Valor FIPE Atual
R$ 1.208,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 801014-5
Ano: 1996-1
MêsPreço
Mar/26R$ 1.208,00
Fev/26R$ 1.211,00
Jan/26R$ 1.214,00
Dez/25R$ 1.217,00
Nov/25R$ 1.219,00
Out/25R$ 1.222,00
Set/25R$ 1.226,00
Ago/25R$ 1.229,00
Jul/25R$ 1.231,00
Jun/25R$ 1.233,00
Mai/25R$ 1.236,00
Abr/25R$ 1.238,00

Entenda a Tabela FIPE para o Agrale SST 13.5 125cc 1996: funcionamento, interpretação e implicações para seguros

A Tabela FIPE é a referência principal para o cálculo de valores de veículos usados no Brasil. Quando falamos de modelos históricos como o Agrale SST 13.5, 125cc, de 1996, a FIPE entra como parâmetro de base para a avaliação de valor de mercado, o que, por consequência, influencia diretamente a formatação de prêmios de seguro, a composição de coberturas e a definição de franquias. Em uma corretora de seguros, compreender como a FIPE coleta, atualiza e classifica esses modelos é essencial para orientar clientes sobre o que esperar de cobertura,, depreciação e riscos. Este artigo busca explicar, de maneira educativa, como funciona a Tabela FIPE para esse modelo específico, quais são as particularidades do Agrale SST 125cc dessa década e como essas informações repercutem no processo de cotação e na gestão de riscos do seu veículo antigo.

Ficha técnica do Agrale SST 13.5 125cc (1996)

O Agrale SST 13.5 125cc, lançado na década de 1990, pertence a uma linha de motocicletas de baixa cilindrada voltadas ao uso urbano, com foco em economia, facilidade de manutenção e operação simples. Abaixo estão itens-chave considerados na ficha técnica para referência histórica e para fins de comparação com outros modelos da mesma época. Lembre-se de que, por tratar-se de uma produção antiga e com versões diversas, as especificações podem apresentar variações conforme o lote ou a configuração de fábrica. A ficha técnica abaixo resume atributos comuns a esse tipo de modelo.

Tabela FIPE AGRALE SST 13.5 125cc 1996
  • Cilindrada: 125 cm³
  • Motor: monocilíndrico, 4 tempos
  • Alimentação: carburador
  • Transmissão: 4 velocidades

Além dessas quatro características centrais, podem constar informações adicionais na ficha completa, como peso seco estimado, tipo de freio (geralmente tambor nas duas rodas na época), dimensões gerais (comprimento, largura e altura), suspensão dianteira (garfo telescópico) e traseira (sistema de amortecimento simples), bem como capacidade do tanque e consumo médio. Em muitos casos, a variação entre versões impacta apenas detalhes de acabamento ou de equipamento, sem alterar radicalmente o conjunto motor-transmissão. Para quem atua na corretagem, esse conjunto de dados ajuda a entender o patamar da motocicleta no mercado de usados e, por consequência, como esse patamar se alinha às necessidades de seguro, desde a cobertura básica até opções adicionais de proteção.

Essa visão técnica não substitui a inspeção física ou a consulta à base de dados FIPE, mas serve para orientar a conversa com o cliente na hora de discorrer sobre valor de referência, depreciação e eventual necessidade de coberturas específicas para veículos de coleção ou de uso eventual em atividades rurais ou urbanas com menor demanda de performance. Um bom entendimento técnico facilita a comunicação com seguradoras e corretoras, que costumam levar em conta o estado de conservação, a originalidade de peças e a disponibilidade de itens de reposição ao avaliar o risco e a indenizabilidade em caso de sinistro.

A marca Agrale: origem brasileira e foco em soluções utilitárias

Agrale é uma fabricante brasileira que ganhou espaço ao longo das décadas com uma linha de veículos voltados a utilidade, robustez e custo-benefício. Fundada para atender demandas de transportes, agricultura e uso rural, a marca consolidou uma reputação de simplicidade mecânica aliada a durabilidade — características valorizadas em aplicações práticas, onde peças de reposição são acessíveis e a manutenção é viável mesmo fora de grandes centros. A trajetória da Agrale reflete uma visão de engenharia nacional que busca soluções para realidades de campo, cidade e estradas locais, sem depender de soluções importadas caras ou de alto custo de operação.

Além de motocicletas com foco urbano, a empresa também é conhecida por suas linhas de veículos utilitários e, ao longo dos anos, por modelos projetados para enfrentar terrenos desafiadores. Essa matriz de produto reforça a percepção de que a marca está ligada a soluções de mobilidade simples, resistentes e com bom desempenho em ambientes onde a confiabilidade é um requisito essencial. Ao considerar a FIPE para modelos Agrale de 1996, parte da valorização depende dessa herança de marca: consumidores e seguradoras costumam associar a Agrale a propostas de baixo custo de manutenção, o que pode influenciar a percepção de valor residual ao longo do tempo.

Para quem atua na corretagem, essa identidade de marca ajuda a contextualizar o comportamento de depreciação de modelos históricos. Quando o interesse envolve modelos clássicos ou de fábrica com pouca produção recente, as variações de valor podem estar mais ligadas a conservação, originalidade e documentação do veículo do que a mudanças nas linhas de produção modernas. Assim, a FIPE serve como referência estável, enquanto a condição do veículo e o histórico de conservação passam a desempenhar papéis decisivos na determinação de cobertura, franquias e limites de indenização em seguros de veículos antigos.

Como a FIPE é aplicada aos modelos antigos na prática de seguros

A Tabela FIPE consolida dados de transações de veículos usados, reunindo informações de compra e venda para cada modelo, ano, versão e estado de conservação. Para um modelo como o Agrale SST 13.5 125cc de 1996, os corretores e seguradoras utilizam a FIPE para estimar um valor de referência que funciona como base para contratos de seguro, especialmente em apólices voltadas a itens de valor moderado ou de interesse histórico. A ideia central é evitar subavaliação, que poderia prejudicar o segurado em caso de sinistro, e evitar superavaliação, que tornaria o prêmio pouco competitivo ou desproporcional ao uso real do veículo.

Existem alguns pilares práticos na aplicação da FIPE em modelos antigos:

1) Atualização mensal: a FIPE é revisada mensalmente para refletir mudanças de mercado, condições econômicas e disponibilidade de peças. Em veículos com produção descontinuada há anos, as variações entre meses costumam ser contidas, mas ainda assim relevantes para o cálculo de prêmios. 2) Fatores de conservação: o estado de conservação, a originalidade de peças e a procedência do veículo influenciam a forma como o valor de referência é traduzido em indenização. Veículos bem mantidos, com histórico de revisões e documentação em dia, costumam ter uma melhor percepção de valor na hora de contratar seguro. 3) Uso e finalidade: o tipo de uso (urbano, rural, passeio, colecionismo) pode impactar a escolha de coberturas e a determinação de limites. Seguradoras costumam orientar clientes sobre como alinhar a cobertura com a finalidade prática, considerando também opções de assistência 24h, guincho, e cobertura de acessórios. 4) Desempenho histórico de mercado: para modelos de baixa produção como o SST 13.5 125cc, o valor de referência pode ter flutuações mais acentuadas em cenários de demanda específica, por exemplo, quando o veículo ganha interesse de colecionadores ou de quem busca restauração, o que pode influenciar a busca por peças originais e disponibilidade de serviços especializados.

Neste contexto, a pessoa que está contratando um seguro para um Agrale SST 13.5 125cc de 1996 pode observar que a FIPE serve como um piso para a base de prêmio, mas a apólice ideal também deve considerar itens adicionais de proteção, como cobertura contra terceiros, colisão, incêndio, roubo e fio de componentes elétricos, além de serviços de assistência e a possibilidade de reposição de peças originais quando disponíveis. Em termos de cotação, a FIPE ajuda a calibrar o prêmio, mas a seguradora também avalia o estado atual do veículo, histórico de conservação, uso pretendido e o perfil do proprietário para chegar a uma cotação justa e adequada às necessidades de proteção.

Outra faceta importante é a diferenciação entre valor de referência e valor de indenização. Em muitas seguradoras, o valor de indenização pode ser limitado pelo teto da FIPE ou, em alguns casos, pela lista de peças originais disponíveis para o modelo. Por isso, para veículos antigos, pode ser prudente discutir com a corretora opções como indenização integral, reposição por novo com cobertura de diferenciais ou, se aplicável, indenização parcial com offset por depreciação. Essas escolhas afetam diretamente o custo da apólice e a adequação da proteção ao uso real do veículo no dia a dia.

Por fim, vale lembrar que a correta identificação do veículo na hora da contratação — ano, versão, motorização, e demais características acompanhadas de documentação — é essencial para a correta aplicação da FIPE. Um erro comum é confundir variações de uma geração com outra ou não considerar alterações de modelo que ocorreram ao longo dos anos. A confidência com a corretora, portanto, deve incluir a entrega de documentação atualizada, histórico de manutenções e relatório de vistorias, quando pertinente, para que a associação entre FIPE e a apólice seja a mais fiel possível à realidade do veículo.

Considerações finais sobre a relação entre FIPE, depreciação e seguro

Para veículos de 1996 como o Agrale SST 13.5 125cc, a FIPE funciona como uma bússola para o mercado de seguros, ajudando a definir parâmetros de valor, cobertura e resiliência financeira em caso de sinistro. No entanto, o valor de mercado de modelos antigos nem sempre acompanha apenas a variação monetária: a disponibilidade de peças, a dificuldade de reparo, a demanda de colecionadores e o histórico de uso também desempenham papéis significativos. Por isso, é recomendado manter a documentação em dia, observar as condições de conservação e discutir com a corretora as melhores estratégias de proteção, considerando a realidade particular de cada veículo e o objetivo do cliente com o seguro.

Além disso, entender o papel da marca e a trajetória histórica de produção de Agrale ajuda a contextualizar a escolha de coberturas. A confiança em uma fabricante com tradição de soluções utilitárias pode oferecer tranquilidade ao segurado, que sabe que, mesmo tratando-se de um modelo antigo, há um ecossistema de peças, assistência técnica e suporte ao proprietário que facilita a manutenção ao longo do tempo. Por fim, saber navegar pela FIPE e usar esse referencial com responsabilidade é uma ferramenta poderosa para quem quer manter a proteção de seu veículo de forma alinhada às condições reais de uso e às expectativas de valor no longo prazo.

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