| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 522.126,00 |
| Fev/26 | R$ 523.278,00 |
| Jan/26 | R$ 524.432,00 |
| Dez/25 | R$ 525.431,00 |
| Nov/25 | R$ 526.221,00 |
| Out/25 | R$ 527.487,00 |
| Set/25 | R$ 529.181,00 |
| Ago/25 | R$ 530.295,00 |
| Jul/25 | R$ 531.145,00 |
| Jun/25 | R$ 531.677,00 |
| Mai/25 | R$ 532.743,00 |
| Abr/25 | R$ 533.223,00 |
Entenda a Tabela FIPE aplicada ao Agrale Marruá AM 250 3.8 CS TDI Diesel Automático (E6) em 2025
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar o valor médio de veículos usados e seminovos. Para modelos especiais, como o Agrale Marruá AM 250 3.8 CS TDI Diesel Automático na versão E6 lançada para 2025, a leitura da FIPE envolve não apenas o preço de reposição, mas também nuances sobre uso, manutenção e disponibilidade de peças. Em termos simples, a FIPE cruza dados de várias regiões do país, levando em conta variações regionais de mercado, condições de conservação e especificidades de cada configuração. No universo de veículos de uso institucional, de segurança pública ou militar, a leitura da FIPE pode se complementar com avaliações de mercado feitas por seguradoras, que costumam considerar ainda fatores de risco operacionais, histórico de uso e grau de perturbação de circulação. A compreensão dessas relações é essencial para quem atua como corretor de seguros ou para gestores que precisam planejar o seguro de frotas com maior assertividade.
O que a Tabela FIPE representa no contexto de veículos comerciais e militares
A FIPE serve como referência de valor de mercado para o veículo após algum tempo de uso, o que influencia diretamente o cálculo de prêmios de seguro, de acordo com as apólices que adotam o valor de reposição ou o valor de compra. Em termos operacionais, um veículo como o Marruá AM 250, com configuração 3.8 CS TDI, diesel aut., na versão E6 de 2025, exige uma leitura cuidadosa: o valor indicado pela FIPE é um referencial de mercado, mas o seguro pode considerar o custo de reconstituição do equipamento, disponibilidade de peças, eventuais atualizações de especificação e o custo de mão de obra especializada. Além disso, ativos de uso institucional costumam receber avaliações adicionais por questões de uso específico, como transporte de equipes, operações em terreno extremo e requisitos de proteção estrutural. Assim, a FIPE funciona como ponto de partida confiável para estimativas, enquanto as seguradoras adaptam o valor segurado às particularidades técnicas e operacionais do veículo.

Sobre a marca Agrale e a linha Marruá
Agrale é uma empresa brasileira com trajetória marcada pela atuação em veículos de utilidade, agrícolas e soluções de mobilidade com foco em desempenho fora de estrada. Fundada em Caxias do Sul, a marca consolidou-se por meio de caminhões, motores e unidades de defesa que atendem tanto o setor público como usos privados especializados. Entre os modelos mais conhecidos está a linha Marruá, um veículo 4×4 de uso militar e policial, reconhecido pela robustez, articulabilidade em terrenos difíceis e capacidades de integração com recursos de proteção e equipamentos especiais. A família Marruá ganhou relevância por oferecer opções com boa relação entre capacidade de carga, tração 4×4 e versatilidade operacional. Em 2025, a versão AM 250 com motor 3.8 CS TDI Diesel Automático representa a continuidade de uma linha voltada à mobilidade resistente, com ênfase em desempenho sob condições severas de uso e manutenção compatível com o parque de peças da marca. O Marruá, portanto, não é apenas um veículo de transporte; é uma solução tecnológica pensada para operações que exigem confiabilidade, disponibilidade de manutenção e adequação a requisitos de operação sob diversas condições climáticas e geográficas.
Ficha técnica resumida do Marruá AM 250 3.8 CS TDI Die. Aut. (E6) 2025
- Motorização: Diesel 3.8 L TDI, turboalimentado, sistema de alimentação common-rail, projetado para desempenho estável em terreno variado.
- Transmissão e tração: transmissão automática de 6 velocidades; sistema 4×4 com eixo de distribuição e reduzida para terrenos desafiadores.
- Dimensões e peso (aproximados): comprimento na faixa de 5,0 a 5,3 m, largura próxima de 2,0 a 2,15 m, altura em torno de 1,9 a 2,0 m; peso próprio estimado em torno de 2,5 a 2,7 t.
- Capacidade e configuração: capacidade de carga útil adequada a operações institucionais; tanque de combustível com autonomia compatível com missões de logística em áreas remotas (valores técnicos exatos sujeitos a confirmação pela ficha oficial).
Aspectos de seguro e avaliação de risco para veículos Marruá na prática
Para veículos de uso institucional, especialmente na linha Marruá, o seguro envolve uma avaliação integrada que vai além da simples referência FIPE. Além do valor de reposição, as seguradoras costumam considerar:
- Gravação de uso: operações típicas (patrulha, monitoramento, transporte de equipes) e localização geográfica (áreas com maior risco operacional).
- Proteção e acessorizações: presença de dispositivos de proteção, blindagem básica ou reforços adicionais, que influenciam o custo de reposição e a disponibilidade de peças.
- Manutenção e disponibilidade de peças: rede de assistência técnica autorizada, tempo de reparo e custo de componentes exclusivos da linha Marruá.
- Histórico de sinistros e uso: frequência de incidentes, padrões de uso em áreas com terreno acidentado e exigência de treinamentos para operadores.
Ao conversar com um corretor de seguros, é comum que se peça o valor segurado que reflita o custo de reposição em condições atuais de mercado, bem como a escolha entre cobertura de risco de roubo, colisão, incêndio e responsabilidade civil. Em veículos de uso institucional, também pode haver opções de coberturas adicionais para equipamentos embarcados (comunicações, sensores, mecanismos de proteção) e para garantia de disponibilidade de serviço, que asseguram a continuidade das operações mesmo diante de eventual perda ou indisponibilidade de uma unidade específica da frota.
Em termos de planejamento financeiro para frotas, a leitura da Tabela FIPE, combinada com as especificidades da linha Marruá, permite estimar melhor o custo total de propriedade (TCO) ao longo do tempo. Isso inclui não apenas o prêmio de seguro, mas também custos de manutenção, depreciação, consumo de combustível e eventuais substituições por indisponibilidade operacional. O objetivo é manter a proteção adequada sem comprometer a sustentabilidade financeira da operação, o que é especialmente relevante para órgãos públicos, forças de segurança ou empresas que dependem de logística em áreas remotas ou de difícil acesso.
Para quem administra o seguro de uma frota contendo o Marruá AM 250, é recomendável manter atualizados os catálogos de peças e manter contato próximo com oficinas autorizadas, já que a disponibilidade de peças originais pode impactar diretamente nos prazos de reposição e, consequentemente, na avaliação de risco pela seguradora. A integração entre dados fornecidos pela FIPE, a fichas técnicas oficiais e o histórico de uso do veículo ajuda a construir uma base sólida para uma apólice que combine custo-efetividade com a proteção necessária para uma operação tão específica quanto a do Marruá.
Se você busca uma abordagem mais segura e alinhada aos seus objetivos de proteção, considere a GT Seguros para avaliação de coberturas adaptadas às necessidades dos seus ativos. Considere fazer uma cotação com a GT Seguros para explorar opções de proteção que valorizem o valor de reposição e a disponibilidade de peças, mantendo o custo sob controle e a tranquilidade operacional em cada missão.
