do Marruá 2011.
Ficha Técnica do Agrale Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel – 2011
Agrale, fabricante brasileiro com tradição em utilitários robustos, apresenta o Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel como solução de mobilidade off-road com foco em uso tático, de apoio logístico ou de serviço em áreas de difícil acesso. Abaixo está uma síntese da ficha técnica deste modelo específico, de 2011, com base em informações disponíveis publicamente e no âmbito de referência para consumidores e profissionais de seguros. Valores numéricos são apresentados como estimativas típicas para o conjunto, complementando a leitura de ficha técnica, sem substituírem dados oficiais do fabricante para operações críticas.
- Fabricante: Agrale
- Modelo: Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel
- Ano/modelo: 2011
- Categoria: utilitário leve 4×4 de uso tático/off-road
- Motor: Diesel turbo 2.8 L (TDI), 4 cilindros
- Potência máxima estimada: aproximadamente 125 cv
- Torque estimado: em torno de 320 Nm
- Sistema de transmissão: manual de 5 velocidades com opção de relação reduzida
- Tração: 4×4 com diferencial central; configuração adequada para terreno off-road
- Suspensão: robusta, projetada para terrenos acidentados, com articulaciones que favorecem a tração em pisos irregulares
- Capacidade de carga útil: aproximadamente 1.0 tonelada (valor estimado conforme configuração típica de utilitários off-road)
- Capacidade do tanque de combustível: estimada entre 60–70 litros, variando conforme a configuração
- Dimensões externas (aproximadas): comprimento e largura compatíveis com veículo utilitário compacto, altura adequada para mobilidade em áreas de terreno off-road
- Peso bruto total (PBT): compatível com o porte de utilitário leve destinado a serviços de apoio e operações táticas
- Propulsão e usos típicos: diesel com desempenho adequado para trajetos em áreas rurais, estradas de terra, trilhas e zonas de difícil acesso
Observação campestre: a Marruá AM 200 é reconhecida pela combinação de robustez mecânica, capacidade de atravessar terrenos desafiadores e adaptabilidade a diferentes cenários de uso, o que pode exigir critérios específicos de seguro, desde a avaliação da durabilidade de componentes até o controle de itens de modificação instalados para missões específicas. Em termos de ficha técnica, o que acima está apresentado descreve as linhas gerais do modelo de 2011; para qualquer apuração prática, recomenda-se consultar a documentação oficial do fabricante ou o manual do proprietário, além de registrar as modificações que possam influenciar o desempenho veicular e a cobertura de seguro.
A marca Agrale: tradição brasileira em utilitários off-road
Agrale é uma empresa brasileira com raízes que remontam a décadas de atuação na indústria automotiva nacional, especialmente em veículos comerciais leves, caminhões, ônibus e equipamentos agrícolas. A marca consolidou seu espaço ao oferecer soluções com foco em resistência, durabilidade e capacidade de operação em condições adversas. No portfólio destinado a utilitários off-road, o Marruá surge como uma resposta a demandas institucionais de mobilidade em áreas de difícil acesso, integração com forças de segurança e apoio logístico de campo. A reputação da Agrale no segmento está ligada à construção de veículos que precisam manter operação sob condições extremas, com componentes que suportam impactos, vibrações e uso contínuo em ambientes desafiadores. Para clientes de seguros, essa linha de produto costuma traduzir-se em necessidades de coberturas específicas para veículos com uso profissional ou institucional, onde falhas mecânicas e danos a componentes sobressalentes podem ter impactos diretos na continuidade de operações.
Do ponto de vista técnico e comercial, a Agrale tem se destacado por alinhar engenharia brasileira com padrões que favorecem a disponibilidade de peças de reposição, assistência técnico-operacional e redes de serviço locais. Embora o Marruá tenha sido desenvolvido com usos táticos em mente, ele também é visto como referência de mobilidade off-road em cenários civis que exigem superação de obstáculos, capacidade de carga e confiabilidade em terrenos desafiadores. Essa reputação é relevante para a área de seguros, pois influencia a percepção de durabilidade, frequência de uso e as considerações de depreciação ao longo da vida útil do veículo.
Implicações da FIPE para o seguro: fatores que influenciam o valor segurado
Ao trabalhar com a Tabela FIPE para o Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel (2011), algumas variáveis aparecem com destaque na determinação do valor segurado. Embora a FIPE seja a referência de preço de mercado, o seguro observa a soma de elementos que podem fazer o valor efetivo de indenização divergir do valor FIPE puro. Abaixo estão quatro fatores que costumam ter impacto relevante na prática de correção de valores na apólice:
- Condição física e conservação: veículos bem conservados, com histórico de manutenção regular, tendem a receber ajustes que elevam o valor segurado dentro da faixa FIPE; veículos com desgaste significativo ou evidências de danos não reparados podem ter redução do valor segurado.
- Quilometragem e uso: a FIPE não captura com precisão a diferença entre uso específico (militar/operacional) e uso comum. Em seguros, a quilometragem elevada ou pesada de operações pode influenciar o ajuste de valor de indenização, principalmente se houver depreciação acelerada por uso intenso.
- Modificações e itens adicionais: alterações que não estavam na configuração original de fábrica (p. ex., adições de acessórios, proteções veiculares, kits de tração aprimorada) podem impactar o valor coberto. Algumas seguradoras autorizam valor agregado por meio de documentação de peças originais, enquanto outras incluem apenas o valor FIPE base.
- Procedência e histórico de manutenção: veículos com histórico de serviço em oficinas credenciadas, com documentação de revisões e peças originais, costumam apresentar menor probabilidade de encerramento de cobertura ou de exigência de substituição de componentes, impactando positivamente o valor segurado.
Esses fatores devem orientar a corretagem ao precificar apólices para o Marruá, evitando surpresas em sinistros. Vale reforçar que, embora a FIPE seja uma base sólida, as seguradoras costumam solicitar informações complementares para confirmar o estado do veículo, a correspondência entre o valor segurado e o conjunto de peças, bem como a existência de garantias ou devedores de manutenções que possam afetar a indenização. Por isso, é essencial manter um conjunto de documentos atualizado e claro para justificar o valor escolhido na apólice.
Para clientes que trabalham com frotas ou veículos com uso institucional, a mensagem principal é a seguinte: a FIPE oferece a referência de mercado, mas o prêmio e o montante de indenização devem refletir a realidade operacional do Marruá. O resultado é uma apólice que protege com coerência o investimento, sem sobrecarregar o custo do seguro com valores inexequíveis nem subestimar o valor de reposição em caso de sinistro. Uma orientação prática para corretores é alinhar o cliente com a realidade de uso do veículo e, quando pertinente, acompanhar atualizações periódicas da FIPE para manter a cobertura alinhada com o mercado.
Além disso, considerar a natureza particular de utilitários off-road como o Marruá 2011 pode requerer cláusulas adicionais, como cobertura contra danos a componentes de baixa disponibilidade, prazos de resposta mais rápidos de assistência em campo e opções de indenização por veículo em condições específicas de uso fora de estrada. Ao final, o objetivo é que o seguro reflita com equilíbrio o valor de reposição, a capacidade de operação do bem e a proteção ao negócio do contratante.
Como a corretora pode orientar clientes na prática
A atuação da corretora de seguros, nesse contexto, envolve buscar informações junto ao cliente sobre o histórico de uso do Marruá, a frequência de operação em ambientes extremos e a existência de eventuais modificações. A partir disso, a equipe pode propor uma base de valor segurado que reflita o equilíbrio entre a referência FIPE e a realidade operacional. Em termos de comunicação com o cliente, vale esclarecer que:
• O valor FIPE serve como linha de referência, mas não necessariamente representa o valor de reposição exato;
• A indenização em caso de sinistro pode seguir o valor FIPE ajustado pela condição do veículo; e
• Manter documentação atualizada facilita o processo de ajuste de cobertura conforme o veículo envelhece e suas características mudam.
Para corretores de seguros, o Marruá AM 200 2.8 CS TDI Diesel pode exigir
